You Are My Obsession
19 Capítulo 19 - You are my OBSESSION
Notas iniciais
Ah antes que eu esqueça, coloquem isso para tocar (http://youtu.be/y7VvGSeEchk ) quando aparecer isso: "18:42 " ^^
Claude foi embora assim que disse tudo o que eu deveria fazer. Estava caminhando de um lado á outro no quarto. – Pensa Alois pensa! — Deitei na cama e fiquei observando o teto. – Dar uma droga.Ele não havia me contado isso... – Virei-me de lado, na cama, observei a cômoda á frente, com algumas caixinhas, em cima, e um copo de água. – Se eu não der a droga para ele, Claude vai perceber e descontará em mim depois... Hum... Se tudo der errado eu posso contar com uma, única pessoa, para me “salvar”-
“ Talvez eu vá precisar da sua ajuda amanhã, na escola.”
“Como assim talvez?”
“ Talvez. Vou te enviar uma mensagem se eu precisar de você. Vá preparado para uma possível briga.”
“ Ok. Mas, vou querer algo em troca.”
“ Que seja, só faça o que eu mandar.”
Joguei o Celular na cama e fui até a janela do meu quarto, observei o céu escuro e nublado da noite. Incrível como em momentos assim, lembranças totalmente inúteis, vem á tona e o pior de tudo, é que às vezes são as que mais se deseja esquecer. Por que mesmo que estou fazendo isso? “Por causa do seu amorzinho sujo e medíocre que tu acha que sente.” Talvez eu nem o ame mais... Mas algum dia eu o amei? Há muito tempo não sei mais como é ser amado ou amar alguém. Claude deve ter se tornado apenas uma obsessão para mim, por isso quero tanto tê-lo... “Ou tu está encarando tudo isso como um mero joguinho, onde o premio é o Claude. Mesmo que tu nem queira mais ‘vencer’, o egoísmo e o orgulho não te deixa desistir. Não seria a primeira vez que você vê a vida como um jogo, mas você nunca aceitou isso, nunca quis enxergar o quão vazio na verdade você é. Mentiu para sí mesmo.” Mas, querer a pessoa para si e não aceitar a ideia de perdê-la é uma forma de amor. Talvez eu esteja em duvida, por que estou com medo. Medo de perdê-lo para sempre... “Você não pode perder algo que você nunca teve.”
Sexta 21/9
“Dê a droga á ele, no quarto período, não se esqueça. Falo com você no intervalo”
“ Não se esqueça do combinado, estarei esperando seu aviso”
Sabe aqueles dias, que você tem a impressão de que todos estão falando de você e olhando para você? É, mas essa impressão é apenas fruto da minha imaginação, exceto por três pares de olhos que. Aqueles três... Estão me observando desde que eu coloquei os pés na escola, hoje. Eles foram os únicos que eu não consegui algum tipo de contato enquanto, afinal eles nunca estavam na casa de Claude quando eu estava... Sempre tão quietos e cochichando, isso me irrita. Será que estão me vigiando a mando de Claude? Se for, Claude não confia tanto assim em mim então... “E qualquer falha que ocorra mesmo a culpa não sendo sua, vai acabar sobrando pra você.” Ou ele quer ter certeza que tudo dará certo, sendo assim, mandou os três porquinhos me vigiarem, para que nada “interferisse” no que eu deveria fazer
...
O intervalo havia começado há pouco tempo. Havia decidido ficar na sala, com Ciel. Estava nervoso. Hoje seria o “grande dia”, o dia em que eu posso me dar muito bem ou me dar muito mal. Se tudo sair de acordo com o plano, as chances de eu me dar mal são mínimas, mas não são inexistentes.
– Como tem sido as aulas com Claude?- Ciel revirou seus olhos e emburrou mais ainda sua face.
– Aulas? Aquilo é castigo! Claude é ridículo, se diz tão bom quanto o Seba... – Ciel fez uma pausa e pude notar seu rosto corar um pouco, porém, logo ele pigarreou, estufou seu peito e continuou: — Tão bom quanto o Sebastian, mas ele não chega nem perto de ser “bom”. Não sei se irei aturar ele hoje... Prefiro ir para casa e aturar minha tia e a Lizzy. — Então deve ser por isso, digo é por isso, que Claude quer droga-lo, ele percebeu que Ciel não cederia facilmente... — Não vai desistir agora, não é? Não é do seu feitio, deixar as coisas pela metade. – Ciel desviou seu olhar, cruzou seus braços e resmungou algo como: “Só irei suporta-lo até o fim desta semana.” Oh, estarei fazendo um favor a Ciel, já que as aulas dele com Claude terminariam hoje, se eu tiver sorte. – Então, está com fome?-
Algumas horas antes.
Claude havia me dito para dar a droga em um bolinho, ou algo que Ciel goste de comer. Mas não vou fazer como ele quer, até por que se eu desse realmente a droga para Ciel, Sebastian me mataria e Claude... Claude ia ficar bem feliz. É. Triste eu sei.
