Notas iniciais
Yo minna! Aqui está um capítulo saindo no mesmo dia do mangá *-* Primeiramente peço mil desculpas pela demora. Como já havia dito antes minha vida está uma loucura e neurofisiologia simplesmente não é de Deus! Ta me matando :( Enfim, queria agradecer pelos comentários no post anterior e comemorar também, finalmente 51 leitores! Sem falar nos 21 favoritos e 1 recomendação! Muito obrigada gente ♥ Eu particularmente não gostei muito desse capítulo porque fiz meio às pressas pra não deixar vocês esperando por mais tempo. Estava sem inspiração :x Mas boa leitura! Prometo que o próximo capítulo ficará melhor. ♥

– Clichê -

Natsu havia aceitado ir comigo para a casa dos meus pais mesmo após eu ter lhe perguntado mais de mil vezes se ele tinha certeza. Tive que parar com isso, pois ele paranoico do jeito que é já estava começando a achar que eu tinha vergonha dele. Como eu poderia ter vergonha dele é o que eu não entendo, mas tudo bem. Começou a falar que com certeza Sting havia conhecido meus pais, que eu não queria que ele conhecesse meus amigos de lá e coisas do gênero. Quase iniciamos nossa primeira briga, mas tratei de logo contornar a situação dizendo que eu o amava e as três palavrinhas mágicas me tiraram daquela emboscada.

Não que eu não quisesse apresentá-lo para meus pais, é que tudo está tão bem do jeito que está e como conheço bem meu pai sei que ele não facilitará a vida do meu rosado de forma alguma.

Meu pai é sócio do Sr. Eucliffe, pai de Sting, em uma empresa de construção civil, a Heartcliffe Engenharia, e é descaradamente do time Sting. Quando soube que nós estávamos namorando faltou dar pulos de alegria e um tempo depois quase teve um ataque do coração quando o contei que havíamos terminado. Lógico que eu não disse ao meu pai o real motivo do término, apenas falei que nós havíamos decidido que seríamos apenas amigos. O que será que ele teria feito se eu tivesse contado a verdade? Provavelmente defenderia o loiro dizendo que eu devia ter entendido errado. Meu pai sempre me tratou como uma princesa, mas quando se tratava de Sting sua personalidade mudava e ele sempre ficava do lado do rapaz. Pergunto-me qual será a reação dele quando eu chegar em casa ao lado do Natsu.

O feriado cairá numa quinta-feira e como tradição, estaremos liberados das aulas também na sexta. Eu e Natsu viajaremos na quinta pela manhã e como iremos de avião chegaremos a Hargeon com pouco menos de uma hora de viagem.

Hoje, segunda-feira, os ânimos de todos estão nas alturas. Mal podemos esperar pela super folga que nos aguarda. Nesse momento estou almoçando no restaurante universitário com Natsu, que está ao meu lado, Juvia, que está ao lado de Gray, Levy, sentada ao lado de Gajeel e Lisanna, que se sentou de frente para Natsu. Estávamos todos conversando sobre assuntos aleatórios até que uma certa albina segura a mão do meu namorado e sorri empolgada.

– Mal posso esperar pelo nosso feriado, Natsu – ela diz enquanto ainda segura as mãos do, repito, meu namorado. Eu não estava entendendo muita coisa. Ele não ia mais viajar comigo? Ou pior, o que diabos Lisanna iria fazer em Hargeon?

– Ah... – Natsu passou a mão livre por trás da cabeça e parecia meio sem graça. – Esqueci de te contar Lis. Vou passar o feriado com a Luce e a família dela. – a albina parecia incrédula. Segurei-me para não dar uma risadinha vitoriosa. Não sei por que eu estava assim já que eu sabia que os dois eram apenas amigos, mas era mais forte que eu.

– Eu pensei que passaríamos juntos como todos os outros. – ela falou enfatizando as palavras. – A Lucy pode ir conosco se ela quiser. – até parece que eu aceitaria isso.

