Notas iniciais
Contagem regressiva: 13 para o fim.
Oii *-*
To morrendo de sono e preciso ir dormir porque tenho curso amanhã, das oito até as seis e meia da tarde -q os reviews do outro cap eu respondo amanhã junto com os desse ta bom? *-*
E gente T^T eu me empenhei tanto nesse lemon, é meu primeiro lemon Reituki, se puderem, mandem pelo menos 10 reviews T_T nem to pedindo nada demais.
Afora isso achei o nome do cap propício -qqq
BOOOOOOOOOA LIMONADA *-----------------------*
E... Boa leitura -q.

Iniciou com um carinho leve, os dígitos percorrendo a face pequena começando pelo queixo e subindo pela lateral. Pararam sobre a bochecha levemente rubra, demorando-se ali. O olhar de Reita acompanhava seus próprios dedos alheio aos orbes de Ruki que o fitavam com ternura, um sorriso tímido acompanhando.

Como gostava daquele toque tão sugestivo e amável ao mesmo tempo. Reita sabia como lhe encantar e sempre com pequenos gestos arrancava-lhe sorrisos. Agora não podia ser diferente. Enquanto seus corpos necessitavam de prazer Akira precisava sentir a tez macia sobre seus dedos. Tão logo seus olhos se encontraram novamente com os de Ruki o trouxe levemente para perto, beijando-o.

Ruki o abraçou pelo pescoço e aprofundou o ósculo. Mexeu-se sobre o colo de Reita provocando o choque entre os baixos-ventres e um formigamento apossou-se dos dois. As línguas chocavam-se e as respirações se misturavam fortes. O cheiro de vinho pairava no ar e eles podiam sentir o gosto em suas gargantas até que se desvencilharam por falta de ar.

Apenas a saliva os ligava ao ato tão intenso por uma linha fina. Seus narizes se tocavam e sorriram para o outro trocando um selo rápido. Ruki prendeu-se com as pernas na região dos quadris de Reita quando ele levantou e levou os braços para a região dos glúteos do vocalista caminhando para fora da cozinha. Takanori se aproveitou e cravou os lábios no pescoço de Akira dificultando sua visão para andar, mas ao mesmo tempo gemendo baixo ao sentir os dentes mordendo-lhe com certa força.

Com um sorriso sacana no rosto prensou Ruki contra uma parede e devolveu o chupão na região do pescoço com a mesma voracidade que o menor fizera consigo, tendo plena consciência de que ficaria marcado por algum tempo. As mãos menores agarram-lhe os cabelos conforme explorava a pele a mostra depositando mordidas e chupões.

Aproveitou para jogar o baixo-ventre contra o de Ruki gemendo com ele quando os membros se tocaram. Pressionava o corpo menor contra a parede, atacando seu pescoço com vontade, mordendo e chupando na mesma intensidade. As mãos pequenas embrenhavam-se em sua cabeça forçando-o contra o pescoço já marcado.

O calor começava a subir por suas pernas. Reita conseguia sentir um formigamento acompanhado da caloria que parava exatamente sobre seu baixo-ventre, dando-lhe arrepios. Tomar Ruki para si depois de tanto esperando era um ensejo que não permitiria perder, ainda mais que ele parecia tão entregue, e por Deus, como conseguia ser quente.

Seus toques desde o momento na cozinha até agora que estavam embrenhados na parede eram cálidos e intensos. Os arfares baixos que exteriorizava deixavam Reita inebriado e cada vez mais quente, excitado. Mesmo que realmente não ligasse para o tempo que precisou esperar agora estava disposto a aproveitar o máximo do prazer, não esquecendo de seu pequeno, claro.

Porque sabia que mesmo estando rápido e necessitado agora, haveria o momento em que a calma e a paciência reinariam. Não havia como escapar daquilo, mas também não achava ruim. Sabia que Ruki estava a par, e assim como ele, tinha seus desejos, suas vontades, e agora que sua vida sexual estava começando, nada como ir aproveitando a delícia dos momentos a dois.

Claro que a princípio indo com calma. Depositava alguns beijos no pescoço, especificamente na região avermelhada pelos chupões e mordidas. Ruki estava com os olhos fechados deleitando-se com os beijos quentes, mas fora voltando um pouco a si conforme seu corpo foi sendo colocado ao chão. Seus olhos encontraram os de Reita e se perderam ali por um momento, inebriado.