– Okay Alois, antes de sair de casa, vamos relembrar todo seu plano; Troquei a droga que Claude me deu por, meio comprimido de um remédio para dormir. Vou dar á ele no intervalo. Para ele não desconfiar muito, levarei um para mim também, o remédio começa a agir em 5 minutos... E como não é inteiro, ele não ficará desacordado ou algo do gênero. Depois que a aula acabar, vou para a biblioteca e me escondo na sala do zelador. Assim que estiver lá dentro, vou rezar para todas as entidades possíveis, para que tudo de certo. Enviarei uma mensagem a Sebastian avisando que já estou lá e quando Claude começar a “abusar” a ação começa de verdade. – Respirei fundo e guardei os bolinhos dentro da mochila, não sei se eu deveria ligar para uma funerária e encomendando um caixão, ou ligar para um motel 5 estrelas e fazer reserva... É, seria 8 ou 80. “Liga para o hospício e diz para eles te levarem em uma camisa de força.”
...
Havia me distraído, fazendo círculos imaginários, com meus dedos no bolinho, enquanto Ciel comia o dele. Pergunto-me o que irá acontecer se tudo sair diferente... A bateria do meu celular pode acabar e eu não consiga enviar a mensagem para Sebastian. Com o remédio para dormir, Ciel não ficará tão “desligado” e tentará reagir contra Claude e se ele reagir, Claude fará a força... Não! Vai dar certo!
– Alois! – Ciel gritou e eu acabei levando um susto do grito. – Claude está te chamando. – Ciel apontou para a porta da sala onde ele estava. Para minha “sorte” ele estava com uma feição mais séria do que de costume.
– Me siga. – Engoli em seco e o segui em silencio até uma das inúmeras salas vazias do terceiro andar. Entrei primeiro e logo depois Claude que fechou a porta atrás de si, ficando escorando nela, cruzou seus braços e abaixou sua cabeça um pouco. – O que você pensa que está fazendo?- Os olhos de Claude brilharam ao se encontrar com os meus, um arrepio percorreu minha espinha e sentia como se minhas tripas tivessem se enrolado no meu estomago.
– Co-como assim?- Claude caminhou até ficar bem próximo de mim. Já era, estava morto e nem tive a chance de dar um beijo se quer, nesse maldito.
– Não se faça de idiota! Eu vi Ciel comendo o bolo quando fui te chamar! – “Falo com você no intervalo.” Como eu fui tão descuidado? Droga! O que eu vou dizer? – Eu disse pra você dar a droga no quarto período. Por que deu antes?!-
– E-eu...- Eu menti, eu não droguei o Ciele tu não vai poder abusar dele por que eu não quero. Agora cala a boca, me encontre na minha casa às 17 horas, porque vou te mostrar o quanto minha cama é macia. – eu tenho que sair no quarto período... – Claude não parecia estar acreditando. – Vou viajar com meus pais, por isso vou sair mais cedo... E-eu ia te contar, ontem, mas você... – Consegui fazer com que meus olhos lacrimejassem, era preciso de tudo para fazê-lo acreditar na minha mentira. – Me desculpe Claude! Eu não tinha a intenção de fazer isso. Me desculpe! – Escondi meu rosto entre minhas mãos.
– Escute aqui, Alois. – Claude agarrou meus punhos, com certa força e as afastou de meu rosto, seu rosto estava próximo ao meu, mas desta vez, meu foco não era no quão próximos nós estávamos, mas sim na maneira que ele estava agindo. Mais um deslize e já era. – Se alguma coisa der errado, qualquer coisa, a culpa vai ser sua. – Meu coração começou a bater mais rápido, conforme Claude ia sibilando cada palavra, como se fossem as ultimas palavras que eu ouviria dele.
– Cl-Claude... – Claude puxou-me, com força, por meus punhos. Algumas lágrimas escorreram, contudo, estas eram de medo.
– Se você está planejando alguma coisa contra mim é melhor desistir. E se você planeja fazer isso e depois ir viajar com seus pais, fugindo de mim. – Isso é ruim, muito ruim. O plano dele dará errado. Ciel não está drogado e Sebastian está sabendo de tudo e mesmo se eu não avisa-lo ele irá atrás de Ciel, hoje, de qualquer forma. Estarei na escola ainda enquanto tudo isso estiver acontecendo, escondido, não terei como fugir... -É bom que saiba que, não importa onde você for eu irei atrás de você e farei da sua vida um inferno. Até que eu não sinta mais raiva de você. – Os olhos de Claude, fixos nos meus, me pressionavam e me intimava. Claude nunca foi “bonzinho” comigo, nunca me botou medo, mas agora... Agora...
– Por que tanta rai... — Meu corpo inteiro tremia. Claude pôs seus lábios perto do meu ouvido.
