Notas iniciais
Yoo o/ eu demorei né? sorry, desculpem a Hatsu-chan, mas esse cap deu trabalho para ser escrito... cof cof e AVISO!!!!!!!!!!!!! ESSE CAP TEM LEMON!! e é o meu primeiro aqui, então eu fiquei um pouco nervosa ;-; Nada mais a declarar, nos vemos lá em baixo Enjoy:

~Natsuki

– Natsuki! – gritou.

Acordei com o senpai me chamando, o que já não deveria ser um bom sinal.

– Bom dia senpai! – sentei na cama animado.

– Bom dia. – respondeu emburrando. Segurei a risada e dei uma olhada rápida no quarto e descobri o motivo de tanto estresse. Syo-chan ainda não tinha voltado.

– O que aconteceu pro senhor já ta assim? – perguntei inocente.

– O seu amigo! Aquele chibi saiu ontem há noite e ainda não voltou. – responde voltando a ter a mascara de indiferença, mesmo estando com o tom de voz alterado. – Você tem alguma ideia de onde ele possa ter ido?

Lembrei rapidamente que logo após o Syo-chan ter se encontrado com o Ai-senpai ele me mandou uma mensagem me avisando que iria num amigo e que não era para me preocupar e muito menos contar para o senpai.

– Hum. Não. Ele nunca sumiu assim antes. – comentei.

– Como assim nunca sumiu antes? – arregalou os olhos. – É a primeira vez que ele faz isso?

Concordei com a cabeça, ainda segurando o riso devido à cara de espanto do senpai.

– Não se preocupe senpai, daqui a pouco o Syo-chan volta. – tentei acalmá-lo. – o Syo-chan é fofinho e pequenininho, mas ele sabe se cuidar.

– Tudo bem. – respondeu virando o rosto com um pequeno bico. Não agüentei e comecei a rir.

Ele me olhou com os olhos arregalados e corou quando notou do que eu estava rindo.

– Senpai você é tão kawaii quanto o Syo-chan e o Kaoru-kun. – comentei em meio às gargalhadas.

– Cale-se Natsuki! – gritou.

– Okay senpai. – segurei o riso de novo.

Ele virou as costas e caminhou até a cama sentando-se nela.

– O Reiji ligou para o Camus de madrugada. – comentou.

– E como o Ranmaru-senpai está? – perguntei.

– Pelo que o Reiji falou para o Camus, o Ranmaru tinha acabado de acordar e estavam mudando ele para o quarto normal.

– Que bom! – exclamei.

– Sim. Nós vamos fazer uma visita a ele depois e levar algumas coisas para o Reiji. – completou com um mínimo sorriso.

Senti meu celular vibrar e o peguei vendo que tinha uma nova mensagem do Syo-chan.

“Natsuki. Não fale nada para o senpai de onde eu fui dormir. E me avise à hora que ele sair do quarto para eu poder ir até ai e trocar de roupa.” – terminei de ler e logo respondi.

“– Certo.” Após alguns minutos recebi a resposta.

“Obrigado Natsuki”

Guardei o celular e levantei para fazer minha higiene matinal.

Fiquei alguns minutos no banheiro e quando sai vi o senpai de pé perto da porta.

– Eu vou falar com o Camus e tomar café. Se tiver alguma noticia do chibi me avise.

– Hai, senpai. – concordei. E logo que ele saiu pela porta, mandei uma mensagem para o Syo-chan.

“– Ele acabou de sair, vai ir falar com o Camus-senpai e depois vai tomar café.”

“Certo, já estou indo.”

Sorri com aquilo. O Syo-chan estava realmente evitando o Senpai.

*****

~Ranmaru

Acordei um pouco tonto, e com algumas dores. Após meus olhos se adaptarem a claridade vi que estava num quarto inteiro branco, até que lembrei o que tinha acontecido. Eu estava com o Misaki e sofri um acidente. E só, depois disso só o que vejo agora.

Senti uma leve pressão em minha mão e quando olhei vi que alguém a segurava e quando olhei quem era abri um sorriso. Reiji estava sentado ao lado da cama com a cabeça apoiada no braço dormindo.

