Zombie AU

10 Xeque-matte


Rapunzel Corona

Eles conseguiram entrar, estávamos fazendo uma barrigada numa parte do Shopping. Para conseguir encher o helicóptero de suprimentos. Jack e Merida acharam um hotel no norte de Ohio, vazio. E eles já mataram os cabeças mortas de lá.

Eu estava prendendo Flecha, Jamie e Vanelope no helicóptero. Fariamos caber todos e tudo. Não era tão pequeno, nem tão grande. Jack chegou correndo.

— Já está tudo aqui? — ele perguntou depositando algumas armas que estavam a mais na mão dele.


— Sim, já coloquei as crianças. Cade os outros?

— Estão chegando – Hiccup subiu com Merida.

Ela entrou no helicóptero por que seria co-piloto de Jack. Hic foi e Jack ia mas, eu segurei-o.

— Volte inteiro, Frost – Ele sorriu e me beijou. Virei-me Merida me encarando — Sem comentários. — Ri terminando de prender as caixas com suprimentos e vendo Merida guardar as armas que Jack tinha deixado. No momento que ela se sentou no co-piloto, vi Peter e Alice chegarem correndo. Logo depois Violeta e Wilbur. — Oque foi?

— A barrigada está quase no chão, temos que ir agora! — Peter gritou. Alice entrou e se sentou colocando o sinto, logo depois Peter – Começa a ligar isso, Merida. — Merida fez isso, e perguntou de Jack, Peter não respondeu. Vamos Jack. Eu não entraria sem ele. Wilbur ajudou Violeta a apertar o cinto e se sentou. Vamos Jack. — Rapunzel entra! — Peter gritou e eu fingi não escutar. Vamos Jack.

Jack chegou e me puxou, me fez sentar enquanto eu perguntava de Cassandra. Ele pediu para Peter me deixar quieta e eu perguntei de novo de Cassandra. Jack se sentou no lugar do piloto.

Elena e Beto entraram no telhado, Elena corria segurando Zezé. Ela entregou Zezé para Violeta.

— Escutem aqui – Ela apontava para os dois – vocês não vão brigar. Vão cuidar um do outro. Vão cuidar do Zezé, estão me entendendo? — Flecha começou a chorar desesperado. — EU amo tanto vocês e vocês vão ter uma chance. — Ela abraçou os dois. — Amo vocês demais. — Ela olhou para todos nós como se despedisse. — Cuidem dos meus filhos. — Violeta chorava enquanto prendia Zezé. Elena saiu e Beto entrou.

— Vocês são fortes. Tudo que eu ensinei para vocês, vão executar pelo bem da família – Começaram a bater forte na porta. Elena gritou Beto. Ele checo o sinto de cada um e sorriu para seus filhos. Abraçou eles. — Amo vocês. — Ele desceu e Flecha começou a grita-lo. Ele fechou a porta do helicóptero e eu vi uma horda forte de cabeças mortas entrar no telhado e eles começarem a atirar. Se eles não tivessem ficado para mata-los, nós não teríamos conseguido.

Chegamos no hotel acabados. Peter e Jack foram na frente checando o perímetro. Todos saíram do helicóptero esperando os meninos falarem que está seguro. Vi Jack voltar falando para descermos com algumas coisas.

— Você está bem? — Ele perguntou.

— Estou mais ou menos. Não é fácil ficar sempre perdendo gente. — Ele sorriu, me deu um beijo na testa e me abraçou. — Hotel Xeque Mate – li as letras grandes que ocupava um pouco do telhado. — Tem energia?

— Não sei, Hiccup vai checar para gente. Lugares como este a energia dura bastante tempo. — Pegamos algumas bolsas e fomos abraçados para dentro.

Não era ruim, na verdade era ótimo: Tinha uma cozinha grande, vários banheiros e quartos né. E mais lá em baixo uma recepção que tentamos evitar ir para não chamar atenção de cabeças morta ou vivas.

Já tinha se passado uns meses que estávamos ali, e limpamos um perimétrico bom em volta do Hotel. Assim podermos sair e sempre procurar alimentos e coisas úteis. Atrás do Hotel plantei alguns legumes, que serviam muito bem. Cada noite Zezé dormia com um, para Violeta não ter a responsabilidade toda. Esta noite ele estava comigo e eu acabei de dar uma vitamina de maça para ele e fazia-o cochilar no meu colo.

Jack entrou no meu quarto.Ele se sentou na cama e eu sorri para ele, balançando Zezé e cantarolando.

— Essa música. Você cantarolou ela quando penteava o cabelo, aquele dia depois do chuveiro. — Sorri.

