Would You Have Dinner With Me?
5 I'm not jealous.
– Arghh, o que é isso? - Senti uma dor enorme em meu braço direito.
– Não se mova. – Abri os olhos e Sherlock estava pressionando uma agulha contra o meu braço... Minha veia. Tanto faz. Odeio agulhas.
– O que está fazendo?!
– Injetando algo para você melhorar.
– Você fez isso? – Olhei para o líquido amarelo entrando em minha veia.
– Sim. – Disse ele, sorrindo e tirando a agulha.
– E se acontecer algo errado? — Seu sorriso sumiu.
– Não vai acontecer. Um pouco de confiança seria excelente. – Deu tapinhas no meu joelho e voltou para a sala. Olhei para minhas “roupas ‘’ no chão, totalmente rasgadas. Pisquei duas vezes para tentar enxergar a cama que também estava em um estado terrível.
– Sherlock? O que aconteceu? – Puxei o cobertor branco ao redor de meu corpo e andei até a sala. Encontrei-o tocando violino de frente para a janela. Ele virou e olhou para mim, ainda tocando.
– Você se drogou, recitou William Shakespeare e eu ajudei você a dormir.
– We had sex?
– Sou uma vítima...
– Você é a vítima? EU sou a vítima! Eu estava drogada!
– Está com raiva? – Falou com uma expressão de dúvida.
– Eu não me lembro de nada. – Mentira. Não lembrava tudo, mas algumas coisas sim. – Você poderia ter pelo menos a decência de fazer comigo agora o que fez de noite.
– Acho que realmente não funcionou. – Disse ele, distraidamente.
– Você prometeu. {Tomorrow you will beg for mercy twice}
– Achei que não lembrava. -Olhei para ele. Estava totalmente “inocente ‘’ tocando violino e com um sorriso lindo nos lábios. Estava vestido com uma blusa, ou melhor, suéter marrom de fios grossos e com gola alta que cobria o pescoço e ia até a base do rosto. As calças eram pretas e o casaco era belstaff. Levei horas procurando achar um que fosse parecido com o casaco longo dele, mas, aparentemente todo mundo resolveu comprar o “maldito” casaco no mesmo dia em que Sherlock me pediu. Ao contrário do usual, hoje ele não estava usando sapatos e sim botas pretas.
– Vai sair?
– Estou pensando em algo.
Rapidamente me lembrei de que estava faminta. Eu tinha jantado noite passada? Calmamente voltei para o quarto e peguei a pasta onde estava o meu notebook. Levei para a sala e sentei no sofá.
– Não sabia que tinha trazido o notebook. – Disse Sherlock, olhando fixamente para o computador.
– Não tinha porque usar. — Pressionei o botão e esperei abrir. Apareceu toda a entrada, depois pediu a senha. Digitei rapidamente e comecei a bater os dedos nas teclas. Estava chovendo e tudo estava muito frio. Provavelmente hoje iria ter que ligar o aquecedor do quarto. Entrei no site para comprar o apartamento enquanto Sherlock começava a tocar algum tipo de melodia, que me parecia ser bem bonita. Finalizei o cadastro e passei os dados do cartão confirmando a compra. Imediatamente surgiu uma mensagem em meu celular falando sobre a quantia retirada de minha conta. Voltei para o quarto e procurei algo para vestir em minha mala marrom. Encontrei um short de cintura alta preto, uma blusa de mangas vermelha e uma meia vermelha. Coloquei tudo em cima da cama e joguei o cobertor no tapete do quarto enquanto ia para o banheiro tomar banho.