Seu Reita. Gostava de pensar assim. Não pela possessão em si, mas pelo o que aquilo significava. Com aquelas três letras antes de 'Reita' sentia um calor gostoso no coração, pois, indicava que os olhares mais demorados, as palavras mais doces, tudo era direcionado para si. Aquilo era o amor que Akira dedicava para si e se sentia tão feliz amando que agora o que mais queria era se entregar de uma vez.

Ainda que de seu modo em algumas oportunidades. Mordera o lábio inferior e uma das mãos subiu lentamente pela lateral da camiseta branca de Reita passando pelas costelas até chegar ao peito. Quase podia sentir o coração pulsando conforme passeava pela região também quente, a outra mão unindo-se num caminhar excitante, firme, cálido. Paravam sobre a parte do colo e logo voltavam para o peito, os dedos se chocando sobre os mamilos, mas ainda sem dar muita atenção.

Mesmo assim pararam por ali por mais alguns momentos antes de finalmente subirem para os ombros largos. As mãos agora passeavam pelos braços firmes, as veias saltando-se e aparecendo visivelmente sobre a pele. Mais um ponto excitante em todo aquele conjunto absurdamente sexy que era a parte de cima do corpo de Reita. E que estava coberta demais, para o ponto de vista de Ruki.

Decidiu então livrar toda aquela pele da camiseta branca, baixando as mãos para a barra, não esquecendo de passar pelo abdômen e arrepiando-se com o próprio toque. Reita permanecia imóvel e apenas o fitando, mas também apanhado pelo calor excitante dos dígitos de Ruki. Ergueu os braços quando sua camiseta fora levantada e ajudando Takanori retirou a peça, arrancando de si um lamber de lábios visivelmente selvagem e faminto.

Observou Ruki se aproximar ainda mais de si, a respiração quente se chocando contra sua pele. Logo os lábios ligeiramente frios novamente tocaram a tez, desta vez de forma mais lenta, mas intensa, focando a parte do colo e do peito. Estavam ali no meio da sala com os ventos se chocando contra a estrutura do prédio e a nevasca caindo forte, mas sem se importarem com aquilo. Aquelas paredes e aqueles móveis eram as únicas testemunhas da expressão deleitosa de Reita quando a língua cálida atingiu-lhe um dos mamilos sugando levemente. Apenas aqueles objetos do ambiente testemunhariam cada um de seus atos.

Como aqueles caminhos desconexos feitos lentamente pela língua de Ruki, deixando um rastro de saliva. Passava pelos mamilos, pelo colo, cada ato comedido, mas absurdamente sexy. Mesmo que aquela fosse a primeira vez que se deitava com Reita, Ruki conhecia bem aquele corpo, de todas as noites que se tocaram intimamente, mas não foram até o fim, de cada vez que ajudou Reita a tomar banho quando ele estava com o pulso machucado. Era um bom observador e conhecia como ninguém aquele terreno. Não estava explorando às cegas.

As mãos novamente se fizeram úteis, caminhando pelas laterais do corpo, aproveitando como podiam para tocarem o abdômen outra vez. Reita, que ainda permanecia imóvel pareceu voltar a si e aproveitou a proximidade de seu pequeno também o tocando, as mãos passando pelos braços e embrenhando-se pelos espaços que eles formavam chegando à cintura. Pousou as mãos ali e num impulso puxou Ruki para se colar a si, automaticamente os olhos do menor o encarando.

Um dos braços de Reita abraçou a região da cintura de Ruki e a outra mão embrenhou-se nos fios, caminhando pela cabeça até alcançar a nuca, trazendo-o para mais um beijo. Tão intenso quanto o primeiro, as línguas digladiavam-se nas cavidades cálidas, o ar rapidamente se esvaindo dos pulmões e sendo necessário, obrigando-os a se separar. O fizeram com alguma hesitação, ainda permanecendo próximos. Reita aproveitou e deu um rápido selo em Ruki fazendo-o sorrir.

Ainda estava perto de seu rosto e aproveitou para direcionar mais beijos pelo pescoço sorrindo rente à região quando Ruki inclinou a cabeça para lhe dar mais espaço. A mão que ainda continuava na nuca passou a massagear a região tirando suspiros dos lábios do vocalista, sua respiração ficando mais pesada. Podia se perder com facilidade nas sensações que os toques de Reita lhe proporcionavam, desde os mais intensos como os chupões que já estavam marcados em seu pescoço como os mais suaves, os beijos que agora eram depositados ali.

