Nesse pouco tempo de namoro com a Thalia, a minha vida foi resumida a olhares de reprovação. Por quê? Bom, pelo simples fato de que a partir do momento em que eu me atrevia a ficar no mesmo metro quadrado que ela, a empregada, a tal Janicy, me observava com um olhar nada amigável.
Provavelmente ela havia recebido ordens expressas de não deixar um estranho ficar no mesmo ambiente que a Thalia, talvez isso explique a sua total afeição em relação a mim.
Certo, eu não sou nenhum estranho, sou o namorado da Thalia. Mas de qualquer forma, para a velha ranzinza, digo, Janicy, eu sou e com certeza sempre serei um estranho naquela casa.
Mas o olhar que eu recebia dela era muito mais que simples reprovação. Havia algo alertante, como se ela quisesse dizer "Você não deveria estar aqui" ou "Saia enquanto é tempo". Claro, sempre contei com uma imaginação realmente fértil. Mas ainda assim, os olhares de Janicy me assustavam, e definitivamente aquilo não era imaginação fértil."
Manda ela para o novo dos infernos, ora!
"Tentei me libertar desses pensamentos assim que me encontrei em frente ao portão da casa da Thalia.
Antes que houvesse tempo para tocar o interfone, a minha segunda-sombra-Janicy abriu o portão.
–- Obrigada -- agradeci, mas Janicy continuou barrando a entrada.
–- Thalia ainda está se arrumando -- ela disse ríspida. -- Não tente nada, ouviu bem garoto? Você não deveria estar aqui. Deveria se afastar. Esse namoro só vai trazer problemas.
Franzi o cenho. É a primeira vez que Janicy fala comigo, ela só se direcionou a mim no dia do baile, quando encontrou eu e Thalia no jardim.
–- Que tipo de problemas? -- perguntei.
–- Thalia está feliz, mas isso não vai durar... Você não vai se afastar, certo? -- Janicy perguntou.
–- Por nada nesse mundo -- afirmei.
Janicy suspirou, como se já soubesse a minha resposta e só quisesse uma confirmação.
–- Olha garoto...
–- Meu nome é Nico -- interrompi.
–-... eu tentei avisar -- Janicy completou.
Antes que eu pudesse perguntar sobre o quê ela estava falando, a mesma saiu à passos largos e desapareceu assim que virou a esquina.
Como assim ela chega falando para eu me afastar da Thalia?
E como assim o meu namoro irá trazer problemas?
Definitivamente os olhares de Janicy são bem menos pertubadores que suas palavras."
Eu já te dei uma idéia, se você não quer acatá-la... o que eu posso fazer, não é?...
"[...]
–- Thalia, quer que eu volte outro dia? -- perguntei irônico. -- De preferência no dia em que você terminar de se arrumar.
–- Ora, cale a boca, Nico! Se não quiser esperar, vá sozinho à essa maldita boate -- Thalia esbravejou, ainda trancada naquele banheiro.
–- Alguém está nervosinha -- resmunguei, esperando que ela não escutasse.
Depois de mais alguns minutos em silêncio pude ouvir a porta do banheiro sendo destrancada. E de lá surgiu uma Thalia, realmente linda.
A examinei da cabeça aos pés, e balançei a cabeça negativamente.
–- O que foi? Está ruim? -- Thalia me perguntou, enquanto tentava achar algum defeito em sua roupa.
–- Essa coisa...-- apontei para o short que ela estava usando.
–- O short? -- ela arriscou.
–- Esse pedaço de pano -- balançei a cabeça novamente. -- Eu não vou deixar você sair por aí com ele.
–- Caso você não tenha percebido, eu tenho vontade própria, e sim, eu vou com esse short. E assunto encerrado."
E aí, Nico, como está? Responde! Como está a facada no peito que a Thalia te deu?
"–- Com isso–- arqueei as sobrancelhas e apontei novamente para o short -- Pode esquecer.
–- Ah por favor! Isso tudo é ciúmes? -- Thalia perguntou, com um ar superior.
–- Não sou ciumento -- dei de ombros.
–- Claro que é, olha só o que você está dizendo -- ela disse, e começou a rir. Em resposta continuei em silêncio.
–- Não vai falar comigo? -- Thalia perguntou entre risos.
Balançei a cabeça negativamente.
–- Pode parar de birra, Di Angelo! -- ela me repreendeu.
Gesticulei novamente a cabeça. Thalia se sentou ao meu lado, na cama. Ficamos em silêncio por cinco ou talvez até dez minutos.
Até que ela percebeu o meu olhar em sua coxa.
–- Está olhando o quê?
–- A sua coxa -- respondi indiferente.
–- Pode parar -- Thalia reclamou.
–- Eu não. A boate inteira vai poder olhar, por que eu não posso?
–- Você acha mesmo que numa boate, alguém vai se dar ao trabalho de olhar as minhas pernas?
–- Acho -- respondi.
Thalia se levantou e foi em direção ao closet, e logo voltou com uma nova peça de roupa em mãos.
–- Fique sabendo que só vou trocar de short porquê eu quero, e não porquê você quer, entendeu?"
Aham, sei...
"–- Claro, entendi -- respondi sorrindo. Thalia sempre será a punk marrenta por quem eu me apaixonei, e pessoalmente eu gostava daquele jeito de ser dela.
Passado alguns minutos, o iPad da Thalia que até então havia passado despercebido por mim, começou a piscar frenéticamente.
–- Thalia -- gritei. -- o seu iPad, está com algum problema.
–- Deve ser chamada de vídeo -- ela gritou de volta, ainda dentro do banheiro. -- Vê de quem é!
Levantei da cama e fui em direção ao aparelho. Na tela estava escrito...
–-... Bitch purpurinada?–- perguntei em voz alta."
Silena?
"–- Ah, é a Silena -- Thalia respondeu -- Atende, pra mim.
–- E eu lá sei como funciona essa coisa?! -- reclamei alto o bastante para que Thalia ouvisse. Na verdade eu sabia muito bem como aquele aparelho funcionava, o que estava me impedindo de atender, era pura e simplesmente: Preguiça."
SÓ PODIA SER O MEU IRMÃO MESMO!
"Mais uma vez ouvi a porta do banheiro sendo destrancada, e dela pude ver sendo revelada uma Thalia diferente da anterior. O pedaço de pano que ela insistia em chamar de short ainda estava intacto. O que chamou a minha atenção foi a blusa, ou melhor, a ausência de uma blusa.
Thalia pegou o iPad e o colocou no criado mudo, voltado em direção a ela.
–- Prontinho -- ela disse deslizando os dedos algumas vezes pela tela.
–- Finalmente! -- a voz de Silena ecoou pelo quarto, e sua expressão não parecia nada satisfeita, mas assim que ela encontrou o meu rosto, a sua expressão tomou um ar malicioso. -- Hã... estou atrapalhando alguma coisa?
–- Claro que não, por quê estaria? -- Thalia perguntou.
–- Thalia... você percebeu que... -- Silena fez sinal para que a amiga olha-se para baixo. Para ser mais exato, o lugar de onde eu não tirava os olhos.
–- Ah, legal. Agora diga o que você quer -- Thalia disse indiferente. Espera, ela não ficou corada? Ou qualquer outra atitude de uma garota comum? -- A propósito, Nico pare de olhar onde não deve. O quarto é grande, há muito mais para se olhar."