– Eu não sou seu amigo, eu não confio em você. – Claude soltou meus punhos e pude senti-los latejarem por terem sido apertado com tanta força. – Não se preocupe Alois, depois de tudo você ainda será útil para mim. – Claude falou enquanto caminhava até a porta da sala, á abriu e continuou: — Afinal, eu preciso de um brinquedinho para aliviar minha raiva. – Essa frase ecoou dentro da minha cabeça e Claude saiu da sala após ter dado um sorrisinho medíocre para mim.
“Então, o que você vai fazer? Vai sumir sem deixar rastros? Se bem que depois do que Claude disse, eu suspeito que ele tenha implantado um chip em você.” O que eu vou fazer? Continuar com isso. Fiz tudo isso até agora, não desisti dele, durante todo esse tempo e Já estou “morto” de qualquer forma... E... Não quero perder mais uma pessoa que eu amo, acho que quando se ama alguém de verdade, você não desiste, não deixa de correr atrás até que essa pessoa te note e te ame tanto quanto você a ama... “Mas na verdade, o que você quer é ver o Claude perder o Ciel e por isso vai continuar.”
...
Para minha infelicidade, o quarto período havia chegado, Ciel estava bem sonolento mal conseguia deixar seus olhos abertos, se arrependimento matasse... Eu continuaria vivo, não devo me arrepender do que fiz, mas sim, do que deixei de fazer. Com o fim do quarto período, aproveitei o tumulto de pessoas que ficavam no corredor, na troca de professores, para me esconder na biblioteca. Se eu estava pronto para encarar Claude depois de tudo que acontecerá hoje? Eu nasci pronto. E você estaria preparado para encara-lo se estivesse na minha pele?
Não é o primeiro plano que falha, contudo, esse tinha tudo para ser perfeito... Mas eu tive que ser burro o suficiente e não ficar alerta, sabendo que Claude falaria comigo no intervalo, me pergunto por que o que eu fiz para não conseguir ser feliz? “Quer que eu comece a citar os inúmeros motivos que você tem para não ser feliz? Começando pelos pecados, aqui se faz aqui se paga.” Hannah gosta do Claude... Ela poderia me ajudar, digo, eu poderia fazer com que ela parecesse ser a culpada. Mas, estando preso dentro da sala do zelador, não tenho muitos recursos para chama-la até aqui, ou melhor, não tenho nenhum. Não posso mandar uma mensagem pedindo para ela vir até aqui. Por quê? Porque pode acontecer o seguinte: “Lá vai o Alois feliz mandando uma mensagem para Hannah, com a desculpa de que Claude está esperando ela na biblioteca e que tem algo que quer dar á ela. Seria perfeito, mas só seria. No momento que Hannah entrasse na biblioteca Claude surtaria, vai querer mata-la, mas, antes ele vai fazer algumas perguntas, claro que a vadia vai dizer que eu mandei uma mensagem, pedindo que ela viesse até aqui e então, Claude surtaria e começaria a quebrar tudo que estivesse pela frente, pegaria o Ciel e levaria ele para casa. Lá ele faria um boneco vodu de mim e me torturaria até a morte enquanto ele transa com o Ciel. Fim.” Ok, não seria bem assim, mas quase... Agora terei 45 minutos de puro nervosismo acompanhados de tédio e medo.
Sebastian
Finalmente acabou a ultima aula de hoje, devo ir para casa e esperar pelo aviso de Alois... Pergunto-me se dará tudo certo... Mesmo que eu “salve” o Ciel, será que ele vai aceitar minhas desculpas e entender o que realmente aconteceu? Pensando melhor, isso não importa, vou protegê-lo independente do que aconteça. Fautus não o terá para sí nunca.
– Seeeeeeebaaaaaas-chan! – Grell me atacou por trás enquanto eu saia da sala.
– O que você quer? – Tirei as mãos do ruivo que estavam em minha cintura.
– Você!- Grell pulou em cima de mim, me esmagando com seus braços, na tentativa de um abraço (?). – Sabe Sebby, eu estava pensando... Ultimamente, você tem estado bem tristinho, não te vejo mais sorrindo. – Grell falava com sua voz melosa, que mais se comparava á vozes que as pessoas fazem quando falam com crianças. – Então eu estava pensando... – O ruivo afrouxou seus braços, em volta do meu corpo e sua mão esquerda ficou apoiada em meu peito, enquanto seu rosto ficou perto do meu ouvido. Já imaginava o que ele diria. – Se você não gostaria que eu te ani... -
– Por que você não presta mais atenção nas suas coisas ao invés de ficar tentando seduzir o Michaelis? – Era William, o aluno novo, estava escorado na porta e assim que terminou de falar ajeitou seus óculos. Grell ficou com uma cara “murcha” assim que ouviu a voz de Willam.
