You My Heaven On Earth
3 03. Tadinha ta roxinha ainda bebe ?
Notas iniciais
- Mas como assim agora ? — perguntei com os olhos arregalados.
- É, vamos ?- ele disse se alevantando, senti um arrepio na espinha, me dando um choque para a realidade, me levantei com dificuldade, pois estava aflita com aquilo, fui ate a sua frente e ele veio atrás de mim, passei por a Caitlin de cabeça baixa, melhor passei por todos de cabeça baixa, estava definitivamente assustada.
Ele foi comigo ate meu carro, mas me interrompeu quando fui abrir a porta.
- Vai ser melhor se você for comigo – ele disse colocando sua mão sobre a minha, que estava na maçaneta do carro, eu olhei para aquela mão com pele aveludada, e corri meus olhos para os seus olhos cor de mel, mas desviei o olhar, com vergonhas. Ele foi ate seu carro e eu fui atrás, ele gentilmente abriu a porta para mim, dei um suspiro e ele percebeu minha aflição e disse.
- Prometo que vai fica tudo bem – ele disse e eu entrei no carro, ele explicou que me levaria ate a delegacia falaríamos com o delegado que nos encaminharíamos ate o hospital.
Assim fazemos, confesso que fiquei assustada quando chegamos na delegacia, aquele lugar daria arrepios a qualquer ser humano, ele foi breve com o delegado, que nos deu um papel de liberação para podermos fazer o meu temido exame.
Depois de sairmos da delegacia, fomos rumo ao hospital, que não ficava longe da li, mas aqueles minutos em que ficamos em silêncio, pareciam uma eternidade, ele estacionou o carro no hospital, que digamos ser de uma classe alta, ele desceu do carro e eu fui em segunda, ainda sem dar nem uma palavra.
Fomos ate a recepção, a moça em que estava la, com uma cara de pau começou a dar em cima do Justin, fiquei um pouco enciumada, mas como mal o conheço disfarcei, ele completamente atencioso pegou os papeis e nos fomos ate a sala, aquele corredor foi o mais comprido de toda minha vida, sentimentos entrelaçados disputavam lugar em meu peito, frustração, medo, e ódio muito ódio do Joaquim.
Paramos em frente a porta ele parou a minha frente, e pegou na minha mão, ele sabia que não podia entrar comigo.
- Boa sorte, vai da tudo certo e eu to te esperando aqui ta – ele disse olhando em meus olhos, eu só assenti com a cabeça e abri a porta com os olhos fechados.
Abri aquela grande porta branca, e quando entrei, havia uma mulher, toda de branco e com luvas ja, ela me olhou um uma expressão de “ eu sei que isso é difícil mas é meu trabalho”, fui em sua direção, ele deu um sorrisinho forçado e falou.
- Você, pode ir ate aquela sala e se despir, já la tem um jaleco branco para poder se cobrir – ele disse apontando para a sala, eu juntei todas as minhas forças e fui ate a bendita sala, eu sei que sou rude e forte mas isso tava acabando comigo, entrei de uma vez só na sala me despi com pressa, se era pra fazer então que fizesse de uma vez, coloquei o bendito jaleco branco, enquanto lagrimas de raiva rolavam sobre minhas Bochecha , sai de la e fui em frente a medica, que me olhou apavorada, pois as lagrimas não paravam de cair.
- Eu sei que isso é difícil, então vou fazer bem rápido – ela disse, eu tirei o jaleco branco ficando nua a sua frente, ela começou a examinar, cada canto de meu corpo, foi constrangedor, mas era preciso, ela apertava os roxos, e algumas vezes eu deixava escapar um gemido de dor, ela olhou os cortes e disse que provavelmente haviam sido cortado com gilete, e disse que a vermelhidão em minha vagina era por que como eu estava dopada e não ouve excitação, minha vagina não lubrificou e com a penetração o penes machucou deixando a vermelha.
Depois de fazer os exames, ela anotou algo, e disse que eu podia me vestir, assim eu fiz, e em seguida sai da sala, quando abri a porta, avistei Justin sentado bem a frente olhando para a porta, eu ainda estava com o rosto vermelho pois avia chorado, ele veio em minha direção.
- Eu disse que ia dar tudo certo e que eu ia estar te esperando aqui – ele disse e sorriu, eu nem dei bola e fui caminhando ate a recepção, ele veio mas um pouco atrás, entreguei o papel que a doutora havia me dado para ele, e ele foi ate a recepção para saber o dia que pode vir buscar o exame, eu fui direto para o carro, não aguentavas mais nem um minuto naquele lugar.
Em seguida ele veio, e abriu o carro dando a partida e indo rumo ao meu escritório, depois de uns 15 minutos chegamos, ele estacionou o carro na mesma vaga de antes, e por incrível que pareça, ele tinha uma Range Rouver só que a dele era vermelha, eu olhei para ele e ele disse.