Não sei há quanto tempo ele estava aqui, mas ele deve estar cansado. E olhando pra ele me lembrei de quando sai da academia, ele tinha uma expressão meio abatida, aquilo nunca fora normal nele, ele sempre estava sorrindo. E também dos beijos de antes. Eu sei que é errado isso, mas a atração que eu tenho por ele é difícil de controlar, e sendo colegas de banda só torna tudo mais complicado.

Sempre soubemos da regra de que nenhum ídolo pode se apaixonar, namorar tudo bem, mas se apaixonar não. E se isso continuar eu não sei se isso não acabará acontecendo. Ele pode ter tudo que eu sempre odiei nas pessoas, mas nele eu não consigo odiar.

E ele é a única pessoa que eu não conseguiria machucar, afinal ele sempre foi meu melhor amigo, assim como Camus e Mikaze, esse dois só não precisam saber disso, eu me divirto com minhas brigas com Camus, e sempre Mikaze ou Reiji quem as separam.

Continuei sorrindo enquanto observava o moreno e lembrava-me de todos esses anos em que nos conhecemos.

Após alguns minutos senti o sono se apoderar de mim mais uma vez e adormeci pensando nisso.

****

~Syo

Corri até o quarto e encontrei com o Natsuki, ele disse que iria tomar café e depois iria encontrar com os outros para compor a música nova, concordei e falei que tomaria banho e iria para lá também.

E nesse momento é isso que estou fazendo. Mas sorrateiramente, pelo que eu saiba Ai ainda está na academia, e eu não quero encontrá-lo. Tudo bem que ele se explicou, mas isso não me impede de continuar com raiva dele e querer evitá-lo.

Pode ser infantilidade, mas tenho certeza que se alguém ver o namorado, como ele diz, beijando outro, por mais que seja apenas um selinho, ficaria irritado.

Cheguei na sala de musica e ainda não tinha ninguém, fechei a porta e fui até a janela e fiquei olhando por alguns minutos até que Natsuki chega também.

– Syo-chan, o senpai não para de perguntar por você e está meio bravo. – comentou.

– Azar o dele Natsuki, eu não ligo pra ele.

– Mas você não gosta dele Syo-chan?

– Eu gosto Natsuki, mas só porque eu gosto não quer dizer que eu não fiquei irritado com aquilo.

– Entendo.

Ficamos em silêncio até os demais chegarem, conversamos um pouco e começamos a música.

Demoramos cerca de quatro horas para deixá-la do jeito que queríamos, mas ela ficou ótima, só precisávamos ensaiar agora. Mas deixamos isso para outro dia, pois Tokiya e Ittoki tinham um ensaio fotográfico para fazer.

Saímos da sala e cada um foi fazer o que tinha programado. E eu e Natsuki voltamos para o quarto.

– Natsuki, eu vou sair de novo. – Avisei.

– Para onde Syo-chan? – me olhou.

– Vou no shopping e talvez vá em algum outro lugar depois, não sei ainda.

– Certo. E se o senpai perguntar de você?

– Pode avisar a ele que eu estou bem, mas não conte aonde eu fui.

– Okay Syo-chan.

– Você tem falado com o Kao-chan? – perguntei mudando de assunto.

– Falei com ele ontem.

– E como ele está?

– Bem, disse que só está cansado por causa das provas.

– Imagino. – comentei. – Bom eu já vou, e vou ligar para ele, me desculpar por fazer ele ficar preocupado. – ele sorriu.

– Daqui a alguns dias ele virá para cá, eu sinto falta dele. – comentou.

– Eu também Natsuki. – falei. – Tchau, até depois.

*****

~Otoya

Saímos da academia e nos dirigimos para o prédio da empresa, eu e Tokiya tínhamos uma sessão de fotos e que provavelmente demoraria algumas horas. Da academia até a empresa que iríamos demova quase uma hora de carro e eu ainda estava um pouco desnorteado com o que tinha acontecido ontem, não conseguia encarar o Tokiya ainda, e nem sei se conseguiria tão cedo.

