Comentários em “O Caminho de Sandren - Livro 2 (Descaminho)”: “Dívidas e Promessas”

A
Anônimo

Nossa , quase que eu não termino de ler kkkk , gostei muito .

Aviatorman
Aviatorman Autor

Isabella:

Muito obrigado pelo seu comentário. Ele me deixa muito feliz e com mais vontade de seguir adiante. Que bom que gostou.

Ficou penas uma dúvida, você já leu o livro 1 (caminhada)? Sem ele fica difícil entender a estória. Também te convido a conhecer um projeto alternativo que versa sobre este mesmo mundo,mas de estórias mais curtas e terminadas, o Crônicas de Andhara e além.

Um abraço

Daniel.

Um

Minerva

Daniel, esse comentário pode ficar meio grande, então vamos por partes:

Entendi a falta de marcação nas falas como uma maneira de inovar sua escrita, mas confesso que me perdi algumas vezes por causa disso. Por favor, não tome isso como uma imposição, não estou dizendo pra você marcar as falas, é só mais uma - e talvez infeliz – observação.

Sempre tentamos agradar ao máximo de leitores possível, e como eu posso ser a única que se confundiu com esse pequeno detalhe, peço que não mude a estrutura (pelo menos não antes de ouvir a opinião de mais pessoas). Não sei se fui clara, vou tentar exemplificar: Consegui entender e separar perfeitamente a fala da primeira frase do capítulo porque há pontuação depois do advérbio “Não! Midler...”, mas há momentos em que não existe pontuação, acho eu esse foi o motivo de eu ter me atrapalhado com a leitura de trechos como “ Para sua sorte, ingênuo discípulo de Baltur, as artes para tratar o corpo e o espírito não pertencem apenas às toscas mãos que conhece e equivocadamente venera as palavras de Ardlan eram (...)”. Bom, não sei se é necessária a existência de pontuação depois de “venera”, acho eu o problema é que eu sou uma viciada em vírgulas e pontos.

Antes de falar de algumas personagens, veja que há um erro no emprego do verbo “voltar” neste pequeno parágrafo: “ O silêncio azulado voltar a reinar no domo por momentos até que o discípulo voltou a falar.”

Agora sobre aqueles que figuram nesta narrativa. Gosto imenso da maneira que você desenvolve o enredo e descreve as personagens. Tenho grande admiração pela maioria delas.

Toda a agressividade, ferocidade e brutalidade do anão Bharin ainda me impedem de desenvolver empatia por ele, mesmo sabendo que essas características foram fundamentais no momento em que a vida de Midler estava em jogo e que há ou pode haver uma alma nobre escondida sob sua personalidade.

Zartan... Não entendo porque insiste em se diminuir. Sei que ele não guerreia como Bharin, mas ainda assim é dotado de uma nobreza natural e sabedoria que esse não será capaz de desenvolver - eu acho. Não acredito que acompanhar o discípulo irá diminuir ou acabar com a soberba de Bharin.

Não me esqueço da pequena Brans. Espero poder ler o futuro projeto que tem em mente, contos da cidade baixa, se não me engano.

Acho que um grande futuro espera por Alenthor, afinal, ele vive sob os olhos do grande Tallamir, o qual foi um dos poucos homens honrados o suficiente para deter a admiração única do mestre e querido Laertes.

N´Jarin é um mistério em todos os sentidos. Eu a vejo como uma figura sombria. Você disse que ela faz parte do futuro, não só de Graeldar, esperarei até que chegue a hora de falarmos mais sobre ela.

Ainda não sei bem o que esperar de Uligan e Oehl, acho que daqui a alguns capítulos poderei construir mais expectativas sobre eles.

Então, além das suposições de antes creio que, por hora, é isso. Falei sobre as personagens que mais atraem minha atenção no momento. Você já deve ter percebido que meus comentários trazem sempre pensamentos sobre eles, eu gosto de “ouvir” o que os autores têm a dizer sobre os seres que criam fora da estória.

Um grande abraço, até o próximo,

Letícia.

Aviatorman
Aviatorman Autor

Letícia:

Como você mesma disse vamos por partes.

Tive de ler seu comentário duas vezes, pois da primeira vez achei que era uma leitora nova (Minerva) e apenas ao final percebi que era minha fiel e estimada “puxadora de orelhas”. Por falar nisso, bela escolha, a deusa das artes e da sabedoria. Ninguém melhor para me ajudar com este projeto.

Agora vamos a parte dolorosa. POR TUDO QUE PODE SER SAGRADO!!!! O corretor ortográfico (não sei se o meu ou o do Fanfiction) retirou todos os travessões (“-“) do texto, tornando-o quase impossível de ler. Não, a culpa é minha, eu devia ter visto após ter postado, mas confiei que tudo estava correto. Desculpe-me, sinceramente me desculpe, por ter lhe dado todo este trabalho, deve ter sido uma imensa dor de cabeça ter lido desta maneira. Sua observação foi até sutil demais, caberia uma puxada MUITO mais séria e direta. Muito obrigado pela sua atenção, paciência e cortesia. Todas as falhas (espero) já form corrigidas.

