Notas iniciais
Yoo meus amores, como passaram? bem, espero c: O capítulo vai continuar da mesma maneira, Ok? Sendo dívidido em duas partes para não se tornar cansativo pra que não gosta dele longo... Sem mais enrolação ~sorriso sincero~ Bom capítulo, e nos vemos nas notas finais

~Ai

Nem eu mesmo acreditei que iria convencer o chibi a ir ao médico tão rápido, achei que iria demorar um pouco mais, mas quando ele começou a chorar, eu me rendi ao impulso de abraçá-lo. Pensando melhor agora, que já estamos a caminho do hospital, eu realmente gostei de abraçá-lo, senti que precisava proteger aquele baixinho. Ele me parece muito frágil, como se somente um pequeno toque pudesse quebrá-lo.

Já faz alguns minutos que saímos da academia, e ele está muito quieto, nem parece ele mesmo.

– Ei, chibi – chamei – você ta bem?

– Hai, senpai – ele disse erguendo os olhos, e parecia que eles estavam maiores e ainda mais azuis que o normal – só estou com um pouco de medo, na verdade. – murmurou.

É incrível essa mudança que está acontecendo, há dois dias ele evitava até mesmo falar comigo, e quando falava, era porque estava com raiva. E agora, fala com toda essa naturalidade. Eu não entendo esse baixinho, ele me deixa confuso.

*****

~Syo

Eu não sei o porquê eu estou assim, está certo que eu tenho muito medo de hospitais, mesmo quando o Kaoru está comigo eu ficou muito apreensivo com isso, mas dessa vez tem algo diferente, eu me sinto mais calmo, mesmo ainda estando apreensivo.

O Ai-senpai, mostrou-se preocupado comigo, o que me surpreendeu muito, eu achava que ele não ligava pra ninguém, até porque os próprios companheiros da banda disseram isso. Nos disseram que ele apenas preocupava-se com os deveres da banda, e que só virou nosso senpai porque o presidente pediu.

O Natsuki, apesar de estar conosco no carro não pronunciou uma única palavra desde que saímos da academia. Parece que está um pouco nervoso, acho que é porque ele prometeu ao Kao-chan que ele me levaria ao médico. E eu também prometi isso... e cá estou eu, indo até o hospital sem o meu irmão pela primeira vez, apesar de já ter 17 anos. Ok, isso é vergonhoso. Mas se for pensar por idade, meu irmão é realmente mais avançado que eu, pois há quase dois anos namora com o Natsuki, e eu nunca namorei até agora, só aquelas ficadas, mas de qualquer forma, eu tenho um pouco de inveja dos dois, o amor deles é tão puro, que eu acho que nunca vou conseguir gostar de ninguém assim. Que droga, mas também quem iria gostar de mim, um baixinho, que a qualquer momento pode ter um ataque cardíaco e que pode vir a ficar internado de uma hora para outra? Só se existir alguém maluco o suficiente... e tenho certeza que não existe. Tsc. Desse jeito eu só vou ficar pior.

*****

~Ranmaru

– Mas que coisa Jinguji – Masato gritou no quarto – você não consegue ficar quieto não?

Faz alguns dias que eles estão assim, e tudo ficou pior há dois dias, quando eu entrei no quarto e vi eles se beijando. Não consegui segurar e acabei gargalhando, o que os assustou e fez se afastarem. E mesmo sendo proibido namorar pessoas da mesma banda, eu acabei não contando para ninguém, até porque eles não me incomodavam com isso, não ficavam se beijando e se amassando enquanto eu estava no quarto, e também o que faziam quando eu não estava não me interessava. Apenas os alertei que poderia ter sido o presidente a entrar no quarto no meu lugar, e que isso poderia fazê-los serem expulsos do Starish e que seriam demitidos da empresa. Diante disso eles concordaram em serem mais discretos em relação a isso.

Mas desde então eu acabo me divertindo muito, vendo o Jinguji provocar o namorado, acho que eles são isso, ou são somente amantes, ficantes... não importa, mas ele adora provocar o outro, o que o faz ficar com muita vergonha e sempre corar, e isso sim, me arranca diversas gargalhadas.

– Vocês não sabem ficar quietos? – perguntei – Jinguji sai de perto do Hijirikawa, por favor. – falei.

