as Caçadoras e as Paixões Proibidas.

18 Capítulo XVII - O beijo, e a estranha reação.


Notas iniciais
Oiê! Pessoinhas, =DE aqui estou eu com mais um capítulo pra vocês,Neste, vocês terão uma surpresinha! :)Aproveitem;

Pov Sara:

Uma brisa suave soprava em meu rosto, e eu estava com os olhos fechados ouvindo apenas aquele barulhinho de água que vinha da fonte.

Nathan estava sentado ao meu lado, mas permanecia quieto. Eu sinceramente, estava curiosa e queria muito saber no que ele tanto pensava, mas, talvez um anjo tenha suas razões para ficar calado as vezes, então, melhor não interromper.

_ No que está pensando Sara? — Minha mente foi trazida de volta, quando eu ouvi aquela voz melodiosa fazendo aquela pergunta.

_ Eu? Hãn...nada, só, estava ouvindo a água. — Ouvindo a água? Que coisa mais boba pra se dizer Sara!!! Não tinha nada melhor pra falar? Ótimo! Lá vinha minha conciência estragar meu momento de paz.

_ Ouvindo a água? — Nathan riu, e meu coração acelerou. Será que eu nunca ia me acostumar com aquela risada que parecia música aos meus ouvidos?

_ AH! Quero dizer, aqui é tão tranquilo, e o barulhinho da água me dá uma sensação de paz, entende? — Agora sim, estou começando a concertar as coisas!

_ Concordo, aqui sempre foi assim. Espero que continue. — Ele suspirou e olhou para o horizonte novamente pensativo.

_ Porque diz isso Nathan? — Minha curiosidade venceu meu desejo de não atrapalhar os pensamentos de um anjo.

_ Bem, se eles conseguirem achar o caminho do jardim celestial, teremos que lutar para defendê-lo. Isso, causaria um grande estrago, e seria muito triste ver o jardim destruído por causa de uma luta. — Ele parecia preocupado, acho que o jardim ela muito importante pra ele. Eu refleti por um momento e depois perguntei:

_ É aqui que você vai me ensinar a despertar aquele poder que todo mundo diz que eu tenho mas eu mesma nem conhecia?

_ Sim, por isso te trouxe aqui. E também, para te manter segura. Não sei como, mas a Lily fugiu da prisão que os demônios e anjos haviam prendido ela. Acho que...

_ Como é? Os demônios ajudaram os anjos a prender a Lily? Mas ela não é uma demônio também?

_ Sim, mas é perigosa até pra eles. E além disso, sendo filha de Lillith, ela acha que tem poder para fazer o que bem quiser, e isso, acaba irritando os príncipes, incluindo o..... Hãn, deixa pra lá. Não é hora de falar disso Sara.

_ Nathan, você sabe o nome do Ivan?

_ Hum? Hãn, Ivan? Ghost?

_ Aaaaah! Até você vai me esconder isso? — Eu exclamei irritada e me levantei me afastando dele. Fui para perto da fonte e observei alguns peixinhos dourados nadarem perto de onde eu estava, e depois desaparecerem no fundo.

_ Ei Sarinha, não fique brava comigo. Eu ainda não posso te contar, mas quando chegar a hora, se você não tiver descoberto sozinha, eu prometo que te conto. Palavra de anjo. — Nathan havia caminhado até onde eu estava, e colocado a mão em meu ombro me fazendo sentir aquelas borboletas no estômago de novo.

_ Tudo bem, dessa vez, passa. — Como eu poderia resistir aquele sorriso?

_ Ótimo!!! Bom, tem uma coisa que eu preciso te explicar. — Ele se sentou no murinho da fonte e eu depois de uns 5 minutos, me sentei ao seu lado.

_ Não te expliquei direito sobre seu poder. Escute Sara, não é toda criatura que você poderá controlar, entende? São aquelas que podem ainda ser influenciadas por você e sua misteriosa força. — Ele me olhou com...hum, seria admiração? Não sei, mas aqueles olhos eram tão perfeitos;

_ Como assim?

_ Por exemplo, filhos de humanos com demônios, filhos de anjos com demônios, tem seu lado ruim e bom, com esse seu poder, você poderá ajudá-los a vir para o lado do bem. Entendeu? E até alguns demônios bem jovens, dependendo de quanta maldade exista neles, podem começar a te ouvir e ficar ao seu lado.

_ Até demônios? — Eu estava confusa, e bom, um pouco assustada.

_ Sim, mas nem todos. Olhe, aquela Herin por exemplo, é uma criança, ela gosta de brincar com humanos, anjos e até demônios como ela. Se ela continuar assim, irá virar um demônio que só tem maldade, como todos. Mas, se alguém começar a indicar um caminho pra ela, talvez, ela tenha uma chance de mudar um pouco.