Quanto ao verbo voltar, novamente muito obrigado. Como já usei a desculpa esfarrapada de revisões, mudanças de ideia, rearranjo do texto e falta de conexão com o todo, apenas pedirei humildes desculpas pelo meu erro (mas foi o que aconteceu).

Quanto aos personagens (muito obrigado por falar deles, era exatamente o que queria):

Bharin: realmente ele é muito difícil de se gostar em um primeiro momento e impossível depois disso, mas ele faz exatamente o contraponto de Zartan, mostrando que não existem apenas um tipo de guerreiro para o discípulo, nobre e correto como os Paladinos que ele tanto admira. Ele ainda vai ensinar algumas (dolorosas) lições a Midler. Como Laertes disse uma vez “E existem aqueles cujas chamas brilham tão profunda e timidamente que sua luz só pode ser vista quando está cercada pela mais absoluta escuridão”. E talvez não seja realmente bom ou prudente ter afeição por Bharin...

Zartan: o único momento em que ele se diminuiu propositalmente foi quando Midler precisava deste estímulo, quando o anão acreditou que havia uma alma precisando mais de cura do que seu orgulho de ser intocado. Quando caiu no pequeno ardil de diplomata de Uligan, pelo menos da parte do anão, seu arrependimento foi sincero, pois acreditou ter sido rude e injusto, coisas que jamais se permitiria ou seria indulgente. E quanto à companhia de Midler, que outras escolhas ele teria? Ele e Bharin já estão longe dos outros anões há tempo e tudo que tentou até então não surtiu efeito sobre seu amigo.

Brans: Aguarde. Muito antes dos Contos da Cidade Baixa (em um futuro muito distante ainda), nossa pequena ladra irá aparecer, ainda neste livro (Descaminho), dentro de dois ou três capítulos. Por falar nisso, quando tivermos mais capítulos, gostaria que você comentasse se o nome escolhido para este livro está adequado.

Alenthor: Há muito reservado no futuro do ferreiro, mais do que ele ou mesmo Laertes poderiam ter planejado.

N’Jarin: O mistério a cerca e vai muito além de sua pessoa. Posso apenas dizer que ela é a ponta visível de algo muito maior.

Uligan e Ohel: Midler está sem rumo e serão eles que irão guiar os caminhos do discípulo a partir deste ponto. Daí o nome do livro. Aguarde, muito ainda virá, principalmente no próximo capítulo onde teremos surpresas e alguns conflitos inevitáveis começarão a surgir. Espero postá-lo até semana que vem (revendo o que o editor fará desta vez, prometo).

Muito obrigado por sua paciência, carinho, atenção e perseverança.

Um grande abraço.

Daniel.

Minerva

Daniel, esse comentário pode ficar meio grande, então vamos por partes:

Entendi a falta de marcação nas falas como uma maneira de inovar sua escrita, mas confesso que me perdi algumas vezes por causa disso. Por favor, não tome isso como uma imposição, não estou dizendo pra você marcar as falas, é só mais uma - e talvez infeliz – observação.

Sempre tentamos agradar ao máximo de leitores possível, e como eu posso ser a única que se confundiu com esse pequeno detalhe, peço que não mude a estrutura (pelo menos não antes de ouvir a opinião de mais pessoas). Não sei se fui clara, vou tentar exemplificar: Consegui entender e separar perfeitamente a fala da primeira frase do capítulo porque há pontuação depois do advérbio “Não! Midler...”, mas há momentos em que não existe pontuação, acho eu esse foi o motivo de eu ter me atrapalhado com a leitura de trechos como “ Para sua sorte, ingênuo discípulo de Baltur, as artes para tratar o corpo e o espírito não pertencem apenas às toscas mãos que conhece e equivocadamente venera as palavras de Ardlan eram (...)”. Bom, não sei se é necessária a existência de pontuação depois de “venera”, acho eu o problema é que eu sou uma viciada em vírgulas e pontos.

Antes de falar de algumas personagens, veja que há um erro no emprego do verbo “voltar” neste pequeno parágrafo: “ O silêncio azulado voltar a reinar no domo por momentos até que o discípulo voltou a falar.”

Agora sobre aqueles que figuram nesta narrativa. Gosto imenso da maneira que você desenvolve o enredo e descreve as personagens. Tenho grande admiração pela maioria delas.

Toda a agressividade, ferocidade e brutalidade do anão Bharin ainda me impedem de desenvolver empatia por ele, mesmo sabendo que essas características foram fundamentais no momento em que a vida de Midler estava em jogo e que há ou pode haver uma alma nobre escondida sob sua personalidade.

Zartan... Não entendo porque insiste em se diminuir. Sei que ele não guerreia como Bharin, mas ainda assim é dotado de uma nobreza natural e sabedoria que esse não será capaz de desenvolver - eu acho. Não acredito que acompanhar o discípulo irá diminuir ou acabar com a soberba de Bharin.