A água estava tão quente que parecia queimar minha pele. Ainda sim, estava ótimo. Só de lembrar o frio que estava lá fora meu corpo se contorcia em arrepios. Tomei banho normalmente e depois escovei os dentes, cabelos. Prendi em um rabo de cavalo e passei um pouco de batom vermelho. Voltei para o quarto para pegar minhas roupas quando o meu reflexo no espelho me chamou a atenção. Olhei-me no espelho. Minha pele era tão branca que chegava a ser translucida, normalmente com qualquer pancada ficava escura ou vermelha, mas o que me chamava atenção eram as marcas ao redor de minha cintura que pareciam ser os longos dedos de Sherlock. Puxei o cabelo para cima e ao redor do pescoço e nos ombros tinham várias marcas de dentes e outras só eram rochas. Voltei a minha atenção para as roupas e me vesti lentamente. Sherlock passou rapidamente segurando o notebook e se jogou na cama desarrumando-a ainda mais.
– Fecha o ziper para mim? — Perguntei,virando de costas apontando para o ziper da saia. Deus dedos passaram e escutei o barulho do ziper fechando.
– Obrigada.
Deitei ao lado dele, igualmente de bruços.
– Quem é Augustus? – Perguntei olhando para a tela do computador.
– Pai de um conhecido. Na verdade, é Sir. Augustus...
– Hmm. O nome não me é estranho.
– Ao que parece, é embaixador britânico. – Disse por fim.
Calcei minha bota preta até os joelhos e sentei novamente na cama.
– Hoje é meu último dia em Londres, depois irei para a Irlanda para ajeitar as coisas por lá.
– O que tem em mente?
– Quero sair um pouco e nós não comemos nada ainda. Quer visitar um pub?
– Não sei se...
– Não irão lhe reconhecer. É do outro lado da cidade. O dono é um amigo.
– Amigo?
– Sim um amigo. – Puxei-o da cama e procurei um casaco preto qualquer.
Sherlock insistiu em descer pelas escadas e nós fomos. Eu estava com pressa então comecei a correr e puxá-lo. De vez em quando ele protestava e eu puxava-o de novo. Levei um tempo enorme para conseguir um taxi. Sherlock então tentou pedir e na primeira tentativa conseguiu. Sorte. Entrei no carro deslizando para o outro lado enquanto Sherlock sentava e puxava a porta.
– Para onde? – Perguntou o taxista, amigavelmente. Parecia ter 36 anos, tinha uma pele bem branca e um sorriso nos lábios.
– Victoria Station.
Era aproximadamente 3 horas da tarde, estava chovendo e quando finalmente chegamos a Victoria Station Sherlock resolveu andar calmamente até chegarmos no pub. Estávamos passando por ruas quaisquer até o pub, ele segurando um guarda-chuva e eu comendo fish and chips enquanto ele “roubava” alguns empanados de peixe.
– No que está pensando?- Perguntei, colocando uma batata frita em sua boca.
– Que poderíamos andar mais rápido. Tenho a impressão que uma mulher idosa me reconheceu três ruas abaixo. Já uma rua acima, eu acho que estamos sendo seguidos.
– Estou começando a pensar que mais da metade de sua inteligência consiste de paranoia.
– Já terminou? – Perguntou gesticulando para o jornal que ainda tinha algumas batatas.
– Já. Você ainda quer?
– Não. – Ele pegou o jornal e colocou em uma lata de lixo. Segurei o guarda-chuva enquanto ele fazia isso.
– Vamos andando.
– Ei, estamos andando para a rua errada...
–Shh.
– Mas que diab...
– Shh. – Disse ele, passando os braços pela minha cintura e me empurrando pela rua. Andamos cindo minutos viramos em outra rua e depois refizemos o caminho.
– Você é louco.
– Vi um homem nos seguindo.
– Eu não vi ninguém.
– Quando coloquei o jornal no lixo, consegui ver o reflexo pela tampa da lata. Estava no começo da rua...
– Começou...
– Foi imprudente aparecer assim. Vou voltar para o hotel.
– Não. Não vai. O pub está bem ali. – Puxei seu braço e nós entramos no pub.
– Está fechado. – Disse um homem de cabelos pretos e barba bastante grande.
– Não abre nem para os amigos? – Perguntei, sorrindo e tirando o casaco enquanto Sherlock passava a sola das botas no tapete e fechava o guarda-chuva. O pub era todo de madeira escura, com lustres de cor amarela . As paredes eram vermelhas e todas as mesas eram da mesma cor. Madeira e mais madeira.