– Até parece que você se importa! Espera... Você está com ciúmes Will?– Grell me soltou e aproveitei que ele estava discutindo relação, para ir embora.
Quase não havia mais pessoas no corredor do primeiro andar, enquanto eu estava caminhando ouvi uns murmúrios e senti que havia alguém me observando...
Biblioteca 15H:45M
– Você esta bem?- A voz chata de Claude ecoava dentro da minha cabeça, estava um pouco tonto e minha cabeça não estava processando muito rápido as informações, o que era estranho. Dei-me por conta que estava na biblioteca, deitado em um dos sofás velhos, mas não me lembro de como cheguei até aqui.
– O que eu estou fazendo aqui? — Sentei-me no sofá e esfreguei meus olhos, um pouco da tontura já havia passado.
– Você acabou dormindo na sua classe, como tínhamos aula hoje, tomei a liberdade de trazê-lo até aqui. — Virei meu rosto na direção que a voz de Claude vinha e encarei seu rosto. Parecia estar feliz ou... Sei lá, achando lindo o fato de eu ter dormido.
– E quem te deu essa liberdade?- Claude sorriu e eu apenas o ignorei. Vi que minha mochila estava sobre uma cadeira, a pegaria e sairia dali, não vou aguentar esse cara hoje.
– Você não pretende ir embora tão cedo, não é? – Dois braços se enrolaram na minha cintura, me impedindo de continuar meu caminho, um dos braços foi de encontro até meu queixo e o virou até que eu encarasse Claude. – Você não precisa se preocupar ninguém vai saber... Nem mesmo o seu “amado” Sebastian. – Claude falava com um tom de voz que me arrepiou, tentei me soltar dele, mas foi em vão, já que seu braço me prendeu com mais força ainda contra seu corpo.
– Me solte seu inútil! O que pensa que está fazendo!? – Claude me arrastou até o sofá, onde ele ficou por cima de mim, prendendo meus braços acima da minha cabeça. Como ele sabia sobre mim e o Sebastian? Espera... “- Eu te amo. – ” “- Como tem sido as aulas com Claude?- ” “- Você reclamava tanto assim, quando Sebastian lhe dava aulas? –” “– Bonecas são facilmente substituídas.” “Ou concertadas, se quebradas. Você não é um objeto. Menos ainda insubstituível você é único.” “– A proposito, você tem falado muito nele. Ele quer alguma coisa de mim? –”
– Depois de hoje, você nunca mais irá querer voltar pra ele. -
“ Melhor vir rápido – Alois 16h:10m”
...
– Está indo á algum lugar senhor Michaelis? – Assim que eu entrei na escola, dei de cara com o diretor Tanaka.
– Eu vim buscar o Ciel os pai...-
– Não minta para mim rapaz, sei bem o que veio fazer aqui. – Tanaka caminhou em direção á mim enquanto falava.
– Bom se o senhor sabe, então sabe que eu preciso ir. -
– Achou que eu não iria ficar sabendo?! Sei bem que Claude está na escola ensinando ao Phantomhive. -
– O senhor não sabe o que el... -
– Eu sei sim meu rapaz! Sei bem o que você quer, veio tirar satisfação com Claude, achou que não teria ninguém na escola! – Tanaka havia me interrompido, alterando seu tom de voz. Aquilo era ruim, muito ruim, se eu não fosse logo para biblioteca... – Francamente Michaelis eu pensei que você era um aluno bom e honesto. Mas eu me enganei. E o pior, violentou e ameaçou uma colega de classe! – O diretor realmente estava alterado, seu rosto estava vermelho, mas como ele soube de Hannah?! Não havia ninguém mais na escola e menos ainda nos corredores...
...
Claude estava me beijando a força e uma de suas mãos estava dentro da minha calça e por mais que eu tentasse me soltar, ou morde-lo, ele não me soltava, aquilo estava sendo agonizante. E o pior, não tenho a quem pedir ajuda...
– Você não precisa resistir, eu sei que você sente falta que alguém te toque! – “resistir” Eu não preciso resistir. – Você gosta quando te toco aqui? – A mão de Claude que antes estava me masturbando, subiu até meu mamilo, onde o massageou.
– S-sim... Ah...- Mentira. – Claude... Continue. – Claude pareceu ficar muito feliz e em quanto isso eu tentava parecer que realmente estava gostando.
– Ciel... Eu quero você pra mim, para sempre. – Claude desceu sua mão nojenta, até meu membro novamente e ficou murmurando coisas no meu ouvido.
– Me solte... Eu quero toca-lo também. – Ergui meus quadris um pouco como se estivesse pedindo por mais contato. Ouvi um gemido fraco vindo da parte dele.
– Você não irá fugir de mim, não é?- Claude me encarou, pude ver meu reflexo pelo óculos dele. Estava horrível e senti vergonha de mim mesmo e remorso por não ter ouvido Sebastian, por não ter voltado para ele...
