Yokooo! (HIATUS)

4 Capítulo 4


Notas iniciais
oooooooie! Demorou mas foi, né? HAHAH Na verdade, eu e a Yumi já tínhamos tudo em mente, e boa parte escrita mas a minha preguiça e as aulas escolares (de nós duas) nos seguraram com força, quase que não terminávamos o capitulo logo! HAHAH
Enfim, tá aí o capitulo novo. Enjoy, folks ~

"Você está querendo saber sobre a Yoko, não está? Bom, se estiver, fale comigo na hora da saída. Digamos que... Eu sei de algumas coisas. E também quero ajudar, sempre achei que tinha algo de estranho com essa garota... Você também deve ter percebido isso.

Caso esteja interessada... Estarei no portão da saída da escola, te esperando.

Com amor, Sho Nakamura. ;) ".

Sumire não sabia sobre o que dizer a princípio daquela carta. Porém, três frases principais deixaram-na curiosa e sem saber o que fazer. Primeiramente: “Você está querendo saber sobre a Yoko, não está?”. Aquele estranho tinha percebido que ela não tinha seguido Yoko por seguir?! “Sempre achei que tinha algo de estranho com essa garota... Você também deve ter percebido isso”, algo de estranho? Yoko é naturalmente estranha! E por último: “Com amor, Sho Nakamura. ;)”, desde quando aquele desconhecido tinha tanta intimidade com ela?! Garoto metido! Se bem que... Ele, por incrível que pareça... Aparentemente estava certo.


Sumire sentou ao lado do portão da escola e retirou o livro de Yoko da sua bolsa... Curioso, aquele livro não tinha título. E nem sequer uma capa. Era apenas um livro bege-claro com detalhes cor de mel na lateral. Com certeza, lembrava muito a Yoko, por causa da cor de seus olhos e... Dos cabelos também. O mesmo tom suave... E gentil. Assim como Yoko tratou Sumire todo esse pouco tempo que estiveram juntas, desde que se conheceram. Estranhamente gentil e exageradamente alegre.

Estranho... Naquele momento Sumire não sentia tanta repulsa da Kurumada quanto costumava sentir.

Ela abriu o livro.

“Era uma vez... Uma raposa do deserto.”

O livro parecia ser feito à mão, porém a caligrafia era realmente bela. E o desenho também. Uma raposa sentada de costas... A pessoa que deve ter feito esse livro era realmente habilidosa.

Sumire virou a página.

“Ela era muito alegre, sempre corria por aí como se nada pudesse a abalar.”

Sumire observou a imagem da raposa correndo e virou de página novamente.

“E no final do dia, a Raposa era ainda mais feliz. Todos os dias ela voltava na hora de dormir e se deitava ao lado de sua mãe.”

Sumire riu e virou a página novamente.

— Que bestei...

A página estava praticamente em branco. A única frase escrita era “Porém...”. Sumire não queria ler mais daquilo, porque, aliás, era apenas um livro infantil, sem nada de especial. Entretanto... Aquele “Porém...” chamava o leitor para o clímax, Sumire não resistiu e virou a página.

“Num certo dia...”

Apenas alguns vultos de areia desenhados na página, Sumire mordeu o lábio. A curiosidade lhe corroia. Ela colocou os dedos na ponta da folha, para mudar a página. Então, suavemente ela...

— O-lá. — Disse alguém no ouvido de Sumire.

A mal-humorada tomou um susto, deu um pulo, fechou o livro o mais rápido que pôde e quase teve um ataque cardíaco. Ela colocou sua própria mão sob o peito, “segurando” seu coração.

— Você por acaso enlouque...

De repente Sho pôs sua mão sobre a boca de Sumire e depois puxou a menina, escondendo os dois atrás de um carro.

— Hã…? O que pensa que está— Um dedo indicador interrompeu sua fala.

— Shh! — Disse Sho.

Sumire fez uma cara raivosa e Sho tirou seu dedo dos lábios da garota soltando um riso baixinho. O garoto olhou para fora do carro antes de voltar a falar com Sumire.

— Olhe ali. — Disse ele apontando para uma garota de cabelos creme na rua. — É a sua garota, não é?

— Yoko...

Sho puxou Sumire para trás do carro de novo.

— Tem dinheiro para taxi?

— Tenho, mas...

— Então vem. — Sho pegou a mão de Sumire e saiu correndo.

— Para onde está me levando? — Perguntou correndo ainda com o livro nas mãos.

— Tem um ponto de taxi daqui a uma quadra, se dermos sorte pegamos um deles estacionado. — Disse olhando para trás por um segundo.

— Porque acha que daremos sorte?

— Porque tem um taxista que sempre para lá no horário de almoço.

— Tem certeza?

— Tenho.

Sho continuou correndo segurando Sumire pelo braço. Ela começou a se enfurecer com essa situação até que eles chegaram ao Ponto de Táxi. Sumire se soltou da mão do Nakamura na mesma hora, acariciando o próprio braço. Ela respirou um pouco antes de dizer qualquer coisa.

— Queria me deixar sem braço seu idiota?! — Falou grossa e ele riu, como esperado. — E... Onde está o tal taxi?

— Ali. — Falou apontando ao lado esquerdo do ombro de Sumire. — Na frente da lanchonete, está vendo?

— Sim.

— Então vamos logo lá. — Ele voltou a puxar a garota pelo braço.

— E-ei...! — Balbuciou ela até que ele abriu a porta do taxi para ela. — Obrigada... — Disse antes dos dois entrarem no carro.

— Para onde vão? Ou melhor... Vocês tem dinheiro, crianças? — Perguntou o taxista rindo.

Sho olhou para Sumire com um sorriso torto.

— Eu só tenho isso... — Disse ela colocando o dinheiro na mão do homem loiro certo receio á respeito do valor da quantia.

O taxista contou as moedas e riu.

— Com esse dinheiro vocês não vão nem para a próxima quadra! — Enfatizou o homem.

— A-ah, me desculpe... E-então..! — Disse envergonhada, pronta para sair do táxi.

— Mentira! — Disse Sho. — Sei muito sobre quilometragem de táxi e isso não é verdade! Dá... Para ir até...! Uma quadra e dois metros... — Disse ele com uma gota de indignação imaginária deslizando sobre sua cabeça.

— Não faça piadinhas com is... — Começou Sumire raivosa, porém o garoto de olhos verdes repentinamente mexeu em seus bolsos e derramou várias moedas na mão do taxista.

— Isso paga pelo menos uma curta perseguição, não? — Indagou o Nakamura com um sorriso de canto.

O taxista riu.

— E de que carro vocês es... — O taxista deu início à frase, mas não pôde terminá-la, pois uma limusine passou na rua em que eles estavam na mesma hora e Sumire e Sho gritaram “aquele ali!” em uníssono.

O taxi acelerou e se colocou atrás de um carro que andava atrás do carro-alvo, para que não fosse notado. Afinal, aquele taxista já havia passado por alguma experiência semelhante? Sumire só conseguia pensar em como aquilo tudo se parecia com um filme na qual ela há minutos atrás nem tinha ideia que participaria.

Notas finais
Suspense on ~ ~ . Ou não? Whatever. HSAUHSU Espero que tenham gostado e se tiverem algum tutorial para escrever perseguições (muito pouco provável!) por favor mandem para a Manu por MP e-e HSUAHSUA
Beijitos, até o próximo! ~~ ~