As palavras escritas aqui, juntamente com as que constroem os capítulos anteriores estimularam meu interesse pela geografia desse mundo. Sei que O Caminho e as Crônicas não se passam em uma mesma época, o que impede que ambos os projetos tenham a mesma representação gráfica. Reconheço também a impossibilidade da existência de uma única representação para Crônicas de Andharas e Além, visto que cada conto ocorre em determinado período.
Conforme avanço com a leitura, percebo que cada palavra vem sendo cuidadosamente escolhida de modo a ocupar um lugar único na narrativa. Aliás, essa estória dispõe de uma qualidade linguística visivelmente superior a muitas outras publicadas, que possuem milhares de cópias vendidas e ocupam lugares de destaque nas livrarias. Infelizmente, o ramo da literatura brasileira que agrupa fantasias como esta ainda não é nacionalmente valorizado da maneira que deveria.
Muitas pessoas já devem ter lhe dito isso, mas realmente seria fantástico se você resolvesse publicar essa estória.
E que ótimo! Mais algumas centenas de personagens para que eu possa exercitar minha mania de fantasiar... (obrigada por sabiamente me aconselhar a “ler com cuidado”) Abraços,
Mais uma vez obrigado por ainda estar aqui, me ajudando de maneira fundamental para que continue. As Crônicas são uma coisa nova, como aquelas cartas que você sempre quis escrever mas nunca teve tempo/chance, como aqueles dias que queremos contar para outros o que aconteceu, por prazer ou para desabafar, antes que percam o sentido ou o contexto. É um projeto em desenvolvimento, onde tento contar as idéias que tive/tenho/terei mas de uma forma diferente, como um desafio a que me propus. O próximo conto está pronto, porém ainda não é a hora de colocá-lo por achar que é apenas "mais do mesmo", que não trouxe novidade para mim (está arquivado, não apagado, virá à luz em um outro momento). A vantagem de ter um projeto paralelo e independente é poder ousar, se arriscar e errar sem medo, para que alguém me dê um bela "puxada de ouvido" (seu papel). Estou terminando um outro conto que será, em sua forma, diferente de tudo que já escrevi. Espero que goste, pois está dando um trabalho imenso.
Quanto ao quarto capítulo, apesar dos sete já "publicados", é o mais novo dele. Era uma parte inerte, sem evidência, no sexto capítulo que eu julguei que deveria dar a devida importância. O mais difícil não é escrever, mas reescrever aquilo que já está feito, que já tem começo, meio e fim. Como você pôde ver nas notas iniciais, eu estava (ainda estou) receoso de que ele tenha ficado descritivo demais, quase como um livro de História, em outras palavras, maçante, enfadonho. Você não somente pode como DEVE criticá-lo para que possamos melhorá-lo.
As palavras escritas aqui, juntamente com as que constroem os capítulos anteriores estimularam meu interesse pela geografia desse mundo. Sei que O Caminho e as Crônicas não se passam em uma mesma época, o que impede que ambos os projetos tenham a mesma representação gráfica. Reconheço também a impossibilidade da existência de uma única representação para Crônicas de Andharas e Além, visto que cada conto ocorre em determinado período.
Conforme avanço com a leitura, percebo que cada palavra vem sendo cuidadosamente escolhida de modo a ocupar um lugar único na narrativa. Aliás, essa estória dispõe de uma qualidade linguística visivelmente superior a muitas outras publicadas, que possuem milhares de cópias vendidas e ocupam lugares de destaque nas livrarias. Infelizmente, o ramo da literatura brasileira que agrupa fantasias como esta ainda não é nacionalmente valorizado da maneira que deveria.
Muitas pessoas já devem ter lhe dito isso, mas realmente seria fantástico se você resolvesse publicar essa estória.
E que ótimo! Mais algumas centenas de personagens para que eu possa exercitar minha mania de fantasiar... (obrigada por sabiamente me aconselhar a “ler com cuidado”) Abraços,
Letícia.
Letícia:
Mais uma vez obrigado por ainda estar aqui, me ajudando de maneira fundamental para que continue. As Crônicas são uma coisa nova, como aquelas cartas que você sempre quis escrever mas nunca teve tempo/chance, como aqueles dias que queremos contar para outros o que aconteceu, por prazer ou para desabafar, antes que percam o sentido ou o contexto. É um projeto em desenvolvimento, onde tento contar as idéias que tive/tenho/terei mas de uma forma diferente, como um desafio a que me propus. O próximo conto está pronto, porém ainda não é a hora de colocá-lo por achar que é apenas "mais do mesmo", que não trouxe novidade para mim (está arquivado, não apagado, virá à luz em um outro momento). A vantagem de ter um projeto paralelo e independente é poder ousar, se arriscar e errar sem medo, para que alguém me dê um bela "puxada de ouvido" (seu papel). Estou terminando um outro conto que será, em sua forma, diferente de tudo que já escrevi. Espero que goste, pois está dando um trabalho imenso.
Quanto ao quarto capítulo, apesar dos sete já "publicados", é o mais novo dele. Era uma parte inerte, sem evidência, no sexto capítulo que eu julguei que deveria dar a devida importância. O mais difícil não é escrever, mas reescrever aquilo que já está feito, que já tem começo, meio e fim. Como você pôde ver nas notas iniciais, eu estava (ainda estou) receoso de que ele tenha ficado descritivo demais, quase como um livro de História, em outras palavras, maçante, enfadonho. Você não somente pode como DEVE criticá-lo para que possamos melhorá-lo.
Conto com você para me ajudar, por favor.
Novamente, muito obrigado.
Daniel.