– Claude eu quero você. – Os olhos de Claude reluziram e sua mão cedeu, soltando meus braços. Empurrei Claude pelo peito até que ele ficasse sentado, sentei no colo dele e senti a ereção nojenta e incomoda dele, roçar em mim. Apoiei uma mão no peito dele, movendo-a para cima e para baixo. – Tire seus óculos. – Movimentei um pouco minha cintura e Claude soltou o ar pesadamente. Levou suas mãos até as hastes de seus óculos e os tirou, esperei até que ele olhasse para mim de novo e quando ele olhou enfiei meus dois dedos nos olhos dele e tratei de sair de cima dele o mais rápido possível. Claude deu um grito de dor e em seguida começou a me ameaçar dizendo que me sequestraria. Peguei minha mochila e sai correndo dali. Nas escadas pude ouvir Claude gritando meu nome, ele estava vindo atrás de mim...
...
– Está expulso dessa escola! Nunca mais apareça nessa escola ou eu mando prend... -
– Sebastian! – A voz de Ciel interrompeu o diretor, que se virou para ver o que estava acontecendo. Ciel vinha correndo em minha direção e não demorou muito para Claude descer as escadas e correr atrás dele. Fui de encontro á Ciel, o segurei pelo braço e fiquei na frente dele.
– Nunca mais encoste um dedo no Ciel! – Falei assim que Claude estava perto o suficiente, seus olhos estavam vermelhos e estava sem os óculos.
– E quem vai me impedir? Você? – Claude disse irônico, seus punhos estavam fechados e sua expressão transparecia toda a raiva que ele estava sentindo.
– Mas o que diabos está acontecendo aqui!? – O diretor Tanaka falou quando se deu por conta do que estava acontecendo.
– Não importa onde você esconde-lo, eu vou acha-lo e tirar de você! -
– Pois tente e eu te mato! Nunca mais se aproxime dele! – Dei alguns passos á frente, ficando cara a cara com Claude. – Se você ousar chegar perto dele novamente, direi aos pais dele o que anda acontecendo com o Ciel e depois eu mesmo te ensinarei coisas que a tua mãe não te ensinou! – Claude estava pronto para retrucar de volta e me daria um soco se o diretor não tivesse se metido no meio.
Depois de o direto ligar para os pais de Ciel, para virem busca-lo e finalmente explicar o que havia acontecido, realmente, Claude foi suspenso da escola pelo resto do ano, não seria aceito nessa escola nunca mais e em nem mais nenhuma da região, sendo assim ele será forçado a se mudar.
...
Espiei pela fechadura da porta se ainda havia alguém na biblioteca, as coisas de Claude estavam sobre uma mesinha, ele viria busca-las. É melhor eu esperar até que ele venha e pegue as coisas para depois sair daqui. Como eu já sabia tudo deu errado, para Claude e de fato, tudo deu errado para mim também, eu nunca vou ter o Claude e ele nunca vai ter o Ciel... É até justo. Se eu não posso ter o que eu quero ele também não pode. Claude já estava demorando bastante... Já deve ter ido embora, ou ter ido atrás de Sebastian... Não há mais ninguém na escola, acho que já posso sair daqui.
Sai da sala do zelador e tranquei a porta, para o meu azar à porta da biblioteca abriu e lá estava Claude.
– Você! – Meu coração batia muito rápido. E Claude gritava, eu estava sem reação já sabia que iria morrer, minha boca apenas se abriu, mas não consegui dizer nada. – Seu verme! – Claude cainhou rápido até mim e segurou minha gola. Senti minhas pernas bambearem e meu corpo começara a tremer. – Você fez tudo isso! Você armou pra cima de mim! – Claude acertou um soco no meu maxilar, senti meu corpo cair com tudo no chão e Claude continuar gritando, foram as ultimas coisas que eu ouvi e senti.
18:42
Todo meu corpo doía, estava difícil respirar, Claude deve ter me batido até cansar a julgar por tamanha dor. Quando consegui abrir meus olhos, vi que minhas coisas estavam espalhadas no chão e meu celular estava quebrado. Tentei me levantar, mas, doía tanto... Apoiei-me sobre meus braços e pouco a pouco consegui me sentar, mesmo estando com muita dor na cintura, tinha um pouco de sangue pelo chão, provavelmente meu.
– O que...? – Estava com as calçar abaixadas e havia sangue entre minhas pernas. Claude havia me estuprado... Deixei as lágrimas rolarem pelo meu rosto. Tudo que eu queria agora era estar morto. – Por quê? – Meus soluços ecoavam na biblioteca vazia. – Por que!? Eu só queria que ele me amasse tanto quanto eu amo ele! Isso é errado!? Querer que uma pessoa te amasse! – As lágrimas rolavam sem parar e cada vez mais, que eu chorava e soluçava, mais sentia meu corpo doer. – É bom que você esteja com tanta raiva quanto eu estou, Claude! Que você esteja se sentindo sujo e infeliz, assim como eu estou! E a culpa é sua! É sua, por não me amar! Por mentir pra mim, por me fazer de idiota! – “Sempre culpando os outros, foi você que se deixou ser usado assim, foi você que fez tudo isso Alois. E por quê? Por que você não passa de uma criança problemática!”
