Notas iniciais
Custei mais cheguei q- Novamente um capítulo que seria bom você ler com privacidade. ;)
Espero que gostem :) Levou um tempo para ficar bem feito... Tive que assistir denovo, várias partes do seriado, do filme, isso mesmo do filme!* XD *
Boa leitura!

Anda, caramba!

– Estou andando. – Falou Sherlock se esgueirando pelas paredes, molhadas pela chuva que tinha a pouco cessado. Tentava andar, mas depois de um tempo percebeu que precisava da ajuda da parede para continuar em pé e não cair.

Anda logo! – Puxei seu braço e andei mais rápido, conduzindo-o para atravessar a rua.

– Não podemos pegar um taxi? – Disse ele, revirando os olhos.

Essa hora da noite tem muita gente e você está morto, esqueceu?

– Estou cansado.

Não andamos nem dois quarteirões ainda.

– Não importa.

Sim, importa, são oito horas e eu quero chegar ao hotel antes das três da madrugada.

– Por que não vai sem mim? – perguntou ele, ríspido.

Por que eu não vou deixar você bêbado rodando pela cidade.

– Não estou...

Está, vamos, o sinal abriu para nós passarmos.- Arrastei Sherlock pela manga do casaco, enquanto ele reclamava o tempo inteiro. Dobramos em uma rua estreita, de a iluminação precária. Sherlock tentava desviar de algumas poças de lama e acabava de vez em quando espalhando a água gelada para todos os lados.- Nunca mais te deixo beber. – Sussurrei. – Nesse estado, você está completamente irreconhecível.

– Hey mocinha! Acho que você deixou cair seu celular. – Falou uma voz próxima.

Passei a mão em meu bolso do short imediatamente como se fosse reflexo. O celular estava lá. Minhas mãos tremeram. Virei lentamente para encarar o homem.

Não é meu. – Virei de costas e puxei Sherlock mais rapidamente.

– Então é de seu amigo?...

Não é. – Eu disse, quase correndo pela rua e puxando Sherlock, que agora parecia andar mais rápido. Provavelmente efeito de adrenalina no corpo. Andamos por mais duas ruas mal iluminadas e eu finalmente me acalmei, quando notei que ninguém vinha atrás de nós. O tempo passava e eu e Sherlock não falávamos nada. Estava com sono e cansada. Quando chegasse ao hotel ainda tinha que arrumar minhas coisas e as dele, empacotar tudo... Comprar passagem... Muito trabalho. Sherlock estava desviando de outra poça de lama, quando pelo reflexo da água eu consegui ver o homem daquela rua atrás de nós. Não podia ser coincidência, mesmo que eu não tenha mudado o caminho, desde quando alguém andaria tantas ruas assim, atrás? Afastei-me um pouco de Sherlock, para se algo acontecesse ambos tivessem espaço para fazer algo.

– Realmente acho que é seu telefone. – Falou o homem.

Virei lentamente e vi que não estava sozinho. Tinha mais três homens com ele.

– O que você quer? – Sherlock perguntou ríspido.

– A conversa não é com você. – Falou o outro homem rindo.

– Nós só queremos um pouco de diversão.

– É! Só se divertir. – Repetiram.

Essa é a hora em que provavelmente eu devo me lembrar do que aprendi sobre defesa e ataque.

– Empresta sua amiguinha? – Falou o homem chegando perto de mim, enquanto o outro esmurrava Sherlock. Senti o cheiro de bebida e algo que parecia ser um cheiro forte de sexo em seu corpo.

Não encoste em mim! – Gritei. Estava hiperventilado.

– Vai ser divertido!- O homem sorriu. Não era um tipo de sorriso irônico ou normal, era de pura perversidade.

– Não encos..! – Gritou Sherlock, sentado na calçada cuspindo sangue, enquanto outro homem chutava sua barriga.

Minha vantagem: Arma. No casaco. Lado direito. Desvantagem? Sherlock bêbado.

Vantagem deles: Sherlock. Três homens contra uma. Desvantagem: Eu.

Tenho que: 1-Puxar a arma rapidamente do casaco e tentar ganhar espaço. Ele vai partir para a luta corporal. 2- Desviar rapidamente do cotovelo dele com o braço. Bater principalmente no abdômen e no tórax. Não posso enforcá-lo. A arma é prioridade. 3- Tentar puxar a arma com a mão direita. (feito). Ele vai tentar pegar. Péssima escolha. Posso imobilizá-lo com a arma facilmente. Sherlock provavelmente essa hora está sendo rendido, um tiro sobre a perna do outro homem atrás pode ajuda-lo a se defender. 4-Tentar arrancar Sherlock da calçada e correr. Tempo máximo: Três minutos?