– Flashback on

Depois de toda vergonha que o Ai-senpai nos fez passar, nós saímos mesmo, ficamos caminhando no começo e depois decidimos ir ao cinema e no shopping. Quando chegamos lá tinha muita gente, muito mais que o normal, algumas meninas nos viram e vieram correndo até nós.

– Nós duas somos fãns de vocês, fomos na estréia e adoramos as músicas! – uma começou.

– E vocês dois são tão lindos pessoalmente. – a outra completou. Senti meu rosto corar, mas sorri para elas.

– Eu sou Misa. – A primeira se apresentou sorrindo. Uma menina muito bonita tinha os cabelos um pouco abaixo dos ombros loiro com algumas mechas coloridas espalhadas. E os olhos num azul claríssimo.

– Prazer Misa-chan, eu sou Ittoki Otoya. – alarguei o Sorriso.

– E eu sou Ichinose Tokiya. – cumprimentou, e foi impressão minha ou a voz dele ficou um pouco diferente? Olhei de canto para ele e vi que também estava sorrindo e ouvi as duas suspirarem.

– E eu sou Alice. – sorriu doce. Ela é bem diferente da outra, com os cabelos compridos esverdeados. E olhos heterocromáticos sendo um deles quase da cor do cabelo e o outro azul escuro.

– Prazer Alice-chan. – Cumprimentei também.

– Prazer. – Tokiya disse.

– Viu eu falei que você passar esse tempo lá em casa seria bom. – a loira comentou com a outra.

– Está sendo ótimo! – Alice exclamou.

– Nee, nós podemos abraçar vocês? – perguntaram em uníssono e depois riram.

– Claro! – respondi animado. E recebi um abraço de cada.

– Sim. – Tokiya também concordou e abraçou as duas.

– Misa-onee-chan. Eu tenho que ligar para os meus pais. – Alice falou. – Lá já deve ter amanhecido.

– Certo. – a loira respondeu olhando para a outra. – Obrigado, vocês são muito gentis. – virou-se para nós.

– Não tem de que. – respondi – Ficamos muito felizes em falar com vocês.

– Obrigado. – a morena também agradeceu. Eu e Tokiya sorrimos e nos despedimos delas que foram para longe.

Ficamos em silencio alguns instantes, eu ainda não tinha me acostumado com isso, era diferente. Mas apesar de ainda não estar acostumado, fiquei muito feliz, tinham pessoas que gostavam de nós, e que ficaram felizes com as nossas músicas. E sem notar acabei sorrindo largamente.

– O que Ittoki? – perguntou me olhando.

– Só estou feliz por ter pessoas que gostaram das nossas músicas e que gostam de nós. – respondi simplesmente.

– Eu também fico feliz com isso. – e sorriu. Meu coração falhou uma batida, só não entendi o porquê. – Vamos? – sugeri e voltei a caminhar, indo para o cinema.

Compramos os ingressos e fomos para a fila esperar nossa vez de entrar, e ficamos conversando, até quem alguém acabou me empurrando e me desequilibrei e cheguei perto demais do Tokiya, sentindo a respiração dele bater na minha pele e olhando em seus olhos, mas não consegui me afastar, e nem queria o fazer, mesmo estando no meio de tanta gente não me incomodei. Até que notei o que realmente estava acontecendo, senti meu rosto corar e vi que o moreno não estava muito diferente de mim, e rapidamente dei um passo para trás.

Flashback off –

Corei só de lembrar disso, mesmo não tendo acontecido nada de mais, eu não pude deixar de ficar constrangido, afinal ele é meu melhor amigo! E eu ainda não entendo o porque de ter ficado tão nervoso.

– Ittokki? – escutei Tokiya me chamando e passando a mão em frente ao meu rosto. – aconteceu alguma coisa? – perguntou quando o olhei.

– Não, nada Tokiya. – respondi sorrindo.

– Se você diz. – deu de ombros e voltou a olhar para frente, até que chegamos à empresa.

*****

~Ai

Já faz três dias que eu não vejo nem sinal do chibi, só tenho algumas noticias dele pelo Natsuki e o mesmo só me avisa quando o outro já saiu de novo. Somente hoje ele me avisou, disse que nós teríamos que resolver as coisa de uma vez, e que não queria o chibi dormindo fora.