Mas ele acha onde não deve mais interessante que o resto do quarto, ora essa!
"–- Eu nem se quer estava olhando para você -- menti.
–- Você não sabe mentir -- Thalia me repreendeu.
Por reflexo, desviei o olhar.
–- Ótimo, agora você, Silena -- Thalia disse, voltando a sua atenção para a tela do iPad.
–- Só liguei pra confirmar se vocês vão aparecer na boate, mas acho que a resposta é sim, então eu vou in...
–- Espera -- Thalia interrompeu. -- Podemos chamar a Rachel para acompanhar o Érick. Ela precisa se enturmar.
Rachel? Que Rachel?
–- Ficou maluca? -- Silena perguntou, como se Thalia houvesse a chamado de gorda ou algum outro defeito que as mulheres odeiam. -- O Érick é exclusividade da Drew. E não é para o bico da ruivinha.
Rachel? Ruivinha? Isso deve ser alguma brincadeira.
–- Você quis dizer "Saco de pancadas exclusivo"–- Thalia acrescentou."
Acho que é a mesma coisa...
"–- E outra, você tem contato com ela? -- Silena perguntou e Thalia negou. -- Ótimo, agora vou desligar, encontro vocês daqui há vinte minutos, o.k?
–- Certo -- Thalia respondeu.
Silena se despediu com um aceno desnecessário e a tela do iPad escureceu.
–- Vinte minutos é o suficiente -- Thalia se levantou da cama e pegou o iPad.
–- Rachel? -- perguntei.
–- É uma garota que eu conheci, ninguém importante -- Thalia deu de ombros.
Quantas Rachel's ruivas existem no mundo?
Espero que muitas.
Essa não poderia ser a mesma Rachel. Não, definitivamente não. Ela está em Nova Orleans, não iria aparecer do nada aqui em NY, e ainda por cima criar algum tipo de amizade com a Thalia.
Não mesmo.
Esqueça isso, Nico. Não existe lógica nisso tudo.
Não mesmo.
–- Thalia -- chamei, ela se virou esperando o quê eu iria falar. -- Temos vinte minutos.
–- É, eu tenho boa audição, ficou sabendo? -- ela irônizou."
Não. Não fique sabendo não...
"–- Acho que podemos aproveitar esses tempo -- eu disse enquanto me levantava e ia em direção a ela.
–- Nada disso -- Thalia me parou com as mãos, tentando manter uma distância saudável entre nós -- Eu vou me arrumar e você Sr. Safado, irá ficar quietinho, me esperando como um bom namorado.
–- Namorados não devem ser sempre quietos, sabia? -- argumentei, a segurando pela cintura e impedindo que ela pudesse se afastar.
–- Acontece -- Thalia beijou meu pescoço -- que agora -- depois subiu para o meu rosto -- você vai ficar -- ela me encarou e mordeu o meu lábio inferior -- quietinho.
Antes que eu pudesse reagir, Thalia me empurrou e correu até o banheiro. A segui em vão, pois logo percebi que ela havia trancado a porta.
Segui em direção à cama e me sentei.
De uma coisa eu sabia.
Thalia queria me deixar louco e definitivamente ela estava conseguindo."
Nem me importo...
"P.O.V Drew
Sabe o quê é pior que uma Silena?
É uma Silena descendo uma escada com um salto alto irritantemente barulhento.
–- Estou pronta -- Silena disse se materializando em minha frente.
–- É, seus sapatos me avisaram alguns segundos antes -- respondi irônica.
–- Tem certeza que não quer vir? -- Silena perguntou com uma leve tristeza. Uma leve tristeza falsa. -- Vai deixar o Érick sozinho?
–- Por mim o Litcher pode ir para o raio que o parta -- respondi secamente. -- E outra, você acha mesmo que do jeito que aquele idiota é, ele iria ficar um minuto sozinho?
–- Ciúmes, maninha? -- Silena perguntou.
–- Ciúmes? Daquele traste do Litcher? -- soltei uma risada forçada. -- Não me faça rir,maninha.
"Vai dizer que não dói pensar que uma qualquer pode usar e abusar daquele corpinho que você tanto deseja" -- minha consciência zombou.
–- Já estava demorando -- resmunguei.
–- Demorando o que? -- Silena perguntou.
Está vendo consciência? Já estou ficando louca com esses seus comentários infelizes. O quê eu devo fazer pra tudo isso acabar?
"Admita que ama o Érick, e eu a deixo em paz"
É, você vai ficar aí para sempre."
Ótimo! Alguém falando sozinha!
"–- Drew! -- Silena exclamou.
–- Fala, porra!
–- Primeiro: Se você está naquela maldita TPM, não desconte em mim. Segundo: Eu estou atrasada, quero saber se você vai ou não comigo.
–- Eu. Não. Vou. Quer que eu desenhe?"
Quero! Mas nada menos que perfeito!
"–- Bom-humor abaixo de zero.
–- Paciência também -- acrescentei.
–- Desisto -- Silena admitiu e fez sinal de que ia embora.
–- Espere -- eu disse. -- Onde estão todos nessa casa?
–- Mamãe saiu com um namorado que eu não faça a miníma ideia de quem seja. O Érick... eu não vi ele o dia todo.
–- Deve estar se pegando com alguma vadia -- resmunguei alto o bastante para que Silena ouvisse.
–- Você fica tão fofa com ciúmes do meu futuro cunhado.
–- Cunhado? -- perguntei, e Silena arqueou uma das sobrancelhas -- Você não estava atrasada?
–- Não tenho hora pra voltar -- dito isso Silena saiu fazendo aquele maldito barulho de salto alto ecoar pela casa vazia.
Levantei do sofá e suspirei.
–- Finalmente paz -- concluí.
Liguei a tv e para a minha sorte estava passando um filme de terror. Dei de ombros e fui até a cozinha fazer a melhor coisa já criada: Brigadeiro."
Odeio doce!
"Já com todos os ingredientes na panela, comecei a mexer a colher em movimentos ciculares e inevitávelmente um turbilhão de pensamentos tomaram conta da minha mente. O pior de tudo é que o foco de todos os meus desvaneios estava em apenas um nome: Érick.
Por quê raios ele teve que ser tão idiota?
Ele é um homem, homens são criaturas estúpidas. Eu não deveria esperar algo melhor.
Peguei a panela e encaminhei-me até a sala.
–- Droga, esqueci o fogão ligado -- resmunguei. Deixei a panela no sofá e voltei para a cozinha.
Quando olhei, o fogão estava desligado."
Acho que o filme de terror incorporou na sua casa...
"–- Ótimo, estou ficando louca -- pensei.
Voltei para a sala à passos largos e pesados e deparei-me com a última pessoa no mundo que eu precisava ver.
–- Litcher -- eu disse entre dentes. Ele virou-se para me ver e sorriu de lado.
–- Nem um brigadeiro sabe fazer, Drew? -- ele reclamou.
–- Faça melhor então -- grunhi, pegando a panela de brigadeiro e me sentando no outro sofá.
–- Eu até faria, mas eu posso me contentar com o que você fez -- ele disse se sentando ao meu lado.
–- Muito engraçado, agora desapareça daqui. Estou tentando assistir o filme.
–– Brigadeiro e filme de terror? Ótima combinação -- ele disse, só fiquei na dúvida se foi uma irônia ou não.