Não encoste em mim! – Gritei correndo e me afastando. Abri os botões do casaco, enquanto o homem avançada para mim com uma faca. Ótimo: A faca. Não tinha calculado isso. O homem pegou a faça e tentou cravar em meu braço. Desviei batendo meu cotovelo na cabeça dele e em seguida bati em seu tórax, desviei de seu braço e bati em seu abdômen. Puxei a arma e apontei para o homem do lado de Sherlock. Atirei rapidamente em sua perna, enquanto sentia a vibração da arma em minhas mãos. Tempo máximo: Quatro minutos. Estado: Um homem baleado, outro tentava fugir. Um rendido e com fortes machucados. Sherlock parece estar ferido.

– Calma, vamos com calma! – Gritou o homem virando para mim.

Se afaste ou eu vou explodir os miolos dessa coisa que você chama de cabeça!

O homem se afastou enquanto tentava pegar o outro ao lado de Sherlock, com a mão na perna. Ao longe um deles fugia. Sherlock se levantou rapidamente e esmurrou um dos homens. Pegou a faca e rodou em suas mãos. Puxei Sherlock e andei com passos rápidos pela rua, sempre olhando para trás. Corremos até a rua do hotel. Diminuímos os passos e entramos rapidamente pela recepção, que tinha apenas alguns funcionários entediados. Cliquei no botão do elevador, enquanto Sherlock puxava a gola do casaco e se encolhia. Entramos no elevador e cliquei no botão do andar. A porta se abriu e corremos pelo corredor bem iluminado. A claridade doía em meus olhos. Abri a porta e Sherlock se jogou no sofá cor de creme. Tirou as botas. Tranquei a porta passando o cartão e joguei em cima da mesa.

– Não sabia que tinha uma arma.

Eu sempre tenho uma arma. – Respondi ao mesmo tempo em que tirava o casaco.

Puxei a maleta de primeiros socorros que estava em cima da prateleira perto da lareira da sala. Ajoelhei-me no tapete de frente para Sherlock que estava sentado no sofá e já tinha tirado as botas, as meias e o casaco. Abri a maleta e limpei o corte no canto de sua boca.

– Como pretende se livrar da arma?

Quando formos embora, vou jogar em uma lata de lixo no caminho para o aeroporto.

– Eu ia sugerir isso.

Hm.

Sherlock franzia as sobrancelhas enquanto eu calmamente limpava o sangue.

Amanhã você estará com uma dor de cabeça...

– Já estou sentindo. – Ele sorriu.

Quer água, alguma coisa?

– Não, estou bem. – Ele tirou a blusa e andou até o quarto. Segui-o e sentei na cama, tirando as botas. Ele parou por um momento e hesitou na porta do banheiro. – E... Você está? – Ele perguntou fazendo uma careta.

Temos uma evolução aqui?

– Do que está falando?

O sábio Sherlock Holmes tem sentimentos? – Falei, sorrindo.

– Eu não...

Sou apenas eu Sherlock, não precisa fingir. Não sou tão frágil quanto pensa.

– Nunca disse que era.

Ótimo. Então o que lhe incomoda?

– Nada. – Ele passou para o banheiro e fechou a porta.

Atravessei o quarto e peguei o notebook, Liguei e esperei todo o processo de iniciar, carregar etc. Digitei o nome do site de passagens aéreas e comprei uma para Sherlock. Desliguei rapidamente o notebook e comecei a guardar tudo. Ajeitei minha mala, roupas. Separei minha camisola nude que tinha um decote em v, rendas no busto e era aberta na parte da barriga. O pano ia até a calcinha, da mesma cor. Não sei por que eu tinha colocado na mala. Não era meu estilo, apenas estava quase sem pensar direito, quando joguei as roupas e corri para Londres. Agora eu queria apenas dormir. Fui para a sala e empacotei rapidamente o “laboratório” de Sherlock. Finalizei tudo, passei para o quarto e estava colocando as roupas dele em minha mala quando ele abriu a porta e passou com a toalha enrolada em sua cintura e o corpo molhado. Estava enxugado lentamente os cabelos pretos com outra toalha enquanto olhava para mim.

