You came back

16 Décima Sexta Parte


Notas iniciais
Muitas coisas acontecendo, nossa série com altos riscos de cancelamento e algumas coisas mais me fizeram ficar um pouco desanimada, mas essa história mora no melhor lugar do meu coração, eu nunca vou abandoná-la, só precisei de foco e uma nova inspiração e... vamos em frente! O capítulo está LINDO! Vocês sabem, eu raramente digo isso, mas dessa vez... eu estou apaixonada, tirando as partes que claro, sei que vocês não vão gostar. Hoje, eu queria dedicar esse capítulo à todos que leem a fic, comentam e já favoritaram, mas também queria agradecer imensamente à Rita, que me fez ter vontade de escrever quando solicitou por intermédio de uma pessoa muito especial, capítulos novos. Rita Mota, este capítulo é pra você. Boa leitura amores e desculpa novamente. PS.: Tá grandeeee! PS2.: Poderão ser encontrados erros, me avisem nos comentários. Eu só passei os olhos, desculpem.

Depois de ter desligado o telefone na cara de Castle, eu não poderia fazer menos do que me afastar. Ele devia estar me odiando. Droga! Droga! Droga! Eu novamente tomei uma atitude precipitada. Como sempre, não é Kate. Eu preciso dele, afinal. Precisamos resolver alguns impasses juntos. Depois de me culpabilizar, só consegui me perguntar como Castle conseguiu o meu telefone e bem, não era muito difícil de adivinhar. Lanie! Claro! Só podia ter sido ela a ter passado o meu número de telefone ao Castle. A Lanie foi a única que lutou por mim desde que tudo aconteceu, ela mais do que ninguém queria me ver bem e com a minha filha de volta. Quando ela sumiu, nós nos desesperamos, mas ela nunca deixou de cuidar de mim. Cuidar para que ao menos a minha sanidade se mantivesse intacta.

Lanie, também acompanhou Castle. Quando nos separamos e ele sumiu do mapa, Lanie o encontrou, ao que parece, mesmo tomando milhões de comprimidos, ele estava se acabando em bebida no Grammys. Ela acompanhou os dois lados e assim como ela insistia que eu voltasse lá e pedisse perdão, ela insistia que perdão era tudo que eu precisava ter pedido — no entanto foi a única coisa que eu não fiz. Bem, foi ela que passou meu telefone para o Castle.

Passei aquela noite em claro, juntando pistas sobre o paradeiro da minha filha, mas depois de quatro anos nada se encaixava muito bem. Acordei com uma dor de cabeça infernal, por sorte um amigo — ou mais que isso — estava na sala.

— Hei!

— Porque você não me acordou? – disse ao caminhar de encontro a ele e receber uma xícara de café em mãos.

— Você estava dormindo como uma pedra, então, pensei que talvez você tenha trabalhado em um caso, até tarde – ele não sabia sobre o meu lugar, aquele no qual estavam as pistas do caso de minha mãe. Aquele que agora estava ocupado quase que por inteiro, por questionamentos sobre Johanna. E bem, ele nem ficaria sabendo disso, mesmo.

— Obrigada – disse sem muito entusiasmo.

— Sempre – eu decididamente fiquei hipnotizada por aquela palavra, tanto que nem consegui prestar atenção nas palavras que vieram em seguida – Kate? – ele me questionou me chamando para cima.

— Você vai me desculpar, mas eu preciso sair.

— Tudo bem, onde nós vamos?

— Eu preciso sair. Sozinha Josh. – notei que estava sendo grossa com ele e por fim tentei me justificar – eu lembrei que os meninos estão sozinhos na delegacia hoje e eu não posso deixar aquele lugar por muito tempo. Você sabe. – droga, lá estava eu mentindo para ele novamente. Digo isso e parece que a nossa relação foi construída à base de verdades. E não foi. Ele sabia sobre Johanna e a minha história. Mas nunca soube – ou fingiu não saber – sobre eu ainda amar o pai da minha filha. Sobre o que eu possivelmente ainda sentia por Castle. Sentia?