Sentiu-se tentado a tocar novamente parte do corpo de seu baixista que estava à mostra, o fazendo com alguma necessidade. Sentir aquela tez sobre seus dígitos era um vício que não pretendia largar, seria loucura ficar longe daqueles músculos. Gostava do que sentia e agora que seus sentidos estavam anuviados pela excitação que lhe subia pelas pernas não era diferente. Podia se perder que não faria nem questão de se achar.

Começou a caminhar de costas assim que Reita dera os primeiros passos. Os beijos em seu pescoço haviam cessado, mas a respiração quente ainda estava próxima, arrepiando-o. Suas mãos acabaram por abraçar Akira e ele colocou as próprias em sua cintura delgada. Reita adorava aquela parte do corpo de Ruki, sempre que estavam a sós gostava de lhe abraçar por ali e agora não era diferente, ainda que o foco de seus olhos estivesse mais para baixo.

Conforme andava guiando Ruki que não podia ver nada suas mãos começavam a escorregar de sua cintura para o começo das coxas, apertando levemente. Ruki gemeu baixinho, mas como estavam próximos, pôde ouvir. E sentir os pêlos de sua nuca eriçar, cada vez mais tentado a baixar seus dígitos. Chegaram ao corredor que dava acesso aos quartos, o escuro do local envolvendo-os aos poucos. Ali Reita também colocou Ruki contra uma parede, mas sem suspendê-lo. Beijou-lhe perto do lóbulo de sua orelha, arrancando-o um arfar baixo, as mãos pequenas apertando sua cintura.

Sua língua trabalhava na região, e depositava pequenas mordidas no lóbulo e em outras partes da orelha obrigando Ruki a fechar os olhos inebriado em puro deleite e arfar alto quando uma de suas pernas, atrevida, ergueu-se entre as de Takanori, massageando seu membro ainda coberto. Uma corrente elétrica passou por suas veias e um arrepio em sua espinha o fez arquear as costas levemente. Ah sim, Reita sabia como tocar, como... Enlouquecer.

E continuou tocando a região sensível de Ruki com o joelho, aplicando a pressão certa, a perna realizando movimentos cadenciados e contínuos, quase poderia tomá-lo ali mesmo no chão frio se estivesse desesperado e com pressa. Mas, não, queria aproveitar e eternizar cada momento, dar todo o prazer que pudesse à Ruki, ir num tempo que agradasse ambos, só assim estaria satisfeito. Era sua primeira vez, afinal. O que diferenciava do nervosismo da primeira transa era que não era de fato a primeira transa deles e toda a intimidade adquirida em seu tempo de relacionamento deixava as coisas calmas e serenas.

Nenhum toque gerava vergonha num dos dois, estavam relaxados e bem com a presença do outro. Reita agora despejava curtos selos nos lábios de Ruki fazendo-o rir enquanto caminhavam próximos do outro a esmo pelo que ainda restava de corredor, Reita tateando até encontrar a maçaneta e finalmente conseguir chegar a seu quarto. Depois de muitos beijos, abraços, amassos, chupões e mordidas estavam em seu destino e prontos para fazerem tudo que desejavam.

Ruki se desvencilhou de Akira e adentrou o quarto, largando as pantufas que usava perto de uma cômoda. Caminhava lentamente, em verdade esperando novamente os toques do Suzuki que logo vieram assim que ouviu a porta ser fechada. As mãos adornadas pelas veias saltadas pousaram em sua cintura, mas não permaneceram ali. Em seguida já estavam na barriga e deslizando cada vez mais em direção ao cós da calça enquanto Reita se colava em seu corpo encostando seu membro quase desperto em seus glúteos, levando-o a arfar com o toque.

O próprio Ruki estava quase desperto e as mãos de Reita perigosamente em sua calça excitavam-no cada vez mais. Podia sentir a quentura dos dígitos do Suzuki atravessar o tecido e chegar em sua pele. Observava-o trabalhar ali, os dedos brincando sobre a região, até que se atreveram a fazer o caminho que o zíper percorria. Ruki gemeu com o contato. Os dígitos caminhavam do botão até a outra extremidade fazendo uma gostosa pressão.

Ruki mordeu o lábio inferior e se deixou encostar totalmente à Reita, deleitando-se com o carinho sobre seu membro. A sensação da pressão causada, o ouvir do zíper se abrindo... Nunca um som tão comum pareceu absurdamente excitante como naquele momento. As mãos de Reita embrenharam-se por dentro da calça através das coxas de Ruki, apertando com vontade e puxando a peça preta para baixo, que escorregou com alguma facilidade assim que chegou perto dos joelhos. Ruki levantou um dos pés para retirar a calça e com o outro a chutou para longe, livrando-se.

