ela é minha outra metade
13 Cap:13
Notas iniciais
Mulan olhar para a loira que estava no centro do antigo prédio do corpo de bombeiro. Encarando a construção com ar de alegria quase que infantil. A oriental ficou surpresa quando soube que a loira a sua frente estava com a ideia de abri um escritório de publicidade e marketing. O lugar era bem inusitado para tal fim.
Mulan. – Tem certeza? O preço do imóvel é bem alto e o custo que terá ao fim da reforma do lugar será uma fortuna. Demolir e refazer tudo zero sairá caro.
Emma estava a algumas semanas olhando imóveis para abrir seu novo investimento, no entanto, não queria ser igual à maioria dos escritórios que já existem. Desejava encontrar o lugar perfeito para abrir seu escritório, foi no último dia daquela semana improdutiva que ao passar de carro com o corretor mala que ela avistou o prédio de tijolos batido. Fez o retorno e saiu do carro deixando o corretor falando sozinho e entrou no lugar para olhar e se encantou com o ele. Pronto havia encontrado o que queria.
Emma. — Sem dúvida Miss Mulan, espero que não precise espera mais uma semana para podermos fazer negócios. Pois aquele palermar ali não foi útil. Prazer meu é Emma, Emma Swan.
Mulan. — Um prazer senhora Swan. Para ser sincera já havia desistido de vende esse prédio devido ao custo do mesmo e a fortuna que o comparador vai precisar investir para reformar isso aqui. Falou em desanimo. Mulan a encara com um sorriso no rosto.
Duas semanas depois Emma assinava os documentos de comprar do imóvel e já sair rumo a uma empresa indicada pela amiga de designer e decoração. O escritório de arquitetura que contratou já iria avaliar a estrutura para saber o que poderia ser mantido do prédio original sem comprometer a segurança da estrutura e a segurança dos futuros funcionários.
Enquanto Isso Gabby tem se enturmado bastante com o pessoal amigo de Carlos que era do curso de contabilidade. Sendo que ele já estava indo para o segundo ano do curso.
Carlos. – Então sua mãe finalmente encontrou o lugar perfeito para montar o escritório dela? Perguntou antes de atacar o sanduíche gigante.
Gabby.- Sim! Finalmente se não era capaz dela matar o corretor. O cara só estava enrolando a loira, Gabby desconfiava que ele só fez isso para tentar seduzir sua mãe. Pobre homem mal ele sabia que com ela nunca teria chances. – Só não me perguntei onde é. Pois ela falou que quer fazer surpresa para todo mundo, então vai precisar espera o convite para a inauguração meu amigo.
Carlos.- Então serei convidado?
Gabby. – Mais é claro que sim. Deixe de ser besta. Jogou um pedaço de pão que tinha caído em cima da mesa na cara do rapaz. Não tenho ideia o que ela esteja aprontando, mas vindo da minha mãe não duvida de nada.
No outro lado da cidade.
Regina estava em um dilema. Convida ou não as Swan’s para um jantar. Tudo bem ela havia dito a se mesma que daria a chance de fazer amizade com a dupla de surfistas. No entanto ela não teve nenhum sinal da parte da loira depois que cada uma seguiu para sua casa junta da filha. Deduziu que a loira só foi gentil a pedido do pai provavelmente. Ela então olhou se o sinal estava para pedestres e atravessou a rua para pegar o carro. Enquanto andava olhava a agenda. Alguém esbarou em seu braço fazendo assim seu celular cair da mão indo de encontro ao chão.
— Nossa desculpa por pouco seu celular não quebrou. A outra mulher conseguiu pegar o objeto antes dele cai no chão. – Aqui estar seu celular. REGINA!
A Mills viu quem era a culpada do esbarram era nada menos que Emma Swan. – Não morre tão cedo Miss Swan.
Emma esbugalhou os olhos verdes diante a saudação nada amistosa da morena. – Me desculpa Regina, não foi minha intenção esbarra em você. Apesar de que você que estava distraída com o celular. Até iria fala outra coisa, todavia o olhar mortal da morena lhe calou na hora.
Regina.- A culpa é minha? Disse de forma inquisitiva.
Emma.- Bem. Eu .como vai pequena Mills? Mudou de assunto antes que tive um treco ali em plena rua.
Regina.- Bem. Licença. Continuou seu caminho uns metros depois sentiu um toque de leve no ombro. Não precisava nem olhar saber quem é. – O que foi dessa vez Miss Swan? Encarou a loira que estava com a expressão de gatos de botas.
Emma. – Lembra que promete as aulas para a Ale. Então só que aí notei que não tinha seu número aí como poderia combinar com você os horários dela. Ou até mesmo para bate um papo. – Poderia passar?
