Livros e fanfics

Recomendado por Uzumaki Igor

Uzumaki Igor
Essa é uma ótima história e da bastante curiosidade no leitor que acompanha,o autor escreve as palavras com a intuição de encaixar uma na outra pra que não perca o sentido ela é bem revisada,bom realmente é uma das melhores que eu já li muitas outras são sem nexo não tem um sentido e não leva a um lugar certo porém essa história tem todos os detalhes necessários o autor faz com uma calma bem grande e paciência muitas pessoas não tem essa habilidade pra fazer uma boa história como a dele simplesmente perfeita bem bolada maravilhosa se tivesse que dar de 0 a 10 daria sem pensar 2 vezes um 10,parabéns pelo seu projeto e que muitos outro venham por ai !
(1) À-TOA / (2) À TOA

“Tia, essa é fácil! À-toa, com hífen, não existe! rsrsrs”
Caro ninja noob, infelizmente, existe sim, e veremos como:
(1) Significa desprezível, inútil. -> Ex: Ela era alguém à-toa. (Inútil)
(2) Significa “a esmo”, inutilmente (note que é a forma da ação enquanto, o de cima, caracteriza algo). -> Ex: Vivia à toa na vida.

(1) APTO / (2) APITO

(1) Alguém apto é alguém que é bom para algo ou que possui uma tendência ou uma capacidade legal. Algo apto é algo que é conveniente ou característico para aquilo. -> Ex: Ele é apto para o cargo. (No sentido de ser bom para o cargo)
(2) É um pequeno instrumento de sopro para apitar ou assobiar. Também pode vir do verbo "apitar", que é "tocar o apito". Em jogos de futebol, pode haver a colocação de "apitar o jogo" no sentido de conduzi-lo. -> Ex: Não sei, eu não apito o jogo! Esse é o trabalho do juiz!

Recomendado por Assilem

Assilem
Oi, Mare! Eu demorei muito para fazer essa recomendação, eu admito. Sempre me denominei como sua fã, mas nunca demonstrei isso (e talvez você não gostasse de mim por esse motivo); nunca comentei e a recomendação só veio agora. Mas veio, e isso é o que importa. E espero mesmo que goste dela. A pergunta que sempre paira, ao realizar uma recomendação, é: “por que você recomenda essa história?”. E posso citar mil porquês para recomendar Obscure Grace, mas, afinal, o que importa não é o que EU acho que seja, e sim o que É. Por isso, vou dizer o que Obscure Grace é (para mim). Um refúgio seria o adjetivo perfeito. Um refúgio da realidade, das religiões, das crenças marcadas. É um mundo (ficcional, mas um mundo) que nos permite fugir. Das coisas maçantes do cotidiano. Obscure Grace desafia os contextos religiosos e psíquicos das pessoas – seria, a morte, um desafio? Seria, o Céu, um jogo infernal? E teria como, por acaso, colocar traços de comédia em algo com esse tema? Mare di Stelle responde, com a publicação dessa original, um “sim” para todas essas perguntas. Perguntas que desencadeam outras: afinal (eu li essa frase em algum lugar), o bom não é dar respostas, e sim provocar perguntas. Se não se convenceu, o meu objetivo foi alcançado: você precisará ler para saciar essas interrogações. Se você se convenceu, o meu objetivo foi alcançado mais uma vez: você precisará ler, porque é algo tão raro e perfeito, que não pode ser ignorado. Cada personagem – por pior que sejam as suas piadas ou desempenho no Céu – consegue nos conquistar. Nos cativar, literalmente. Então você não consegue se desvencilhar disto: ama-os, e, mais que tudo, ama sua criadora. Mare nasceu com um brilho inexplicável, uma vocação, um talento para ser amada. É impossível não ver as coisas boas nela; e de tão boas, ofuscam as más, que todos têm. Eu acredito, sim, que o autor influencie na qualidade da obra. O enredo também nos cativa: é um frenesi magnífico. O misto de temas, tipologias e contextos faz-nos tomar uma paixão imensa por tudo isso, por Cibele, Rafa, Will, Lis... e então, quando percebe, a história te cativou por si só. Já dizia Saint-Exupéry: “és responsável por aquilo que cativas”; logo, sê responsável por Obscure Grace. Responsabilidade pode, sim, tornar-se amor. A construção de cada detalhe nesta história de tirar o fôlego me impressiona. A história dos personagens, toda uma construção/desconstrução de um novo Céu; tornando maus os bons, bons os maus. Isso trás uma moral subliminar, implícita nas entrelinhas: é errado julgar apenas pela denominação. Só porque é ceifeiro, não quer dizer que seja um ladrão de almas. Porque é anjo, não quer dizer que seja um bondoso santificado. E isso pode ser bem adotado na vida real; e deve ser. Proposital ou não, Mare, isso foi genial, e deu uma dose de realidade para Obscure Grace. Como se fosse um livro de auto-ajuda implícito ali. Costumo estruturar as recomendações por: críticas técnicas, opiniões próprias e detalhes adicionais. Mas Obscure Grace não me permitiu fazer isso – não apenas pela ortografia genial ou pela carisma esplêndida da autora, mas pela qualidade geral deste conjunto de palavras, empenho e talento. Não é a mais emocionante de todas, mas talvez seja a mais emocional, das que faço. Porque Obscure Grace é isso: a diferença, o ponto amarelo-canário dentre os cinzas, o divergente entre realidade x ficção. Que Lis Pé-de-Azeitona (que mais ninguém kibe o apelido, amém!) tenha uma longa jornada pela frente. Que, viva ou morta, seja feliz! (Até porque, essa é a única história que conheço onde tudo se baseia na desgraça na vida da protagonista ~o que não é um spoiler, pois acontece de cara~, que conhece o Céu, que é um lugar ruim e há humor nisso; feliz a Lis será, com certeza! [ela tem que ser fe-lis]). Que Cibele continue sendo uma ruiva oblíqua e dissimulada, toda maluca; que Rafa continue sendo um banana, todo desconcertado perto da Cibele; que Will ajude muita gente na morte, e claro, continue sendo o Senhor Ceifeiro lindo da Lis; que o Traste fique legal e que Mare, transformando ou não essa história num livro (um livro que se tornará famoso, incrível e amado), seja muito feliz em toda a sua vida e que tudo dê certo para ela. Mare di Stelle, devo tudo a você. Obrigada por presentear aos leitores com a sua história tão perfeita, do jeitinho que ela é. Nunca se abale. Se somos um mar de estrelas, você é a mais brilhante da minha maré.