Sentia seu baixo-ventre quente e exigindo atenção. Sobressaltava-se dentro da cueca mostrando o tamanho da excitação que Ruki sentia. Reita podia ver perfeitamente o desejo estampado em seus olhos e não hesitou em continuar trabalhando em sua virilha e membro, massageando o segundo com auxílio do tecido da cueca, desejoso por poder tocar sem aquela peça impedindo.

— Hum... – Ruki gemeu um pouco mais alto, deleitado. Reita podia senti-lo enrijecer em seus dedos conforme o toque se tornava mais ligeiro e contínuo aumentando os gemidos e arfares que agora escapavam com menos tempo entre um e outro. Ruki se entregava cada vez mais às mãos habilidosas de Reita, quase sentindo as pernas fraquejarem com a quentura emanada por elas.

Os dedos trabalhavam com firmeza e sem pudor, aos poucos puxando algumas partes da cueca. O som do choque indolor contra a pele de Ruki fazia-o arfar e eriçava os pêlos de Reita. Cada mínimo detalhe, cada som que poderia ser considerado normal, no momento tinha conotação sexual, emanava luxúria e aflorava os desejos dos dois. As próprias peças que ainda cobriam seus corpos estavam a seu favor, despertando a vontade de descobrir o corpo alheio, desta vez com o real desejo sexual em vista.

Para cada um deles o outro parecia vestido demais, coberto demais. Queriam se descobrir, tocar e sentir sem pudor e arrependimento, aproveitar a companhia do outro de todas as formas possíveis. E para Reita que estava com as mãos perigosamente posicionadas restou passar os dedos pela barra da cueca, deslizando-a finalmente para ir de encontro ao chão. Ruki acompanhou o corpo de Reita baixar junto com a peça, as mãos puxando-a lentamente por suas pernas até alcançar os calcanhares. Ruki a chutou para longe, livre de qualquer tecido, deslumbrante aos olhos de Reita.

O Suzuki ergueu-se atacando de imediato os lábios de Takanori. Com força e vontade, uma das mãos estava na nuca do vocalista enquanto a outra fora direcionada para o membro desnudo, segurando-o com uma deliciosa pressão e o masturbando em seguida. O catalisador para Ruki gemer deleitoso dentro do beijo abraçando o pescoço de Reita quando sentiu as pernas fraquejarem.

Findou o ósculo para poder respirar, ainda permanecendo próximo à boca de Reita. Fechou os olhos para aproveitar o prazer adquirido pelo toque fervente em sua intimidade, mordendo o lábio inferior para conter os gemidos mais altos. Reita podia sentir seu próprio membro carente de atenção e cada vez mais cálido, influenciado pelas expressões prazerosas no rosto de Ruki que se mostrava cada vez mais entregue.

— Reita... Huum... – Mordeu o lábio inferior e ainda de olhos fechados jogou a cabeça para trás, deixando-se aproveitar. A delícia cálida daquelas mãos lhe tocando, masturbando-o com intensidade, aplicando uma força, uma pressão indolor absurdamente gostosa. Ruki poderia se perder naquele prazer, já tendo plena consciência de que provaria muitas vezes mais daquilo.

A quentura estava toda localizada em seu baixo-ventre, parte interna das coxas e membro. Os toques despudorados de Reita atingiam-lhe tanto o pênis quantos os testículos, estes que o Suzuki fez questão de massagear com vontade, notando o prazer em cada gemido de Ruki, cada poro exalando excitação. As bochechas avermelharam-se pela quentura que também havia ali e ao voltar a cabeça para frente Ruki arqueou uma sobrancelha ao não ver Reita.

Apenas quando sentiu os lábios do baixista em seu baixo-ventre baixou o rosto para fitá-lo, arfando alto com a proximidade da boca cálida perigosamente perto de seu membro desperto, pronto para a qualquer momento exteriorizar todo seu prazer. Akira despejava beijos e lambidas e ao envolver a glande com a língua Ruki gemeu alto, sua respiração já pesada mostrando todo o prazer que estava sentindo com os toques excitantes.

Cálido e intenso, era como podia descrever a sensação em sua região mais sensível de toda a intimidade. A glande parecia sofrer espasmos conforme a língua a circundava, os lábios começando a chupar, tudo para o delírio de Ruki que gemia desconexo, mas que cada vez que conseguia formar o nome 'Reita' causava no Suzuki um também espasmo em seu baixo-ventre. Seu membro pulsava exigindo atenção e era quase uma agonia senti-lo trancafiado dentro daquela boxer abandonado.

