Gostei do poema, da liberdade que exbanja junto da narração.
Fico feli que esteja chovendo enquanto li suas palavras, pude apreciá-las melhor, sentir seu calor, como numa sinestesia.
Oh, sim, essa fic é uma grande sinestesia, e como tal não pode me deixar de sentir como se caminhasse e notasse que tenho um acompanhante com um descompasso de suspiro e então, ele coloca seu casaco sobre mim e continuamos andando, eu tentava infantilmente imitar seus passos.
Você não imagina como fico feliz pequena grande Guinever. É super dificil escrever coisas que não tenham bum! pow! plof! ia! raduken!, especialmente pra pessoas frias como eu '-'
Se hoje sentiu-se acompanhada garanto com todas as minhas forças que o futuro será solitario. Porque por mais fofo que minha historia pareça ser, sou melancolico e louco por tragédias =O
Ah, adorei o começo de fic. Apesar de não betado, eu não notei erros não, mas não se deixe levar por minha opinião, afinal eu quase nunca noto erros, a não ser quando eles estão mto na cara '-'
Mas gostei muito. Dá pra imaginar perfeitamente as cenas e como elas acontecem. Parece até um filme *-*
Se quiser, eu beto esse capítulo, porque tem certas coisas que ainda precisam de ajuste - mudança do tempo da narração, por exemplo. Mesmo assim, devo dizer que me surpreendo com sua versatilidade. Não imaginava que quem escreve A Ponte do Troll pode desenvolver algo tão poético e suave. Parabéns, mesmo, estou surpreso.
Muito bom mesmo! Não é sinceramente meu estilo, mas é realmente bem escrito e achei genial a forma como você apresentou a metalinguagem da sensação de escrever como alegoria de certas sensações específicas de um garoto simples.
Tem alguns deslizes, mas referentes a regras de construção de frases..
Por exemplo em "No aposento abaixo do quarto que era, sala, cozinha, quarto, lounge (...)" Não se separa o verbo do predicado com vírgula desse jeito, há possíveis construções como "No aposento abaixo do quarto, que era sala, cozinha, quarto, lounge (...)" ou "No aposento abaixo do quarto que era sala, cozinha, quarto, lounge (...)"
Acontece outras vezes, mas são tão pequenos detalhes que acho que seria meio chato se eu apontasse... =P
Enfim, me perdoe por ser chata Ç_Ça279; E adorei mesmo o começo da fic, pretendo continuar lendo!a279; =D
Faz tempo que estou tentando escrever algo mais suave, mais romantico que os costumeiros medievais de sempre. Quando as construções de frases foi alguns corrigidos. A historia foi betada a pouco tempo, só não tive tempo ainda de substituir pela corrigida. Ainda assim obrigado.
Fique a vontade para apontar erros, estou aqui para arepnder.
Gostei da forma que você escreve, é interessante e prende a atenção. Tem uns errinhos ai como em:" No aposento abaixo do quarto que era, sala, cozinha... " Não sepere os verbos dos resto do predicado, e tente evitar a repetição de palavras: " no já enlameado jardim. Um jardim pequeno e com ", tente usar pronomes ou sinônimos.
Não dei a nota máxima por não é o meu estilo de leitura, acho que estaria mentido se o fizesse. E por este mesmo motivo que não continuarei lendo, mas volta a elogiar sua escrita.
Estilo de narrativa bem poético para dizer a verdade. Não é a toa o título Recentemente tenho lido umas histórias que o nome não tem nada haver c/ título.
Achei legal! Sabe expressa-se muito bem! A história é bem envolvente!
Fiquei impressionado com sua narrativa, mas, considere o que vou dizer agora uma crítica construtiva: Achei os diálogos muito longos... Seria mais fácil você dividir um pouco o diálogo
Enfim, gostei do personagem Vicent, tem um grande futuro!
Quando eu era criança eu já amava as palavras. Já amava os livros e tinha fascinação pelos grandes poetas. Eu dizia que poeta eu queria ser, para ficar sempre amando e criando, mundos onde eu pudesse crescer.
Meu amigo, não fazes ideia de como o que li aqui foi capaz de me cativar e de me levar a dias preciosos de minha vida e minha imaginação. Me fez relembrar de momentos doces e teimosos em que eu ia contra tudo e todos me agarrando com toda a força aos sonhos do meu coração.
O que dizer então do poema? É simples e sutil, cálido como um raio de sol que esgueira pela janela, numa manhã de outono. Suas palavras estão bem colocadas e num ritmo tão suave quanto a caricía de uma mãe que zela por seu filho.
O Conto foi favoritado e será lido mais adiante, devias ter me feito a propaganda do mesmo, já que agora eu vou sair daqui proseando liras e rimas a mim mesma.
Ok... Geralmente não leria um roteiro. Não por preconceito, mas sim por uma questão de gosto pessoal.
Então a bricadeira lá do orkut realmente nos leva a descobrir novos sabores e amei conhecer esse aqui. Ainda não li toda a fic, mas ese primeiro capítulo me levará a fazê-lo. Muito bom.
*-* Wow... Mas que gracinhaaa!!!
Gostei do poema, da liberdade que exbanja junto da narração.
Fico feli que esteja chovendo enquanto li suas palavras, pude apreciá-las melhor, sentir seu calor, como numa sinestesia.