CielxSebastian
Assim que sai da escola fui direto para casa de Ciel, queria vê-lo, saber se estava bem, abraça-lo e nunca mais soltar.
– Ciel está no quarto dele, pode subir. – Foi o que a empregada me informou assim que entrei na casa. Subi as escadas e fui até o quarto dele. Bati na porta três vezes, mas ninguém a abriu, girei a maçaneta e a porta abriu. Ciel estava deitado na cama dormindo e aparentemente havia acabado de sair do banho, estava com os cabelos molhados ainda. Aproximei-me mais da cama dele e não pude evitar sorrir ao ve-lo dormindo tão bem, como se nada tivesse acontecido.
– Sempre tão irresponsável, dormindo com os cabelos molhados. – Falei baixo para não acorda-lo. Deitei-me ao lado dele, admirei-o dormindo. Ciel virou seu rosto na minha direção, foi quase como se ele pedisse, inconscientemente “me beije”. E assim eu fiz.
– O que está fazendo!? Se afaste de mim! – Ciel me empurrou e se afastou da cama. Estava ofegante. – Se-Sebastian...?- Ao ver que a expressão dele havia relaxado, depois de me reconhecer, caminhei até onde ele estava.
– Eu... Senti tanto a sua falta. – Puxei Ciel pelo braço e o abracei forte.
– O que está dizendo? Sebastian... Está me sufocando. – Folguei meus braços um pouco em volta dele e encarei os olhos azuis, que há muito, eu não via tão de perto. – Está perto de mais, Sebastian. – Ciel corou e virou seu rosto para o lado.
– Você é tão fofo, sabia? – Sussurrei no ouvido dele que virou o rosto, pronto para reclamar, se não tivesse sido interrompido por um beijo. Ciel demorou um pouco até corresponder o beijo, mas assim que o fez, meu corpo inteiro formigou. As mãos de Ciel agarraram minha camisa com força.
– Sebastian eu... Eu... Te... – Sabia o que ele queria dizer, podia sentir o coração dele batendo tão forte quanto o meu. O jeito envergonhado dele de dizer o que realmente sente, é o que eu mais gosto. Pessoas que não demonstram seus sentimentos facilmente, quando mostram, são sempre verdadeiros.
– Eu também te amo. E senti muito a sua falta. – Ciel colocou sua cabeça apoiada no meu peito e me abraçou com força, como nunca havia feito antes. Eu não poderia estar mais feliz. Eu o amo, tanto quanto ele me ama. Meu pequeno e doce Ciel.
Fim CielxSebastian
19h40m
Estava difícil caminhar, sentia que a qualquer momento eu cairia e me machucaria mais ainda e o pior de tudo é que tive que pegar o caminho mais longo para voltar para casa, para não ter que passar na frente da casa de Claude... Claude, não sei mais, quem é Claude. Assim que cheguei na porta de casa, peguei minha chave e... A porta já estava aberta. Meu coração voltou a bater rápido, minha visão embaçou.
– Não... Ele não pode estar aqui. – Girei a maçaneta e entrei em casa.
– Alois querido! Onde você estava? Ligamos tantas vezes para você. – Pude reconhecer a voz, era minha mãe, mas não consegui vê-la, ficou tudo escuro e não vi mais nada depois disso.
Sábado 22/09 10:40
Alguém estava me fazendo carinho na cabeça, meu corpo inteiro ainda doía, abri meus olhos e vi minha mão ao meu lado e meu pai mais á frente na janela. Estava em uma sala branca... Um hospital.
– Mãe... – A dor física que eu sentia não me impediu de dar um abraço, repentino, na minha mãe. Sentia outra dor maior no momento, uma dor chamada saudade.
– Alois... – Minha mãe envolveu seus braços no meu corpo ao sentir que eu estava chorando. Havia tanta coisa que eu queria dizer para ela, mas um nó na minha garganta me impedia de falar e tudo que eu consegui fazer foi chorar e ela chorou junto comigo. Acho, que mesmo sem ela saber de nada que aconteceu comigo, ela pode sentir... Talvez.
...
– Alois, o que aconteceu com você? — Assim que eu me acalmei minha mãe começou com o interrogatório. Não podia contar á ela o que realmente aconteceu... Não quero magoar a única pessoa que me ama.
