You My Heaven On Earth
2 02. Prazer Justin Jaxon Biebber
Notas iniciais
P.O.V Romana
Desliguei o telefone voltando a atenção nas dores do meu corpo, Joaquim é psicopata, como pude me envolver com uma pessoa como ele, a primeira vez tudo bem, eu achei que fosse saudade e que ele não conseguia ficar longe, então não o denunciei, mas agora ate me cortar ele me cortou esse filho da mãe. Me levantei com pressa e raiva, coloquei apenas um roupão e me joguei na cama, lentamente fui fechando meus olhos, ate conseguir o sossego do meu sono.
[...]
Abri meus olhos sentindo o vento e o cheiro de noite exalar no meu quarto, eu sei que é tosco, mas sempre achei que a noite o ar tem um cheiro diferente do que o ar do dia, coisa de Romana, me levantei analisando a casa com todas as janelas ainda abertas mas trancadas com a grade, fui passando e as fechando, me guiei ate a cozinha, pegando uma pera e comendo, eu estava com fome, mas de jeito nenhum iria sair ou muito menos ir para o fogão.
Terminei e subi novamente ate meu quarto, eu ainda estava cansada, dolorida e com sono, olhei no relógio sofisticado em cima do meu criado mudo, marcavam 23:34, fui ate meu closet e vesti uma camisola de setin preta, e voltei capotando na cama, sabendo que amanha teria que acordar cedo e encarar um advogado ¬¬.
[...]
Me acordei com um bip do meu celular, todos os dias a Caitlin mandava uma mensagem, eu pedia pra ela mandar, para eu não perder a hora.
“ Bom dia chefe “ – eu definitivamente gostava dessa menina.
Me levantei e senti ainda de leve as dores, fui ate a cozinha e na farmacinha que avia na terceira gaveta do balcão, peguei um remédio para todos os tipos de dor, estava com varias dores então, aquele servia, o engoli tomando água, e voltei para o meu quarto, indo ao closet e pegando uma roupa, para ir trabalhar, escolhi uma mais comprida, não era muito eu, pois gosto de roupas curtas e justa, mas eu tinha que tampar os roxos que predominavam o meu corpo.
Me troquei e fiz minha higiene, tranquei a casa e fui ate a garagem dando a partida na grande Range rouver, fui rumo a uma cafeteria, estava com fome, fui na Starbucks, pedi um capuchino e um misto quente, comi la mesmo, naquelas mesas em que ficam na rua um grande telhadinho de palha, despejei 50 reais a mesa e fui em borá, rumo ao escritório.
Cheguei rápido ate demais, entrei no grande prédio, fui rumo as escadas, tenho claustrofobia, pânico de lugares fechados sem janelas, para minha sorte trabalho no quarto andar, é em um edifício de 48 andares uma claustrofóbica trabalhar no quarto andar esta de ótimo tamanho.
Cheguei em frente a minha sala, e na mesa da secretaria, estava La Caitlin, sorrindo simpática, passei por ela e disse sem para de andar.
– Obrigada por me acordar – eu disse abrindo a porta do meu escritório, vi que ela ficou espantada, sorri com isso, meu escritório a parede era toda de vidro, dando uma linda paisagem para a grande praia de Bahamas, olhei aquele mar lindo, com ondas perfeitas se quebrando, minha cabeça cheia de problemas ficou leve, mas despertei rápido da que le leve transe, me sentei aquela linda cadeira de couro preta, em frente a uma mesa de vidro, com um computador de ultima geração e vários papei, canetas, blocos, fichas, currículos, relatórios e vários outros objetos, mas tudo devidamente organizados, graças a Caitlin. Ouvi duas batidas leves na minha grande porta moderna de madeira, marfim.
– Entre – disse e Caitlin entrou, já falando.
– Romana, eu liguei para um excelente advogado e ele ja esta ali fora, posso manda-lo entrar ¿ — ela disse com receio da minha resposta.
– AA, ok mande o entrar – eu disse e fiz cara de tédio, ela saiu e foi chama-lo, endireitei minha cara, ouvi uma batida um pouco mais forte na porta, e logo a maçaneta foi girada entrando aquele ser de outro mundo.
O que, que cabelo era aquele, e aqueles olhos, cor de ouro que brilhavam com a luz que reluzia da grande parede de vidro do escritório, e sua pele clara, com textura de pêssego, que pedia para ser tocada pelas minhas mãos, eu me levantei para o cumprimentar, ele sorriu de lado e olhou para o chão sem jeito, veio em minha direção, e pegou na minha mão despejando um beijo ali, ãn ele beijou minha mão.
– Prazer Justin Jaxon Biebber – ele disse olhando nos meus olhos e indo se sentar na cadeira em que ficava a frente da minha.
– Prazer Romana Felingh – eu disse já sentada, nossa eu senti uma atração por ele, que nunca tinha sentido por outro alguém, meus pensamentos foram cortados, pela voz rouca e sexy dele.
– Bom senhorita Felingh, o que uma empresaria muito bem sucedida, sem nenhuma queixa, quer com um advogado, que digamos, é um dos melhores – ele disse e nós rimos.
– Senhor Biebber, tão convencido ? — eu disse, ele me olhou de lado e disse.
– Como você sabe que não estou dizendo a verdade ¿ – ele disse com aquele olhar 38, posso dizer que eu Romana Felingh fiquei sem jeito.
– Bom primeiro, você terá que assinar essas cláusulas, de sigilo – eu disse mudando de assunto, ele riu com a minha reação.
– Ok – ele disse e assinou.
– Você não vai nem ler ? — perguntei com cara de tacho, ou melhor pasma.
– Não, pode ser tosco e imprudente, mas confio em você, sei que não terá nenhuma clausula me prejudicando – ele disse, e reprimiu seus olhos do jeito mais sexy possível.
– Ok, Bom é um seguinte – eu estava morta de vergonha, de falar aquilo, para um advogado mais do que lindo, e sensual, e sexy e simpático, aaa eu mato a Catlin por chamar um cara tão bom que nem ele, ele colocou sua cadeira para mais perto, se mostrando endereçado em me ouvir.
– Fui abusada, sexualmente, duas vezes, a primeira eu deixei passar, não tinha provas e achei que era uma coisa passageira, mas isso se repetiu ainda pior, e eu tenho provas, quero por ele atrás das grades. – disse de uma vez só e com os olhos fechados.
– Como você tem provas de um estupro ? — ele disse com a mesma expressão, e aquilo me assustou fazendo eu abrir os olhos e o encarar.
– A pessoa em que me abusou, foi uma pessoa em que já tive uma relação antes – eu disse incrédula.
– AA então foi estupro – ele disse debochado abrindo a sua pasta, me deu uma pontinha de raiva, odeio quando duvidam de mim.
– Bom acho que quando dopam alguém, e sabe a forçam fazer coisas que elas não querem, e a cortam e deixam roxos e fazem sexo a força, isso presumo ser estupro não senhor Bieber – disse rude, ele me olhou com expressão normal.
– Desculpe, Bom você quer denunciá-lo – eu o interrompi.
– Quero ele preso – eu disse ainda rude.
– Ok, mas do mesmo jeito, vamos ter que recolher as provas e, você terá que fazer algo que eu acho muito difícil – ele disse me olhando nos olhos.
– O que ?
– Exame de corpo de delito, e terá que fazer ainda hoje, não se pode passar 48 horas depois do ocorrido se não, não tem como provar um estupro . – gelei com aquelas palavras.
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