Zero - Por Trás Da Máscara

20 Capítulo 20: A borboleta amarela


Notas iniciais
Gomem, gente, so demorei porque meu computador queimou
leiam ou.............NÃO VIVA Ò_Ó

O sol despencava por trás das montanhas. Zero estava apreensivo, sedento por luta. Ele golpeava o ar com Grandark, rindo.
— Finalmente... – o garoto encaixou a espada nas suas costas – está preparada, Grandark?
“Como nunca antes. Espero poder trocar golpes com Eclipse novamente.”
— Ambos esperamos.
— Se preparem! – Elesis entrou na clareira.
Estavam preparados. Há muito tempo. Elesis chamou-os, acenando, e saiu. Todos a seguiram. Caminharam, até chegar bem perto. Ronan quebrou o silêncio.
— Lire. – cochichou.
A elfa preparou uma flecha no arco, fechou um dos olhos, e levantou, posicionando-se.
— Droga. São dois alvos.
— Multiplique as flechas, como fez na muralha, então. – Zero opinou.
— Estão distantes.
— Que pena – Sieghart desembainhou a lâmina – vamos ter de chamar um pouco de atenção. Faça.
A garota largou a corda, e Zero viu o asmodian tombando, com uma flecha perfeitamente cravada entre os olhos. Zero saiu do esconderijo, seguido do resto. O outro guarda gritou. As tendas abriram, cuspindo milhares de guerreiros, olhando assustados. Então um apontou.

Hora de brincar! – gritou Sieghart, rindo.
Zero acompanhou. Retirou a Grandark, que ria, se deliciando com o momento. O primeiro foi um homem baixo, mas forte. Ele golpeou com o porrete, Zero simplesmente desviou, pulou para o lado, e girou Grandark. O barulho da carne o fez querer mais. Ele correu, prosseguindo a batalha. Guerreiro após guerreiro, ele chegava mais perto da grande tenda, que finalizava o pátio. Abaixou-se, golpeou e rolou. Agora, o caminho estava vazio. Dio também saiu da algazarra, mas voltou. Zero correu para a tenda, rasgando a entrada. Vazia. Ele não a deixou, andou, sempre alerta.
— Duel! Onde está, seu fraco? – Zero gritava, rindo.
Ele virou a mesa.
— Onde está você?!
“Zero! Cuidado!”

O garoto se virou. A dor era imensurável. Ele sentia o aço em suas entranhas. Caiu de joelhos, contemplando o rosto de Duel.
— Você é fraco, moleque.
O homem puxou a arma. Ele caiu, olhando o homem sair da tenda.
“Zero? Zero!”
— Grandark... – O garoto fechou os olhos.

-

— Ifrin? Oh, Ifrin! – sua mãe abriu um sorriso – Você me assustou, menino! Saia daí.
Zero voltara a ser pequeno, voltara a ser Ifrin. Ele saiu debaixo da cama.
— O que houve? – disse Arya.
O menininho apontou para a criatura que entrara no seu quarto.
— Oh, é uma borboleta – a mulher estendeu a mão, e pegou-a – não vai te machucar.
— Não? – ele secava os olhos.
— Olhe bem Ifrin, a borboleta é como a calma. Quanto mais você a rejeita, mais ela se esquiva. Mas se você voltar sua atenção para suas reais vontades, ela virá pousar em sua mão.
— Borboleta. – o garoto estendeu a mão, e o delicado inseto pousou lentamente em sua mão.

-

“Zero, acorde.”

Ele abriu os olhos. Estava sentado num campo, em frente à um homem, de, aproximadamente, vinte anos.
— Quem é você?
— Quem sou eu, Zero?
Ele reconheceu a voz que sempre ressoava em sua mente.
— Grandark?! Como você está...
— Assim? Esta é minha alma, Zero.
— Estou morto?
— Praticamente, sim.
Ele olhou para si mesmo. Estava com uma túnica, e num lugar onde nunca fora.
— Onde estou?
— Dentro de sua mente. Onde eu sempre fico. Duel ainda está vivo, e você falhou.
— Quero voltar.
— É o que você realmente quer?
— Sim.
— Você não deve falhar. Prenda-se à sua lembrança, a mais forte.
— Obrigado, Grandark. – Zero lembrou-se de sua mãe, e da borboleta amarela.
— De nada, garoto.
Zero fechou os olhos.
O vento golpeou seu rosto, e ele abriu os olhos. Levantou-se. O ferimento estava curado. A presença de Grandark foi sentida ao seu lado. Ele segurou-a. Olhou para fora da tenda e viu Duel, assistindo a batalha.
— Duel!
O homem se virou.
— Você não morre?
— Não morrerei.
— Você é fraco, e sabe disto.
— Me prove. – a aura de Zero não continha-se dentro de seu corpo, emanou, criando ondas esverdeadas, que se agitavam frenéticas.
Duel riu. Eclipse apareceu em sua mão. Zero correu, e pulou. O inimigo parou, e levantou a espada, bloqueando o golpe. Grandark foi abaixada em um golpe, e as espadas se encostaram.

Notas finais
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