– Não fica assim Lis. Nós já combinamos com os pais dela. Deixa pra próxima, ok? – falou sorrindo, apertando a mão dela e em seguida soltando-a. A albina sorriu amarelo e todos começaram a conversar, mudando de assunto.

Às vezes eu olhava para Lisanna pelo canto do olho e notava que ela estava me observando, mas desviava o olhar quando eu também a fitava. Não estava entendendo a reação dela. Tudo isso por causa de uns planos cancelados?

Acabamos de almoçar e estávamos indo para a área de vivência da universidade. Os meninos jogariam sinuca e nós, meninas, ficaríamos conversando. Lisanna saiu dizendo que tinha muita coisa para estudar e eu agradeci mentalmente, já que assim poderia comentar o ocorrido com minhas amigas.

– Vocês viram a cena que a Lisanna fez? – perguntou Levy assim que os meninos se afastaram para jogar.

– Juvia ficou de queixo caído. Lisanna-san deixou seu ciúme escancarado. – falou a azulada mais alta.

– Mas não me parece que Natsu tenha percebido. – falei enquanto observava meu namorado que sorria enquanto fazia uma bela jogada.

– Natsu é muito ingênuo, Lu-chan. – falou a baixinha.

– Talvez Yuri-san tenha razão. – disse Juvia enquanto parecia pensativa.

– Como? – Levy não havia entendido, claro.

– Yuri disse que não ia muito com a cara da Lisanna – Yuri sempre tinha impressões sobre algumas coisas e pessoas e raramente errava. – Pena que ele não veio para a aula hoje. – ele, eu e Juvia éramos inseparáveis.

Nós continuamos conversando, mas acabamos mudando de assunto e já estávamos dando gargalhadas. De vez em quando eu olhava para Natsu e me perdia em pensamentos. Às vezes ele me olhava de volta e ficávamos nos olhando e sorrindo até que alguém nos tirasse de nosso transe.

– Vamos Lu-chan? – a baixinha me tirou de meus pensamentos.

– Para onde? – não estava prestando atenção então não tinha ideia de sobre o que ela estava falando. Ela revirou os olhos.

– Se você não estivesse secando o Natsu teria me escutado. – fez biquinho. – Estava combinando com a Juvia de chamarmos Erza, Mira e os rapazes para irmos à praia na quarta à tarde. O que você acha?

– Acho uma ótima ideia! – falei com os olhos brilhando. Provavelmente nenhum dos nossos professores daria aula após o horário do almoço de quarta.

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Finalmente quarta-feira! Todos só tivemos aula pela manhã e agora eu estava indo com a Levy, Juvia, Erza e Mira para meu apartamento. Iríamos nos arrumar e em seguida partir para o Miami, lugar do meu primeiro encontro com o Natsu, onde nos encontraríamos com os rapazes para almoçarmos juntos.

Eu optei por usar um biquíni que é preto liso na peça de baixo e com listras coloridas na de cima e uma canga preta meio transparente, Levy usava um laranja com bolinhas brancas e um short branco, Juvia um azul marinho com um short preto, Mira optou por um azul bebê com uma canga branca estampada e Erza, a mais ousada, vestiu apenas um biquíni preto com um certo brilho.

Fomos todas no meu carro ao som de Coldplay, uma de minhas bandas favoritas. Quando chegamos ao Miami os rapazes já haviam chegado. Natsu estava de tirar o fôlego usando apenas uma bermuda vermelha estampada. Gray usava uma azul clara com detalhes brancos, Gajeel uma cinza escura, Jellal uma preta e Laxus uma branca.

Sentei-me ao lado do meu rosado, que quando me viu sorriu de orelha a orelha, e lhe dei um beijo.

– Linda – falou bem baixinho ao meu ouvido, para que apenas eu escutasse. Sorri para ele e lhe dei um selinho rápido.

Quando olhei ao redor cada garota estava ao lado de seu respectivo namorado, exceto por Mira, que estava sentada ao lado de Laxus, com quem ainda não tinha nada. Sim, ainda, já que eu tinha um plano para juntá-los e isso não passaria de hoje.