Podia sentir que Ruki logo explodiria em sua boca, e se perguntava o quanto ele ainda podia agüentar. Sua intimidade gotejava, podia sentir a umidade no tecido da roupa íntima, também estava a um passo do próprio ápice apenas a excitação de seu baixinho pervertido fazendo seu falo pulsar. Aquele homem de poucos um metro e sessenta e dois era o maior detentor de perversões que Reita conhecia. Conversar com ele por algum tempo era mais do que suficiente para um suor começar a se juntar em certas partes, isso, claro, tratando-se dele que era seu companheiro. Já vivera alguns momentos daquele e sabia como seu Takanori era sexy. Fosse nos gestos, nas provocações, nos beijos quentes ou mesmo na língua caminhando pelos lábios, qualquer movimento seu com sentido sexual ou provocante era sempre catalisador para as fisgadas no baixo-ventre de Reita.

— Reita... Ahnn... Reita.. – Ruki gemeu alto e arrastado, segurando-se para não gritar de vez. E novamente Reita com súbitas intenções de se masturbar junto com a que fazia no vocalista. Todavia, entretanto, endireitou-se no chão com firmeza, fazendo alguns impactos que provavelmente irritariam o vizinho de baixo, mas não se importava muito. Apoiou as mãos no quadril reiniciando a felação no falo rijo de Ruki a região explodindo como centelhas em sua cavidade cálida, a língua massageando a glande num ritmo quase frenético, aquele som absurdamente erótico da masturbação inebriando os sentidos dos dois, os de Ruki já anuviados pela onda de prazer que fazia seu corpo tremular. Os joelhos davam a impressão de quererem curvar-se diante daquele que levava um formigamento para seu baixo-ventre, este sendo o catalisador para a ansiedade que seria a sensação do pré-gozo e o orgasmo em si. Ruki estava extasiado, bêbado de excitação, de vontades e desejos reprimidos, até morder a própria falange do dedo indicado era absurdamente inebriante e sexy, e o fazia para não dar um grito de uma vez e a polícia acabar batendo no apartamento.

Reita podia sentir a substância pegajosa em sua boca, apenas o começo de todo aquele prazer de Ruki acumulado sendo expelido em sua boca. O corpo alvo tremulava, a respiração estava descompassada e pesada e todo o ar era sugado pela boca de forma exasperada e as pernas curvaram-se de vez, obrigando-o a se sentar. Sua tremedeira era visível e ele deu uma risada baixa fitando Reita como quem queria dizer: Você ainda me mata. Mas, o Suzuki estava mais ocupado decidindo o que fazer com o gozo em sua boca. Acabou dando de ombros e o engoliu de uma vez. Depois se sentou sobre as próprias pernas fitando o volume no meio delas. O membro abandonado que agora exigia dedos cálidos sobre si.

E Ruki entendeu perfeitamente o recado, mesmo que talvez Reita não tivesse passado algum. Quando sua respiração equilibrou e seu corpo estava novamente sobre controle deixou-se ir até o chão e sentando-se da mesma forma e de frente para Reita, fitou-o com aquele olhar luxurioso enquanto uma das mãos percorria a calça sobre a região da intimidade. Fora necessário apenas um toque dos dígitos sobre o falo que Reita arfou em aprovação cerrando os olhos. Finalmente estava sendo recompensado pela agonia sofrida ao deixar de lado sua intimidade carregada de tesão e testosterona. O som da cinta sendo aberta, das mãos rápidas desabotoando e baixando o zíper, a boxer preta à mostra, o volume gritante nela e as gotas de prazer em volta. Se fosse masturbado por alguns momentos também gozaria logo, apesar de não ter tanto interesse no momento. Podia até mesmo parecer uma garotinha na primeira transa com medo e gemendo com qualquer ato, mas o prazer que os dedos pequenos davam-lhe felando-o por cima do tecido da boxer era maior do que qualquer opinião.

Arfava de prazer com os dedos ágeis tocando a extensão do pênis e a glande pressionando a parte mais sensível, estimulando ainda a abertura da Uretra, circundando onde deveria ser a pequena passagem, a vontade de sentir pele com pele aumentando cada vez mais. Aproveitou para retirar a camiseta que usava, desnudando-se por completo, tudo à vista de Reita que o devorava com os olhos, seu lado selvagem, o lado faminto de Suzuki Akira vindo à tona, causando um espasmo no baixo-ventre de Ruki ao encarar aqueles olhos desejosos. Aquele lado bad boy de Reita que ele conhecia de fotos, de imaginação, quase como um novo ser tomando o corpo do baixista, despertando seu lado selvagem.

