You And Me

34 Pingos nos "is".


Notas iniciais
Olá meus amorecos! ♥ Primeiramente quero dizer que o motivo de não ter havido postagem semana passada NÃO foi o meu surto, ok? Fiquei muito ocupada organizando a festa surpresa de uma amiga e não tive tempo de escrever, mas queria deixar claro que as postagens acontecerão regularmente, porém apenas quando eu tiver tempo de escrever, ou seja, nos finais de semana. Beeeem, agora indo para os meus surtinhos de felicidade... - Isaaaa, muuuuuito obrigada pela sua recomendação! Amei suas palavras! Nunca podia imaginar que esse aqui é o seu Nalu preferido sua linda! Você é uma leitora muito querida, sabe disso, e que sempre esteve aqui comigo. Então muito obrigada mesmo por todo apoio e por nunca abandonar a fic! ♥ - Lary, nós nunca tínhamos nos falado antes e sua recomendação me pegou de surpresa, mas, como eu já te disse, foi uma das melhores que já recebi! Suas palavras me animaram muito, sabia? Você é mesmo uma fofa! Obrigada! E, de novo, vou te dizer que você é mesmo um dos motivos da minha postagem! ♥ E com isso YAM chega a sua recomendação de número 19! Quem será a de número 20? *0* Sobre o capítulo... Eu acho que ele deixou muito a desejar, mas não queria deixar vocês mais uma semana sem capítulo, então me esforcei para fazer esse aqui, mesmo que ele não tenha ficado muito grande :x Então boa leitura! ♥

– Pingos nos "is" -

Faz três dias que Natsu viajou, mas para mim parecem mais três semanas. Exagero, eu sei, mas é a verdade. Na segunda eu não fui para a aula – deixar Natsu no aeroporto de madrugada, voltar pra casa e achar que conseguiria acordar a tempo de sair para a universidade não foi uma boa ideia – e acabei perdendo uma prova, ou seja, terei que fazer segunda chamada, que para piorar já é amanhã!

Estou tentando me concentrar nos livros, mas tudo o que me vêm em mente é o meu namorado rodeado por garotas lindas de Crocus em uma piscina com um drinque – com direito a guarda-chuva – na mão. Sinceramente, eu só posso ter sérios problemas.

Para tentar tirar um pouco essa paranoia da minha cabeça resolvo mandar uma mensagem para ele. Nós não temos nos falado muito ultimamente, só à noite, mas nunca demoramos muito, pois ele sempre parece estar cansado – mesmo que negue – e eu me sinto na obrigação de desligar o telefone antes que ele durma e me deixe falando sozinha.

Tudo bem por ai? Sinto sua falta.

Patético, eu sei, mas essa é a única forma da vozinha em minha cabeça parar de gritar que eu estou sendo traída.

Olho para o texto em minhas mãos e me deparo com o título: “Cooperação ou Colaboração?”. Sinceramente, para mim elas sempre foram sinônimas, mas pelo visto obviamente há uma diferença. O jeito é tentar me concentrar em algo que não tenha nada a ver com rosa, se é que me entendem, mas é uma coisa bem difícil quando seu marca texto, estojo e caderno são dessa cor. Maldita hora em que eu comprei tudo isso.

Já se passaram trinta minutos desde que eu mandei a mensagem para o Natsu e até agora nada. Será que ele não tem dois minutos para me dar uma resposta? Fala sério, seria mais rápido do que ir ao banheiro.

[...]

Levy está totalmente animada com a festa do pijama que faremos amanhã à noite. Depois de muito esforço consegui fazer com que ela desistisse da ideia de levar alguns strippers vestidos de policiais para o nosso apartamento. Sinceramente, o que o Gajeel acharia dos pensamentos dessa baixinha pervertida? Provavelmente a Juvia não se empolgaria muito com os rapazes já que para ela o Gray está acima de tudo, mas já a Erza provavelmente faria loucuras, principalmente se estivesse sob o efeito do álcool. Mas o pior seria se eu bebesse além da conta – o que provavelmente vai acontecer – e enviasse uma foto minha alisando o tanquinho de um deles para o Natsu. Tragédia, com certeza.