– Irene! – Ele gritou pelo Pub que tinha apenas poucos empregados ainda arrumando as mesas para receber as pessoas. – Como é bom vê-la. Estava pensando que não iria aparecer mais. Sua mãe ligou um dia desses falando que esteve em New Jersey.
– Sim, estive. – Respondi sorrindo. Ele me abraçou apertadamente. Roger era o nome dele. Nada de mais, tinha 67 anos, melhor amigo de minha família há anos e me conhecia desde cinco anos de idade. Praticamente família.
– James pergunta todos os dias por você. – Disse ele dando uma piscadela.
– Oh... Hmm. É… James… diga que mandei um abraço. – James era um de meus clientes. Ex- clientes. Estava decidida a parar para sempre o “trabalho” de dominatrix.
– Não se lembra de James? É aquele loiro que sempre paga mais de duzentos mil para saber informações de você...
– Eu... Hã...
– Oh. Ah. O rapaz vai sofrer bastante. – Disse ele por fim, sorrindo.
Sherlock estava atrás de mim e passou as mãos pela minha cintura me apertando contra seu corpo.
– Você não me apresentou seu amigo. – Disse Roger olhando fixamente para Sherlock.
– Ele é... – O que ele é? Meu Deus... Eu o amo... Mas o que ele é para mim?
– Oh. Desculpe. Quanta falta de educação a minha. Não vou atrapalhar seu...
– Não estou mais trabalhando (dominatrix). –Minha voz subindo duas vezes o normal.
– Estamos noivos. – Disse Sherlock por fim. Senti meu corpo queimar quando ele falou isso. Não reprimi meu olhar para seu rosto. Estava calmo, falou como se fosse óbvio até para uma mosca.
– Não diga! Irene está noiva! Incrível. – Roger começou a rir e passou para o outro lado do balcão pegando um pote de azeitonas. – Sua mãe não me falou isso.
– Eu... É que... Foi inesperado eu não...
– Foi realmente inesperado. – Disse Sherlock sorrindo. – Quando Irene viajou para New Jersey eu percebi o quanto não conseguia ficar sem ela... Assim que ela voltou, eu pedi sua mão em noivado. No aeroporto.
– Foi... No aeroporto realmente muito inesperado. – Eu falei olhando para Sherlock sem acreditar. De onde ele tirou tudo isso?
– Nossa... Penso que sua mãe já esteja sabendo. – Disse Roger sorrindo. – Hey não fiquem em pé. Lucy! – A moça vestida com roupa de garçonete chegou ajeitando o longo cabelo loiro e tirou um bloquinho branco de dentro da bolsa ao redor de seu quadril. – Quero que você ajeite aquela mesa no canto. – Disse ele, apontando para uma mesa alta que tinha bancos de madeira com almofadas vermelhas combinando com o papel de parede. Lembro-me que era o lugar mais reservado do restaurante. A moça passou e rapidamente ajeitou a mesa e deu tapinhas nas almofadas. Roger nos conduziu até a mesa. Estava segurando dois cardápios. Sherlock se sentou calmamente no banco enquanto eu fazia o mesmo. Mas totalmente tensa.
– Meus pais não sabem. – Eu falei, passando os dedos pelo cardápio enquanto Roger entregava o outro menu para Sherlock.
– Oh, eu adoraria contar. – Disse Roger sorrindo.
– Na verdade nós...
– Oh, por favor, Irene. Não aceito não como resposta. – Olhei para Sherlock fazendo uma cara feia daquelas “ Eu vou te matar desgraça ‘’ . Sherlock simplesmente deu um sorriso torto no canto dos lábios e reservou sua atenção para o cardápio.
– Mas, onde está o anel? – Perguntou Roger.
– Não tive tempo de comprar. – Respondeu Sherlock segurando minha mão debaixo da dele em cima da mesa.
– Eu não faço questão. – Respondi por fim. Já eram mais de cinco horas da tarde e eu estava faminta.