- Eu não estou acostumado a ir junto com os meus clientes fazer esse tipo de exame, e também fiquei assustado, isso é difícil pra qualquer um, mas você foi forte e enfrentou isso, como uma guerreira determina em uma batalha, tipo xena sabe – ele disse e nos rimos no final.
- Obrigada por ir comigo, não ia conseguir ir sozinha – eu disse e sorri.
- Vou ir quero chegar em casa e capotar – eu disse e fui ate ele despejando um beijo em sua bochecha, me afastei levemente dele, e desci do carro, fui ate o meu, vi que ele não saiu de la enquanto eu não entrei no carro.
Fui ate em casa, em silêncio, e fui rápido, deixei o carro na frente de casa mesmo, não sei se não iria sair pra jantar, quem sabe ¿. Fui ate a porta de casa e a abri, ouvi um barulho de carro na frente de casa mas nem dei bola, fui ate a sala e acendi a luz, e quando eu olhei para o sofá, não acreditei no que havia visto, parecia o demônio em forma de gente, Joaquim.
- Tadinha ta roxinha ainda bebe – ele disse sentado no meu sofá, com seus braços musculosos apoiados no sofá e suas pernas meio entrelaçadas, folgado, meu sangue ferveu e as palavras foram cuspidas da minha boca.
- Covarde, como você pode ¿ psicopata, animal ... – ele me interrompeu.
- Vai fala mais, isso é elogio pra mim – ele disse fazendo cara de debochado, se levantou rapidamente e veio em minha direção, não aguentei e berrei.
- SAI DAQUI PISCICOPATA, VOCÊ TEM QUE SE TRATA SEU LOCO DESGRAÇADO – eu dizia mas fui interrompido por uma voz rouca e sexy.
- SOUTE A, SEU COVARDE – eu e Joaquim nos viramos, em direção a voz, era Justin, como ele sabe aonde eu moro e como ele veio ate aqui ¿ pensei para mim mesma.
- Hum pegou mais um pra enganar né Romana, ta podendo bonitinha – ele disse pegando meu rosto com força, mas Justin fui pra cima dele, o jogando no chão com só um soco.
- Você não devia ter feito isso – o Joaquim disse depois de levantar e passou quase derrubando o Justin que só o olhava com nojo, Joaquim saiu batendo portas , e com seu carro em alta velocidade, deixando marcas de pinéu na calçada.
Justin me olhou, eu nem sei que expressão eu estava, como ele me seguiu¿ e por que¿ quantas perguntas, eu abri a boca pra falar e Justin começou.
- Olha eu sei que não é certo seguir alguém, mas eu precisava saber se você ia chegar bem, eu vi seu estado quando saiu do meu carro, e fiz certo em te seguir, imagina se eu não estivesse aqui ¿ — ele disse, sua voz era tremula, acho que ele estava apreensivo com a minha reação.
- Tudo bem, Obrigada do mesmo jeito – dei de ombros e fui ate o meu quarto, ouvi um barulho na porta enquanto eu entrava no closet, era Justin entrando no quarto.
- A eu vou ir embora – eu não pensei em duas vezes e as palavras voo aram da minha boca, sem a minha o=vontade.
- Fica, an sei la, ta tarde, e amanha você vai ir la para o escritório, você pode dormir aqui, seria ate melhor – eu disse virada pra ele, que deu uma risada gostosa, juro que se não fosse naquela situação eu teria rido junto.
- Ta bom pode ir – eu disse dando a volta e ficando de costas, ele pegou no meu braço e disse.
- Não desculpa, aquilo foi maior que eu, eu fico, por você, se isso vai te fazer se sentir melhor eu fico – eu o olhei com os olhos duvidosos e ele me imitou, ai eu ri.
- Serio ¿ — eu não estava acreditando que meu advogado avia ido fazer um exame comigo, e me defendido de meu ex e agora vai dormir na minha casa, loucura, não ¿
- Aham, mas com uma condição, você terá que ser minha – ele disse e eu arregalei os olhos.
- To Brincando, era só pra descontrair – ele deu risada, eu despejei um tapa em seu ombro e fui ate meu closet por um pijama, coloquei uma camisola de cetim roxa, e fui ate a sala, ele estava sentado, e quando me viu arregalou os olhos, passei bem a sua frente quase esfregando minhas coxas desnudas com alguns roxos ainda em seus olhos, eu sorri e fui ate a cozinha, vi que ele também sorriu quando eu passei.
- Justin você esta com fome¿ — perguntei pois não aviamos jantado.
- Pra fala a verdade to – ele disse indo ate a cozinha.
- A tem uma roupa de dormir masculina, na primeira gaveta do meu closet, pode ir la se trocar – eu disse e ele foi, enquanto ele se trocava eu liguei para a pizzaria encomendando uma pizza de calabresa e uma de chocolate dom morango, quando eu desliguei o telefone, Justin apareceu com a roupa, ficou completamente justa, eu corcoveei de rir, e ele serio.
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