Resolvi não responder.
Litcher se levantou e saiu da sala. Finalmente ele entendeu que eu não o quero aqui.
Mas como eu sou a pessoa mais sortuda que existe, ele voltou com uma colher em mãos. Sem pedir permissão, ele encheu a colher de brigadeiro e começou a fitar a tela da tv.
–- Quem deu permissão pra você comer o brigadeiro que eu fiz? -- perguntei.
–- Permissão? Eu deveria ser pago pra comer essa coisa que você chama de brigadeiro -- ele respondeu, enchendo mais uma vez a colher de brigadeiro.
–- Eu vou...
–- Vai o quê, Drew? -- ele perguntou firme. -- Vai quebrar os meus ossos? Me imobilizar no chão? -- ele se aproximou da minha boca e a minha respiração acelerou. -- Você pode fazer qualquer coisa, mas depois que o brigadeiro acabar -- Litcher roubou a panela de minhas mãos me tirando do estado de choque anterior."
Eca! O que esse tal de brigadeiro tem de tão bom?
"–- Devolva -- ordenei.
–- Que tal uma trégua? -- ele sugeriu.
–- Até o brigadeiro acabar -- afirmei.
O Litcher sorriu de lado e me devolveu a panela. Depois disso começamos a assistir o filme.
–- Acho engraçado o quanto idiota a moçinha do filme é -- admiti.
–- E o quanto é linda também -- Litcher acrescentou.
Por raiva atirei a colher em sua cabeça.
–- Droga Drew! Isso doeu -- ele reclamou massageando o lugar atingido.
–- Pede pra moçinha do filme cuidar do seu machucadinho, Litcher -- eu disse sarcásticamente.
–- Eu prefiro mil vezes você.
–- Ah, vai à merda -- grunhi.
–- Viu? Quem precisa de cuidados quando se tem todo o ódio do mundo vindo de você?
Involuntáriamente sorri com o seu comentário.
–- Você fica ainda mais linda sorrindo. E ainda mais engraçada com a boca suja de brigadeiro.
–- Suja? Onde? -- questionei passando o indicador sobre os meus lábios, com certeza ainda estavam sujos, pois o Litcher continuou rindo.
–- Aqui -- ele murmurou se aproximando e em seguida tocando a ponta da sua língua nos meus lábios, onde provavelmente estava sujo.
Ofeguei levemente surpresa com aquela atitude.
Seu olhar se alternava entre os meus olhos e a minha boca. Sem perceber eu estava encurralada no sofá, com um Érick praticamente me devorando com os olhos.
–- O filme acabou e o brigadeiro também -- anunciei o empurrando com tudo. Peguei a panela e corri até a cozinha.
Droga, droga, mil vezes droga.
Coloquei a panela na pia e liguei a torneira.
–- Isso deve ser um pesadelo, só pode ser isso -- pensei.
Se é um pesadelo, estava longe de acabar, porquê logo senti uma presença atrás de mim.
–- Eu ainda acho que a sua boca está suja de brigadeiro -- a voz rouca dele sussurrou em meu ouvido, o Licher passou o nariz no meu pescoço e logo depois o beijou. Continuei me fingindo de indiferente. -- Não vai dizer nada? -- ele me perguntou. Me virei já furiosa, mas me arrependi quando deparei-me com ele. Para ser mais exata com os seus olhos. Eu nunca havia percebido, mas os olhos do Litcher tinham leves pintinhas verdes, o que de certa forma, poderia passar despercebido para quem olhasse de longe. E esse novo fato contribuiu para que eu continuasse em silêncio. -- Não vai falar comigo? -- ele envolveu minha cintura em seus braços, enquanto beijava todo o meu rosto, tudo menos a boca. Nossos lábios ficaram à milímetros de distância, nossas respirações se fundiram e eu já esperava um beijo -- Então acho que não tem beijo."
Acabei de descobrir que ele gosta de você brigando com ele...
"Ele me soltou e fez menção de que iria sair da cozinha. Mas em um ato totalmente contra os meus conceitos, acabei segurando o seu braço, impedindo-o de sair.
–- Fique, Érick -- eu disse involuntáriamente. O Érick por outro lado pareceu surpreso, até porque foi a primeira vez que eu o chamava pelo nome, depois do ocorrido com a aposta.
Como eu já havia ido contra todos os meus conceitos, o que viria depois não faria tanta diferença assim. Quando dei por mim eu estava beijando o Érick, e ele correspondia me puxando ainda mais contra o seu corpo.
Meses sem beijar aquela boca, pelo qual só saía irônias e brincadeiras idiotas.
Não fazia o menor sentido estar ali, beijando o Érick. O garoto do baile. O idiota da aposta. E o meu hóspede incoveniente.
As suas mãos já invadiam por baixo de minha blusa, fazendo o beijo se intensificar ainda mais. O engraçado é que se aquilo acontecesse há alguns meses atrás, o infeliz que fizesse isso nunca mais iria conseguir se mexer, afinal, pessoas mortas não se mexem, certo? (N/A: existem os zumbis.. ok, parei)"
Drew, você já assistiu Resident Evil ou The Walking Dead? Lá os mortos se mexem e até correm!
"O problema era que a presença do Érick me fazia ser impulsiva. Quando se é impulsiva, você só age, não pensa em como fazer e nas consequências dos seus atos.
–- Não -- eu disse o empurrando. Érick ficou atônito com a minha súbita sanidade. -- Fique longe.
Me desvencilhei de seus braços, mas fui impedida de sair dali.
–- Do que tem medo?
–- Medo? -- repeti e continuei. -- Eu não tenho medo de nada, Litcher.
–- Então você é bipolar ou louca, ou até mesmo os dois. Porquê primeiro você pede pra eu ficar, depois me beija e agora diz pra eu ficar longe?
–- Está desapontado, Litcher?! -- perguntei com o tom de voz já elevado. -- Procure uma vadia qualquer pra satisfazer os seus desejos.
–- Eu deveria fazer isso mesmo! -- ele esbravejou de volta.
–- Ótimo, faça isso! -- eu disse furiosa, dando as costas para ele.
Mais uma vez fui puxada pelo braço, mas dessa vez fui prensada contra a parede fria da cozinha.
–- Você me odeia não é mesmo? -- Érick perguntou, já sabendo a resposta.
–- Anda lendo mentes, Litcher? -- respondi fazendo outra pergunta.
–- Sabe, eu queria poder te odiar -- ele disse. -- Seria tão mais fácil. Tantas garotas no mundo e eu fui logo gostar de uma oriental metida à lutadora de jiu jitsu.
Ele estava falando de mim?"
Eu tenho origens russas, gregas, italianas, alemãs e japonesas, mas não sou oriental, e eu luto NinJutsu, Wrestling e Shuai Jiao...
""Você conhece outra oriental lutadora metida à lutadora de jiu jitsu que por um acaso está sempre ameaçando o Érick?"–- a minha consciência perguntou.
–- Deu pra ser comediante, Litcher? Cuidado, a metida à lutadora de jiu jitsu pode querer quebrar esse seu rostinho de metido à conquistador -- ameacei.
Érick revirou os olhos e por um momento pensei que ele me soltaria. Pensei errado. Totalmente errado.