— Tudo bem. Nos vemos mais tarde? Para o jantar? – ele afastou-se do encostar de lábios que nos uniu por uma fração de segundos.

— Boa noite – eu evitei respostas, mas ele sabia que aquilo era um sim.

Ele saiu e eu fechei a porta. Enquanto pensava no que estava fazendo, me torturava com as possibilidades dos meus atos.

— Alô?

— É... Castle – disse ainda estremecida por ter ouvido a voz dele – Eu te acordei? – definitivamente ele me descompensava.

— Não, a ferinha já está fazendo a festa por aqui.

Eu ri e voltei a concentrar-me nas palavras que viriam a seguir – Eu pensei sobre... e bem, seria ótimo estar aí. Eu digo – me envergonhei pelo que disse – tudo bem se eu for até aí?

— Claro! – ele me pareceu empolgado, o que incentivou o meu polegar enrolar-se nas pontas dos meus cabelos que ainda estavam desgrenhados. Céus! Eu parecia ter enfrentado uma guerra. – eu vou adorar – disse já se arrependendo – quero dizer, ela vai adorar – por incrível que pareça eu podia ver os lábios dele se curvarem em um sorriso e isso fez com que meu estômago embrulhasse. Alerta mental: Ele faz parte do passado!

— Bem, eu não gostaria de atrapalhar, então... – ele me interrompeu.

— O que você acha de almoçar conosco?

— Almoço?

— Então, acontece normalmente às 12h. É quando você senta à mesa e faz uma refeição, com arroz, legumes e algum tipo de carne. Você sabe como é, não sabe?

— Idiota! – E irresistível. Revirei os olhos, devido ao meu pensamento e também à brincadeira dele.

— E irresistível, confesse – e olha aquela ligação que nós tínhamos fazendo o caminho de volta.

— Tcha-au – o disse finalizando aquela brincadeira que se estivéssemos frente à frente, alguns anos atrás, eu bem sabia como iria terminar.

— Às 12h.

— Até.

— Às 12h – ele reafirmou.

— Bom dia, escritor! – DROGA NOVAMENTE! Acho que repetiria essa palavra – droga— pelas próximas duas horas. Eu tinha pensamentos que me faziam querer dizê-la constantemente.

***

— Eu abro, eu abro, eu abro – ela veio correndo e eu só ouvi alguns alertas vindos da cozinha dizendo: Johanna, não corra você vai se machucar e bem, eu não estava preparada para isso. Foram alguns minutos de êxtase, uns pensamentos bestas e diria que alguns até tristes e por fim o transe foi quebrado por aqueles bracinhos envolvendo o meu pescoço. A pequena vestia uma roupa leve e confortável, azul. Um azul tão claro que refletia os seus olhos.

— Hei! – como evitar a risada frouxa que insistiu em soar livremente pelo loft? Como?

— Kate, Kate, Kate, você está aqui! – Ela falava tão rápido que eu podia jurar que ela tinha herdado isso do Castle.

— Você trouxe? – disse Castle ao se aproximar de nós. Ele estava charmoso e bem composto. Em sinal à pergunta dele, eu apenas acenei positivamente.

— Vem Kate, eu quero que você conheça o Bubble— ela pausou e eu a acompanhei – mas espera – cruzou os braços e não me dando chance de falar, prosseguiu com seu pequeno e inofensivo pensamento – você já conhece o Bubble. Que cabeça a minha. – Ela disse levando a mão até a testa em sinal de esquecimento – Como eu sou esquecida – ela riu evidenciando aqueles olhos azuis que mais pareciam duas bolinhas de gude.

— Abelhinha, eu acho que a Kate também quer falar.

— Castle! – alertei-o – Está tudo bem – acenei e pisquei para ela. Nós já nos entendíamos. Como se nos conhecêssemos há anos.

— Já que sou voto vencido por aqui, acho melhor eu ir preparar o almoço.

Ergui a cabeça encontrando-o em um olhar cumplice – Você precisa de ajuda?