E agora, eu estou voltando para o dormitório, porque segundo o maior se o chibi me visse lá quando chegasse voltaria correndo para fora.

Bufei e acelerei mais os passos. Eu tinha de resolver isso de uma vez por todas. Finalmente cheguei até a porta, a abri devagar para não fazer barulho, e entrei sorrateiramente, fechando-a novamente e trancando.

Fiquei em silencio, para tentar descobrir onde ele estava, e escutei ele cantarolando no closet, caminhei lentamente para não fazer barulho e quando o vi ele estava de costas sem camisa. Avancei silenciosamente até chegar perto o suficiente para que apenas um sussurro fosse necessário para ele ouvir.

– Olá chibi. – murmurei próximo ao pescoço dele.

– A-a-ai? – ele gritou e se virou pra mim. – Não era para você ter saído? – perguntou com os olhos estralados.

– Huum... Era. – respondi. – Mas perdi a vontade, e veja o que eu encontrei. – abri um sorriso de canto enquanto traçava uma linha no pescoço até o cós da calça dele. Enquanto mantinha meus olhos fixos em sue rosto o vendo corar.

– Se afaste Ai. – gritou e tentou passar por mim. Segurei seu braço e o levei suas costas de encontro a porta do guarda-roupas.

– Doeu. – gritou mais uma vez. Mas apenas o olhei e me aproximei mais, deixando nossos corpos colados, e enlacei sua cintura com a mão livre.

– Desculpe chibi. – pedi, soltando seu braço e acariciando seu rosto. Ele fechou os olhos permitindo o carinho, então selei nossos lábios rapidamente. Achei que ele iria recuar ou me empurra, mas senti uma leve pressão em meu peito quando as mãos deles seguraram minha camisa.

Aprofundei o beijo, começando calmo, mas com o passar dos segundos foi se intensificando. Desci a mão que estava em seu rosto lentamente, acariciando as costas nuas sentindo ele se arrepiar. Com as duas mãos segurei seu quadril e o impulsionei para cima, o segurando preso contra a porta sem desfazer o beijo, o fazendo contar minha cintura com as pernas. E logo senti suas mãos em meu pescoço.

Quando o ar se fez necessário desfiz o beijo calmamente, dando pequenos selinhos, para então encostar minha testa na dele.

– Mais calmo chibi? – sussurrei ainda recuperando o fôlego.

– Sim. – respondeu rapidamente, desviando os olhos para o chão e corando. Sorri para isso.

– Você fica muito kawaii corado Syo. – ele corou mais, mas voltou os olhos para mim.

– Baka – murmurou.

Tomei seus lábios novamente, mas agora de forma possessiva, mordi levemente o lábio inferior e o puxei, ouvindo ele suspirar e se agarrar ainda mais em meu pescoço. Carreguei ele no colo até a cama e o coloquei deitado, junto comigo. Desci os beijos para o pescoço, dando pequenas mordidas em alguns locais.

– Você não pode me chamar de baka, chibi, eu sou seu senpai, lembra? – murmurei contra a pele do pescoço e lago depois suguei a mesma, deixando uma marca avermelhada que depois ficaria roxa. Sorri e comecei a descer os beijos para o peito dele, vendo-o se contorcer abaixo de mim.

Com a ponta da língua contornei um dos mamilos deles, fazendo-o arquear as costas e gemer baixinho. Comecei a mordiscar o mesmo levemente, arrancando alguns suspiros e mais alguns gemidos do menor, enquanto o provocava com a mão no outro.

– Ai! – exclamou, quando coloquei minha perna no meio das dele, e pressionei levemente o membro que já tinha ganhado vida.

Voltei a beijá-lo ferozmente, arrancando alguns gemidos em meio ao beijo quando levei minha mão no membro dele e comecei a massagear por cima do tecido da calça. Senti meu excitamento aumentar e meu membro ficar cada vez mais duro, fazendo com que a calça se tornasse incomoda.