Ele me prendeu ainda mais contra a parede e me beijou. Dessa vez o beijo foi mais intenso, voluptuoso, sedento e ansiado. Comecei a bagunçar seus cabelos de um jeito desgovernado. E logo me vi obrigada a ter que me apoiar enroscando as minhas pernas em sua cintura. Os beijos foram logo saindo dos meus lábios e indo para o meu pescoço, e depois evoluiu para leves mordidas em minha orelha, me fazendo estremecer totalmente.
–- Então quer dizer que você reage quando faço isso? -- Érick perguntou inocentemente, voltando a morder o meu ponto fraco. -- Então você tem um ponto fraco. Gostei disso -- ele admitiu sorrindo pra mim.
Nada respondi. Eu possuia o dom de estragar tudo quando abria a boca pra falar. Então resolvi ficar em silêncio.
–- Silena me disse que vocês se odiavam. Nossa, vocês se odeiam mesmo -- ouvi uma voz feminina dizer há poucos metros de nós."
Porra, véi! Sua mãe já chegou?
"–- Mãe? -- perguntei me virando para encarar a figura dela que estava parada segurando um copo cheio d'água.
–- Não se incomodem com a minha presença, já estou saindo -- ela disse calmamente, mas antes de sair ela continuou. -- Um aviso: Sou nova demais pra ser avó, então se cuidem."
É claro!
"Ela saiu da cozinha me deixando totalmente sem reação.
–- Gosto da sua mãe -- Érick disse, me tirando do meu transe."
Ela é gente boa, não é?
"Desci do seu colo e o empurrei.
–- Não ouse me seguir, ouviu bem? -- avisei e saí da cozinha.
Minha mãe ainda estava subindo a escada, provavelmente estava tentando ouvir algum "ruído" vindo da cozinha.
Subi as escadas com aquela velha sensação de estar sendo seguida.
–- Drew, espera! -- ouvi a voz do Érick vir lá da escada.
Corri para o meu quarto e tranquei a porta.
–- Eu não vou desistir de você -- ele esbravejou do outro lado da porta.
–- Pensa que eu não sei que você só me quer pra satisfazer esses seus desejos torpes? -- eu disse alto para que ele pudesse ouvir.
–- Se fosse só isso eu já teria desistido de você e ido procurar uma garota mais fácil -- ele argumentou.
–- Ah, obrigada pela parte que me toca -- agradeci irônicamente.
–- Lembra no vestiário? O que eu iria dizer? -- ele perguntou e eu me mantive em silêncio. -- Eu só queria dizer que gosto de você, eu amo você, Drew. Esse seu jeito de me rejeitar e ao mesmo tempo me desejar. As suas ameças, as suas irônias, os xingamentos, eu amo tudo isso. Porra! Eu estou apaixonado pela oriental mais linda que eu já vi e ela me odeia, é lindo tudo isso não acha?"
Não. Não é lindo gostar de apanhar...
"Fiquei em silêncio.
Érick esmurrou a porta e suspirou.
–- Se você não gosta de mim, me diz agora e eu paro de pertubá-la -- ele disse em um tom triste.
Novamente fiquei em silêncio.
–- Então acho que vou tomar isso como um "Eu te amo Érick, só sou uma cabeça dura idiota que odeia admitir as coisas" -- ele irônizou. Sorri com o seu comentário, e acho que ele ouviu, pois acabou sorrindo de volta. -- Como eu já disse, eu não vou desistir de você. Então... boa noite, minha Made in China, vou sonhar com você.
Ouvi seus passos ecoar pelo corredor e a porta do seu quarto bater em um estrondo.
–- Boa noite, meu metido à conquistador -- sussurrei em resposta, já sabendo que ele não ouviria."
Sei lá... vai que ele esteja apenas fingindo...
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TRISTE POR QUE A VACHEL NÃO APARECEU? ESTOU PULANDO DE ALEGRIA AQUI!
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CADÊ O HENTAI NICALIA? ISSO PRECISA ACONTECER ANTES DA VACHEL ATRAPALHÁ-LOS!
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Ownt, obrigada, querida! Eu capricho por que você merece, querida!
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ISSO É PLÁGIO! E PLÁGIO É CRIME! Mas, como eu te amo, eu não vou te denunciar...
~ Leitora impossibilitada de deixar um review decente devido à uma overdose de fofura ~ como conseguem ser tão fofos Drew e Érick? Principalmente o perfeito do Érick *--------* espero que esses dois fiquem juntos logo ♥
E ainda por cima teve thalico tbm?! O capítulo não poderia estar mais divo *-* Por mim a Rachel nem precisa aparecer ^^ e Nico, se vc acha q a Rachel tá em Nova Orleans desculpe dizer, mas vc tá mortalmente enganado.
É isso, eu vou demorar um pouco pra comentar por causa da escola, mas msm atrasada eu vou continuar comentando tá?
Beijos ;*
Ps: Só eu q to torcendo para q a Rachel e o Lake tenham um caso?? Kkkkkk tô falando sério u_u
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK para de chamar o Luke de Lake, já não basta chamar ele desse jeito lá no tumblr? afu KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK LAKE KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK AI MEU RIM KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK parei.
Ficaria bem legal os dois se pegando né? ashuahsuahsuahsuas mas não, eles são só parceiros de crime u.u
" ?- Então acho que vou tomar isso como um "Eu te amo Érick, só sou uma cabeça dura idiota que odeia admitir as coisas" -- ele irônizou. Sorri com o seu comentário, e acho que ele ouviu, pois acabou sorrindo de volta. -- Como eu já disse, eu não vou desistir de você. Então... boa noite, minha Made in China, vou sonhar com você." Aff Érick para de ser fofo! Vou acabar sequestrando vcê :3
adorei o cap migss *.* to doida pra ver a Rachel entrando na história de vez muahahaha tsc tsc..
Acho que eu sei porquê a Janicy não quer a Thalia e o Nico juntos... Kkkk vou mandar mp com a minha opinião, acho q você me mataria se eu falasse aqui, né Anna? Nico só nas terceiras intenções -v-
Drew para de se fazer de difícil T.T
Érick se ela não te quiser, vou estar esperando vc no chalé 69 - hmm -
Tia Dite hein?! Kkkkk eu queria uma mãe dessas!
o capítulo ficou demaaais!! Eu recomendaria de novo ;]
3Bjos
Oiiii, entao vou tentar ser ben direta (to de castigo e isso inclui sem internet)
Entao amei o cap e vi q vc já postou o proxino cap vou tentar ler ele hoje mas nao sei se vai dar mas em fim prometo q viu deixar um comentario ual como sou uma boa leitora! Só q nao kkkkkk
Nossa la eu escrevendo muito e olha q eu disse q eu seria bem direta
Entao acho q é isso ótimo cap e o érick acabou de roubar o meu coracao !!! Byee
ficou perfeito Annie e incrivel como a Drew e parecida com vc quado se trata de sentimentos sempre cabeça dura d+ pra adimitir que gosta de "alguem" ne?
ç.ç
"P.O.V Nico
Nesse pouco tempo de namoro com a Thalia, a minha vida foi resumida a olhares de reprovação. Por quê? Bom, pelo simples fato de que a partir do momento em que eu me atrevia a ficar no mesmo metro quadrado que ela, a empregada, a tal Janicy, me observava com um olhar nada amigável.
