Would It Matter

12 Passado e Descobertas Parte III


Notas iniciais
Yoo meu amores, dessa vez não atrasei XD Então, eu achei uma imagem que mostraria como o Masato ficou com a abordagem do Ren, no capítulo 2, vou deixar o link aqui para vocês, se quiserem ver... link: https://scontent-b-ord.xx.fbcdn.net/hphotos-prn2/t1.0-9/p320x320/1383732_1481326122081525_419538179_n.jpg e essa porque achei fofa >>> https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/t1.0-9/10013939_757326487611406_563860435_n.jpg e é isso, vamos ao capítulo, espero que gostem, e nos vemos lá embaixo

~Reiji

Mas que droga! Fazia tanto tempo que não nos encontrávamos com Misaki, e ele continua conseguindo ler tudo o que eu penso. Como isso é possível? Para minha sorte o Ran-ran estava distraído quando ele surgiu com aquele assunto, se ele tivesse prestando atenção ele iria surtar.

Então Reiji, o que você o Ranmaru tem? – Misaki perguntou de forma cínica – porque eu sei que tem alguma coisa aqui, e tenho certeza que não é só amizade.”

O que ele disse fica ecoando na minha cabeça, e o pior de tudo, eu não consegui responder nada, o que ele entendeu como um “Sim.”. Ah, a culpa é sua Kotobuki, por não consegui controlar os próprios sentimentos, e foi se apaixonar pelo seu melhor amigo. Calma, no que eu to pensando? EU, apaixonado pelo Ranmaru? Ah, não, nem em um milhão de anos. Nós somos amigos, tudo bem que já ficamos algumas vezes, mas eu me apaixonar por ele? Isso já é demais, nem morto isso aconteceria.

Continuei indo pra o meu quarto, estava tão perdido, que nem sabia o que fazer direito, e também para me confundir um pouco mais o Ranmaru falou que queria falar comigo. Mas, que diabos ele quer falar comigo? Estávamos conversando há um bom tempo já.

Balanço a cabeça, para ver se me livro dessa confusão. Mas de nada adianta. Quando me dei conta já estava no quarto, e por Kami-sama, Otoyan e o Toky ainda não tinham voltado, pelo menos assim eu consigo tentar organizar um pouco a minha cabeça.

......

Após alguns minutos de paz e tranqüilidade, eu consegui desviar meus pensamentos, e agora já estava menos confuso, porém, estava ainda mais curioso para saber o que o Ran-ran queria falar comigo. Que ele não demore, desse jeito eu vou pifar de tanto imaginar o que é.

Mais alguns minutos de espera e ele finalmente bateu na porta, levantei-me da minha cama e fui abri-la, dando graças por finalmente ter minha curiosidade sedada.

– Oi Reiji.

– Oi Ran-ran. Entre. – disse abrindo espaço para ele entrar no quarto.

– Os meninos não estão aqui ainda? – perguntou.

– Não ainda. – respondi – Nee, achei estranho isso, eles nunca ficam longe por muito tempo.

– Devem estar caminhando por ai, daqui a pouco devem voltar, então, não se preocupe.

– Eles são bem grandinhos para se cuidarem sozinhos.

– Isso é verdade.

– Nee, Ran-ran. Sobre o que você queria falar comigo? – perguntei, não contendo mais minha curiosidade. Ele virou de costas para mim, e caminhou até a janela, e ficou em silencio durante alguns minutos. Kami-sama, ele quer me deixar maluco só pode.

– Sabe Reiji, – começou, finalmente – o Misaki me convidou para sair de novo com ele. – quando ouvi isso, levei um susto e senti algo dentro de mim se contrair.

– E você vai? – perguntei, cuidando para que minha voz não demonstrasse que eu tinha ficado um pouco triste com isso.

– Acho que sim, falei para ele me ligar quando terminasse de falar com o Presidente. – mais uma “contração”. Já estou ficando nervoso. O que é isso?

– Hum. – me virei e caminhei até a minha cama, me sentando nela logo em seguida. – Era isso que você queria falar, Ran-ran? – perguntei.