Arfou em excitação, voltando a fela-lo desta vez puxando a boxer como podia. Reita ergueu-se como conseguia e já livre da camiseta branca agora que puxava as calças e a roupa íntima junto, também estava desnudo frente à Ruki que compartilhava o olhar faminto para cima de si. Um exposto ao outro finalmente, as intimidades pulsando necessitadas do último ato, as novas experiências finalmente surgindo. Mudamente Reita se ergueu novamente com um olhar ameno, apesar de emanar desejo ao fitar Ruki e lhe estendeu a mão que foi prontamente agarrada pelo menor. Logo estavam na cama beijando-se novamente, as pernas de Ruki agarradas à cintura de Reita que se movimentava imitando o vai-e-vem do sexo, os membros se tocando com avidez, a quentura novamente instalando-se em seus baixos-ventres e os falos enrijecendo-se de novo.

Gemiam pelo contato, desta vez num tom mais baixo, os olhares nunca se perdendo, eles se fitando sem vergonha, sem hesitação, seu ano de relacionamento falando mais alto sempre. Porém, Ruki arfava um tanto quanto nervoso, mesmo que não quisesse demonstrar tanto. Estava receoso e Reita pôde ver em seus olhos, parando aos poucos os movimentos sugestivos. Sentou-se sobre as pernas novamente, o olhar empático indicando que entendia o temor do menor, mesmo que ele estivesse com as pernas abertas diante de si, deixando à Reita a visão de seu membro ereto e mais abaixo a entrada que Takanori tinha tanto receio de deixar violar.

Reita sentiu um arrepio atravessar-lhe a espinha. Sob o olhar de Ruki abriu a primeira gaveta do criado mudo, retirando um pote de lubrificante vermelho e algumas camisinhas. Deixou as embalagens espalhadas pelo móvel e focou sua atenção ao pote rubro, mas que deixava claro que o conteúdo era inodoro e o abriu deixando que o líquido espesso melasse um pouco dois de seus dedos, movendo-os até a entrada ainda 'pura'. Tudo sob o olhar e o consentimento mudo de Ruki que apesar de ter hesitado um pouco assentiu com certa firmeza indicando que Reita podia prosseguir. Ele lhe dirigiu um sorriso fechado e ainda por fora iniciou alguns movimentos circulares com os dedos empapados de lubrificante, causando uma sensação diferente em Ruki, mas que não parecia ruim. Podia sentir os dígitos forçando-se um pouco contra si, mas sem entrar realmente. Estava mais relaxado do que imaginava e quase podia rir de si mesmo por ter tanto receio.

Reita podia ver aos poucos a região rugosa mais relaxada, sentindo isso contra os próprios dedos. Não que indicasse que estava tudo sob controle, mas ainda assim era um bom sinal. Com os dígitos ainda no local levou o pote de lubrificante perto de sua mão, despejando um pouco mais, mas desta vez apenas em um dos dedos, este que passou o excesso de sua extensão perto da entrada, quase dentro de Ruki. Descartou a embalagem em cima da cama e devagar investiu o dedo para dentro, logo recebendo a pressão da região para tentar lhe expulsar, assim como uma careta curiosa se formou no rosto de Ruki, era a primeira que sentia aquilo afinal e fora complicado não retesar, pressionar o dedo contra si. Reita tentou novamente e investiu com mais força, recebendo um arfar desgostoso como resposta e o canal retal fechando-se cada vez mais sobre si, emanando toda aquela caloria que deveria ter imaginado que viria de Ruki.

Logo forçou o que mais restava de dedo, encaixando-o finalmente e por completo. Ainda não sabia como chegar à próstata de Ruki, mas aos poucos foi mexendo a mão, tremulando-a e o dedo reverberando e chocando-se contra as paredes cálidas e sensíveis, desta vez um arfar satisfeito emanado por Ruki. Ele conseguia sentir prazer, as terminações nervosas em volta da região ajudavam a aumentar a sensação prazerosa que já estava num bom nível pelo dedão de Reita massagear a raiz do pênis, perto dos testículos. O dedo continuava se movendo dentro de Ruki que sentia as calorias também chegarem até a fenda entre seus glúteos.