Provavelmente ela havia recebido ordens expressas de não deixar um estranho ficar no mesmo ambiente que a Thalia, talvez isso explique a sua total afeição em relação a mim.
Certo, eu não sou nenhum estranho, sou o namorado da Thalia. Mas de qualquer forma, para a velha ranzinza, digo, Janicy, eu sou e com certeza sempre serei um estranho naquela casa.
Mas o olhar que eu recebia dela era muito mais que simples reprovação. Havia algo alertante, como se ela quisesse dizer "Você não deveria estar aqui" ou "Saia enquanto é tempo". Claro, sempre contei com uma imaginação realmente fértil. Mas ainda assim, os olhares de Janicy me assustavam, e definitivamente aquilo não era imaginação fértil."
Manda ela para o novo dos infernos, ora!
"Tentei me libertar desses pensamentos assim que me encontrei em frente ao portão da casa da Thalia.
Antes que houvesse tempo para tocar o interfone, a minha segunda-sombra-Janicy abriu o portão.
–- Obrigada -- agradeci, mas Janicy continuou barrando a entrada.
–- Thalia ainda está se arrumando -- ela disse ríspida. -- Não tente nada, ouviu bem garoto? Você não deveria estar aqui. Deveria se afastar. Esse namoro só vai trazer problemas.
Franzi o cenho. É a primeira vez que Janicy fala comigo, ela só se direcionou a mim no dia do baile, quando encontrou eu e Thalia no jardim.
–- Que tipo de problemas? -- perguntei.
–- Thalia está feliz, mas isso não vai durar... Você não vai se afastar, certo? -- Janicy perguntou.
–- Por nada nesse mundo -- afirmei.
Janicy suspirou, como se já soubesse a minha resposta e só quisesse uma confirmação.
–- Olha garoto...
–- Meu nome é Nico -- interrompi.
–-... eu tentei avisar -- Janicy completou.
Antes que eu pudesse perguntar sobre o quê ela estava falando, a mesma saiu à passos largos e desapareceu assim que virou a esquina.
Como assim ela chega falando para eu me afastar da Thalia?
E como assim o meu namoro irá trazer problemas?
Definitivamente os olhares de Janicy são bem menos pertubadores que suas palavras."
Eu já te dei uma idéia, se você não quer acatá-la... o que eu posso fazer, não é?...
"[...]
–- Thalia, quer que eu volte outro dia? -- perguntei irônico. -- De preferência no dia em que você terminar de se arrumar.
–- Ora, cale a boca, Nico! Se não quiser esperar, vá sozinho à essa maldita boate -- Thalia esbravejou, ainda trancada naquele banheiro.
–- Alguém está nervosinha -- resmunguei, esperando que ela não escutasse.
Depois de mais alguns minutos em silêncio pude ouvir a porta do banheiro sendo destrancada. E de lá surgiu uma Thalia, realmente linda.
A examinei da cabeça aos pés, e balançei a cabeça negativamente.
–- O que foi? Está ruim? -- Thalia me perguntou, enquanto tentava achar algum defeito em sua roupa.
–- Essa coisa...-- apontei para o short que ela estava usando.
–- O short? -- ela arriscou.
–- Esse pedaço de pano -- balançei a cabeça novamente. -- Eu não vou deixar você sair por aí com ele.
–- Caso você não tenha percebido, eu tenho vontade própria, e sim, eu vou com esse short. E assunto encerrado."
E aí, Nico, como está? Responde! Como está a facada no peito que a Thalia te deu?
"–- Com isso–- arqueei as sobrancelhas e apontei novamente para o short -- Pode esquecer.
–- Ah por favor! Isso tudo é ciúmes? -- Thalia perguntou, com um ar superior.
–- Não sou ciumento -- dei de ombros.
–- Claro que é, olha só o que você está dizendo -- ela disse, e começou a rir. Em resposta continuei em silêncio.
–- Não vai falar comigo? -- Thalia perguntou entre risos.
Balançei a cabeça negativamente.
–- Pode parar de birra, Di Angelo! -- ela me repreendeu.
Gesticulei novamente a cabeça. Thalia se sentou ao meu lado, na cama. Ficamos em silêncio por cinco ou talvez até dez minutos.
Até que ela percebeu o meu olhar em sua coxa.
–- Está olhando o quê?
–- A sua coxa -- respondi indiferente.
–- Pode parar -- Thalia reclamou.
–- Eu não. A boate inteira vai poder olhar, por que eu não posso?
–- Você acha mesmo que numa boate, alguém vai se dar ao trabalho de olhar as minhas pernas?
–- Acho -- respondi.
Thalia se levantou e foi em direção ao closet, e logo voltou com uma nova peça de roupa em mãos.
–- Fique sabendo que só vou trocar de short porquê eu quero, e não porquê você quer, entendeu?"
Aham, sei...
"–- Claro, entendi -- respondi sorrindo. Thalia sempre será a punk marrenta por quem eu me apaixonei, e pessoalmente eu gostava daquele jeito de ser dela.
Passado alguns minutos, o iPad da Thalia que até então havia passado despercebido por mim, começou a piscar frenéticamente.
–- Thalia -- gritei. -- o seu iPad, está com algum problema.
–- Deve ser chamada de vídeo -- ela gritou de volta, ainda dentro do banheiro. -- Vê de quem é!
Levantei da cama e fui em direção ao aparelho. Na tela estava escrito...
–-... Bitch purpurinada?–- perguntei em voz alta."
Silena?
"–- Ah, é a Silena -- Thalia respondeu -- Atende, pra mim.
–- E eu lá sei como funciona essa coisa?! -- reclamei alto o bastante para que Thalia ouvisse. Na verdade eu sabia muito bem como aquele aparelho funcionava, o que estava me impedindo de atender, era pura e simplesmente: Preguiça."
SÓ PODIA SER O MEU IRMÃO MESMO!
"Mais uma vez ouvi a porta do banheiro sendo destrancada, e dela pude ver sendo revelada uma Thalia diferente da anterior. O pedaço de pano que ela insistia em chamar de short ainda estava intacto. O que chamou a minha atenção foi a blusa, ou melhor, a ausência de uma blusa.
Thalia pegou o iPad e o colocou no criado mudo, voltado em direção a ela.
–- Prontinho -- ela disse deslizando os dedos algumas vezes pela tela.
–- Finalmente! -- a voz de Silena ecoou pelo quarto, e sua expressão não parecia nada satisfeita, mas assim que ela encontrou o meu rosto, a sua expressão tomou um ar malicioso. -- Hã... estou atrapalhando alguma coisa?
–- Claro que não, por quê estaria? -- Thalia perguntou.
–- Thalia... você percebeu que... -- Silena fez sinal para que a amiga olha-se para baixo. Para ser mais exato, o lugar de onde eu não tirava os olhos.
–- Ah, legal. Agora diga o que você quer -- Thalia disse indiferente. Espera, ela não ficou corada? Ou qualquer outra atitude de uma garota comum? -- A propósito, Nico pare de olhar onde não deve. O quarto é grande, há muito mais para se olhar."
Mas ele acha onde não deve mais interessante que o resto do quarto, ora essa!
"–- Eu nem se quer estava olhando para você -- menti.
–- Você não sabe mentir -- Thalia me repreendeu.
Por reflexo, desviei o olhar.
–- Ótimo, agora você, Silena -- Thalia disse, voltando a sua atenção para a tela do iPad.
