Então, pois é, eu meio que "me perdi legal" na hora de ler, porque sob pressão é capaz de eu não lembrar nem mesmo meu nome (Sem brincadeiras), e as provas literalmente ferraram com a minha cabeça. Então tive de reler todos os capítulos anteriores para me lembrar de como chegamos aqui. Mas vamos lá. Promessa é dívida! [risos]
Dean já vê Natale como parte integrante e ativa da família, acredito eu. Quase tão importante quanto o irmão, se não mais. Convenhamos que, apesar de toda essa pose de "machão", ele ama, sim, a filha. Ele a ama mais do que gostaria de admitir a si mesmo, e talvez seja por esse motivo que meio que não aceita isso. Porque, se ele confessar que realmente pensa nela como uma filha, é bem provável que a garota se meta em ainda mais problemas (Como se as coisas já não estivessem ruins o suficiente nessa família). E ela ainda vai ser usada para atrair os irmãos, e provavelmente morta pelos monstros, se isso ocorrer. Então, pelo menos por enquanto, ele vai se manter "de bico calado" com relação a isso.
Mas o Tomás desconfiando da Natale deu muita "mancada" com eles. Ou, pelo menos, é assim que eu vejo. Todos eles foram uns ingratos. Se não fossem os Winchester, provavelmente estariam perdidos no meio daquela "selva", sem saber para onde ir ou o que fazer.
E acho que toda essa "habilidade natural" na caça, ela herdou do sangue Campbell e Winchester que lhe corre nas veias. Campbell da mãe dos irmãos, e Winchester por causa de eles terem sido criados nessa vida e a Isabel ter se envolvido com o Dean numa caçada, mesmo que ela não soubesse disso. Campbell da Mary (A outra Mary [risos]), e Winchester do Dean. Acho que consegui explicar o que eu entendi.
O segundo caso, apesar de eu ter gostado bastante do primeiro, foi o melhor. Meio que o primeiro eu não vou levar muito em consideração (Caça-fantasma não é justo [risos]), porque todos os caçadores começam dessa forma. Então vou considerar esse o primeiro caso de Natale, e, assim como no não-primeiro-caso, ela se saiu muito bem. Sem soar demasiadamente "perfeitinha", apesar de um pouco Mary Sue, mas nada em exagero. E a frase final certamente me fez surtar por aqui. Hm... Já ouvindo o anjo? Só eu tenho a intuição de que isso não vai prestar? Sei lá...
O que mais gostei: Tá dizendo que a minha filha matou a Mary?
– Ele só pode ser morto na forma de animal – Respondeu Natale continuando com – Mas aí o Greenpeace protege ele.
Dean riu da piada, mas Sam olhou sério para o rio:
– Vamos começar a pescaria. – Disse Dean de repente.
Sinceramente eu ri muito. Amei de paixão o capitulo, serio mesmo :D
O que mais gostei: TUDO
Um pouco de risadas não faz mal :-)
Bem criativa a escolha do ''mostro''.Nunca que eu iria imaginar que seria um Boto. Enfim ...kkkkkkkkkkkk
Eu estava inspirada no dia, é bom por criaturas diferentes :-)
Então, pois é, eu meio que "me perdi legal" na hora de ler, porque sob pressão é capaz de eu não lembrar nem mesmo meu nome (Sem brincadeiras), e as provas literalmente ferraram com a minha cabeça. Então tive de reler todos os capítulos anteriores para me lembrar de como chegamos aqui. Mas vamos lá. Promessa é dívida! [risos]
Dean já vê Natale como parte integrante e ativa da família, acredito eu. Quase tão importante quanto o irmão, se não mais. Convenhamos que, apesar de toda essa pose de "machão", ele ama, sim, a filha. Ele a ama mais do que gostaria de admitir a si mesmo, e talvez seja por esse motivo que meio que não aceita isso. Porque, se ele confessar que realmente pensa nela como uma filha, é bem provável que a garota se meta em ainda mais problemas (Como se as coisas já não estivessem ruins o suficiente nessa família). E ela ainda vai ser usada para atrair os irmãos, e provavelmente morta pelos monstros, se isso ocorrer. Então, pelo menos por enquanto, ele vai se manter "de bico calado" com relação a isso.
Mas o Tomás desconfiando da Natale deu muita "mancada" com eles. Ou, pelo menos, é assim que eu vejo. Todos eles foram uns ingratos. Se não fossem os Winchester, provavelmente estariam perdidos no meio daquela "selva", sem saber para onde ir ou o que fazer.
E acho que toda essa "habilidade natural" na caça, ela herdou do sangue Campbell e Winchester que lhe corre nas veias. Campbell da mãe dos irmãos, e Winchester por causa de eles terem sido criados nessa vida e a Isabel ter se envolvido com o Dean numa caçada, mesmo que ela não soubesse disso. Campbell da Mary (A outra Mary [risos]), e Winchester do Dean. Acho que consegui explicar o que eu entendi.
O segundo caso, apesar de eu ter gostado bastante do primeiro, foi o melhor. Meio que o primeiro eu não vou levar muito em consideração (Caça-fantasma não é justo [risos]), porque todos os caçadores começam dessa forma. Então vou considerar esse o primeiro caso de Natale, e, assim como no não-primeiro-caso, ela se saiu muito bem. Sem soar demasiadamente "perfeitinha", apesar de um pouco Mary Sue, mas nada em exagero. E a frase final certamente me fez surtar por aqui. Hm... Já ouvindo o anjo? Só eu tenho a intuição de que isso não vai prestar? Sei lá...
O que mais gostei: Tá dizendo que a minha filha matou a Mary?
Adorei