Satisfeito e mais relaxado, Reita puxou o dedo de volta para si mantendo apenas o começo ainda preso na entrada. O segundo dedo se juntou e mais lubrificante foi parar em si, assim como o excesso foi parar na entrada. Com o primeiro dedo preso até a primeira falange dentro de Ruki, Reita precisou apenas forçar o outro, recebendo rapidamente um gemido de desagrado. Takanori pressionou os dedos ainda no começo enquanto tentava relaxar. Reita não dava indícios de que iria mais rápido do que deveria e o fitava com ternura, apesar da seriedade em seu rosto. Esperou a respiração de Ruki voltar ao normal e investiu novamente, desta vez o segundo dedo acabou por escorregar mais rápido do que deveria. Reita ainda tentou evitar, mas decidiu permanecer imóvel. Ruki apenas arfou desconfortável.

Os dígitos conseguiam entrar com alguma facilidade e o segundo logo acompanhava o primeiro com toda sua extensão dentro do canal apertado, logo se movendo, reverberando e chocando contra as paredes quentes, o prazer voltando a dar resquícios de espasmos em Ruki. Ele começava a ficar imaginando o produto final em si, mesmo sabendo que os dedos antes eram para lhe ajudar. Não era tão controlado quanto parecia, aquele era apenas um terreno que explorava a primeira vez e não pretendia se machucar. Ademais não era apenas ele que queria ir logo para os 'finalmente'. Reita sentia seu membro pulsar quase como se tivesse vida própria, exigindo aquele canal, desejoso para ser envolvido pela quentura interior de Ruki.

Com um aceno mais firme e seguro logo que os dedos se encontraram fora de si, Ruki observou Reita pegar uma das embalagens de preservativo, o som dela se rasgando causava-lhe arrepios. A seguir o Suzuki levou a camisinha para o próprio pênis, um semblante satisfeito no rosto quando se masturbou rapidamente antes de seguir as instruções de uso, apertando a base e deixando o resto descer pelo próprio membro. Já envolvido masturbou-se de novo e chegou mais perto de Ruki, despejando lubrificante no falo e espalhando pela extensão, melando-o de vermelho. Seu olhar se encontrou com o de Ruki novamente e vendo coragem ali voltou à atenção para sua intimidade, levando-a até a entrada parcialmente relaxada.

Ruki grunhiu ao sentir a extensão logo após a glande invadir-lhe. Respirava pesadamente pelo nariz e apertava as próprias coxas que segurava para dar um bom ângulo do próprio traseiro para Reita. Seus olhos estavam fechados e ele os apertava e mordia o lábio inferior para que suas reclamações não saíssem tão altas. Talvez as próximas vezes fossem mais fáceis, mas agora a diferença entre o membro de Reita e seus dedos era mais gritante e perceptível. O pouco que relaxou não pareceu ajudar muito e quando sentiu que Reita entrou todo em si arfou com alguma agonia.

Podia ouvir o arfar necessitado e lânguido de Reita e a força que fazia para não se mover. Até abrir os olhos parecia doloroso e só o fez por sentir a mão de Akira na lateral de seu rosto, acarinhando ali. Suas bochechas estavam vermelhas, mas ele parecia tranqüilo, direcionando sorrisos fechados para si, uma visão única a seu ver. Claro que ainda era bem difícil se acostumar com a invasão, mas conseguiu soltar as coxas depois de marcá-las com os próprios dedos, deixando as pernas se encontrarem com as de Reita. O Suzuki se ajeitou na cama e segurou os dois membros ainda na altura das coxas, usando as pernas de Ruki para se equilibrar, movendo-se dentro dele.

Os primeiros arfares de Ruki foram desgostosos, doloridos. Reita iniciou tudo com calma, mas conseguia gemer baixo de prazer, aquela quentura lhe envolvendo na região mais sensível e com rápidas chances de lhe fazer gozar era um paraíso. Ainda assim foi devagar, o lubrificante ajudando-o a se mover, ainda que seu quadril travasse um pouco. As pernas de Ruki proporcionavam um bom equilíbrio e podia se controlar melhor, sabendo até onde devia avançar com mais agilidade.

— Ru-ki... – Arfou baixo quando ganhou mais velocidade, também conseguindo certa facilidade em se mover. As mãos desceram para o colchão e inclinou-se em direção ao corpo de Ruki que já mostrava sinais de arfar por prazer. Ainda sentia um pouco de incômodo, mas começava a mover melhor os próprios membros, ajeitando as pernas em torno da cintura de Reita. A dor que fosse para outro lugar, no momento o que realmente queria era sentir Reita mais fundo em si a cada nova estocada.

