Livros e fanfics
Recomendado por Nalu
Nalu
Há tempos, eu me pergunto porque não recomendei essa história antes. Mas acho que é porque eu ainda não tinha encontrado as palavras certas, ou melhor, como eu poderia colocar tudo o que penso de JPA em palavras? Isso mesmo, não tem como! Só posso dizer que se você achou ela aleatoriamente e ela te chamou atenção, leia! Leia, porque ela é perfeita! A autora escreve super bem, além de ser super fofa e carinhosa com todos os leitores. (Sério, convenhamos, isso é muito legal). Ela te faz rir, chorar e vomitar arco-íris para todos os lados. Você fica ansioso para saber o que vai acontecer no próximo capítulo, e tem vontade de abraçar a autora quando é atualizada e matá-la quando o capitulo acaba.
TODOS os personagens, dos principais aos secundários, são bem trabalhados. Até parece que você pode encontrar qualquer um deles na rua, porque eles não são como aqueles super adolescentes, que a gente vê em certas histórias. O modo como eles são colocados, todos os detalhes, todo o desenrolar, todas as falas, é tudo perfeito. Sinceramente, essa é uma das melhores histórias originais que eu já li aqui no Nyah! E se fosse para falar tudo o que eu penso dela, acho que eu ficaria o dia todo aqui, e não chegaria aos pés do que ela merece. Sério, leiam e descubram o poder que um simples bilhete pode causar na vida de uma pessoa. Você não vai se arrepender, eu tenho certeza.
"FAZEM TRÊS ANOS..."
O verbo “fazer”, indicando tempo (sentido de “haver”: Há três anos) não varia. Então: FAZ TRÊS ANOS.
(1) DE MAIS / (2) DEMAIS
(1) Só usamos "de mais" quando se opõe a “de menos” na expressão “não tem nada de mais”. -> Ex: Não fiz nada de mais!
(2) Nos outros casos, quando pode significar “muito, bastante” ou “o restante”, devemos usar "demais". -> Ex 1: Comeu demais. Ex 2: Os demais devem retornar amanhã.
Recomendado por Gigi V
Gigi V
Menta nos presenteia em Amor Fati com um relato (muito bem narrado em primeira pessoa, diga-se de passagem) da elite carioca. Sob a ótica da protagonista, temos um relato verossímil e intencionalmente cru das entranhas de uma sociedade que, construída sobre as bases da aparência, esconde as mais variadas podridões sob seus belos e caros tapetes sociais. A autora aborda com verdade e maestria temáticas tão complexas (e sempre atuais) como hipocrisia, racismo, drogas, luxúria... Enfim, distintivos do ser que tanto o corrompem quanto lhe conferem humanidade. Vemos aqui que o ser humano pode ser cruel, indiferente, cobiçoso ou amável, sem que tais atributos sejam determinados por sua condição social. A elite pode, sim, ser podre. Essa é a primeira lição que Cecília, a protagonista, tem a nos ensinar. Mas, em contrapartida, logo nos damos conta de que podem, sim, haver pérolas em meio à sujeira sob o tapete. Menta nos oferece um relato leve e puro da amizade, fazendo-nos crer que nem tudo pode ser corrompido: a amizade de Cecília e Daniel está aí para confirmar que, quando temos amigos verdadeiros, as fases difíceis da vida são mais facilmente superadas; a amizade, afinal, deixa tudo mais leve e suportável. E, por fim, eu não poderia deixar de citar nosso estranho professor... Ele surgiu de repente como uma promessa de que a vida de Cecília vai mudar. Nabokov já nos alertou que relações assim podem ser totalmente destrutivas, logo, resta-nos aguardar que esse estranho não mude a vida da nossa (já tão querida) protagonista para pior. Recomendo enfaticamente a leitura de Amor Fati, um belo e perturbador retrato da realidade da vida que, como não poderia ser diferente, faz jus ao talento e convicção autoral da grande autora que é nossa Menta.