Oh. Esqueci completamente do que vai vestir. – Ele sentou na cama e não falou nada. Continuou enxugado os cabelos. Abri a mala e peguei uma cueca e uma blusa branca para ele. Escolhi um suéter branco, um casaco preto que ia exatamente até o quadril (Bestaff – Porque de alguma forma essa marca se ajusta ridiculamente bem ao corpo dele), uma calça preta e um sapato também preto para usar amanhã.

– Não esqueça as luvas, por favor. – Ele falou. Imediatamente abri outro compartimento da mala e peguei meias e luvas de couro pretas.

Feliz?

– Em êxtase. – Ele disse de um jeito irônico.

Separei meu casaco de couro com pequenos pelos, duas blusas uma preta e uma branca porque eu sempre tenho muito frio. Peguei uma calça preta, luvas pretas e minha bota marrom.

– Como vai fazer para ninguém me reconhecer no aeroporto? – Ele falou, se deitando na cama e passando os braços por baixo de sua cabeça. Parecia bem confortável.

Tenho meus contatos.

– Seus contatos...

Sim. Eles fazem tudo o que eu quero. – Subi em cima dele e sentei em seu quadril. Sorri.

– Que horas nós vamos?

Hmm. Oito horas.

– Argh.

Eu sei que você queria descansar, mas quanto mais cedo melhor. Eu teria escolhido o voo de cinco horas de não faltasse apenas quatro horas para as cinco... Você está muito molhado! – Tentei me levantar na mesma hora em que ele segurou minhas mãos e uniu meus pulsos.

– Devo dizer que estou impressionado com sua luta naquela rua.

Não deveria. Já nocauteei um homem na sua frente. Te Derrubei com chicotadas... – Sorri ao me lembrar. Ele estava extremamente sexy. Era sempre muito atraente, mas quando levou algumas chicotadas ficou muito mais. – Injetei droga em você... O quê mais?

– Enfrentou o parlamento... Mycroft, o serviço secreto...

Isso mesmo. – Falei orgulhosa de meus feitos.

– Só perdeu para mim.

Essa é uma questão que ainda está aberta a discussões. – Beijei seus lábios enquanto passava os dedos pelos cabelos dele. – Durma. – Sussurrei. — Precisa descansar.

– Estou descansando. – Ele sussurrou, puxando meus lábios contra os seus. Senti-o puxando meu short e minha meia. Tirei a blusa e ajudei a tirar o sutiã. Ele me puxou para baixo, tirando a toalha. Ter ele assim foi completamente diferente. Não era porque eu sabia o que esperar, mas por que ao que parece, sempre ficava melhor... E muito quente. Ele penetrava em mim lentamente, se fundia, ondulava e cobria cada parte do meu corpo e era sempre o convite para me fazer continuar. Sentir seu corpo, seus beijos loucos... Seus cabelos molhados, seu hálito fresco que parecia acariciar minha pele... Quando eu iria me acostumar?

Gemi agarrando seus cabelos, enquanto subia em seu quadril ficava por cima dele. Se corpo roçava no meu e eu estava extremamente molhada. Seus longos dedos passavam pelas minhas costas, eu ficava arrepiada ao seu toque. Mordi sua orelha enquanto ele puxava mais meu corpo contra o dele.

– Não... Aqui não... – Ele gemeu, enquanto eu abria mais as pernas e beijava seu pescoço.

Aqui sim. – Sussurrei, beijando o pescoço e subindo, mordendo sua orelha. Ele me penetrou com mais força, meu corpo todo tremeu. — Oh, está ótimo... – Meus dedos puxavam e apertavam o lençol enquanto eu sentia seu membro se mover com mais rapidez. O liquido escorria pelas minhas coxas. Meu corpo se dobrava ao dele, respondendo a todos os impulsos. Minutos se passaram e meu corpo reagiu com espasmos. Ele pressionou seus lábios contra os meus lentamente enquanto eu gemia contra a boca dele. Minhas unhas gravaram-se em seus braços, arranhando-o por toda a extensão. Apertei mais minhas pernas contra as dele, escutando seus gemidos pelo quarto. Quando nossos corpos atingiram o ápice, eu estremeci em resposta ao corpo dele, ficando mais molhada e quente. Depois finalmente nos deitamos cansados. Eu escutava nossa respiração enquanto puxava o cobertor ao redor de meu corpo. Seus braços se contraíram me puxando para mais perto. Ajeitei-me em seus braços enquanto suas mãos acariciavam meu rosto. Sherlock passou o dedo em uma mecha do cabelo e colocou atrás de minha orelha. Senti sua respiração em meu cabelo, enquanto meu corpo cedia ao cansaço.