Livros e fanfics

Recomendado por Medus4

Medus4
Como não amar? Essa é literalmente a pergunta que todos devem se fazer, Judy é uma ÓTIMA escritora, o enredo cativa e prende o leitor tipo... ETERNAMENTE! "Um Escritor tem como base os leitores, e os leitores não seriam leitores sem os escritores. As melhores estórias vem dos momentos mais inusitados, e diferentemente do que pensam a criatividade não é só feita para colocar-se em um papel escrita a lápis e sim para que se crie em sua imaginação todo aquele mundo que você criou. Não é todo escritor que tem o dom da escrita, o dom da criatividade, o dom de fazer com que você, a cada palavra pense "Nossa, como ela(e) escreve bem." Sim, todos podemos escrever o que quisermos, mas jamais haverá alguém que consiga escolher tão bem as palavras como você. Eu a admiro muito não por que "A Máscara" talvez seja uma das melhores estórias que eu já li (Isso por que já li bastante.) Como disse Belphor "Nóm posso deixar que ninguém te tirre de mim, pois antes mesmo de entrrar em minha vida eu já sentia sua falta." No meu caso diria que Não posso deixar ninguém tirar suas estórias de mim, pois antes mesmo de ter a lidos, já sentia a emoção das mesmas *u*"
(1 ) DESPERCEBIDO / (2) DESAPERCEBIDO

(1) Despercebido é sem atenção, imperceptível. -> Ex: isso passou despercebido.
(2) Desapercebido é igual a desprevenido ou desprovido de algo. -> Ex: ele estava desapercebido quando foi abordado por ladrões.

(1) DESDE / (2) DÊS DE

(1) Perfeito, é assim que se escreve; então, estrelinha na sua testa!
(2) Esto non ecziste, sorry. "Dês" é um verbo (verbo dar) no imperativo negativo e no subjuntivo do presente, porém não é seguido pela preposição "de". -> Ex: Não dês conselhos, pois sempre te culparão.

Recomendado por ParkBruh

ParkBruh
Existem vários tipos de histórias; desde aquelas em que lhe causam risos e uma felicidade incessante até aquelas lhes fazem questionar sobre os anseios e regras do mundo. Alguns preferem comedias, querendo rir, divertir-se. Outros procuram respostas para suas próprias dúvidas e medos nas que abordam um tema delicado. A Cor da Chuva é um meio termo dessas duas. Alguns capítulos arrancam sorrisos, suspiros ou mesmo gritinhos. Outros despertam um instinto protetor, onde o leitor procura querer colocar os personagens numa bolha de proteção contra a crueldade da realidade e deixa-lo ali para nunca mais ser afetado por problemas. Em certos pontos também se sente raiva; quer dar um sacode de maneira que tal personagem abra bem os olhos para ver que o invisível é na verdade bem visível e que um esticar de mão pode ajudar a resolver um problema. Sinceramente A Cor da Chuva é uma história digna de tantas recomendações. Mostra os obstáculos da vida, que nem tudo é impossível, mas que nem tudo é possível. Como eu disse: um meio termo faz o perfeito encaixe. Mas é exatamente por isso que deixo, com um intenso prazer, uma recomendação. Atrasada, mas deixada. A autora minha amada sempai Mililika merece esta e muito mais.