– Não exatamente. – ele hesitou por um momento, e depois continuou. – É sobre os beijos. – prosseguiu, mas dessa vez ele se virou para mim. – Podemos falar sobre isso?

– C-c-claro. – gaguejei, levantei da cama e fui até a porta a trancando, dei meia volta e voltei a me sentar na cama. Ele foi até a mesma e se sentou ao meu lado.

Nenhum de nós sabia o que dizer, então o silencio se estabeleceu. Para mim que gosto de coisas agitadas o silencio normalmente é incomodo, mas nesse caso, ele foi ótimo.

– Então... – ele o quebrou. Mas foi interrompido pelo toque do celular. Quando ele o puxou do bolso, pude ver que era o Misaki ligando, então ele já tinha falado com o Presidente e agora queria sair com o Ran-ran. Mas tem algo nisso que está me incomodando, como se fosse um mau pressentimento, ou algo do gênero. Ai, ai, eu não sei o que fazer.

– Alô, Misaki. – esperou responder – claro, eu te encontro no saguão. – esperou de novo. Eu queria saber o que ele estava falando, maldita curiosidade. – Certo, já estou indo. Até. – e desligou. Foi a ligação mais curta que eu já vi.

– Já está indo? – perguntei abaixando a cabeça.

– Já. – respondeu enquanto levantava. – Fique bem Reiji. – disse isso, bagunçou meu cabelo e depois segurou meu queixo, erguendo-o, fazendo com que eu olhasse para ele.

Vi em seus olhos que tinha algo que o incomodava, mas minha voz não saia para que eu pudesse perguntar e quando eu achei que iria consegui o fazer, ele se abaixou e me deu um rápido selinho nos lábios, para logo depois se erguer novamente. Vi que ele tinha corado, e achei que ele ficava lindo assim.

Ele notou que eu estava olhando, e corou mais, virando o rosto para o lado, mas ainda mantendo a mão no meu rosto. Com a minha mão direita, segurei a dele, e a puxei para os meus lábios, e depositei um beijo leve nela.

– Você tem de ir Ran-ran, ele está te esperando. – disse por fim, logo soltando sua mão e abaixando a cabeça novamente.

– Eu sei que tenho. – murmurou. – Eu volto logo Reiji. – e saiu me deixando novamente sozinho no quarto, mas dessa vez com uma sensação estranha em meu peito, que eu não tinha ideia do que era.

*****

~Syo

Quando Ai terminou de tocar a nova canção senti meu coração disparado e notei o quão desregular minha respiração estava. Então, para ajudar ainda mais, ele me puxou para um beijo, que foi tão doce e carinhoso, que eu achei que nunca sentiria algo daquilo, principalmente vindo dele, jamais imaginaria que poderia ser correspondido nesse amor.

Após alguns segundos me separei dele, tinha uma sensação estranha, como se alguém estivesse nos observando. Vendo que me afastei repentinamente Ai se surpreendeu.

– O que foi chibi? – murmurou docemente, passando a mão em meu rosto.

– Tenho a sensação de que alguém esta nos observando. – indaguei, logo virando para checar o quarto. – N-n-natusi? – gritei, me levando rapidamente. – O que você está fazendo aqui? Você viu alguma coisa?- murmurei a ultima parte, logo abaixando o rosto, sentindo que estava esquentando.

– Syo-chan, o quarto também é meu lembra? – perguntou sorrindo – e sim, eu vi Syo-chan – levantou e caminhou até mim, com toda a calma, coisa que não era típico dele. Ao mesmo tempo em que eu corava cada vez mais. – E, sabe Syo-chan, eu achei muito fofo – disse me abraçando, para então me levantar no ar e começar a girar, isso era típico dele, mas mesmo assim fiquei com mais vergonha ainda, se era possível.

– Natsuki – Ai chamou, e logo pigarreou, para que o loiro o olhasse. – Solte o Syo, no chão, por favor. – pediu.

– Certo, senpai, me desculpe. – o loiro dizia enquanto ainda tinha um sorriso no rosto.