Chamamos o garçom, que sorriu amplamente para mim e para Juvia. Ao perceber isso Natsu me puxou para mais perto de si e fechou a cara. Gray fez o mesmo com sua namorada. Como eles eram ciumentos. Juvia parecia estar adorando o ataque de ciúmes de seu Gray-sama. Eu achava fofo quando o Natsu tinha ciúme de mim, mas às vezes, como agora já que ele está grudado em mim quase me sufocando, isso me incomodava. Fizemos nossos pedidos e o garçom foi embora.

– Mas será possível que ninguém resiste a você? – falou enquanto me encarava ainda enciumado. – Deve ser por causa desse biquíni. – fez gestos de que estava pensando em algo.

– Natsu, praia pede biquíne. Você queria que eu viesse com um vestido batendo nos pés? – ironizei.

– Seria uma ótima ideia, pena que você não pensou nisso antes. – ele pareceu decepcionado. Será que ele não sabe o significado de ironia ou queria apenas me irritar? Bufei.

Pouco tempo depois nossos pedidos chegaram e após comermos pagamos a conta, com Natsu sempre ao meu lado por causa do bendito garçom, e fomos sentar na areia perto do mar.

Estávamos caminhando para nosso destino e olhei ao redor notando que Mira não parecia muito confortável, já que aparentemente ela estava segurando vela de vários casais que andavam de mãos dadas. O estranho é que Laxus parecia não se importar muito. Acho que é da personalidade dele.

– Natsu, vou ali ficar com a Mira, ok? – não queria que ela se sentisse um peixe fora d’água. Afinal eu e as meninas que tínhamos a convidado.

– Por que? – ele fez birra. Ficava uma gracinha desse jeito.

– Porque ela está sozinha e eu não acho isso legal. Você pode fazer companhia para o Laxus. – sorri e lhe dei um selinho, mas na hora em que eu estava me afastando ele puxou meu braço e me deu um beijo de verdade. Era a primeira vez que nos beijávamos assim hoje, já que não tínhamos passado nenhum tempo sozinhos. E como eu sentia falta. Nos separamos, sorri para ele e fui até Mira, que caminhava olhando para o chão.

– Mira-chan? – chamei sua atenção.

– Yo Lucy. – ela sorriu gentil, como sempre.

– Está tudo bem? – só queria um jeito de chegar ao assunto Laxus.

– Sim, tudo bem. – sorriu novamente.

– Então... Eu estava pensando... – fiz uma pausa. – O que você acha do Laxus? – ela corou! Quando olho para o lado vejo que Levy já nos acompanha.

– Hã? Por que isso agora Lucy? – e corava mais a cada instante.

– É que vocês dois são solteiros, os dois estão aqui sem fazer nada e vocês formariam um belo casal. – falei com os olhos brilhando de animação. – E então, o que você acha dele?

– Bem, ele é muito bonito, charmoso, intrigante, sexy e... – bingo!

– Ora, ora Mira-chan. – Levy a interrompeu enquanto dava um sorriso malicioso. Como ela consegue ficar mais corada do que já estava antes?

– Então eu vou te ajudar! – sorri empolgada.

– E eu também! – Levy completou.

– Como? – ela parecia curiosa.

– Eu e a Levy-chan vamos tramar alguma coisa. – pisquei para a baixinha que estava ao meu lado.

Continuamos conversando e após um tempinho o restante das meninas se juntou a nós. O plano era deixar os dois sozinhos para ver como as coisas iriam se desenrolar. Mira parecia bem nervosa e insegura. Tentou várias vezes desistir de tudo, mas eu e as meninas não permitimos. Se ela queria isso teria que fazer acontecer e nós a ajudaríamos.

Estávamos todos sentados na areia e já era hora de colocar nosso plano em prática.

– Gray-sama, Juvia está com sede. Vamos comprar uma água de coco? – Juvia seria a primeira a sair de cena.

– Claro. – ele respondeu e os dois voltaram para o Miami.