Nesse momento estou no maior supermercado da cidade andando de um lado para o outro empurrando um carrinho cheio de compras e com uma baixinha exigente ao meu lado.

– Vamos lá Lu-chan, tem que estar faltando alguma coisa!

– Eu não sei Levy-chan. – falei desanimada. Estávamos aqui há quase uma hora e meia.

– Quanto mais cedo terminarmos aqui, mais cedo você poderá voltar para os seus livros e seu mundinho cor de rosa.

– Nem me fale em rosa. O Natsu não deu sinal de vida o dia inteiro. – suspirei.

– É normal Lu, ele deve estar muito ocupado.

– Você tem razão. Vamos voltar para as compras. – sorri. – Já pegamos pipoca ou sorvete?

– Ai meu Deus! Ainda não!

– Lógico que não. – falei enquanto revirava os produtos no carrinho. – Só tem bebida alcoólica e leite condensado aqui. – comecei a rir.

– Como eu poderia viver sem minha vodka ou brigadeiro? – ela fez biquinho.

Depois de mais um tempo gasto nos corredores do supermercado finalmente chegamos até o caixa, que por sinal estava lotado. Hoje realmente não é o meu dia de sorte.

– Você já combinou tudo com as meninas? – perguntei enquanto estávamos na fila.

– Sim. A Erza e a Juvia já confirmaram. A Mira disse que acha que não vai porque nesse dia ela faz não sei quantos meses com o Laxus, mas a Kana disse que talvez vá.

– Então isso explica a quantidade de bebidas nesse carrinho.

– Ou não. – sorriu maliciosamente.

Revirei os olhos. Onde está a minha amiga azulada, baixinha e inocente? Talvez no mesmo lugar da loira ingênua que eu costumava ser...

– Ai meu Deus! – ela falou chamando minha atenção.

– O que houve?

– Não olha ainda, mas o Yuri está vindo em nossa direção. – falou baixinho.

– Droga. – resmunguei.

Não que eu queria magoá-lo, mas tenho o evitado esses dias. A situação mais constrangedora foi quando sentamos um ao lado do outro durante uma aula e nenhuma palavra foi pronunciada por nenhum de nós, mesmo que alguns olhares significativos tenham sido trocados. Simplesmente não sei o que falar para ele ou como irei reagir ao ter que encará-lo de verdade e frente a frente.

– Oi meninas. – ele sorriu sem graça e ficou atrás de nós na fila.

– Oi. – eu e Levy falamos juntas.

– Lu, acho que a gente tem que conversar. – colocou a mão atrás da nuca. Ele parecia desconfortável, mas também pudera...

– Você tem razão. Mas não aqui ok? Tenho que chegar cedo pra estudar pra a minha prova de amanhã.

– Ah, sim. Sua prova de segunda chamada... – ele pareceu viajar em pensamentos.

– Aham.

– Então a gente pode se falar amanhã depois da aula? – a única resposta possível que me vinha em mente era uma desculpa.

– Eu não sei Yuri, tenho um compromisso com as meninas e... – fui interrompida.

– Ela vai sim. – Levy se fez presente na conversa. Baixinha intrometida. – Não tem problema você chegar um pouquinho atrasada se é por um motivo importante. – falou olhando para mim.

– Tudo bem então. – sorri sem graça. Como eu poderia não ir depois dessa?

– Ótimo. – ele sorriu abertamente.

Eu realmente sinto falta do meu amigo, de como éramos antes de tudo isso.

– Próximo! – a voz da moça do caixa chamou nossa atenção.

