Livros e fanfics
Recomendado por Carolena Bardo
Carolena Bardo
Antes de falar da história em si, preciso ressaltar que este é um tipo de gênero que eu não leio com frequência. Achei Defeitos de Fábrica sem querer. Mas, como ela já estava ali, eu também, e a carência de ler era grande...
Acontece que, no primeiro capítulo, nossa personagem principal, Liana, já ganhou meu coração. E vai ganhar o seu também, aposto. Não tem como não sentir ao menos uma pontinha de carinho por ela, palavra. Mas não é só isso: o ritmo da história, as personagens maravilhosamente trabalhadas, tanto no físico quanto no psicológico, as músicas citadas (serei eternamente grata à autora por me apresentar One OK Rock) e claro, esse ar de adolescência que quem está na fase se identifica e os mais velhinhos, como eu, sentem saudade. E isso porque eu não estou falando do Alex, meu personagem favorito... Mas não tem como falar dele sem dar spoilers, então, vou ficar quietinha!
Enfim, com toda essa vibe maravilhosa, tenho certeza de que você vai se apaixonar e não vai parar de ler, como eu. E, também como eu, vai se surpreender, da boca escancarar e o queixo cair no chão, quando todo o rumo da história der uma super reviravolta e te agarrar de vez!
Resumindo: leia. Não vai se arrepender.
OBEDEÇA "AS" LEIS
O verbo exige a preposição “A”. Ou seja, não se obedece algo, se obedece a algo. O correto é "obedeça às leis de trânsito".
(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE
(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.
Recomendado por Jeniffer
Jeniffer
"The Queen's Path" foi uma das grandes surpresas do ano. A atmosfera dos castelos e realeza tem um fascínio próprio, mas exigem a maestria de uma boa escrita para se sustentar. E maestria é o que não falta nessa história.
A habilidade da autora em criar um enredo interessante e bem trabalhado é notável. A história tem um bom ritmo, mantendo o leitor preso em cada capítulo, chegando ao final sempre ansiando pelo próximo.
Isso se deve - e muito - aos personagens incríveis desta história. Todos eles são muito bem desenvolvidos, com histórias próprias tão interessantes que renderiam um livro cada um. As interações e modo como todas essas linhas narrativas se unem é incrível.
A escrita da autora é muito boa e faz com que cada capítulo flua muito bem, o que faz mesmo os capítulos mais longos parecerem breves, nunca o suficiente para satisfazer completamente a curiosidade do leitor.
Mas, para mim, o grande trunfo da autora é sua sagacidade ao criar um quebra-cabeça que faz com que todo leitor se sinta ainda mais envolvido com a trama. Cada capítulo tem dicas, falas e pensamentos que parecem aleatórios, mas que instigam o leitor a desvendar a trama de cada personagem e como isso afeta o enredo ao seu redor.
A narrativa é de tirar o fôlego, de fazer chorar, gritar de raiva e depois chorar um pouco mais. É o tipo de história que faz com que o leitor se sinta parte da narrativa, que transmite cada cena e emoção com a medida certa para criar uma empatia sem tamanho. Logo, logo o leitor já estará se importando com os personagens, sofrendo com suas desaventuras, tentando desvendar se as intenções de cada um são ou não puras e, invariavelmente, criando inúmeras teorias sobre os capítulos que ainda estão por vir.
É uma leitura obrigatória para quem aprecia histórias bem desenvolvidas, mas, principalmente, para quem gosta de viver as histórias e - mesmo que só por alguns minutos - ser transportado para dentro das palavras e para bem longe do mundo real.
Recomendo a todos ♥