– Mas senpai, eu só levantei – Jinguji se justificou – ele que está de TPM – disse, com um sorriso irônico se formando no canto dos lábios

– TPM é o caralho Jinguji, cala a boca – O outro retrucou.

– Viu só, eu disse que ele estava, e não é culpa minha... – disse, e logo após uma almofada atingiu sua cabeça. – Masa, você está muito estressado hoje, meu amor – virou-se para o outro, que estava sentado na cama.

– Não enche Ren – disse e virou-se para a parede, ficando de costas para o outro.

Eu estava apenas observando a cena, mas aquilo já estava demais. Eles pareciam aqueles casais chato que se vê na televisão.

– Querem saber de uma coisa? Sumam os dois desse quarto, e só voltem pra cá depois que pararem de brigar – eu disse.

– Ok, senpai, como você quiser. – Jinguji disse, e se aproximou do outro, encostando-se a seu ombro – Ei Masa, vem, vamos dar uma volta — ele esticou a mão para o moreno, que logo se virou para ele e aceitou sua mão, levantando da cama.

– Eu vou, mas porque o senpai está nos expulsando do nosso próprio quarto – disse, me olhando.

– Estou mesmo, e só os aceito de volta, quando pararem de se comportarem como adolescentes mimados e aceitarem de uma vez que gostam um do outro, principalmente você Hijirikawa. – respondi os olhando.

– Mas eu já disse a ele que eu gosto dele, mas ele não admite isso, não é Masa? – Jinguji perguntou.

– Admitir o que Jinguji? – devolveu a pergunta, enquanto desvia os olhos dos do ruivo.

– Que você me ama, Masa – ele respondeu se aproximando. – Mas agora vamos eu tenho que falar com você uma coisa séria. – completou em quanto puxava o outro pela mão. – Até depois senpai, quando voltarmos o Masa não vai estar mais de mau humor, eu prometo.

– Quem é você pra saber de alguma coisa Jinguji? – o outro perguntou porem não escutei a resposta do ruivo, pois este já havia passado da porta e a fechado novamente.

Aproveitei por algum tempo depois que eles saíram, para compor uma nova música. Não consegui terminá-la, pois após algum tempo pensando no que poderia escrever, surge em minha cabeça à cena de dias atrás, em que eu e Reiji acabamos nos beijando, não posso dizer que me arrependi daquilo, e apesar de ter falado para o moreno que deveríamos esquecer aquele tempo que ficamos juntos, eu não conseguia esquecer. O beijo dele era diferente de todos os que eu havia provado até então, tinha um sabor diferente, levemente adocicado, mas que me levou a loucura. Foi o melhor que já experimentei, disso tenho certeza. Mas porque tinha de ser logo ele, meu companheiro de banda? Se fosse qualquer outro seria muito mais fácil, mas não, quem disse que a vida de Ranmaru Kurosaki é fácil? Muito ao contrário, ela gosta de me pregar peças e uma delas foi essa, de fazer com que eu deseje aqueles lábios para mim novamente.

Que me faça querer beijá-lo em qualquer lugar, independente de onde estivermos, a vontade de beijá-lo sempre aparece quando o vejo, principalmente quando ele está sorrindo, o que faz com que seus olhos brilhem, e o contraste do cabelo castanho, com os olhos acinzentados me fascinam, principalmente aqueles olhos, tenho certeza que existe algum tipo de magnetismo que faz com que eu não consiga parar de mirá-los.

“Mas que droga é essa que eu to pensando? Controle-se Ranmaru, ele é teu colega de banda.” – repreendo-me

Nesse momento ouço batidas incessantes na porta.

– Já vai! – gritei. – O que é? – perguntei antes de olhar a pessoa que estava na porta.

– Ran-ran, eu preciso te falar uma coisa. – disse, enquanto ia me empurrando para dentro do quarto para que pudesse entrar. Mas o que ele está fazendo aqui, eu tento esquecer da existência dele e dois minutos depois ele bate no meu quarto, ele quer me ver louco.

– O que foi Kotobuki? – perguntei.

– Ran-ran, é R-E-I-J-I – disse, soletrando.

– Ta bom, que seja Reiji – concordei – mas o que você quer?

– Grosso! Você é mau Ran-ran – disse fazendo bico. Revirei os olhos, essa mania dele me tira do sério.