Eu e Levy compramos nossas coisas e eu me despedi de Yuri com um aceno singelo. Esta conversa será boa para nós dois, tenho certeza. Seria ótimo se tudo voltasse a ser como era antes. Dessa forma a sexta se tornou não só o dia da minha assustadora prova e da festa com as garotas, mas também o dia em que eu poderei colocar os pingos nos “is” com o meu melhor amigo.

[...]

Esse encontro com o Yuri me deixou apreensiva. Não sei o que posso esperar de tudo isso.

Lembro como se fosse ontem do dia em que ele me contou que era gay. De início eu não acreditei. Sabe aquela mania de achar que um homem é bonito demais pra jogar no outro time? Como se só os feios pudessem fazer isso? Mas, pensando apenas pelo lado das mulheres, seria bem melhor que fosse assim. Para mim o Yuri sempre foi o amigo com quem eu podia compartilhar todos os segredos sem ter medo de ser julgada e que sempre me entendia. Até me fazia lembrar um pouco meu amigo de infância Dan, porém tendo uma relação sem nenhum interesse por ambas as partes. Ou pelo menos é o que eu achava.

Não sei muito bem se o que eu sinto é decepção ou receio, mas tenho certeza de que não é raiva. Afinal ele não deve ter culpa de nada disso.

Por que a vida tem que ser tão complicada? Isso é só comigo ou com as outras pessoas também acontecem essas coisas? E, o maior pergunta de todas... Onde está a bendita luz no fim do túnel?! Ouvi falar que ela é bem aconchegante.

Meu celular toca me tirando do meu mundinho particular.

Dou um suspiro.

– Alô?

– Luce?

– Ah, oi Natsu! – dou um sorriso. Estava tão distraída que nem li o nome de quem estava me ligando antes de atender.

– Você tá bem?

– Estou sim, e você?

– Também... Eu só esperava no mínimo mais empolgação depois de nós termos ficado um dia inteiro sem nos falar. Na verdade um pouco de irritação também servia...

– Idiota. – ri. – Eu sei que você deveria estar muito ocupado. Afinal por qual outro motivo você deixaria de ligar para sua linda e maravilhosa namorada?

– E estava mesmo. – riu e pude ouvir seu suspiro. – Desculpe não ter respondido as suas mensagens.

– Não tem problema.

– Você está bem mesmo?

– Claro que sim. É que... – ponderei se devia colocá-lo a par da situação ou não. – A Levy está me deixando louca com o planejamento da festa do pijama. – optei pela segunda opção, dizendo a primeira desculpa que me veio em mente. Talvez seja melhor falar tudo depois que as coisas estiverem em seu devido lugar.

– Sério? – ele riu. – Ok, mas não deixe essa baixinha louca chamar rapazes para essa festa! Não esqueça que eu tenho olhos e ouvidos nessa cidade.

– Natsu, seus olhos são avermelhados e os ouvidos são cheios de piercings estranhos. É só colocar uma baixinha azulada por perto que eles se perdem. – também ri.

– Isso por acaso é uma ameaça Heartfilia? – o que eu não daria para poder ver sua expressão nesse momento?

– Não, é apenas a exposição dos fatos. – dei de ombros.

– Aham, sei. Sinto sua falta!

– Também sinto a sua. – por sinal, não faz ideia do quanto. – Mas já passou da hora de você dormir mocinho. Aposto que está quebrado!

– Verdade. – ele ri aparentemente sem graça.

– Me liga amanhã?

– Claro! Tenho que saber como foi essa tal festa do pijama, afinal.

– Idiota. – sorri. – Eu te amo. Boa noite.

– Também te amo. Dorme bem.

Por incrível que pareça, minha noite de sono foi bem tranquila e, para minha sorte, sonhei apenas com um ursinho cor de rosa (?) cheio de dentes afiadinhos que falava coisas sem nexo e corria atrás de mim. Para quem já estava idealizando altos pesadelos relacionados ao melhor amigo, isso foi ótimo!