Oh, sim, essa fic é uma grande sinestesia, e como tal não pode me deixar de sentir como se caminhasse e notasse que tenho um acompanhante com um descompasso de suspiro e então, ele coloca seu casaco sobre mim e continuamos andando, eu tentava infantilmente imitar seus passos.
Sempre adorei foguinhos. Adorei a fic, Artur!
Tchaaaaau!
Você não imagina como fico feliz pequena grande Guinever. É super dificil escrever coisas que não tenham bum! pow! plof! ia! raduken!, especialmente pra pessoas frias como eu '-'
Se hoje sentiu-se acompanhada garanto com todas as minhas forças que o futuro será solitario. Porque por mais fofo que minha historia pareça ser, sou melancolico e louco por tragédias =O
Tain quiu
Ah, adorei o começo de fic. Apesar de não betado, eu não notei erros não, mas não se deixe levar por minha opinião, afinal eu quase nunca noto erros, a não ser quando eles estão mto na cara '-'
Mas gostei muito. Dá pra imaginar perfeitamente as cenas e como elas acontecem. Parece até um filme *-*
Ah valeu *-*
vindo da escritora da biblia fanfiqueira fico muito feliz pelo coments =P
e irei betar '-' um dia...
Adorei!!! Mas acho que deveria revisar. Já vou colocar em meus favoritos para poder acompnhá-lo. Beijos
Revisa pra mim '-' ?
Se quiser, eu beto esse capítulo, porque tem certas coisas que ainda precisam de ajuste - mudança do tempo da narração, por exemplo. Mesmo assim, devo dizer que me surpreendo com sua versatilidade. Não imaginava que quem escreve A Ponte do Troll pode desenvolver algo tão poético e suave. Parabéns, mesmo, estou surpreso.
Nunca escrevi isso.
a história tem uma temática que ainda não tinha visto por aqui, a vida de um poeta, adorei o/
E tem mais =)
é só o começa a vida antes calma de Vincent
Muito bom mesmo! Não é sinceramente meu estilo, mas é realmente bem escrito e achei genial a forma como você apresentou a metalinguagem da sensação de escrever como alegoria de certas sensações específicas de um garoto simples.
Tem alguns deslizes, mas referentes a regras de construção de frases..
Por exemplo em "No aposento abaixo do quarto que era, sala, cozinha, quarto, lounge (...)" Não se separa o verbo do predicado com vírgula desse jeito, há possíveis construções como "No aposento abaixo do quarto, que era sala, cozinha, quarto, lounge (...)" ou "No aposento abaixo do quarto que era sala, cozinha, quarto, lounge (...)"
Acontece outras vezes, mas são tão pequenos detalhes que acho que seria meio chato se eu apontasse... =P
Enfim, me perdoe por ser chata Ç_Ça279; E adorei mesmo o começo da fic, pretendo continuar lendo!a279; =D
Abraços,
Petra
Obrigado pelo review.
Faz tempo que estou tentando escrever algo mais suave, mais romantico que os costumeiros medievais de sempre. Quando as construções de frases foi alguns corrigidos. A historia foi betada a pouco tempo, só não tive tempo ainda de substituir pela corrigida. Ainda assim obrigado.
Fique a vontade para apontar erros, estou aqui para arepnder.
Obrigado e até breve
Gostei da forma que você escreve, é interessante e prende a atenção. Tem uns errinhos ai como em:" No aposento abaixo do quarto que era, sala, cozinha... " Não sepere os verbos dos resto do predicado, e tente evitar a repetição de palavras: " no já enlameado jardim. Um jardim pequeno e com ", tente usar pronomes ou sinônimos.
Não dei a nota máxima por não é o meu estilo de leitura, acho que estaria mentido se o fizesse. E por este mesmo motivo que não continuarei lendo, mas volta a elogiar sua escrita.
o/
Estilo de narrativa bem poético para dizer a verdade.


Não é a toa o título
Recentemente tenho lido umas histórias que o nome não tem nada haver c/ título.
Achei legal!
Sabe expressa-se muito bem!
A história é bem envolvente!
Fiquei impressionado com sua narrativa, mas, considere o que vou dizer agora uma crítica construtiva:
Achei os diálogos muito longos... Seria mais fácil você dividir um pouco o diálogo
Enfim, gostei do personagem Vicent, tem um grande futuro!
Quando eu era criança eu já amava as palavras. Já amava os livros e tinha fascinação pelos grandes poetas. Eu dizia que poeta eu queria ser, para ficar sempre amando e criando, mundos onde eu pudesse crescer.
Meu amigo, não fazes ideia de como o que li aqui foi capaz de me cativar e de me levar a dias preciosos de minha vida e minha imaginação. Me fez relembrar de momentos doces e teimosos em que eu ia contra tudo e todos me agarrando com toda a força aos sonhos do meu coração.
O que dizer então do poema? É simples e sutil, cálido como um raio de sol que esgueira pela janela, numa manhã de outono. Suas palavras estão bem colocadas e num ritmo tão suave quanto a caricía de uma mãe que zela por seu filho.
O Conto foi favoritado e será lido mais adiante, devias ter me feito a propaganda do mesmo, já que agora eu vou sair daqui proseando liras e rimas a mim mesma.
Ok... Geralmente não leria um roteiro. Não por preconceito, mas sim por uma questão de gosto pessoal.
Então a bricadeira lá do orkut realmente nos leva a descobrir novos sabores e amei conhecer esse aqui. Ainda não li toda a fic, mas ese primeiro capítulo me levará a fazê-lo. Muito bom.