— Não, está tudo bem. Fiquem aí vocês duas e esse cachorro insu... – ele corrigiu-se ao ver a minha cara feia – esse cachorro incrível.

Finalmente nós dois rimos juntos. E Johanna sem entender nada me puxou do chão em que eu havia me abancado, me convidando para conhecer a sua casa. Mal sabia ela que aquilo tudo era extremamente familiar para mim.

— Eu vou deixar vocês.

— Está certo.

Andamos por cada canto do loft, e eu pude notar que conhecia cada pedacinho daquele lugar. Menos o quarto dela, que claro, era incrível. Era a cara deles e tinha o cheiro dele aliado a um cheiro de cerejas, era dela. O quarto era azul, para a minha surpresa. Tinha estrelas no teto. Estrelas por todos os cantos. Não precisava andar muito para saber que ela amava aquele lugar. Ela gostava da Ariel e das tipicidades da infância, como Nemo, Toy Story, Pooh, Alice no país das maravilhas e do Pequeno Príncipe, era tudo notável, pois a mesinha onde estavam os desenhos dela, era amontoada pelos personagens e por legos. Aliás, brinquedos não faltavam. Havia uma barraca em um canto e umas lâmpadas que mais pareciam lampiões, eles remetiam a um céu. Era como eu me sentia ao lado deles. Dela e de Castle. No céu. Aquele lugar só confirmava o que eu já sentia, eu realmente estava nas alturas.

— Eu amo azul – ela disse segurando a minha mão – Estrelas e constelações também.

— E livros – não pude deixar de reparar no vasto arsenal de uma garotinha de quase cinco anos. Como fez com Alexis, Castle a alfabetizou em casa. Não precisava de muito para fazê-la entender. Ela era sagaz. Esperta demais.

— Sim! – Ela disse e fez ecoar ao dobrar a quantidade de vogais na monossilábica palavra.

— E o que significam essas cores? – os livros eram separados por cores. Ela era incrível.

— Os azuis são os meus preferidos – claro que seriam – os amarelos são os que o papai lê antes que eu durma e os rosas são os dispen... dispensados.

— Dispensáveis – a corrigi e ela riu balançando a cabeça e sacudindo seus longos fios.

— Eu e o papai dormimos aqui quando eu estou com medo. Ele disse que nada de mal pode acontecer quando eu estiver aqui dentro. Quando eu tenho medo é aqui que eu fico. Vem Kate! – E assim eu adentrei o espaço deles e também a única peça rosa naquele quarto. Aquilo era tão... Castle. Era tão encantador. Deitamos, eu e ela e, eu revivi alguns momentos, nem tão agradáveis. Mas agora era diferente, havia uma garotinha linda em minha frente, me pedindo apenas por um pouco de carinho e bem, eu jamais negaria isso para uma criança. Sei bem como é imaginar a minha filha precisando disso e não encontrando.

Sentamos na sala, local onde arremessei com cuidado a caixa de brinquedos que ela me solicitou que carregasse até lá. Era pesada. Castle a mimava tanto ou mais do que fez com Alexis.

— Abelhinha, não incomode a Kate – ele a alertou e meu coração gelou.

— Que isso Castle... você me incomoda... – eu e Johanna rimos tanto que conseguimos o deixar irritado.

— Vocês só estão esquecendo que eu estou em posse da comida, por aqui – ele riu e eu entrei no jogo.

— Ah, que isso, você não vai nos deixar passar fome, não é Jo? Ele não teria coragem.

— Não mesmo, eu sou uma criança e preciso comer pra crescer forte e saudável – ela era inteligente e eu ficava orgulhosa por estar tendo a oportunidade de conviver ao menos um pouquinho com ela – eu acho que você merece um ataque de cosquinhas – ela riu e saiu correndo até o pai, eu definitivamente não poderia fazê-lo, mas eles estavam lá, o Castle apenas se defendia e ela o atacava com suas minúsculas mãozinhas, o arrancando gargalhadas. Eu? Eu os olhava atentamente, sorrindo como uma boba – Papai, eu acho que a Kate está merecendo um.... ataque de cócegas – ela saiu puxando ele e eu só me dei conta do que estava acontecendo quando Johanna me atacou e puxou o pai para cima de nós.