Minha prova foi depois das minhas aulas da manhã. Confesso que achei que seria bem mais difícil do que realmente foi. Isso é um alívio.

Não falei com Yuri durante toda a manhã, apenas recebi uma mensagem sua perguntando se poderíamos nos encontrar numa doceria aqui perto que costumávamos ir e eu confirmei dizendo o horário em que minha prova terminaria. Acho que ele resolveu me dar um espaço maior e forçar menos as coisas. Boa escolha.

Nesse momento estou atravessando a rua a caminho da doceria, que por sinal vende os melhores muffins da cidade. É bem perto da universidade, então eu resolvi vir a pé mesmo para evitar ter que procurar um local para estacionar. O movimento na cidade está bem agitado e o congestionamento parece maior do que o normal, então demorei mais do que o costume para chegar ao meu destino.

A fachada do estabelecimento continuava a mesma desde que eu me mudei para Magnólia – que cá entre nós nem faz tanto tempo assim. O nome “Candy Cake” estava escrito em uma tonalidade rosa com bege e ganhava destaque por estar bem no centro, rodeado por uma nuvem azul, bem em cima da grande porta no tom rosa chiclete. O lugar não é muito grande, porém é bem aconchegante, como estar em uma casa feita de doces. Por dentro as paredes são na tonalidade azul bebê e rosa com alguns desenhos de uns cupcakes; e as cadeiras ao redor das mesas brancas não formam um conjunto entre si – mesmo que todas sejam na tonalidade de cor rosa ou lilás –, dando um aspecto mais informal ao lugar. Lembro da primeira vez em que estive aqui. Foi muita fofura até para mim.

Avistei Yuri sentado em uma das mesas, rodando seu celular com uma das mãos, enquanto parecia estar com o pensamento em outro mundo.

– Boa tarde. Seja bem-vinda ao Candy Cake. Precisa de uma mesa? – uma simpática garçonete morena que usava um chapéu em formato de bolinho e um uniforme de cor rosa – obviamente – veio ter comigo ao ver-me ali parada na entrada.

– Não precisa, obrigada. Marquei com um amigo. – apontei mostrando o rapaz.

– Amigo? – sorriu de forma sugestiva e eu a olhei sem muita expressão. – Ah sim. Já irei anotar seus pedidos. – sorriu novamente e se retirou entrando em uma porta pequena que presumi ser a da cozinha.

– Oi. – falei ao me aproximar da mesa.

– Oi. – ele sorriu abertamente. Sorri de volta e me sentei.

Ficamos apenas nos olhando por uns segundos que, pelo menos para mim, mais se pareceram séculos intermináveis. Quando eu ia quebrar esse clima tenso, fui interrompida.

– Já sabem o que vão querer? – a garçonete simpática estava de volta com o mesmo sorriso educado de antes.

– Uma fatia de bolo de prestígio. – dissemos juntos. Ele conhecia meu ponto fraco, afinal.

– Vocês dois estão em sintonia! – falou animada e sorriu de novo. Sinceramente, essa mulher não cansa de sorrir? Se fosse albina apostaria que seria parente da Mira. – Algo para beber?

Negamos com a cabeça e, sorrindo, – para variar – ela se retirou.

– E então? – sorri sem graça. Agora que o silêncio já havia sido quebrado, mesmo que não tenha sido por nenhum de nós dois, não fazia mais sentido mantê-lo.

– Eu nem sei direito por onde começar. – passou a mão por detrás da cabeça.

– Que tal por onde tudo começou? – o instiguei.

– Ok. – ele suspirou. – No começo da nossa amizade eu não te imaginava de outra forma, juro! Mas de uns tempos pra cá as coisas mudaram. Você começou a namorar e isso fez com que a gente se afastasse. No início eu pensava que era ciúme bobo de amigo que quer atenção, mas chegou a um ponto em que eu não queria mais saber da tua vida amorosa, sabe? Como se o teu namoro me fizesse mal. – me olhou como se esperasse que eu interferisse de alguma forma. Continuou quando eu não o fiz. – Eu tentei continuar com a minha vida, até tentei sair com alguns rapazes, mas eu simplesmente não conseguia. Cheguei ao ponto de ficar com algumas garotas loiras, como a que você viu naquele dia.