– E... Eu... – Senti que as lágrimas voltaram aos meus olhos, mas as seguraria desta vez. – Eu estava saindo da escola e... — A imagem de Claude me ameaçando e de mais outras coisas que ele fez comigo, não paravam de vir á minha mente. – Dois garotos me seguraram... Amarraram-me... – Aguentei tanta coisa até agora, sem ninguém para ser meu apoio emocional, que agora eu estou desejando que ela não tenha que ouvir o tipo de coisa, mesmo sendo mentira. – Me colocaram dentro de um carro, me bateram... E... Um deles me estuprou... Depois me jogaram para fora do carro. – A expressão de horror no rosto da minha mãe doía em mim. Meu pai se aproximou e disse que eu era um fraco, que o envergonhava e que tinha remorso de ter voltado para “casa”. E claro, a discussão começou e uma voz chata ficava repetindo no fundo da minha cabeça “é tudo sua culpa”. – Chega!- Gritei para chamar a atenção dos dois. – Desculpe por não ser o filho que você queria pai, mas é que me faltou alguém para me ensinar a ser forte. — Meu pai não disse nada, apenas ficou me observando, surpreso com a verdade.
– Alois... Nó, sentimos muito... – Minha mãe enxugou algumas lágrimas, que acabaram caindo. E então uma enfermeira entrou no quarto e pediu para que meus pais esperassem lá fora, enquanto ela colocava o soro no meu braço pude ouvir uma conversa dos meus pais;
“- Não vamos deixar o Alois aqui sozinho. -
– Ele tem que terminar o ano primeiro. -
– Prefere deixar o seu filho sozinho aqui, correndo o risco de acontecer coisas piores? Nós vamos leva-lo conosco sim.-
–Mas, Aldrey... -
– Sem “mas” Demétrio! Já está decidido.-”
...
Quatro anos se passaram...
Desde aquele dia estou morando com meus pais na Alemanha, não terminei meu ano escolar aquele ano. Então, estou um ano atrasado nos meus estudos. Muita coisa mudou desde que eu vim morar aqui, inclusive eu. Não fiz nenhum amigo nesses quatro anos que vivi aqui, por escolha própria, não mantinha contato com nenhum dos meus outros amigos. Tudo que eu fazia era ir para escola e voltar para casa. Por quê? Porque não aguentava mais meus próprios sentimentos, não gostava nem da ideia de se apaixonar por alguém de novo. Agora estou no ultimo ano escolar, naquela faze em que você não quer nem mesmo pentear os cabelos e ajudo meu pai a administrar o trabalho dele e sou invisível na escola, o que é ótimo. Não posso dizer que minha vida melhorou, mas, ao menos ainda estou vivo.
– Ouvi dizer que um professor substituto vai nos dar aula de matemática... As meninas disseram que ele era muito atraente. – Algumas garotas á frente conversavam sobre esse tal professor, o que não me importava, mas estavam atrapalhando minha leitura de um livro muito interessante “501 Crimes mais notórios”.
– Bom dia turma. – A diretora entrou na sala, uma velha gorda com cabelos loiros e ralos. Linda, pra casar. Apenas ignorei o que ela estava dizendo e continuei lendo até eu ouvir: “Claude Faustus, professor estagiário de vocês.” Não é possível! Não pode ser ele. “É bom que saiba que, não importa onde você for eu irei atrás de você e farei da sua vida um inferno. Até que eu não sinta mais raiva de você.” Senti aquele agouro de morte, que há três anos eu não sentia... Arrisquei-me, fechei o livro e encarei aqueles malditos olhos dourados que tanto me assombraram, estavam olhando diretamente para mim. Maldito, como ele me achou?! E o filho da mãe ainda arranjou uma profissão ideal para me perturbar! Mas, ele sendo um “professor”, ele não pode me fazer nada... Quer dizer, dentro dos terrenos da escola. A diretora saiu da sala e Claude começou a falar sobre como seriam suas aulas. Ouvir a voz dele depois de tudo me causava arrepios. Abri novamente meu livro, ia apenas ignorar o fato dele existir, fingir que nem o conheço e menos ainda prestar atenção no que ele fala.
– E parece que no meu primeiro dia, já vou ter que deixar alguém depois da aula. – Meu livro foi tirado de mim. Vi que a turma inteira mirava seus olhos curiosos para mim. Aquilo era constrangedor e mais ainda o olhar que Claude estava lançando pra cima de mim, podia ver o pensamento dele naquele instante, estaria me batendo com o livro até ver sangue. Respirei fundo e olhei para a janela ignorando todos á minha volta. – Se você continuar ignorando minhas aulas. Tomarei a liberdade de deixa-lo depois da aula, durante um mês. -
– Ah, é mesmo? Por que o senhor não vai lá brincar com a sua calculadora e aproveite e abaixe as calças, já que o senhor quer tanta atenção assim nas aulas. – Não mudei minha expressão de puro tédio, mesmo que por dentro eu estivesse rindo da cara dele. Talvez essa tenha sido a primeira vez que alguém dentro dessa sala me ouviu dizer alguma coisa.
