Livros e fanfics

Recomendado por Shiryu de dragão

Shiryu de dragão
Sensacional, maravilhosa, indescritível e supreendente, acho que é assim que defino a fanfic da minha amiga Mare. Realmente, a fanfic conseguiu me prender de forma surpreendente, pois o enredo nos mostra tudo diferente do que imaginamos. Admito que acho raro encontrar fanfics que possuam misterios, e que eles sejam resolvidos ou esclarecidos de forma que fujam totalmente do que possamos imaginar. Gostaria de dar os parabens a essa escritora, que fez uma fanfic tão fora das expectativas como essa. Uma gramática excelente, um enredo incrivelmente bem estabelecido, com tudo sendo revelado no devido tempo. Parabens mais uma vez, e continue assim.
(1) APTO / (2) APITO

(1) Alguém apto é alguém que é bom para algo ou que possui uma tendência ou uma capacidade legal. Algo apto é algo que é conveniente ou característico para aquilo. -> Ex: Ele é apto para o cargo. (No sentido de ser bom para o cargo)
(2) É um pequeno instrumento de sopro para apitar ou assobiar. Também pode vir do verbo "apitar", que é "tocar o apito". Em jogos de futebol, pode haver a colocação de "apitar o jogo" no sentido de conduzi-lo. -> Ex: Não sei, eu não apito o jogo! Esse é o trabalho do juiz!

(1) DE MAIS / (2) DEMAIS

(1) Só usamos "de mais" quando se opõe a “de menos” na expressão “não tem nada de mais”. -> Ex: Não fiz nada de mais!
(2) Nos outros casos, quando pode significar “muito, bastante” ou “o restante”, devemos usar "demais". -> Ex 1: Comeu demais. Ex 2: Os demais devem retornar amanhã.

Recomendado por Melissa Sbragia

Melissa Sbragia
É fantástica a forma com que essa história consegue mesclar um passado real, de tormenta, com uma fantasia sensacional e de tirar o fôlego, moldada em conceitos realistas e geniais. É esplêndida a maneira com que os personagens se desenvolvem, revelam os seus lados mais sombrios à si mesmos e percebem o quão são mais poderosos; essa é a desgraça da grande maioria dos personagens desta obra, se convém dizer, e, ao mesmo tempo, é o ponto forte da história: não há bons ou maus aqui, há pessoas lutando para deixar virem à tona os seus eus de maior poder. Com uma mitologia rica, deuses únicos e conceitos excepcionais — que não distinguem o bem do mal —, Os Olhos do Corvo é uma promessa da literatura brasileira. Trabalha com os sentimentos de forma singular e com uma escrita completamente coerente, bonita e fluída, embora trate de assuntos pesados, como a crença inescrupulosa em superstições absurdas e passados dolorosos que haverão de se revelar. Mas, para o equilíbrio da trama, há personagens e situações que conseguem ser divertidas e leves, o que torna a leitura menos tensa, harmoniosa, ainda salpicada com mistério e um drama muito bem dosado. Cada personagem e cena te cativa de uma maneira diferente e única; até mesmo aquilo o que nos deixa enfurecidos e indignados está lá por algum motivo, que, em breve, trará apenas mais respostas para o enredo e mais força para a história. Não me surpreenderia se a história de Raven se tornasse um best-seller. É admirável o amor com que é escrita; Luiza Mór — ou Holly Hobbie — sabe escrever com carinho e cuidado, enquanto distribui a sua simpatia e afeto pelos leitores. Essa autora entrou para sempre no hall da fama do meu coração! (E essa frase é da própria Holly, de quando enviei a minha outra recomendação ♥). Logo, com tantas qualidades em uma única história, como eu poderia não desejar que outras pessoas pudessem desfrutar dessa narração impecável? Seria egoísmo, como fechar os portões do paraíso para usufruir dele sozinha. E eu acredito que todos os leitores deveriam conhecer uma autora tão amorosa como a Holly. Uma autora que consegue colocar mistério, ação, emoção, drama, fantasia, romance, aventura, tudo numa história só, e ainda incluir coisas que, particularmente, amo: sereias, marujos, ninfas e uma mitologia própria, que apenas encontrarei em OODC — ou em Caor, o que seria um bocado difícil, não é mesmo? Eu posso sentir o vento gélido no meu rosto quando leio essa história. Posso ouvir o som das ondas e dos sinos, posso sentir a água me inundar e os braços de um ninfa me levarem para a minha própria escuridão, e isso é o que trás o magnetismo único de Os Olhos do Corvo: eu posso ser quem eu quiser. Um capitão corajoso, uma sereia obscura, uma ninfa vingadora. Ou um marujo chato, mas eu não quero ser o Gehart. ♥ Por isso, eu peço: leia OODC! Não apenas por deleite, mas por reflexão. Pelo amor à trama, e pelo amor que acabará desenvolvendo pela autora, porque ela é uma fofa.