— Minha mãe cantava para eu dormir... Traz de volta já, o que uma vez foi meu. Uma vez foi meu. — Terminei de cantar e coloquei ele na cama.

— Fico pensando se não tivesse acontecido o aborto. — me assustei com o que ele disse e acaricie seus cabelos para reconforta-lo.

— Não sei se fico contente ou não, por ter acontecido. Afinal, criar criança nesse mundo não é muito bom. — sentei no colo dele. — Mas, estaria feliz. Por que seria contigo. — Ele sorriu e me beijou, então alguém bate na porta e entra. E saio de cima de Jack.

— Eu sabia que se o albino não tava no quarto, tava aqui. — Ela brincou e percebi que Jamie estava com ela – vocês nem trancam a porta, que feio.

— Não tava acontecendo nada demais, ô fogareu – Jack respondeu – O que foi?

— Jamie quer dormir com você – Ela deu um empurranzinho em nele e ele correu para abraçar Jack e eu mexi no cabelo dele. Jamie tinha se apegado muito a Jack, e parecia que Jack também a ele. Sempre tava ensinando algo ao garoto. Merida sorriu e fechou a porta – não fazem nada eim, tem criança ai. — Jack riu olhando parar mim.

— Eu tava pensando – ele pegou na minha mão – da gente começar a dormir juntos.

— Sabe que o Zezé vai dormir aqui também né?

— A gente coloca eles no meio. — Eu estava feliz, e amava Jack. Então, não pude negar esse pedido.


Acho que estava bem cansada, por que acordei mais tarde que o normal. Só tinha eu na cama, então joguei um pouco de água no rosto e sai no corredor, dando de cara com Flecha correndo. Mandei ele não correr, e depois vi Vanelope correndo atrás dele; eles estão aprontando. Fui para cozinha e Alice e Merida faziam sopa cantando Surrender, uma música famosa nos anos 80 ou 90, não sei dizer o certo.

Perguntei sobre os meninos e elas disseram que Violeta e Wilbur cuidavam das crianças, já o resto saiu para caçar. Eu perguntei se elas queriam ajuda e elas não precisavam. Então eu fui molhar os vegetais e quando terminei os meninos tinham voltado. Peter estava com um arranhão meio feio então levei ele para nossa enfermaria improvisada.

— AI Rapunzel

— Para de reclamar, tenho que limpar o machucado.

— Já sei o que você era – não respondi – Enfermeira. — Filho da mãe, acertou.

— Como descobriu?

— Achei que você sabia das coisas no hospital por causa da sua mãe, mas não. Juntei suas dicas e o jeito que cuidou de Hiccup ai tava tentando conseguir mais dicas, mas só pelo jeito que você sabe limpar os machucados eu descobri

— Alice também sabe limpar

— Tem uma diferença grande, você é mais seila, como uma enfermeira mesmo. Ela só sabe improvisar. — respondi em murmuro e ele parecia pensar em algo. — Queria um conselho Rapunzel.

— Fala, é sobre a Alice né?

— Como você sabe?

— Vejo como você olha para ela – sorriu vendo a ironia, porque eu olho assim para Jack. — Da para saber que você gosta dela.

— Só não da para saber que ela gosta de mim. — Eu parei no meio da sutura e olhei para ele.

— Tá de brincadeira né. Ela olha do mesmo jeito para você. Ela gosta de você, só é muito durona para dizer. E eu pensando que Merida era durona demais, mas Alice supera. — Peter me olhou engraçado e eu voltei para sutura.

— Acha que ela gosta de mim? Tipo como Jack gosta de você?

— Como o Jack eu não sei, mas sei que ela gosta de você, e muito. Nesse mundo não temos muitas chances de ter alguém verdadeiro com a gente então temos que agarrar assim que consegue.

— Por que acha que não é igual Jack?

— Jack tem seu jeito de demonstrar amor, e ela tem o dela. E vocês dois terão. Então, já que eu terminei, vai atrás dela, diz o que sente – Ele saiu correndo agradecendo e Jack apareceu.

— Enfermeira é?

— Piloto?

— É meu modo de deixar qualquer uma nas alturas – ele falou lembrando sua primeira dica. E me abraçando. — Qual é meu jeito de demonstrar amor? — Ele ouviu tudo mesmo.

— Me pedindo para dormir contigo por exemplo. — Amava o cabelo dele, principalmente porque eu cortei. Ele fechou os olhos sentindo minha mão eu não parava de sorri, ele me pegou no colo e me beijou.Nós transamos.