– Jellal, eu duvido que você me ganhe no vôlei. – disse Erza com um olhar desafiador

– Eu não duvidaria se fosse você. – ele devolveu o mesmo olhar e saiu correndo para buscar uma bola enquanto Erza corria atrás dele.

Nesse momento estávamos apenas eu, Natsu, Levy, Gajeel, Mira e Laxus sentados na areia conversando. Eu sairia por último para ter certeza de que daria tudo certo.

– Ano... Gajeel? – falou a baixinha.

– Sim. – ele respondeu.

– Vamos jogar com a Erza e o Jellal? – ela apontou para os dois que já jogavam em um canto não muito distante daqui.

– Você querendo praticar um esporte? – ele a olhou desconfiado. Ah não, eles vão colocar tudo a perder?

– Sim. Algum problema? – ela o olhou ameaçadoramente.

– Nenhum. Vamos. – ele respondeu rapidamente e os dois foram em direção ao nosso casal de amigos que jogava fervorosamente. Tadinha da Levy-chan, jogar contra a Erza não é nada fácil.

Agora estávamos apenas eu, Natsu, Mira e Laxus. Os rapazes conversavam enquanto eu e Mira trocávamos olhares significativos. Até que resolvo que está na hora de fazer minha parte.

– Natsu? – chamei a atenção do rosado que virou para me fitar. – Lembra que eu te falei que nadava muito bem? Essa é uma boa hora pra te mostrar. – falei enquanto tirava minha canga e caminhava até o mar sem esperar pela resposta dele.

– Luce, me espera! – ele falou enquanto corria até me alcançar. – Assim você me faz perder a cabeça loirinha. – falou com um sorriso malicioso enquanto me dava um beijo. A primeira parte do plano foi concretizada. Agora é com você Mira-chan.

Entramos no mar e não sei muito bem se Natsu sabe o significado do verbo nadar, se é que me entendem.

– Natsu espera. Aquilo era só um pretexto. – falei tentando manter o controle já que tinha um belo rapaz de cabelos cor de rosa em cima de mim.

– Pretexto pra que? – se afastou um pouco de mim. Ele realmente não tinha entendido? Agora tenho a certeza de que ele não percebeu nada em relação ao ocorrido com a Lisanna no outro dia.

– Para deixar a Mira e o Laxus sozinhos, não vê? – falei apontando para os dois que mal se olhavam. Mira, você tem que fazer alguma coisa!

– A sim, mas agora que já deixamos vamos nos concentrar mais em nós dois. – falou enquanto voltava a se aproximar de mim.

– Natsu, eu quero observá-los! – fiz uma pausa. – Sem falar que, pra começo de história, eu tinha te chamado aqui para nadar. Esqueceu? – sorri.

– Observar pra que Luce, deixa eles terem um pouco de privacidade. Eu pensei que o resto estava implícito. – fez uma carinha emburrada. Dei um selinho no bico que ele fazia e me virei para observar o casal que eu tanto queria juntar.

– Eu não vou atrapalhar a privacidade de ninguém, vou só dar uma espiadinha. – falei enquanto o puxava pra mais perto de mim e o abraçava.

Autora POV on

Mira e Laxus, que estavam sentados na areia um ao lado do outro, não sabiam bem como agir. Nunca haviam ficado sozinhos antes e o máximo que já tinham conversado era o típico “tudo bem”. A garota já estava ficando inquieta, tinha que puxar um assunto antes que ele resolvesse ir embora.

– Eles acabaram nos deixando aqui, não foi? – ela sabia que era uma pergunta idiota, mas tinha que falar alguma coisa.

– Sim. – ele respondeu. – E eu tenho meus motivos para achar que foi proposital. – Mira quase tem um ataque do coração. Ele sabia do plano?

– Por que você acha isso? – a albina tentou parecer normal.

– A Levy querer jogar vôlei com a Erza? Eu não as conheço a muito tempo, mas sei que essa é uma missão suicida e de boba aquela baixinha não tem nada. – e ele tinha razão.

– Eu não tinha pensado por esse lado. – ela respondeu e deu um sorriso sem graça.