– Irene, me fale sobre seu noivo. – Disse Roger, puxando um banco e sentando em nossa mesa.
Holy Shit.
– Bom... O nome dele é... Benedict.
– O que mais? – Perguntou Roger, com a expressão de dúvida.
– Sim, o que mais amor? – Disse Sherlock sorrindo para mim.
Então ele estava se divertindo... Eu vou te matar quando chegar ao hotel Sherlock Holmes.
– Ele é bem doce com todas as pessoas e é um homem muito sensível... – Roger olhou para Sherlock boquiaberto.
– Irene está exagerando. – Disse Sherlock, me encarando.
– Oh, hã... Você não me é estranho. – Disse Roger olhando para Sherlock.
– Eu trabalho com finanças. Provavelmente deve ter me visto em alguma matéria sobre...
– Oh sim, sou viciado em ler sobre economia. Foi assim mesmo.
Sherlock sorriu. Como ele sabia que Roger gostava de economia? Eu não sabia.
– Lucy, venha anotar o pedido deles! – Roger se levantou foi até o balcão e voltou com duas velas. – Para ficar mais romântico.
Sorri sem graça enquanto Roger se lançava para uma conversa com Sherlock sobre a crise de dinheiro. A moça loira chegou com o bloquinho e uma caneta preta na mão.
– O que vão querer?
– Hmm... Shepherd’s Pie? – Perguntei olhando para Sherlock.
– Oh... Para mim está ótimo. Faz tempo em que não como isso. – Disse ele sorrindo.
A moça anotou no bloquinho. – Algo para beber? – Ela olhou para Sherlock.
– Eu quero uma cerveja escura amarga. — Pedi.
– Uma lager. – Falou Sherlock. Agora virando novamente para falar com Roger.
– Só isso? – Perguntou a loira ainda olhando para ele.
Como assim só isso? O que você quis dizer? Ela está dando em cima dele? Mas o que...
– Como assim só isso? – Perguntei.
– Não quer mais nada? – A loira repetiu ainda olhando para ele. Sherlock virou para olhar a moça.
– O que você quis dizer com isso? – Minha voz saiu bastante alta e como tinha apenas funcionários no Pub, estava sem clientela por que ainda não estava aberto, a voz ecoou por todo o lugar.
– Eu não... Eu não queria... – A loira olhou para mim e começou a gaguejar.
– Irene... – Sherlock falou, não olhei para ele.
– Lucy? – Perguntou Roger.
– Desculpe, não quis trazer problemas para ninguém, nem para a moça nem para o rapaz bonito. – A loira falou olhando para Roger.
– Então você o acha bonito?! – Meu rosto esquentou e eu estava quase voando no pescoço daquela vadia.
– Eu... – Ela respondeu olhando para Roger.
– Lucy, vá trazer os pratos. – Roger gritou. A moça saiu correndo e desapareceu.
– Irene... Calma... Você está bem? – Sherlock falou, me olhando. Percebi que tinha feito um escândalo.
– Eu... Desculpe-me não sei o que aconteceu. – Abaixei minha cabeça e me ajeitei no banco.
– Não tem problema. – Falou Roger sorrindo. – Ciúmes é normal.
– I'm not jealous.
– Isso é ciúme querida. – Sorriu Roger.
– Eu não tenho ciúmes. – Repeti olhando com raiva para a mesa de madeira. Eu não tenho ciúmes dele.
– O que você acha? – Perguntou Roger olhando para Sherlock.
– O tipo de coisa que uma pessoa com ciúmes falaria. – Sherlock sorriu.
– Eu já disse que...
– Os pratos. – Falou um moreno olhando para mim. Ótimo, não ia ser aquela loira. Ele colocou os pratos e talheres, tirou a torta do carrinho de servir, e colocou no meio da mesa. Entregou a cerveja para Sherlock. Por fim, desapareceu. Cortei um pedaço da torta e coloquei o em meu prato. O cheiro estava ótimo. Shepherd’s Pie é uma torta, criada em 1791 por agricultores rurais ingleses. Inicialmente foi utilizada a carne de cordeiro, mas varia muito de lugar para lugar. A torta tem uma crosta de purê de batata e contém também carne assada como recheio, além de carne picada ou a famosa carne de cordeiro. A Shepherd’s Pie tem uma “irmã gêmea chamada: Torta de Cumberland”. A diferença é apenas o pão ralado em cima.