_ Isso parece interessante, mas como você pode ter tanta certeza de que eu vou conseguir despertar esse poder, e fazer tudo isso?

_ Eu já disse, você é especial Sara. — Ele sorriu e acariciou meu rosto me fazendo corar.

_ E além disso, seu professor é um anjo.

_ Convencido! — Ai meu Deus! Será que ele não podia parar de fazer meu coração acelerar daquele jeito? Assim, eu ia acabar tendo um ataque cardíaco. Mas ninguém pode me culpar por isso, o sorriso de Nathan era uma das coisas mais lindas que eu já tinha visto.

_ Po...po...posso ver suas asas de novo? — Eu odiava quando acontecia isso, aquela criatura perfeita ao meu lado, e eu gaguejando feito uma boba?

_ Claro! Afinal, você nem deve ter visto direito. — Ele riu e se levantou. Eu me coloquei de pé também, e vi suas asas aparecerem como que por mágica.

_ Ah, claro, esqueci de dizer, o Ivan também tem asas sabia? — Ele disse sorrindo.

_ Como sempre, ele não me contou isso. — Eu reclamei irritada de novo.

_ Ah, o Ivan é bem reservado. Além disso, acho que é a Sam que vai ver as asas dele pela primeira vez. — Nathan deu um sorriso misterioso, que eu não conhecia. E que pra variá, fez aquelas borboletas no meu estômago voltarem.

_ Ei, isso faz cócegas! — Ele disse rindo quando eu acariciei o começo de suas asas.

_ Ah! Desculpe. — Eu disse corando, mas ainda, acariciando as asas dele. Eram tão macias, pareciam ser frágeis e ao mesmo tempo, bem resistentes.

_ Tudo bem, foi só no primeiro contato e.... — Eu o olhei, e sua expressão era confusa e surpresa. Não entendi no começo, mas depois percebi que quando me aproximei para tocar as asas dele, a distância de nossos corpos havia acabado.

_ Hãn, Sara, eu...

Eu estava hipnotizada com os olhos dele, que estavam com um brilho diferente. E não sei de onde veio a coragem, mas estiquei a mão, e toquei seu rosto.

A pele de Nathan era tão macia, e senti que ele corava, um pouco assustado com nossa proximidade.

Ele não conseguia dizer nada, e eu, muito menos. Nathan me olhou por um momento, e derrepente nossos lábios se tocaram. Meu coração agora parecia que estava dando cambalhotas e que a qualquer momento, ia saltar para fora do meu peito.

Mas eu não me importava com isso, na verdade, não me importava com nada. Nossos lábios no começo, apenas se tocavam, mas depois o beijo se tornou mais profundo. Mesmo assim, Nathan nunca perdia aquela doçura no olhar.

Sinceramente, o mundo podia acabar naquele momento, que eu não ia ligar. Mas derrepente, Nathan congelou, e se afastou.

Sua expressão era agora confusa, e ele balançava a cabeça como se estivesse tentando recuperar algum pensamento perdido.

_ Nathan, eu...

_ Sara! Acho que, bom, ah!!! Melhor eu te levar de volta.

Eu ainda estava surpresa com a reação dele, quando ele me pegou no colo e levantou vôo.

Enquanto voava nos braços de Nathan, eu só conseguia pensar naquele nosso momento, mas achei estranho que ele permanecia calado desde quando havíamos saído do jardim.

Quando chegamos na minha casa, estávamos entrando, quando Sam chegou com...hãn...seilá quem!

Nathan olhou surpreso para o garoto que sinceramente, me parecia bem familiar, e sua energia também, não me era estranha. Sam derrepente ficou tensa e saiu com o garoto.

Nathan riu, e Gabrielle apareceu bem ao nosso lado.

_ Arrá! Achei vocês, desculpe interromper os pombinhos, mas, Nathan, temos uma missão. Ieratel mandou eu vir te buscar. — Ela riu animada para mim, e me deu um abraço, antes de sair voando.

_ Melhor eu ir agora. Bem, logo voltarei Sara, e, hãn, se cuide. — Nathan apenas me tocou de leve no rosto, e se foi atrás de Gabrielle.

Fiquei parada com cara de boba, e resolvi ir para meu quarto.

Pelo menos lá, eu poderia pensar melhor, naquele dia tão mágico e ao mesmo tempo confuso.

Notas finais
Eaí pessoinhas,Espero que tenham gostado, rsLogo a Mou virá com um novo capítulo para vocês!!Reviews serão sempre bem vindos, e nos vemos no capítulo 20, :)Beijinhos;