Não me esqueço da pequena Brans. Espero poder ler o futuro projeto que tem em mente, contos da cidade baixa, se não me engano.

Acho que um grande futuro espera por Alenthor, afinal, ele vive sob os olhos do grande Tallamir, o qual foi um dos poucos homens honrados o suficiente para deter a admiração única do mestre e querido Laertes.

N´Jarin é um mistério em todos os sentidos. Eu a vejo como uma figura sombria. Você disse que ela faz parte do futuro, não só de Graeldar, esperarei até que chegue a hora de falarmos mais sobre ela.

Ainda não sei bem o que esperar de Uligan e Oehl, acho que daqui a alguns capítulos poderei construir mais expectativas sobre eles.

Então, além das suposições de antes creio que, por hora, é isso. Falei sobre as personagens que mais atraem minha atenção no momento. Você já deve ter percebido que meus comentários trazem sempre pensamentos sobre eles, eu gosto de “ouvir” o que os autores têm a dizer sobre os seres que criam fora da estória.

Um grande abraço, até o próximo,

Letícia.

Aviatorman
Aviatorman Autor

Letícia:

Como você mesma disse vamos por partes.

Tive de ler seu comentário duas vezes, pois da primeira vez achei que era uma leitora nova (Minerva) e apenas ao final percebi que era minha fiel e estimada “puxadora de orelhas”. Por falar nisso, bela escolha, a deusa das artes e da sabedoria. Ninguém melhor para me ajudar com este projeto.

Agora vamos a parte dolorosa. POR TUDO QUE PODE SER SAGRADO!!!! O corretor ortográfico (não sei se o meu ou o do Fanfiction) retirou todos os travessões (“-“) do texto, tornando-o quase impossível de ler. Não, a culpa é minha, eu devia ter visto após ter postado, mas confiei que tudo estava correto. Desculpe-me, sinceramente me desculpe, por ter lhe dado todo este trabalho, deve ter sido uma imensa dor de cabeça ter lido desta maneira. Sua observação foi até sutil demais, caberia uma puxada MUITO mais séria e direta. Muito obrigado pela sua atenção, paciência e cortesia. Todas as falhas (espero) já form corrigidas.

Quanto ao verbo voltar, novamente muito obrigado. Como já usei a desculpa esfarrapada de revisões, mudanças de ideia, rearranjo do texto e falta de conexão com o todo, apenas pedirei humildes desculpas pelo meu erro (mas foi o que aconteceu).

Quanto aos personagens (muito obrigado por falar deles, era exatamente o que queria):

Bharin: realmente ele é muito difícil de se gostar em um primeiro momento e impossível depois disso, mas ele faz exatamente o contraponto de Zartan, mostrando que não existem apenas um tipo de guerreiro para o discípulo, nobre e correto como os Paladinos que ele tanto admira. Ele ainda vai ensinar algumas (dolorosas) lições a Midler. Como Laertes disse uma vez “E existem aqueles cujas chamas brilham tão profunda e timidamente que sua luz só pode ser vista quando está cercada pela mais absoluta escuridão”. E talvez não seja realmente bom ou prudente ter afeição por Bharin...

Zartan: o único momento em que ele se diminuiu propositalmente foi quando Midler precisava deste estímulo, quando o anão acreditou que havia uma alma precisando mais de cura do que seu orgulho de ser intocado. Quando caiu no pequeno ardil de diplomata de Uligan, pelo menos da parte do anão, seu arrependimento foi sincero, pois acreditou ter sido rude e injusto, coisas que jamais se permitiria ou seria indulgente. E quanto à companhia de Midler, que outras escolhas ele teria? Ele e Bharin já estão longe dos outros anões há tempo e tudo que tentou até então não surtiu efeito sobre seu amigo.

Brans: Aguarde. Muito antes dos Contos da Cidade Baixa (em um futuro muito distante ainda), nossa pequena ladra irá aparecer, ainda neste livro (Descaminho), dentro de dois ou três capítulos. Por falar nisso, quando tivermos mais capítulos, gostaria que você comentasse se o nome escolhido para este livro está adequado.

Alenthor: Há muito reservado no futuro do ferreiro, mais do que ele ou mesmo Laertes poderiam ter planejado.

N’Jarin: O mistério a cerca e vai muito além de sua pessoa. Posso apenas dizer que ela é a ponta visível de algo muito maior.

Uligan e Ohel: Midler está sem rumo e serão eles que irão guiar os caminhos do discípulo a partir deste ponto. Daí o nome do livro. Aguarde, muito ainda virá, principalmente no próximo capítulo onde teremos surpresas e alguns conflitos inevitáveis começarão a surgir. Espero postá-lo até semana que vem (revendo o que o editor fará desta vez, prometo).

Muito obrigado por sua paciência, carinho, atenção e perseverança.

Um grande abraço.

Daniel.