Regina.- Se quiser poderia ter pedido ao meu pai. Não precisar fingir simpatia para mim ou minha filha, passar bem.
Emma deu a volta na morena e ficou andando de costas na frente da Mills.- — Hey! Realmente gostei da sua filha, ela pareceu ser uma garota incrível assim como a mãe dela. Pois o avô babão dela não parou de falar das suas duas garotas maravilhosas. Além do mais dei minha palavra para pequena Mills, sempre cumpre minhas promessas Senhorita Mills.. Por tanto vai ter de me atura por perto agora. Abriu um largo sorriso. Que por fim tirou um singelo da morena que fechou os olhos diante ao tombo da loira que tropeçou no canteiro da calçada e caiu bem em cima de um monte de folhas secas de o jardineiro tinha juntado que nesse momento a olhava com um olhar assassino.
Regina.- Está bem Miss Swan? Ela lutava bravamente contra a vontade de gargalhar da cena de uma Emma coberta de folhas e bochechas vermelhas. Pois um pequeno grupo de crianças ali perto olhava ria dela.
Emma.- Tirando meu ego ferido estou bem. Com dificuldade ficou de pé. – Desculpa senhor. Poderia passar o rastelo que vou junta tudo de novo. O homem a olhou como se ela fosse louca. A loira não se importou e ela mesma pegou o rastelo e começou a junta as folhas.
Regina ficou ali olhando a refazer o trabalho do homem sem reclamar e até puxar conversar com o senhor, que de inicio achou que era alguma pegadinha, todavia depois de uns minutos notou que não era e deu corda para conversar.
Emma.- Hey! Você esperou.
Regina encarou a loira que tinha o rosto rosado devido ao pequeno esforço feito há pouco. Mills tirou um lenço e enxugou o suor do rosto alvo. – Aqui estar meu número Miss Swan, odeia atrasos por tanto chegue na hora certa. Saiu andando para o carro rumo ao escritório. O jantar seria interessante.
Emma. – O quê ela quis dizer com não me atrase. Ficou um minuto olhando na direção de onde morena havia ido. Até que ela nota que em seu bolso da jaqueta tinha um cartão de visita de uma empresa que não estava ali antes. Deu um lindo sorriso ao ver o nome Mills em letras douradas em um cartão negro espelhado.
Horas mais tarde.
Emma. – Filhota se arruma que termos um jantar marcado hoje e o local não aceita atrasos. Disse risonha.
Gabby. – Certo. Só preciso de um banho em quinze minutos está de volta.
Mansão Mills
Ale.- Por que toda essa confusão na cozinha mãe?
Regina. – Por alguma razão o fogão não quer funcionar e preciso dele para ontem, para terminar o jantar que deveria estar pronto. Diz nervosa.
Ale.- Deixa para lá amanhã quando os empregos voltarem algum deles dever saber dá um jeito só pedir em um restaurante.
Regina. – Não dá tempo. Teremos visitas e. Ai a campainha tocar. – Ótima por que ela dessa vez não poderia se atrasar alguns minutos. Saiu da copa tirando o avental indo para porta. – Boa noite!
Ale chega na entrada da casa e ver Emma e Gabrielle saudando sua mãe. – Oi.
Emma.- Pequena Mills pensou que iria escapa das aulas, pois se enganou vai ter que acordar de madrugada. Aproximou da loira e bagunçando sua franja.
Gabby. – Isso mesmo Mills. Caminho sem volta.
Regina. – quero ver. Há quinze anos sofro com a tarefa de acordar as seis e meia. Quem tira antes disso. — Porém nosso jantar não vai acontecer, um problema no forno. Ficou sem jeito.
Emma. – Tem uma caixa ferramentas na garagem?
Regina. – Tem sim, por quê?
Emma. – Ale mostrar mostrar onde está e me apresentar o fogão preguiçoso.
Regina.- Sinto muito mais não desejo morre em uma explosão Miss Swan.
Meia hora depois. Regina e Ale olhavam com caras assustadas para a loira que acabou de concertar o fogão.
Ale. – OK! Mais o que você saber fazer?
Emma.- Um dos lares adotivos em que passei o marido da mulher que me adotou trabalhava em uma firma de eletrodomésticos. Obrigava os filhos a aprender a concertar objetos para conseguir comer. Cada peça consertada uma refeição completa. Então aprende alguns troques. Agora está tudo funcionado.
Regina sentiu seu peito apertar só em imaginar uma criança passar por uma situação assim. – Bem, como ainda demora um pouco só dessa vez irei liberar para fazerem um lanche antes do jantar menor. Por que é capaz de vocês perderem o apetite.
As três comemoram dando pulinhos na cozinha e atacaram a geladeira e logo a Mills mais velha foi deixada sozinha com seus pensamentos.
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