– Para de fazer bico Reiji, é irritante, parece uma criança.

– Mas bem que você gostou de beijar essa criança, não é Ranmaru? – mudou de expressão, ficando com um sorriso totalmente pervertido nos lábios ao mesmo tempo em que se aproximava de mim.

– De onde você tirou essa ideia?

– Eu sei que sim, do mesmo jeito que eu gostei de ficar com você.

– Pode parar ai Reiji, somos companheiros de banda.

– E o que tem? Você acha que eu não sei sobre o Ren e o Masato? E eu também sei, que você, Ranmaru, já sabe deles, e que até está apoiando esse romance.

– COMO ASSIM VOCÊ JÁ SABE?

– Você acha que eu não noto as coisas Ran-ran? Eu observo bastante mesmo enquanto eu converso e brinco com os outros, e aqueles dois estão bem diferentes.

– Mas e o que tem eu apoiá-los?

– Exatamente o que você pensa Ran-ran, se o presidente descobrir irá punir os dois, e se ele souber que você já sabia e que não fez nada a respeito, você também será punido. Mas não é disso que eu vim falar, Ranmaru.

Começou a se aproximar novamente, fazendo-me caminhar de costas até chegar perto de minha cama, fazendo com que eu caísse sentado nela. E se aproveitando da oportunidade, subiu em meu colo e colou nossos lábios. Não demorei e inverti as posições, fazendo com que ele se deitasse em minha cama, e tomando seus lábios novamente, pedi passagem com minha língua, ele a cedeu rapidamente, e fez com que a dele se encontrasse com a minha no meio do caminho, o que fez com que meu corpo se arrepiasse, apertei sua cintura com a mão que estava livre, enquanto me apoiava com o outro braço na cama. Ele colocou uma de suas mãos em minhas costas e a outra enroscou nos meus cabelos, e com ambas me puxou para mais perto, fazendo nossos corpos se colorem sobre o colchão. Paramos o beijo quando o ar se fez necessário, mas eu desci minha boca para seu pescoço e comecei a beijar e dar pequenas mordidas na região, aproveitando para invadir por dentro de sua camiseta, passando a mão em seu tórax, o ouvi soltar um pequeno e baixo gemido o que fez com que ficasse mais excitado, continuei beijando seu pescoço até subir para perto da orelha, onde mordi o lóbulo.

– Você tem certeza disso Reiji? – perguntei sussurrando em seu ouvido, mordendo novamente o lóbulo, e pressionado o seu membro com a minha coxa, que o fez arquear a coluna, buscando ainda mais contato.

– S-s-s-si-sim Ranmaru – ele respondeu quase como um gemido, e com a voz rouca, fazendo com que o pouco de sanidade que me restava se esvaísse.

Aproveitei esse momento e puxei sua camiseta, tirando-a, e não pude deixar de observar o contorno do tórax do moreno, que mostrava os contornos dos músculos, nem tão definidos, mas que ainda assim, se mostravam em evidencia. Até que ele me puxa para mais um beijo e começa a tirar minha camisa, botão por botão, sem interromper o beijo, e quando ela está completamente aberta passou a mão por toda a pele que estava exposta ali.

Até que batem na porta, o que nos assustou e nos fez lembrar-nos de onde estávamos.

– Senpai – Jinguji chamou

– Já estou indo Jinguji. – caminhei até a porta enquanto fechava minha camisa e o Kotobuki vestisse a dele.

Após verificar que todos os botões estavam fechados e que meu companheiro estivesse vestido abri a porta e deixei meus dois kouhais entrarem.

Notas finais
Então meus amores, por hoje será apenas esse, me desculpem eu queria postar as duas partes hoje, mas tive um curso de dois dias, que roubaram meu tempo, e mais o trabalho, me deixou sem tempo pra quase nada. O próximo sai na quarta-feira, ou se eu conseguir terminá-lo, sai amanha/hoje mesmo. Amanha irei viajar e aproveitarei esse tempo na estrada pra terminar a Parte II, e tentar adiantar o 7, ok?! Mais uma vezes me desculpem, e me deixem reviews, eu os amo tanto ~coraçãozinho~ e leitores fantasmas eu sei que vocês estão ai... me deixem um "oi" para mim conhecê-los, ficaria muito feliz... E por agora é isso amores, Kissus ( ˘ ³˘) Hatsune