Comi calmamente meu pedaço enquanto assistia Sherlock colocando um pedaço em seu prato e levava o garfo até a boca.. De vez em quando assentia com a cabeça para Roger, que não parava de falar sobre dinheiro, turismo e sobre o Pub. Acabei meu pedaço e comecei a tomar pequenos coles de minha cerveja, enquanto Sherlock ainda estava comendo.
– Parece que a senhorita Adler está entediada. – Falou Roger rindo, Sherlock virou para me olhar com o garfo ainda em sua boca.
– Não estou, continuem conversando. – Respondi, sorrindo.
– Como disse que era seu sobrenome? – Perguntou Roger a Sherlock.
– Eu não disse. – Sherlock sorriu. – Holmes.
– Vou reformular o que eu disse. Parece que a senhorita Holmes está entediada. – Falou Roger. Meu rosto queimou e vi Sherlock vacilar ao meu lado. Rapidamente ele se recompôs e tomou um longo gole de cerveja. Fiz o mesmo, sem responder nada.
– Vou deixar vocês a sós. – Disse Roger, saindo de nossa mesa e abrindo a porta do Pub, do outro lado do cômodo. Algum tempo se passou, pessoas começaram a chegar e fazer seus pedidos. Eu não falei nada. Sherlock acabou o pedaço e me olhou. Virei o rosto e o garçom moreno surgiu, pegando meu copo e o do Sherlock.
– Algo mais?- Perguntou.
– Por favor, me traga outra Lager.
– Que está fazendo? Temos um voo amanhã.
– Bebendo. Algo que eu não faço há séculos. Não vou ficar bêbado. Tenho consciência de meus atos.
O rapaz levou os copos e voltou rapidamente com outro copo de cerveja.
– A loira não para de te encarar do outro lado do Pub.
– A loira?
– Sim, não percebeu?
– Não.
– Como assim você não percebeu?
– Não percebi.
Olhei para ele fazendo uma careta de dúvida.
– Duvido.
– Por quê? – Perguntou, bebendo um gole da cerveja.
– Você sempre presta atenção em todos.
– Eu notei a moça, mas só presto atenção em quem me interessa.
Olhei para o Pub, estava começando a lotar. Era mais ou menos sete da noite e a chuva parou um pouco. Sherlock tomou rapidamente a cerveja e me lembrei de que, quanto mais pessoas, maior a probabilidade de reconhecerem ele.
– Sherlock, vamos. – Sussurrei.
– Mas, já?
– Sim, eu quero ir.
– Eu ia pedir outra cerveja...
– Não. Você já está bêbado. Espere aqui que eu vou pagar a conta. – Levantei e fui até o balcão. Paguei a moça do caixa e coloquei a nota e o troco em minha pasta\\ bolsa.
– Vamos. – Sherlock se levantou e tentou desviar das mesas, estava andando de um jeito que eu jurava que se não segurasse-o pelo braço ele iria cair.
– Já vai Irene? – Perguntou Roger.
– Sim, nós já vamos. Obrigada, foi bom te ver.
– Vocês virão aqui amanhã? – Perguntou.
– Claro que nós... – Falou Sherlock exaltado pela bebida.
– Não podemos, desculpe, amanhã iremos para a Irlanda.
– Oh... Ok, quando estiver em Londres, passe aqui.
– Sem problemas. – Sorri.
– Prazer em conhecê-lo Benedict.
– Prazer foi meu. – Falou Sherlock, enquanto eu empurrava-o pela porta do Pub.
Notas finais
Estou adorando os reviews *u* Me falem o que acharam desse capítulo ;)
Por favor, não briguem por eu ter deixado o Sherlock bêbado.
* XD *
Fale com o autor