teen sex

1 I'm Glad I'm Not You


Notas iniciais
Fic por Helou, Laus e Kal. Esperamos que gostem c:

Me olhando no espelho comecei a me perguntar o que aquele merda tem na cabeça. Me trocar por uma vadia qualquer, acabar um namoro de dois anos como se fosse apenas dois meses, da maneira mais fria possível.

Mas não me importava ficar me perguntando o porquê. Se David não se importava, por que eu me importaria?

Liguei para Ana, minha melhor amiga.

– Oi.

– E aí?

– Bora sair? Tô meio mal e não queria ficar em casa... – falei.

– O que aconteceu Sam? Podemos sair sim, só preciso me arrumar.

– David terminou comigo, mas ele que vá se foder. Bora na Duffs?

– Falou, tu me dá detalhes lá. Vou me arrumar, tchau. – ela desligou.

Peguei minhas chaves e o meu casaco, o celular ficaria em casa. Meus pés me guiaram automaticamente para o bar chamado Duffs, praticamente um refúgio.

No quinto copo eu comecei a observar as pessoas ao redor de mim e notei um cara cantando em cima de uma mesa. Ele viu que eu o observava.

– Belo palco. – falei sem conter minha ironia.

Ele sorriu.

– Ah, eu desconfiava que você fosse minha fã. – o mesmo tom de ironia.

– Por um acaso você tem alguma fã?

– Estou trabalhando nisso ainda.

– Me mostra o que você sabe então.

Ele pegou seu violão e começou o seu pequeno show.

“It’s been a while since we were here, been too long my fear is, holding back the memories of your eyes, scattered notes and broken glass you had left me..."

Confesso que fiquei surpresa, ele realmente tinha talento. O movimento de suas mãos e o som da sua voz me hipnotizava. Eu sempre quis aprender a tocar violão. Aquele cara estava sendo invejado por mim, e qualquer um gostaria de ter uma voz daquela. Decidi que ele merecia uma bebida.

– Tudo bem, então. Você venceu. Posso ao menos pagar uma bebida? – bufei.

– Claro que venci – ele revirou os olhos de um jeito absurdamente irritante. — Eu sempre venço. Acho que é o mínimo que pode fazer, na verdade.

– Viver como cantor de bar não ta dando nem pra uma cerveja? — sorri. — Tudo bem, a fã aqui paga. Com o salário vindo de algo que preste, a propósito.

– Não sabia que puta estava ganhando tão bem...

Dei as costas a ele e fui de encontro a Arnold, o barman.

– Mais uma, Sam? — Perguntou.

– Duas, uma pra mim e outra pro meu amigo ali — apontei para o cantor, que parecia estar comendo umas garotas com o olhar.

– Finalmente socializando? Achei que ninguém quebrasse o aquário que você chama de privacidade.

– Você sabe demais para um barman, Arnold...

– Não, e melhor! — me interrompeu. — Socializando com Ed Sheeran!

– Algum problema? — Achei a colocação dele desnecessária, e reparei no detalhe do "Ed". Edmundo, talvez? Nome de viado. Claro.

– Sua cerveja, Sam. Divirta-se. — Antes que eu insistisse na pergunta, ele enfiou as cervejas na minha cara e se virou para atender outros bêbados.

– Não vou pagar por esse atendimento, Arnold. — sussurrei.

– Sr. Barman. — Juro que ouvi dizer algo do gênero.

Me sentei ao lado de Edmundo e lhe entreguei a cerveja.

– Valeu. — E dez segundos depois não havia cerveja nenhuma em lugar nenhum.

– Uau. Não vou pagar outra.

– Não quero que passe outra noite dando pra pagar mais uma — sorriu. — E já é minha nona, ou décima quinta. Acho que está bom.

– Concordo. Hmmm... Qual é mesmo seu nome? — perguntei, inocente.

– Edward. Edward Sheeran. Mas pode me chamar de Ed.

Notas finais
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@expectosheerio -laus
@edsfuck -kal
c: