Livros e fanfics

Recomendado por Marie Collins

Marie Collins
Que O Jogo Comece foi uma das primeiras histórias que eu li aqui no Nyah e eu me pergunto até hoje porque eu não a recomendei antes, afinal, é a minha fic favorita e duvido muito que isso algum dia possa mudar! Não sei o que deixa a história tão especial. Talvez sejam os personagens apaixonantes ou então o enredo maravilhoso, poderia ser também o jeito incrível que a Ln N escreve, mas aposto minhas fichas que seria o conjunto disso tudo que faz com que eu releia Que O Jogo Comece periodicamente. Se você ainda não a leu, pelo amor de Deus, não perca mais seu tempo! Leia ela que eu garanto que não irá se arrepender! Na verdade, leia Somente Sem Sorte também, outra magnifica fic da mesma escritora. Ln N, eu te aplaudo de pé! Acho que essa fanfic, para ser honesta, daria um ótimo livro e não sei por que você ainda não o publicou! Se você algum dia parar de escrever hahaha eu te mato. Sem brincadeiras, eu aprendi muitas técnicas de tortura diferentes desde que comecei a usar o Nyah. Não que isso seja uma ameaça, mas bem, é. Não te conheço, mas te amo. Obrigada por ter escrito Que O Jogo Comece e Sem Sorte, tu é tipo a minha heroína! Xoxo, Marie Collins.
(1) DISSE / (2) DISSER

(1) Verbo no passado -> Ex.: Ele disse que estava com fome.
(2) Verbo no futuro do subjuntivo, ou seja, NO FUTURO -> Ex.: Quando ele disser que me quer de volta, pensarei no caso dele.
A partir de agora, estou deserdando quem escrever “Ele disser que estava com fome”.

(1) HOUVE / (2) OUVE

(1) Do verbo “haver”, significa “existiu”. Lembrando que é invariável (SEMPRE no singular). -> Ex: houve um acidente ontem às vinte e duas horas.
(2) Do verbo “ouvir”, significa perceber pelo sentido da audição. -> Ex: ele sempre ouve as conversas alheias.

Recomendado por Tulipares

Tulipares
Nunca pensei que fosse recomendar uma fanfic tão cedo, mas poucas fics têm (e terão) tanta beleza em sua simplicidade quanto "Dazed and Confused". A história fala, superficialmente, sobre o dia-a-dia de um grupo de adolescentes dos anos 80 juntamente com alguns assassinatos misteriosos. Contudo a história vai muito além de simples adolescentes descobrindo a vida adulta. Ela retrata valores individuais de cada um e nos toca de uma forma quase inexprimível. A cada linha, a cada descrição, a cada desfecho de capítulo, é notável a profunda sutileza com que a autora construiu a história. Acredito que cada um já teve, ao menos metaforicamente, algo dos personagens. Talvez um pouco da estupidez do Finn, ou da personalidade forte do Beau, ou de algum dentre tantos outros meninos que participam/participarão da trama. Sem falar no modo em que a vênus atiça a curiosidade do leitor, fazendo ele querer saber a todo o custo quem e porque está matando todas essas pessoas; a história dos personagens e, principalmente, o destino de cada um. Leia essa história imediatamente e não tenha medo dos capítulos com mais de 6.000 palavras, porque, infelizmente, você os lê num piscar de olhos. E parabéns, vênus. Você é um planeta (ou uma linda escultura de mármore) que transborda criatividade e talento para a escrita.