–- Só liguei pra confirmar se vocês vão aparecer na boate, mas acho que a resposta é sim, então eu vou in...
–- Espera -- Thalia interrompeu. -- Podemos chamar a Rachel para acompanhar o Érick. Ela precisa se enturmar.
Rachel? Que Rachel?
–- Ficou maluca? -- Silena perguntou, como se Thalia houvesse a chamado de gorda ou algum outro defeito que as mulheres odeiam. -- O Érick é exclusividade da Drew. E não é para o bico da ruivinha.
Rachel? Ruivinha? Isso deve ser alguma brincadeira.
–- Você quis dizer "Saco de pancadas exclusivo"–- Thalia acrescentou."
Acho que é a mesma coisa...
"–- E outra, você tem contato com ela? -- Silena perguntou e Thalia negou. -- Ótimo, agora vou desligar, encontro vocês daqui há vinte minutos, o.k?
–- Certo -- Thalia respondeu.
Silena se despediu com um aceno desnecessário e a tela do iPad escureceu.
–- Vinte minutos é o suficiente -- Thalia se levantou da cama e pegou o iPad.
–- Rachel? -- perguntei.
–- É uma garota que eu conheci, ninguém importante -- Thalia deu de ombros.
Quantas Rachel's ruivas existem no mundo?
Espero que muitas.
Essa não poderia ser a mesma Rachel. Não, definitivamente não. Ela está em Nova Orleans, não iria aparecer do nada aqui em NY, e ainda por cima criar algum tipo de amizade com a Thalia.
Não mesmo.
Esqueça isso, Nico. Não existe lógica nisso tudo.
Não mesmo.
–- Thalia -- chamei, ela se virou esperando o quê eu iria falar. -- Temos vinte minutos.
–- É, eu tenho boa audição, ficou sabendo? -- ela irônizou."
Não. Não fique sabendo não...
"–- Acho que podemos aproveitar esses tempo -- eu disse enquanto me levantava e ia em direção a ela.
–- Nada disso -- Thalia me parou com as mãos, tentando manter uma distância saudável entre nós -- Eu vou me arrumar e você Sr. Safado, irá ficar quietinho, me esperando como um bom namorado.
–- Namorados não devem ser sempre quietos, sabia? -- argumentei, a segurando pela cintura e impedindo que ela pudesse se afastar.
–- Acontece -- Thalia beijou meu pescoço -- que agora -- depois subiu para o meu rosto -- você vai ficar -- ela me encarou e mordeu o meu lábio inferior -- quietinho.
Antes que eu pudesse reagir, Thalia me empurrou e correu até o banheiro. A segui em vão, pois logo percebi que ela havia trancado a porta.
Segui em direção à cama e me sentei.
De uma coisa eu sabia.
Thalia queria me deixar louco e definitivamente ela estava conseguindo."
Nem me importo...
"P.O.V Drew
Sabe o quê é pior que uma Silena?
É uma Silena descendo uma escada com um salto alto irritantemente barulhento.
–- Estou pronta -- Silena disse se materializando em minha frente.
–- É, seus sapatos me avisaram alguns segundos antes -- respondi irônica.
–- Tem certeza que não quer vir? -- Silena perguntou com uma leve tristeza. Uma leve tristeza falsa. -- Vai deixar o Érick sozinho?
–- Por mim o Litcher pode ir para o raio que o parta -- respondi secamente. -- E outra, você acha mesmo que do jeito que aquele idiota é, ele iria ficar um minuto sozinho?
–- Ciúmes, maninha? -- Silena perguntou.
–- Ciúmes? Daquele traste do Litcher? -- soltei uma risada forçada. -- Não me faça rir,maninha.
"Vai dizer que não dói pensar que uma qualquer pode usar e abusar daquele corpinho que você tanto deseja" -- minha consciência zombou.
–- Já estava demorando -- resmunguei.
–- Demorando o que? -- Silena perguntou.
Está vendo consciência? Já estou ficando louca com esses seus comentários infelizes. O quê eu devo fazer pra tudo isso acabar?
"Admita que ama o Érick, e eu a deixo em paz"
É, você vai ficar aí para sempre."
Ótimo! Alguém falando sozinha!
"–- Drew! -- Silena exclamou.
–- Fala, porra!
–- Primeiro: Se você está naquela maldita TPM, não desconte em mim. Segundo: Eu estou atrasada, quero saber se você vai ou não comigo.
–- Eu. Não. Vou. Quer que eu desenhe?"
Quero! Mas nada menos que perfeito!
"–- Bom-humor abaixo de zero.
–- Paciência também -- acrescentei.
–- Desisto -- Silena admitiu e fez sinal de que ia embora.
–- Espere -- eu disse. -- Onde estão todos nessa casa?
–- Mamãe saiu com um namorado que eu não faça a miníma ideia de quem seja. O Érick... eu não vi ele o dia todo.
–- Deve estar se pegando com alguma vadia -- resmunguei alto o bastante para que Silena ouvisse.
–- Você fica tão fofa com ciúmes do meu futuro cunhado.
–- Cunhado? -- perguntei, e Silena arqueou uma das sobrancelhas -- Você não estava atrasada?
–- Não tenho hora pra voltar -- dito isso Silena saiu fazendo aquele maldito barulho de salto alto ecoar pela casa vazia.
Levantei do sofá e suspirei.
–- Finalmente paz -- concluí.
Liguei a tv e para a minha sorte estava passando um filme de terror. Dei de ombros e fui até a cozinha fazer a melhor coisa já criada: Brigadeiro."
Odeio doce!
"Já com todos os ingredientes na panela, comecei a mexer a colher em movimentos ciculares e inevitávelmente um turbilhão de pensamentos tomaram conta da minha mente. O pior de tudo é que o foco de todos os meus desvaneios estava em apenas um nome: Érick.
Por quê raios ele teve que ser tão idiota?
Ele é um homem, homens são criaturas estúpidas. Eu não deveria esperar algo melhor.
Peguei a panela e encaminhei-me até a sala.
–- Droga, esqueci o fogão ligado -- resmunguei. Deixei a panela no sofá e voltei para a cozinha.
Quando olhei, o fogão estava desligado."
Acho que o filme de terror incorporou na sua casa...
"–- Ótimo, estou ficando louca -- pensei.
Voltei para a sala à passos largos e pesados e deparei-me com a última pessoa no mundo que eu precisava ver.
–- Litcher -- eu disse entre dentes. Ele virou-se para me ver e sorriu de lado.
–- Nem um brigadeiro sabe fazer, Drew? -- ele reclamou.
–- Faça melhor então -- grunhi, pegando a panela de brigadeiro e me sentando no outro sofá.
–- Eu até faria, mas eu posso me contentar com o que você fez -- ele disse se sentando ao meu lado.
–- Muito engraçado, agora desapareça daqui. Estou tentando assistir o filme.
–– Brigadeiro e filme de terror? Ótima combinação -- ele disse, só fiquei na dúvida se foi uma irônia ou não.
Resolvi não responder.
Litcher se levantou e saiu da sala. Finalmente ele entendeu que eu não o quero aqui.
Mas como eu sou a pessoa mais sortuda que existe, ele voltou com uma colher em mãos. Sem pedir permissão, ele encheu a colher de brigadeiro e começou a fitar a tela da tv.
–- Quem deu permissão pra você comer o brigadeiro que eu fiz? -- perguntei.
–- Permissão? Eu deveria ser pago pra comer essa coisa que você chama de brigadeiro -- ele respondeu, enchendo mais uma vez a colher de brigadeiro.
–- Eu vou...
–- Vai o quê, Drew? -- ele perguntou firme. -- Vai quebrar os meus ossos? Me imobilizar no chão? -- ele se aproximou da minha boca e a minha respiração acelerou. -- Você pode fazer qualquer coisa, mas depois que o brigadeiro acabar -- Litcher roubou a panela de minhas mãos me tirando do estado de choque anterior."
Eca! O que esse tal de brigadeiro tem de tão bom?
"–- Devolva -- ordenei.
–- Que tal uma trégua? -- ele sugeriu.
–- Até o brigadeiro acabar -- afirmei.
O Litcher sorriu de lado e me devolveu a panela. Depois disso começamos a assistir o filme.
–- Acho engraçado o quanto idiota a moçinha do filme é -- admiti.
–- E o quanto é linda também -- Litcher acrescentou.
Por raiva atirei a colher em sua cabeça.
–- Droga Drew! Isso doeu -- ele reclamou massageando o lugar atingido.
–- Pede pra moçinha do filme cuidar do seu machucadinho, Litcher -- eu disse sarcásticamente.
–- Eu prefiro mil vezes você.
–- Ah, vai à merda -- grunhi.
–- Viu? Quem precisa de cuidados quando se tem todo o ódio do mundo vindo de você?
Involuntáriamente sorri com o seu comentário.
–- Você fica ainda mais linda sorrindo. E ainda mais engraçada com a boca suja de brigadeiro.
–- Suja? Onde? -- questionei passando o indicador sobre os meus lábios, com certeza ainda estavam sujos, pois o Litcher continuou rindo.
–- Aqui -- ele murmurou se aproximando e em seguida tocando a ponta da sua língua nos meus lábios, onde provavelmente estava sujo.
Ofeguei levemente surpresa com aquela atitude.
Seu olhar se alternava entre os meus olhos e a minha boca. Sem perceber eu estava encurralada no sofá, com um Érick praticamente me devorando com os olhos.
–- O filme acabou e o brigadeiro também -- anunciei o empurrando com tudo. Peguei a panela e corri até a cozinha.
Droga, droga, mil vezes droga.
Coloquei a panela na pia e liguei a torneira.
–- Isso deve ser um pesadelo, só pode ser isso -- pensei.
Se é um pesadelo, estava longe de acabar, porquê logo senti uma presença atrás de mim.
–- Eu ainda acho que a sua boca está suja de brigadeiro -- a voz rouca dele sussurrou em meu ouvido, o Licher passou o nariz no meu pescoço e logo depois o beijou. Continuei me fingindo de indiferente. -- Não vai dizer nada? -- ele me perguntou. Me virei já furiosa, mas me arrependi quando deparei-me com ele. Para ser mais exata com os seus olhos. Eu nunca havia percebido, mas os olhos do Litcher tinham leves pintinhas verdes, o que de certa forma, poderia passar despercebido para quem olhasse de longe. E esse novo fato contribuiu para que eu continuasse em silêncio. -- Não vai falar comigo? -- ele envolveu minha cintura em seus braços, enquanto beijava todo o meu rosto, tudo menos a boca. Nossos lábios ficaram à milímetros de distância, nossas respirações se fundiram e eu já esperava um beijo -- Então acho que não tem beijo."
Acabei de descobrir que ele gosta de você brigando com ele...
"Ele me soltou e fez menção de que iria sair da cozinha. Mas em um ato totalmente contra os meus conceitos, acabei segurando o seu braço, impedindo-o de sair.
–- Fique, Érick -- eu disse involuntáriamente. O Érick por outro lado pareceu surpreso, até porque foi a primeira vez que eu o chamava pelo nome, depois do ocorrido com a aposta.
Como eu já havia ido contra todos os meus conceitos, o que viria depois não faria tanta diferença assim. Quando dei por mim eu estava beijando o Érick, e ele correspondia me puxando ainda mais contra o seu corpo.
Meses sem beijar aquela boca, pelo qual só saía irônias e brincadeiras idiotas.
Não fazia o menor sentido estar ali, beijando o Érick. O garoto do baile. O idiota da aposta. E o meu hóspede incoveniente.
As suas mãos já invadiam por baixo de minha blusa, fazendo o beijo se intensificar ainda mais. O engraçado é que se aquilo acontecesse há alguns meses atrás, o infeliz que fizesse isso nunca mais iria conseguir se mexer, afinal, pessoas mortas não se mexem, certo? (N/A: existem os zumbis.. ok, parei)"
Drew, você já assistiu Resident Evil ou The Walking Dead? Lá os mortos se mexem e até correm!
"O problema era que a presença do Érick me fazia ser impulsiva. Quando se é impulsiva, você só age, não pensa em como fazer e nas consequências dos seus atos.
–- Não -- eu disse o empurrando. Érick ficou atônito com a minha súbita sanidade. -- Fique longe.
Me desvencilhei de seus braços, mas fui impedida de sair dali.
–- Do que tem medo?
–- Medo? -- repeti e continuei. -- Eu não tenho medo de nada, Litcher.
–- Então você é bipolar ou louca, ou até mesmo os dois. Porquê primeiro você pede pra eu ficar, depois me beija e agora diz pra eu ficar longe?
–- Está desapontado, Litcher?! -- perguntei com o tom de voz já elevado. -- Procure uma vadia qualquer pra satisfazer os seus desejos.
–- Eu deveria fazer isso mesmo! -- ele esbravejou de volta.
–- Ótimo, faça isso! -- eu disse furiosa, dando as costas para ele.
Mais uma vez fui puxada pelo braço, mas dessa vez fui prensada contra a parede fria da cozinha.
–- Você me odeia não é mesmo? -- Érick perguntou, já sabendo a resposta.
–- Anda lendo mentes, Litcher? -- respondi fazendo outra pergunta.
–- Sabe, eu queria poder te odiar -- ele disse. -- Seria tão mais fácil. Tantas garotas no mundo e eu fui logo gostar de uma oriental metida à lutadora de jiu jitsu.
Ele estava falando de mim?"
Eu tenho origens russas, gregas, italianas, alemãs e japonesas, mas não sou oriental, e eu luto NinJutsu, Wrestling e Shuai Jiao...
""Você conhece outra oriental lutadora metida à lutadora de jiu jitsu que por um acaso está sempre ameaçando o Érick?"–- a minha consciência perguntou.
–- Deu pra ser comediante, Litcher? Cuidado, a metida à lutadora de jiu jitsu pode querer quebrar esse seu rostinho de metido à conquistador -- ameacei.
Érick revirou os olhos e por um momento pensei que ele me soltaria. Pensei errado. Totalmente errado.
Ele me prendeu ainda mais contra a parede e me beijou. Dessa vez o beijo foi mais intenso, voluptuoso, sedento e ansiado. Comecei a bagunçar seus cabelos de um jeito desgovernado. E logo me vi obrigada a ter que me apoiar enroscando as minhas pernas em sua cintura. Os beijos foram logo saindo dos meus lábios e indo para o meu pescoço, e depois evoluiu para leves mordidas em minha orelha, me fazendo estremecer totalmente.