– Tudo bem. – desculpou o outro. – Syo, vem cá. – me chamou abrindo os braços, para que eu pudesse abraçá-lo. Eu assim o fiz, mesmo estando com vergonha do Natsuki estar vendo isso.

– Kawaaiii!!! – gritou. – Syo-chan e Ai-senpai, ficam tão bem juntos. – sorriu mais ainda.

– Obrigado Natsuki. – Ai agradeceu, e pelo tom de voz eu pude notar que ele sorria. Não pude deixar de me afastar e olhar para ele, e confirmar minha teoria. Ele realmente estava sorrindo. O mesmo sorriso de horas atrás, enquanto estava comigo no hospital.

– É lindo – sussurrei.

– O que chibi?

– O seu sorriso. – ainda admirando – Você devia sorrir mais.

– Ele só surgiu por causa de você Syo. – e com isso ele selou nossos lábios.

– Kawai! – Natsuki gritou de novo, fazendo com que eu me assustasse e tentasse me afastar do Ai, mas esse não permitiu e somente me apertou mais forte contra seu peito. – Vocês ficam lindos assim, o Kaoru vai ficar tão feliz de saber que o Syo-chan gosta de alguém.

– Natsuki, não conte a ele! – gritei.

– Por que não Syo-chan? Ele ficaria tão feliz.

– Porque nós iremos contar para ele Natsuki. Não é chibi?

– Contar o que Ai? – perguntei.

– A é desculpe-me. – disse, para então me soltar, se ajoelhou em minha frente e segurou minha mão. Nessa hora senti meu coração disparar e minha respiração desregular, fora que eu sentia que estava ficando vermelho.

– A-Ai – sussurei.

– Então, Syo, você que namorar comigo? Meu pequeno chibi.

– E-e-eu quero. – respondi, não conseguia conter minha felicidade, o que fez com que um sorriso formasse em meus lábios.

– Que bom que o Syo-chan aceitou!!- comemorou o loiro – Isso foi tão lindo Ai-senpai.

– Obrigado Natsuki. – Ai agradeceu. – E eu fico muito feliz que você tenha aceitado Syo. – se levantou e me puxou para um beijo. – Eu te amo, meu pequeno, meu chibi.

– Eu também te amo, meu Ai.

– Isso é muito fofo, – Natsuki indagou – mas, Syo-chan, eu queria falar com você sobre uma coisa.

– Sobre o que Natsuki? – perguntei.

– É que o Itokki-kun e o Tokyia-kun sugeriram de nós fazermos uma nova música para o grupo, e pediu para avisar você, já que tinha sumido do refeitório. – senti meu rosto corar com o que ele disse, mas não interrompi – E é isso Syo-chan, é para nós irmos amanhã até a sala de música às 10 horas da manhã. E já que eu já disse o que era preciso eu estou saindo de novo, para vocês ficarem sozinhos de novo, tchau. – e saiu.

– Ele me surpreende mais a cada dia. – Ai comentou. – Não achei que ele ia aceitar tão fácil isso, de não contar para o teu irmão já.

– Ele só tem esse jeito meio estabanado, mas sempre faz o que eu peço, principalmente quando se refere entre eu e o Kao-chan.

– Eu quero conhecer ele logo, pelo jeito com que vocês falam dele, é totalmente o oposto de você, não é chibi.

– Na aparência somos iguais, ninguém nunca achou algo de diferente entre nós, mas temos personalidades inversas, ele é o oposto de mim nisso, como se a calma tivesse passado toda para ele.

– Mas, mesmo assim. Mesmo ele sendo igual a você na aparência, eu só tenho olhos para você. – corei instantaneamente, e fiquei me sentindo como um idiota depois disso.

Notas finais
Gostaram? não gostaram? respondam-me eu fico muito triste quando vocês não se manifestam... mande reviews, mp's, recomendem. Mas me digam o que acharam. Qualquer erro que acharem, me avisem que corrigirei o mais rápido possível, pois mesmo corrigida, alguns erros passam Por hoje é só, ~autora sem criatividade para notas, ignorem o comentário~ Kissus ( ˘ ³˘), bye bye