– Yuri...

– Com licença. – a miss simpatia havia chegado com nossos pedidos e os colocou em cima da mesa. – Bom apetite.

– Obrigada. – falei devolvendo o sorriso que obviamente estava em seus lábios.

Um bolo de prestígio nunca tinha me parecido tão “não atraente”. Culpa da tensão, admito.

– Eu não pretendia te contar. – ele continuou a falar. – Queria levar isso comigo para o túmulo, mas naquele dia eu acabei falando de mais e isso arruinou a nossa amizade. Eu só queria que você esquecesse tudo isso, como se nunca tivesse acontecido. Eu sinto muito a falta da nossa amizade. Podemos voltar ao normal? – me encarou com aqueles orbes castanhos que hoje possuíam um brilho maior do que o de costume. – Eu prometo que nunca mais toco nesse assunto. Você ama o Natsu e eu sei disso.

– Você e essa mania estranha de sempre acabar com meus discursos. – suspirei e sorri.

Ele sorriu de volta.

– Então está tudo bem entre a gente agora?

– Então você gosta de mulheres agora?

– Posso ficar te devendo essa resposta? – sorriu sem graça.

– Podemos parar de responder perguntas com mais perguntas?

– Podemos. – rimos juntos.

– Eu não posso dizer que logo de cara voltaremos a ser como éramos antes. – seu sorriso morreu um pouquinho –, mas não acho que essa história seja mais importante do que a nossa amizade. Então se você conseguir lidar com o fato de sermos apenas amigos, posso dizer que está tudo bem entre a gente. – suspirou aliviado. – Só não me dê um susto desses de novo. E não precisa me esconder as coisas. Somos amigos, certo?

– Certo. – abriu um sorriso.

– Agora sim eu posso comer meu bolo. – sorri. – Por acaso, você vai comer o seu? – perguntei cheia de bolo na boca enquanto olhava o seu pedaço ainda intocado.

– Pode ficar se quiser. Não estou com fome. – empurrou o prato em minha direção. – Sem falar que isso engorda.

Meus olhos instantaneamente começaram a brilhar. Fodam-se as calorias, é prestígio!

– Cara, eu te amo! – falei enquanto puxava o prato mais para perto de mim. – Como amigo, claro. – sorri sem graça. Eu tinha mesmo que estragar o clima?

– Ei, não precisa ficar esse clima entre a gente. Relaxa. – sorriu. – Agora come logo esse bolo antes que eu mude de ideia!

– Nem vem, você me deu! – aproximei ainda mais a fatia de mim.

Nesse dia passamos a tarde inteira conversando. Era bom ter meu amigo de volta. As coisas não pareciam exatamente como antes já que o pensamento de que ele me via de outra forma às vezes se fazia presente na minha mente, mas acho que com o tempo tudo entrará nos trilhos.

Minha distração foi tanta que acabei não respondendo algumas mensagens de Natsu, das quais só fui saber da existência assim que cheguei em casa. Mas mesmo que eu as tivesse visto no momento certo, quando eu estava com o Yuri, não as responderia logo de cara, afinal aquele era um momento nosso, meu e do meu grande amigo, e essas mensagens podiam esperar.

Bem, a essa altura do campeonato dois terços do meu dia já foram completados. A prova e a situação com o Yuri. Agora falta apenas a parte mais cansativa dele, encarar minhas amigas curiosas e possivelmente bêbadas durante toda uma noite. Boa sorte para mim!

Notas finais
E ai? Espero que tenham gostado! Reviews? *-* Até o próximo. Beijocas! ♥