–- Então quer dizer que você reage quando faço isso? -- Érick perguntou inocentemente, voltando a morder o meu ponto fraco. -- Então você tem um ponto fraco. Gostei disso -- ele admitiu sorrindo pra mim.
Nada respondi. Eu possuia o dom de estragar tudo quando abria a boca pra falar. Então resolvi ficar em silêncio.
–- Silena me disse que vocês se odiavam. Nossa, vocês se odeiam mesmo -- ouvi uma voz feminina dizer há poucos metros de nós."
Porra, véi! Sua mãe já chegou?
"–- Mãe? -- perguntei me virando para encarar a figura dela que estava parada segurando um copo cheio d'água.
–- Não se incomodem com a minha presença, já estou saindo -- ela disse calmamente, mas antes de sair ela continuou. -- Um aviso: Sou nova demais pra ser avó, então se cuidem."
É claro!
"Ela saiu da cozinha me deixando totalmente sem reação.
–- Gosto da sua mãe -- Érick disse, me tirando do meu transe."
Ela é gente boa, não é?
"Desci do seu colo e o empurrei.
–- Não ouse me seguir, ouviu bem? -- avisei e saí da cozinha.
Minha mãe ainda estava subindo a escada, provavelmente estava tentando ouvir algum "ruído" vindo da cozinha.
Subi as escadas com aquela velha sensação de estar sendo seguida.
–- Drew, espera! -- ouvi a voz do Érick vir lá da escada.
Corri para o meu quarto e tranquei a porta.
–- Eu não vou desistir de você -- ele esbravejou do outro lado da porta.
–- Pensa que eu não sei que você só me quer pra satisfazer esses seus desejos torpes? -- eu disse alto para que ele pudesse ouvir.
–- Se fosse só isso eu já teria desistido de você e ido procurar uma garota mais fácil -- ele argumentou.
–- Ah, obrigada pela parte que me toca -- agradeci irônicamente.
–- Lembra no vestiário? O que eu iria dizer? -- ele perguntou e eu me mantive em silêncio. -- Eu só queria dizer que gosto de você, eu amo você, Drew. Esse seu jeito de me rejeitar e ao mesmo tempo me desejar. As suas ameças, as suas irônias, os xingamentos, eu amo tudo isso. Porra! Eu estou apaixonado pela oriental mais linda que eu já vi e ela me odeia, é lindo tudo isso não acha?"
Não. Não é lindo gostar de apanhar...
"Fiquei em silêncio.
Érick esmurrou a porta e suspirou.
–- Se você não gosta de mim, me diz agora e eu paro de pertubá-la -- ele disse em um tom triste.
Novamente fiquei em silêncio.
–- Então acho que vou tomar isso como um "Eu te amo Érick, só sou uma cabeça dura idiota que odeia admitir as coisas" -- ele irônizou. Sorri com o seu comentário, e acho que ele ouviu, pois acabou sorrindo de volta. -- Como eu já disse, eu não vou desistir de você. Então... boa noite, minha Made in China, vou sonhar com você.
Ouvi seus passos ecoar pelo corredor e a porta do seu quarto bater em um estrondo.
–- Boa noite, meu metido à conquistador -- sussurrei em resposta, já sabendo que ele não ouviria."
Sei lá... vai que ele esteja apenas fingindo...
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TRISTE POR QUE A VACHEL NÃO APARECEU? ESTOU PULANDO DE ALEGRIA AQUI!
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CADÊ O HENTAI NICALIA? ISSO PRECISA ACONTECER ANTES DA VACHEL ATRAPALHÁ-LOS!
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Ownt, obrigada, querida! Eu capricho por que você merece, querida!
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ISSO É PLÁGIO! E PLÁGIO É CRIME! Mas, como eu te amo, eu não vou te denunciar...
Amei o capítulo, querida, até mais! ©
Todos me amam ~ le joga o cabelo ~
~ le plágio fail ~ Amei u reviu, queridah , até maiz! ~ le plágio fail ~
E ainda por cima teve thalico tbm?! O capítulo não poderia estar mais divo *-* Por mim a Rachel nem precisa aparecer ^^ e Nico, se vc acha q a Rachel tá em Nova Orleans desculpe dizer, mas vc tá mortalmente enganado.
É isso, eu vou demorar um pouco pra comentar por causa da escola, mas msm atrasada eu vou continuar comentando tá?
Beijos ;*
Ps: Só eu q to torcendo para q a Rachel e o Lake tenham um caso?? Kkkkkk tô falando sério u_u
tem problema não, o importante é comentar u.u
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK para de chamar o Luke de Lake, já não basta chamar ele desse jeito lá no tumblr? afu KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK LAKE KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK AI MEU RIM KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK parei.
Ficaria bem legal os dois se pegando né? ashuahsuahsuahsuas mas não, eles são só parceiros de crime u.u
adorei o cap migss *.* to doida pra ver a Rachel entrando na história de vez muahahaha tsc tsc..
pareeeeeem de quererem sequestrar o Érick, suas bitch's ;'@
Sua sádica ashuahsuahsuahsuas tá.
*uuu*
Drew para de se fazer de difícil T.T
Érick se ela não te quiser, vou estar esperando vc no chalé 69 - hmm -
Tia Dite hein?! Kkkkk eu queria uma mãe dessas!
o capítulo ficou demaaais!! Eu recomendaria de novo ;]
3Bjos
afffffffff sua bitch!! Para de descobrir o quê eu vou escrever '-' sério véi '-' pode parar '-'
Terceiras intenções? Ele já tá nas 66ª intenções ~ hmmmmmm
Eu também queria uma mãe-Dite assim u.u
Vem k me abraçar [[[]]]
Own... O Érick foi muito fofo!!! Posta mais... Eu adoro a sua fic
Uma leitora novaaaaaaaa \ooooooooooooooooooooooooo/
Continue acompanhando u.u
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAWWWWWWWWWWWWWWNNNNNNNNNNNNNNNN
EU.QUERO.O.ÉRICK.PRA.MIM!
Ele é tão fofo ♥
Att logo, tá? Eu AMO esse romance da Drew e do Érick, mais poxa Drew, eu não sou filha de Afrodite, mais eu agarraria e nunca mais soltaria!
Enfim, Nico, Nico.... Estou sem comentários quanto à você..
xD
o Érick é meu e da Drew ok? u.u
Até logo linds ô/
Entao amei o cap e vi q vc já postou o proxino cap vou tentar ler ele hoje mas nao sei se vai dar mas em fim prometo q viu deixar um comentario ual como sou uma boa leitora! Só q nao kkkkkk
Nossa la eu escrevendo muito e olha q eu disse q eu seria bem direta
Entao acho q é isso ótimo cap e o érick acabou de roubar o meu coracao !!! Byee
Castigo não é coisa de Deus..
Fico feliz que ainda arrume tempo pra comentar u.u
POSSO CHORAR DE EMOÇÃO? VEI, NA, BOA. QUE PERFEITO, SEM MAIS. PERFEITO.
o capítulo ficou perfeito!
ficou perfeito Annie e incrivel como a Drew e parecida com vc quado se trata de sentimentos sempre cabeça dura d+ pra adimitir que gosta de "alguem" ne?
bjsss BFF
Ownt, érick seu lidjo