– Mas eu não me incomodo. – ele olhou para a garota e sorriu galanteador. Por dentro estava uma pilha de nervos, mas nunca deixaria transparecer isso. Mira corou bruscamente e não sabia o que falar.

Laxus se aproximou e agora os dois conversavam abertamente e já até davam umas gargalhadas às vezes. De longe as cúmplices de Mira os olhavam e sorriam vitoriosas. O plano estava indo conforme o planejado.

– Sabe, tem uma coisa que eu quero te dizer desde que você chegou. – ela o olhou com curiosidade. – Você está muito linda. – sorriu.

– O-obrigada – nesse momento ela ficava mais vermelha que um tomate e se amaldiçoava por ter gaguejado. Ele sorri vitorioso. Realmente o loiro tinha um certo poder sobre a albina e ele havia notado isso.

– E então Mira. Você está saindo com alguém? – ele a perguntou enquanto a olhava corar ainda mais.

– Não. E você? – ela ainda não estava acreditando que ele tinha perguntado isso. Então quer dizer que ele estava afim, certo? Certo!

– Também não. – fez uma pausa. – A gente podia sair pra fazer alguma coisa um dia desses. Se você quiser, claro. – e como ela poderia não querer um lindo desses?

– Eu adoraria. – deu seu sorriso habitual, mas dessa vez com mais vontade.

Os dois voltaram a conversar normalmente até que um grupo de rapazes que jogava futebol ali perto acerta uma bolada na perna de Mira, que reclama de dor.

– Você está bem? – ele parecia realmente preocupado.

– Só está doendo um pouco. – ela respondeu enquanto passava a mão no local atingido.

– Desculpe, foi sem querer. – falou um rapaz alto e forte de cabelos negros que ao perceber a beldade que sua bola havia atingido se agachou, ficando mais perto da moça, e sorriu se desculpando.

– Tudo bem. – falou Mira enquanto sorria sem graça.

– Sem querer? Vocês podiam tê-la machucado de verdade. – Laxus estava aparentemente alterado.

– Esta tudo bem Laxus, já passou. – a albina respondeu enquanto segurava o rosto do loiro fazendo com que ele olhasse para ela. O rapaz de cabelos negros, assustado com a reação de Laxus, aproveitou para fugir enquanto balbuciava um “sinto muito mesmo”.

Pode parecer meio clichê. Pode não, com certeza é clichê, mas nesse momento os olhos de Mira e Laxus estavam tão vidrados um no outro que não conseguiam desviar o olhar. Era como se só eles dois estivessem ali. Ele aproximou seu rosto do dela e, colocando sua mão na cintura da garota, aproximou seus lábios. Foi um beijo inicialmente calmo, mas que logo se tornou sedento e cheio de paixão até que tiveram que se separar pela falta de ar.

– Você esta mesmo bem? – ele perguntou enquanto a olhava profundamente nos olhos.

– Sim. – ela respondeu meio sem graça pelo beijo que acabaram de dar e pelo fato das mãos do loiro ainda estarem em sua cintura.

– Ótimo. – ele falou enquanto sorria e voltava a beijá-la.

Dentro do mar, já quase toda enrugada por causa do tempo em que estava na água, uma loira dava pulos e gritinhos de alegria. Mais para a direita, não mais jogando vôlei já que uma certa criaturinha de cabelos azuis havia cansado de receber boladas de uma certa criatura de cabelos vermelhos, uma ruiva e uma baixinha comemoravam e, numa mesa do Miami, tendo uma visão privilegiada do casal recém formado, estava uma certa azulada que sorria e falava baixinho.

– Missão cumprida!

A tarde de diversão na praia estava apenas começando e cinco casais estavam loucos para aproveitá-la com direito a muitas frases fofas, beijos, risadas e carícias. Afinal, quem não adora um clichê?

Autora POV off.

Notas finais
E então, decepcionei muito vocês? Gomen, a inspiração realmente não vinha com essa correria toda :( Me deixem um recadinho? Adoro responder os comentários de vocês *-* Até o próximo, beijocas ♥