Henry. – O que me dói mais é o fato da ausência do Killian. Bebe um pouco mais do vinho. Ambos estavam na área da piscina olhando o céu estralado.

Teodora. – Cora sabia bem onde atingir você para machucar! Tenha a consciência que você nunca desistiu de manter contato com ele. Mais ele é bem cabeça dura. No entanto, não perda a esperança que em algum momento vocês ainda vão se entender. Apertar a mão do marido.

Henry. – Obrigada meu amor! Lembrar como nos conhecermos?

Teodora. – Claro meu bem! Meu herói de guarda chuva. Diz risonha.

Memoria

Henry decidiu viajar para EUA. Uma mudança de áreas faria bem depois de um divórcio tão difícil. Claro que doía a separação com a mulher que amou e escolheu viver uma vida longa, porém, já não poderia permanecer cego para tantas coisas, acima da sua felicidade estaria sempre os dos filhos. Estava agora Los Angeles passeando pela orla tinha chovido mais cedo. Caminha olhando em volta quando vê uma senhora sendo atacada por um grupo de quatro jovens. Ele aproxima por trás e acerta o primeiro na parte de trás do joelho. — Melhor irem antes que chame a policia.

O grupo de assusta e correm para um beco e somem de vista. — Obrigada. A senhora se levantar e tentar limpar a roupa. — Mais foi bem imprudente da sua parte, apesar de que foi heroico. Sorrir para o senhor a sua frente.

Henry sentir as bochechas ficarem quentes. — De nada! Só não poderia simplesmente fingir que não tinha visto nada. Quer que a leve até um pronto-socorro para verificar se está bem? Recolher a bolsa do chão e entrega.

Teodora. — Uma italiana não quebra fácil assim, mas meu pulso doí um pouco.

Henry logo encaminhar a mulher até seu carro que estava estacionado a poucos metros dali. Duas horas depois ele esperava a senhora sair do consultório. — Então? Ficar de pé indo até ela.

Teodora. — Só uma luxação leve. Meu nome é Teodora Del Luccas. Estende mão.

Henry. — Me desculpe! Acabei não dizendo meu nome. Henry Mills, muito prazer senhorita Del Luccas. Beijar o torço da sua mão.

Aparte daquela tarde, eles sempre que podiam se encontravam para conversar. Henry por fim escolheu recomeça sua vida naquela cidade. Onde havia feito uma nova amiga. Que ele nem sonhava que dali um tempo se tornaria sua razão para sorrir novamente.

Atualmente

Henry. – As memórias da infância deles ainda é vivar, parece que foi ontem que peguei Zelena no colo, que vi Killian dá seus primeiros passos. Então do nada já não sei por onde ele andar, como tem passado. Suspirar sentia muito a faltar dos filhos. Regina pelo menos é mais presente me sua vida agora.

Teodora. — sei como é sentir saudade dos filhos. Ainda é difícil controla a saudade que sinto da minha filha. Já tenho até bisnetos e ainda assim a saudade ainda me consome.

Henry. — Gostaria de ter conhecido ela. Abraça a esposa de lado, já que eles estavam sentados lado a lado na borda da piscina. Algumas horas depois Henry saia do banho quando sente uma dor no peito, como se um aviso a respeito de alguns dos filhos. — Que sensação ruim. Massageia o peito tentado de alguma forma afastar a sensação.

Teodora lia um livro na cama e estranha a expressão do marido. — Se sentir bem meu amor? Sai da cama e vai até ele.

Henry. — Não sei! Uma sensação ruim no peito, como se fosse um aviso. Estou preocupado com as crianças. Suspirar e se deitar olhando para o teto.

Teodora. — Poderia ligar para Regina e sabe se está tudo certo por lá. faz carinho no braço direito do marido.

Henry. — Pela hora deve está dormindo. Amanhã cedo ligo! Vamos dormir agora. Coloca a roupa de dormir e deitar.

Boston

Regina. — Não papai! Aqui está tudo em ordem. Ela estranha a ligação tão cedo do pai. — Ok. Assim que possível apareça aqui em casa com a Teodora.

Ale. — Bom dia mama! Abraça a morena. — Tudo bem?

Regina. — Seu avô ligou a pouco, a voz parecia meio aflita. Queria saber se estávamos bem.

Ale. — Que estranho! Hoje é a apresentação do projeto cientifico.

Regina. — Cancelei minha agenda de hoje para passar o dia contigo.

Ale. — Tenho a melhor mãe do mundo. Elas tomam café da manhã e Regina ajuda a filha com últimos detalhes do trabalho e logo a leva para o colégio.

Emma termina de assinar o cheque do pagamento da mobília do escritório. — Tem certeza que será entregue na data certa? Pois, dois dias depois é a festa de inauguração. Tudo tem que está em seu lugar.

Vendedora. — Com toda certeza estará lá. tem minha palavra. Emma. — Obrigada então! Aperta a mão da jovem e sair da loja indo para o carro. Assim que entrar no carro ligar olhar o celular e ver algumas fotos da pequena Mills na apresentação de ciências. Segue para casa para preparar o jantar. Tinha dado folga para Lupe.

Gabby chegar em casa morta aquela semana de provas estava tirando o sono da garota. — Boa noite mamãe. Abraça a loira e se jogar na cadeira. — Estou morta! Só quero que essa semana termine.

Emma. – Vai tomar banho, que o jantar ficar pronta de acordo. Ela escoltar a filha se arrastar pelo corredor até o segundo piso. Convida Regina e a filha para jantar em sua casa. Logo recebe uma afirmativa e pular alegre na cozinha.

Meia hora depois as Mills chegam na casa Swan. – Obrigada pelo convite. Elas se abraçam e entram indo direto para cozinha, enquanto Ale ficar na sala olhando as fotos da loira espalhados pela sala.

O jantar corre entre riso e assuntos aleatórios. – Então está perto de inaugura o lugar? Aceitar mais uma fatia da torta.

Emma. – Sim, hoje comprei toda a mobília do lugar. Mais três semanas e a reforma acabar. Finalmente.

Regina. – Que boa noticia querida. Uma hora depois Regina e a filha vão embora.