Não sabia bem o que dizer, na verdade não havia o que dizer. Era me entregar e curtir o momento com eles. Com o homem da minha vida e com uma garotinha linda e esperta que poderia ser nossa filha. Éramos uma família perfeita, com o, porém de que não éramos uma família.

Foi constrangedor quando em meio à guerra de cócegas, Johanna puxou Castle e ele acabou caindo sobre o meu corpo. Foi assustador, mas meu estômago só conseguiu revirar. Aquelas malditas borboletas de quando eu tinha 15 anos e ficava esperando o garoto passar em frente a minha janela. Castle ergueu-se sem graça, tocando mais partes de mim do que eram necessárias.

— Jo... você precisa tomar cuidado – ele disse ainda não desgrudando os olhos dos meus.

— Desculpa papai. Desculpa Kate.

— Está tudo certo, garotinha. Vem cá! – ela me abraçou com força e o pai dela? Bem, o pai dela só sabia me encarar por sobre o ombro da menina. Nós estávamos certamente em uma situação perigosa. Bastava saber se estaríamos dispostos a encarar o perigo.

— Eu acho que... – pausei e desviei o olhar – eu preciso ir.

— Espera! A gente nem almoçou ainda.

— É Kate, o papai fez o seu preferido – notei o constrangimento de Castle. Depois de anos, ele ainda sabia dos meus gostos. Não me surpreendia. Ele era realmente incrível. Ele é.

— Eu tenho trabalho à fazer – fui um tanto quanto dura.

— Você veio para almoçar conosco Beckett... – eu senti uma pitada de mágoa naquela frase e rapidamente Johanna já estava grudada em minhas pernas – tudo bem abelhinha, deixe a Kate ir.

Sério? Sério Kate? Você vai largar essas pessoas aqui sozinhas? Tudo porque você não sabe se controlar? É isso mesmo? Droga! Olha a palavra aí novamente.

— Kate, é só uma vez. Não deixa a gente aqui sozinhos – ela dizia manhosa e Castle engoliu aquilo à seco. Eu já nem sabia o que pensar.

— Vem cá! – Eu sentei no chão, e a puxei para o meio das minhas pernas, a abracei por trás e tirei o distintivo do bolso – esse é o meu – entreguei nas mãos dela. O artefato tomava conta das duas palmas, era fofo. Ela contornou todo o objeto com os dedinhos e me entregou. Estava decepcionada. – hei, o que foi?

— Você vai embora – eu realmente havia a decepcionado. E eu sou uma burra. Uma tola completa.

Iniciei uma trança em seus cabelos e quando cheguei ao final respondi a afirmação dela, como se tivesse ouvido uma pergunta – vamos almoçar? – aguardei a reação dela e olhei para Castle. Ele parecia um pouco orgulhoso do meu ato e me incentivando a continuar. Então eu sorri e ele retribuiu. Johanna me abraçou e eu notei o quanto aquilo poderia ser bom para nós.

Sentamos a mesa e ela quis ficar no meu colo. Ela quis ficar comigo o tempo todo. Era como se seu corpo quisesse aderir-se ao meu. Céus, Gina não era um bom exemplo, mesmo. Como Castle pretendia criar uma menina tão sensível – e durona – com ela? Estando com a Gina? – o almoço foi de entrega, mas também de trocas de olhares. Por fim, as coisas ficaram calmas e nós conseguimos curtir os poucos momentos que nos restaram.

Que tarde incrível, que pessoas maravilhosas. Não custou muito para Johanna e eu nos tornarmos amigas e bem, a novidade foi essa, ela tinha o nome da nossa filha e eu? Eu fiquei incrivelmente convicta do quanto eu precisava de tudo aquilo.

Depois do almoço, eu entreguei o meu presente à menina e ela disse que não o comeria. Era um distintivo de chocolate, aquele era dela. Com numeração e tudo. Que eu não preciso dizer, ela amou.

— Você quer?