Separei novamente o beijo e fiquei observando o rosto do menor, a boca entreaberta tentando recuperar o fôlego, as bochechas coradas e as pupilas dilatadas em meio àquele azul, senti minha boca salivar, ele é um ponto de equilíbrio, o angelical e o sexy se encontravam ali, deixando ele ainda mais tentador.

Vi que ele começava a desabotoar minha camisa, com as mãos tremulas, sorri e fiquei observando, quando ela já estava toda aberta ele colocou suas mãos em meu peito e me empurrou para o lado, logo se colocando em cima de mim e retirando a peça agora aberta, para logo depois começar a mordiscar minha pele, deixando uma trilha de beijos e mordidas até o cós da calça, onde exitou um pouco me olhando.

– Se não quiser chibi é só parar. – disse me apoiando nos cotovelos e erguendo um pouco o tronco.

Ele negou com a cabaça e me empurro na cama novamente, abrindo um sorriso malicioso para mim, que não hesitei em devolver, subiu novamente e meu deu um selinho.

– Se eu não quisesse nada, não teria chego até aqui Ai-senpai. – sussurrou em meus lábios enfatizando a ultima palavra.

Abrindo o botão da minha calça e a tirando rapidamente. Deixando-me apenas com a boxer. Sentando em meu colo e passando o dedo em meu abdômen.

– Você é muito bonito Ai-senpai. – disse sorrindo, fazendo com que arrepiasse quando se abaixou e mordiscou meu peito.

– Acho que alguém esta com roupa demais aqui chibi. – disse me sentando, vendo o sorriso dele aumentar mais quando abri a sua calça e o girei em meu colo para tirá-la. Roçando minha mão levemente em seu membro, fazendo-o arfar.

– Ahn. Ai. – gemeu. Sorri em satisfação e comecei a massagear por cima do tecido, vendo ele se remexer em meu colo e sentindo meu membro crescer ainda mais.

Deitei-o novamente na cama, e desci pelo dando algumas mordidas em seu tórax, chegando a barra da boxer que ele usava, o olhando.

– Ai. Por favor. – pediu manhoso. Dei um meio sorriso e mordisquei o membro ereto por cima do tecido, vendo ele arquear as costas. Tirei a peça rapidamente e o olhei por completo. Tudo nele é muito excitante, por Kami-sama nunca fiquei com ninguém que me fizesse ficar assim.

Segurei o membro com a mão e comecei um vai e vem lento, me deliciando com cada expressão dele, aumentando o ritmo lentamente, até que ele tapou a boca com a mão para evitar um gemido.

– Eu quero ouvi-los chibi. – falei e ele corou. – E você fica uma graça corado, e ainda mais tentador assim.

Desci minha boca até o membro e lambi lentamente a glande, escutando um longo gemido, coloquei-o na boca me atendo as expressões do menos e comecei a subir e descer, pressionando minha língua em todo corpo do membro. Senti ele colocar a mão em meus cabelos fazendo com que eu fosse mais rápido.

– A-a-ai, eu vou... – aumentei a velocidade e suguei o membro dele com um pouco mais de força e após mais alguns vai e vem senti o esperma dele encher minha boca, não era um gosto muito agradável, mas também não era ruim, engoli tudo que pude e lambi o que ficou em meus lábios, enquanto o via arfando, deitei em cima dele e o beijei ferozmente.

– Syo – sussurrei em seu pescoço. – eu quero você.

– T-tudo bem. – respondeu corando. E colocando as pernas em volta da minha cintura.

Coloquei dois dedos em frente a boca dele, ao quais ele lambeu e chupou, quando vi que já estavam molhados o suficiente levei-os até a pequena entrada e comecei a circular-la, enquanto o beijava novamente, em meio ao beijo coloquei um dos meus dedos calmamente dentro dele e senti ele se remexer abaixo de mim devido ao desconforto mas relaxando após alguns segundos.

Esperei ele se acostumar com a invasão para colocar o segundo, mexendo-os dentro do canal pequeno e sentindo eles sendo pressionados pelas paredes internas, fiz movimentos de tesoura para alargá-lo um pouco.

– Ai. – reclamou.

– Já vai passar chibi. – falei distribuindo beijos pelo seu rosto.