— Ah... Ahnn. – Gemeu ainda em tom controlado, impulsionando o quadril de Reita contra si, a cama rangendo em resposta aos movimentos cadenciados e violentos dos dois. Se não fossem despejados pelo prédio ainda poderiam fazer aquilo muitas vezes mais naquele quarto deixando a estrutura da cama cada vez mais precária. Guardavam aquele momento há tanto tempo que nem se a cama viesse ao chão parariam de se movimentar contra ela, Reita, impulsionando-se contra o interior de Ruki, indo o mais fundo que podia.

Logo lhe acertou à próstata. E o gemido lânguido de Ruki o fez sibilar de prazer. Manteve-se naquele ritmo e naquele mesmo ângulo tentando acertar o local mais vezes, massageando ali e levando o menor a ter espasmos de prazer e arqueares das costas, fora os 'Reita' que gemia com intensidade levando o Suzuki a se perguntar se ainda sobraria sanidade para si depois daquilo.

Investiu avidamente contra Ruki, sua respiração cada vez mais pesada, seu baixo-ventre sofrendo espasmos e formigamentos. Reita estava praticamente em seu limite e ao sentir o quadril bloqueado pelos pés de Ruki o fitou com curiosidade, vendo de seus olhos a luxúria pura. Fora guiado por ele a se deitar na cama inteiramente bagunçada, sentindo seu peso contra o próprio baixo-ventre. Ajudou Ruki a se ajeitar novamente, seu membro o penetrando praticamente de uma vez, as mãos obrigadas a permanecer em sua cintura. Um olhar desafiador foi direcionado ao menor que não precisava de pudores, queria que eles explodissem e iniciou seu próprio ritmo, movendo-se para cima e para baixo sobre o membro rijo dentro de si urrando de prazer ao sentir sua próstata cada vez mais massageada pela glande.

Também estava perto do próprio ápice e numa última investida pousou as mãos no colchão entre os braços de Reita e inclinou o corpo, rebolando. Um rebolado sublime, esplendoroso. Reita sentia o coração pulsar com força ao ver seu pequeno tão deliciosamente gostoso e totalmente sem pudores sobre si, gemendo enquanto o encarava e aproveitando as últimas energias antes de sentir o baixo-ventre formigar pela segunda vez na noite e explodir em orgasmo que juntou um grito com o nome de Reita, os toques em sua próstata e o esperma que se espalhou pela barriga do Suzuki, que por sinal se encontrava em total estado de êxtase, as mãos ainda na cintura delgada, os olhos entreabertos fitando Ruki, os cabelos dos dois colocados em seus rostos.

Takanori ainda se mexia um pouco sobre o membro satisfeito de Reita e ainda dentro de si, parando aos poucos e baixando a cabeça, esperando que o ar voltasse aos pulmões e pudesse se controlar de novo. As mãos estavam apoiadas nos espaços entre seus braços e assim como ele o próprio Reita tentava controlar a si mesmo, os olhos fechados e puxando o ar pelos pulmões, as mãos sobre a cintura de Ruki. Quando as mexeu para afastá-las do local, Takanori o fitou e os dois olhares se encontraram, um sorriso formou-se em seus lábios e uma das mãos de Reita antes no colchão agora acarinhava o rosto do pequeno.

— Dói tanto assim? – Perguntou baixo ao se acomodar de seu lado da cama, Ruki aninhando-se em seu peito. Estavam cobertos apenas por um lençol, o cobertor quente estava nos pés da cama. Ainda não estavam com frio.

- Incomoda. – Ruki respondeu manhoso, estava ficando cada vez mais com sono. – É esquisito, mas é bom.

- Isso deu pra notar. – Reita provocou e se afastou rapidamente quando Ruki mordeu-lhe perto das costelas. – Virou canibal?

- Não, mas você ta querendo me envergonhar. – Aninhou-se novamente quando Reita se ajeitou, fitando a parte vermelha onde mordera. Sorriu ao receber um afago na cabeça.

- Não faço mais, prometo. – Reita riu baixo e se acomodou melhor, fechando os olhos. – Se bem que você não tem muito que sentir vergonha. – Riu nervoso ao receber outra mordida em suas costelas. — Boa noite Ruki.

- Boa noite Reita... Amo você.

Sussurrou contra o peito do mais velho e também fechou os olhos, pronto para dormir depois de tanta agitação.

Notas finais
Se passar qualquer troglodita, qualquer frase sem sentido comentem no review, eu to com muito sono mesmo, mas não quero atrasar.