— Obrigada – disse segurando a taça de vinho que ele me entregou.

— Ela parece um anjinho.

— Ela é um anjnho, Castle – disse acariciando os cabelos dela.

— Você não convive com o anjinho há quase cinco anos – palavras fatídicas – desculpa – ele notou.

— Não foi nada.

— Quando eu a vejo assim, dormindo tranquilamente, todo sacrifício é recompensado.

— Eu sei como é.

— Você, você...

— Filhos? Não Castle. Quer dizer... bem, você sabe.

— É, eu sei.

Poucas palavras, muitas verdades e uma maratona de nébula 9 que se iniciou há poucos minutos.

— Quaaaaaaaaaal é Castle – nós rimos quando notamos que poderíamos acordar a Johanna, que ainda dormia em meu colo.

— Ainda não aceitei esses episódios especiais. Firefly deveria voltar para episódios especiais, nébula 9, não.

— Ah, mas você é muito injusto – disse fazendo bico e rindo da cara emburrada dele.

— Mas como você se sente com essa nova tenente Cloe? – ele me questionou sério, como se realmente estivesse prestando atenção em algo.

— Eu já te disse. Tudo está na força da tenente Cloe e na história dela. A história que fez sentido para mim e um momento preciso da minha vida. Você sabe, não importa se mudou a atriz.

— Detetive Beckett, você é uma caixinha de surpresas.

— Bobo – A boba por ali era eu. Sério, eu sorria como uma besta total.

— Eu vou colocar ela na cama – ele fazia menção à filha.

— Espera! Que horas são? – Droga, droga, droga! O jantar! O Josh! Eu sabia que essa palavra se repetiria, só errei na duração dessa coisa.

— 19h.

— Eu preciso ir! – Peguei minha bolsa e ajudei Castle com Johanna.

— Está cedo – ele disse com Johanna deitada em seu ombro. Definitivamente a cena mais encantadora que eu poderia presenciar.

— Eu preciso mesmo... – respirei fundo acariciando os cabelos da menina e depositando um beijo na bochecha dela. O Castle pareceu entender que a minha falta de justificativa para a repentina saída, tinha motivo. Ele entendeu tudo.

— Bom encontro.

— É só um jantar – Droga. Olha ela aí de novo. Porque eu estava me justificando para Castle?

— Tudo bem – Era isso mesmo? Ele virou as costas e me indicou a saída.

— Castle? – ele cedeu e inclinou-se para me ver a partir da escadaria.

— Até amanhã? – Quem é você e porque sequestrou meu próprio corpo? Como assim até amanhã? Como assim essas borboletas cretinas estão invadindo.

— Boa noite – as coisas mudaram e eu estava claramente em um lado nada agradável para se estar.

***

— Eu estava pensando, você não gostaria de vir para o aniversário da Johanna? – as ligações surpresas no meio da noite, ou nas manhãs chuvosas. Durante o café da manhã, o almoço e o jantar.

— Na verdade eu adoraria.

— Você pode trazer o Josh, se quiser – Ele não podia estar falando sério. Depois de dias de encontros, lanches no final da tarde, idas à sorveteria, depois de tardes na livraria, ajudando Johanna com os deveres – ela agora estava prestes a completar 5 anos e Castle decidiu que ela estaria ocupada por meio turno. Na escolinha. -, depois de tardes de leitura, idas ao dentista, eu, ele e a filha dele. Depois de nós. Inferno! Como eu esperava que seria? Vocês não são uma família Kate. Ele tem a Gina e você tem o Josh.

— Claro! Se ele não estiver trabalhando nós iremos juntos, sim – me limitei em dizer isso – Tchau Castle.

— Espera, Kate... amanhã na biblioteca?

— Eu não sei Castle. Combinei de ir ao cinema com o Josh – Cinema com o Josh? Não existe desculpa melhor, não, Kate?

— Claro! Nós vamos entender!

— Boa noite – ou nada boa.

Notas finais
Comentem, continuem divulgando e principalmente, favoritem! Vai me me deixar imensamente feliz! Obrigada por tudo!