– Eu sei. Mas eu quero você agora. – murmurou.

– Você é muito apressado chibi. – devolvi. – Mas tudo bem. – Retirei meus dedos de dentro dele e removi minha boxer.

Posicionei meu membro na pequena entrada e comecei a penetrá-lo lentamente, olhando para a expressão que ele mostrava.

– Se quiser parar ou se estiver doendo me fale Syo. – falei preocupado. Os olhos dele estavam marejados e ele mordia o lábio inferior.

– Continue. – falou. Assenti e continuei a penetração, sentindo meu membro ser pressionado em cada local, aquilo estava me fazendo perder o restante de controle, mas me controlei para não machucá-lo. Quando meu membro entrou completamente fiquei parado distribuindo beijos pelo pescoço e rosto dele, até chegar à boca.

– Dói muito? – perguntei, dando um selinho nele.

– Um pouco. – respondeu ofegante. – Só não se mexa por um tempo. – pediu.

– Tudo bem. – continuei distribuindo beijos nele até ele rebolou embaixo de mim.

– Se mexa. – falou. Assenti e comecei a me mover, lentamente para não causar muita dor.

– M-mais rápido. – pediu. Acelerei mais as estocadas, indo mais fundo em cada uma. Sai completamente de dentro dele e o invadi novamente acertando sua próstata, o que o fez gemer alto e apertar os músculos em torno do meu membro, sentindo-me sendo sugado por aquele canal.

Comecei a masturbar seu membro no ritmo das estocadas, não demorou muito e ele se desfez em mais um orgasmo, acompanhado de um longo gemido, para então desabar na cama. Aumentei os movimentos e logo me desfiz dentro dele, com as paredes internas apertando.

Saí de dentro dele e deitei ao seu lado, o puxando para que deitasse em meu peito.

– Agora você acredita que eu te amo chibi? – perguntei após alguns minutos, enquanto acariciava os cabelos loiros.

– Acredito. – disse se erguendo um pouco e selando nossos lábios. – Mas é bom aquele projeto de anão não chegar muito perto de você de novo. – disse me olhando sério.

– Claro, claro chibi. – concordei. – Então o faça ficar longe de mim, porque eu já desisti. – provoquei.

– Ai! – falou mais alto. E comecei a rir.

– Eu te amo meu chibi mal humorado e ciumento. – disse quanto ele virou o rosto. – E somente a você. – segurei se queixo e o virei para mim novamente. – Entendeu? – perguntei.

Ele afirmou com a cabeça. Sorri e o beijei, não um beijo longo, mas carinhoso.

– Agora vamos tomar banho? – perguntei. Ele sorriu de canto.

– Porque eu tenho a leve impressão que não será somente um banho Ai? – indagou.

– Porque você é um chibi esperto. – respondi simplesmente e levantei. Estendi a mão para ele que a segurou, mas quando foi se sentar rapidamente parou. – O que foi chibi? – perguntei.

– Tá doendo! – gritou e fez bico. Mas estava com os olhos marejados. Segurei o riso para não o deixar bravo.

– Vem, eu te levo. – disse erguendo-o no colo e caminhando pro banheiro.

– Me solta Ai! Eu consigo caminhar! – disse indignado.

– Certo chibi, calma. – pedi e o soltei no chão, o observando tentar caminhar.

– Seu maldito!! – gritou novamente. E dessa vez comecei a rir. – Não ria! Não é em você que dói!

– Desculpa. – pedi me controlando para não rir. – Vem, eu já disse que te levo. – e o peguei no colo novamente. Fazendo ele circular minha cintura com as pernas, gemendo de dor. Abri um pequeno sorriso, e fui para o banheiro.

Notas finais
Err... etto, etto, então... ficou bom? gostaram? tomara que sim ~le apreensiva Esse cap ficou maior que os outros porque sim, eu não quis dividi-lo então ele ficou assim mesmo... cof cof Mereço reviews? ~um incentivo ajuda as vezes sabiam?~ de toda forma, comentem, favoritem, divulguem recomendem, e tal... Até o próximo, Kissus ( ˘ ³˘) Bye bye