– Parece que temos um rebelde na turma. – Claude sorriu sarcasticamente. Uma coisa é certa, se ele pretende deixar a minha vida um inferno, também farei o mesmo.
– Bom, ao menos eu não abuso de crianças. – A cara de raiva que Claude fez foi hilariante e não pude evitar sorrir irônico para ele. E claro com isso eu sai da sala enquanto Claude retrucava algumas coisas. Talvez eu devesse ligar para meus pais e dizer que eu estou passando mal ou algo do tipo... Não... Eu não sou mais “indefeso” e fraco.
...
O período de Claude acabara e sabia que ele procuraria loucamente por mim, então vou fazer um favor á ele e ficar bem no campo de visão dele, no banheiro masculino que é perto da sala dos professores. E como um touro enfurecido, Claude caminhava rápido em minha direção, não conseguia deixar de sorrir satisfeito. Sinto-me na oitava série de novo, só que, desta vez eu não sou a vitima.
Claude passou por mim e me puxou por um braço até um dos box mais afastados do banheiro, onde ele quase me jogou lá dentro e entrou em seguida, trancando a porta. Ele estava visivelmente furioso e isso era hilário, depois de quatro anos, ele ainda veio atrás de mim.
– Vai me estuprar que nem fez da ultima vez? – Claude me encarou sério. Cruzei meus braços e aguardei a resposta dele.
– Eu disse que viria atrás de você e que tornaria sua vida um inferno, vim cumprir com o que eu disse. — Claude me empurrou na parede do box, e colocou uma das mão no meu pescoço, apertando um pouco, como se quisesse me estrangular.
– Mesmo? Boa sorte. – Claude apertou mais sua mão em meu pescoço e eu apenas sorri, o que deixava ele mais irritado ainda.
– Ainda se masturba pensando em mim? – Claude tirou sua mão do meu pescoço, mas ainda me manteve na parede, prendendo meus braços com uma das mãos. – Sente falta de como eu te toquei daquela vez?- Claude colocou a mão livre no meu membro, por cima da calça. Porém minha expressão permaneceu a mesma de antes, entediada.
– Acho que você é quem sentiu falta de me tocar. Acho que na verdade, você queria o Ciel apenas para experimentar, mas na verdade você queria uma vadia. Depois de “foder” com o Ciel você ia fazer isso comigo não ia? Se você realmente não quisesse nada comigo, você nem ao menos tinha me tocado. Você sabia que eu faria qualquer coisa que você pedisse sem pedir nada em troca. Mas você não se aguentou não é? Teve que experimentar como era estar comigo. – Claude estava calado apenas me encarando fixamente. – Espero que nesses quatro anos, você tenha sofrido tanto quanto eu sofri! – Dei uma pausa para respirar e só então eu percebi que minha respiração estava falha.
– Depois de tanto tempo você ainda continua achando que todo mundo te ama, te deseja e que a porra do mundo gira em volta do seu umbigo?- Claude aproximou seu rosto do meu, seus olhos não desviavam dos meus.
– Você ainda acha que eu sou apaixonado por você? – Dei uma joelhada na barriga de Claude e consegui me soltar das mãos dele. Abri a porta do box e me virei para ele para dizer minhas ultimas palavras.
– Eu não sinto nada por você Claude, você nem ao menos me excita. – Sorri sarcástico para ele que me encarou um tanto surpreso. – Até amanha, professor. -
– Quatro anos se passaram e ele não mudou nada e ainda, mas agora ele não é mais uma criança, o que o torna tudo isso, muito mais interessante -
FIM!?
Notas finais
Então! Não é o ultimo cap. terá um extra. Mas esse é o fim oficial da história e tal... E poxa, eu nem sei mais o que eu devo dizer, por que né manteiga derretida aqui fhsdughsdifjdf... Muito obrigada á todos que acompanharam a história até o final, vocês me deixaram muito feliz, e eu to tremendo de emoção aqui e não sei como eu devo agradecer vocês UHSDFUHSUDIGJSDG Quero que voces saibam que voces não são só leitores para mim, vcs são muito mais do que isso, cada um de vocês, cada um de vcs foi importante para mim, obrigada, muito obrigada! E eu estou muito feliz por vcs gostarem dessa historia, pq né ela pra mim é uma coisa D: ushusdghsduij Enfim, eu... Obrigada novamente, obrigada as minhas amigas que me enlouqueciam para escrever, á vcs que me fizeram rir e chorar ( de felicidade)obrigada! SDFHSUDHSDUGHSIJDG ee aaa eu não sei mais o que dizer poxa, nem ensaiei nada pra falar no final disso UHDFUHSDGUIDHJG u-ú Bom espero que vcs entendam o carinho que eu tenho por vcs, não só porque vcs leram e comentaram, mas por terem interagido comigo por rirem das minhas idiotices e me fazerem rir em momentos que né... Sintam-se todos abraçados >< obrigada de novo! ♥ ♥ ♥
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