World Sekai Gakuen | Interativa

6 Regra 5#: No Tenga Amiga con Derechos de un Italiano


Notas iniciais
Tradução (Espanhol): Não Seja Amiga Colorida de um Italiano (acho).

Caterina

Quando conheci a Charlotte, na nossa aula de Física, pensei que ela era outra garota peituda idiota e burra que passaria boa parte do tempo flertando com alguém. Depois de saber que ela é francesa e irmã do Francis, eu tive mais certeza daquilo. Só que, quando comecei a falar com ela, nunca pensei que ninguém fosse mais louco do que a própria Lottie.

Yo estaba equivocada acerca de eso.

Primeiramente, nem Cyzarine, Daisy, Gylla ou Olívia me pareceram garotas esquisitas como Lottie. Cyzarine é gentil e um pouco assustadora; Daisy é vingativa e fujoshi; Gylla é animada e cheia de entusiasmo; Olívia é um pouco fria, mas é boa pessoa. Quer dizer, eu sabia que tanto Cyzarine quanto Daisy tinham uma rivalidade tremenda com Ludwig Beilschmidt e Arthur Kirkland, respectivamente, mas elas nunca pareceram o tipo de pessoa que faria alguma loucura.

Vamos começar do início, certo? A festa começa às 7:00 hrs; cheguo ao mesmo tempo com um amigo meu, Lovino. Aparentemente, o irmão dele insistiu para que ele comparecesse à festa e o pobre Lovino não conseguiu negar. Ri disso por alguns minutos até Gylla vir e me cumprimentar. Ela está sorrindo como sempre, perguntando-me se não quero me sentar e beber alguma coisa. Estranho o fato de ter bebidas alcoólicas lá, já que os únicos maiores idade ali são Ivan Braginsky e Francis Bonnefoy, mas não ligo. Ninguém realmente está bebendo mesmo, exceto Ludwig e Ivan, então não chega a ser alguma coisa "preocupante".

Como eu ia dizendo, a festa está completamente normal. Depois de conversar com Lovino, vejo que Cevin Johansson conversa animadamente com Erszbét "Elizabeta" Héderváry da sala E-2 sobre um livro poético antigo sobre um amor proibido entre uma escrava negra e um nobre branco, enquanto Kiseki Saitou conversa com Kiku Honda sobre computadores. Fico até desconfiada porque não há nenhuma briga ou discussão, e esse tipo de coisa é muito estranha. Gylla me contou, durante o café-da-manhã, que Olívia está tentando fazer com que os casais-que-se-odeiam-pra-caramba virem amigos, começando com os dois mais complicados da história — Daisy e Arthur, Cyzarine e Ludwig.

O plano deu certo com Daisy e Arthur, já que os dois parecem muito próximos. Próximos até demais — Alfred tinha razão quanto ao relacionamento deles. Mas com Cyzarine, foi o contrário; a russa está ignorando o alemão completamente, e dá pra notar o ódio exalando dos dois. Enquanto "Problema Anglo-Americano" está cheio de purpurina e cor-de-rosa, o Russo-Alemão ainda está dando o que falar. O mais engraçado é que, aparentemente, Cyzarine está namorando.

— Oi. — Cumprimento Olívia, que conversava com Lili. A pequena sorri para mim e acena, indo em direção à Elizabeta e Cevin. — O seu plano deu certo, né?

— Acho que sim, eh. Mas a Cyzarine nem mesmo olha pro Ludwig. — Ela diz, um pouco cabisbaixa. Até a entendo; a russa nunca foi de conversar muito, se abrindo quase que exclusivamente para Lise, Gylla ou Lottie, e começar uma amizade com Ludwig deve ser uma decisão difícil. — Que tal dar uma forcinha?

— Não é uma boa ideia. — Daisy diz, aparecendo de repente. Caramba, ela é tão ninja quanto aquele irmão estranho dela. — Cyz não gosta de ser forçada. Se ela quiser falar com ele, ela fará isso naturalmente.

— COMO FOI QUE VOCÊ APARECEU AQUI, EH? — Olívia se assusta e dou uma risada. É estranho como a americana deixa tudo mais engraçado.

— Ah, eu estava ouvindo tudo... Desculpe. — Ela se desculpa, um pouquinho envergonhada. Nota-se a bipolaridade da pessoa; ela estava praticamente espancando o "namorado" poucos minutos atrás. — Maaaassss... Eu preciso da ajuda de vocês.

— Para o quê? — Pergunto, e vejo que isso foi uma péssima ideia. Daisy sorri de maneira psicótica, com uma ira assassina contida. Se ela estivesse segurando um cutelo, pareceria ter saído de um filme de terror.

— Hehehe... Vou matar o meu irmãozinho hoje... Hehe... — Os olhos de Olívia se esbugalham e antes que eu diga algo, a porta se escancara e um grito é ouvido. Um grito muito conhecido. Oh, mierda. Charlotte chegou mais cedo.

— O QUÊ QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? — Charlotte grita, deixando sua mochila e livros caírem no chão. Ela não está a face da pessoa mais arrumada do mundo, com os cabelos loiros mal-presos e usando os pijamas que Gylla tinha comprado para ela uma semana antes. Com os óculos vermelhos caindo do rosto, ela os ajeita e se recompõe. — Ninguém me disse que iríamos ter festa, Gylla!

Então começa um silêncio interminável, com todos olhando para Charlotte como se ela fosse penetra na própria festa. Deve ter se passado uns trinta minutos com todo mundo fitando uma Charlotte confusa, até que a briga começa.

— DAISY, SUA BIPOLAR! FOI VOCÊ QUE CONTOU PRA ELA, NÃO FOI?

— É CLARO QUE NÃO! POR QUE EU FARIA UMA COISA DESSAS?

— PORQUE A OLÍVIA CONVIDOU O ARTHUR E VOCÊ DISSE QUE NÃO QUERIA IR PARA UMA FESTA COM ELE!

— DESDE QUANDO AQUELE ASSHOLE TEM A VER COMIGO, GYLLA?

— Eu estou bem aqu—

— FUCK OFF!

— Lindo a demonstração de amor entre amigos.

— Então foi você, Alfred-san?

— É bem a cara dele mesmo.

— EU JURO QUE EU NÃO SABIA.

— Cyz, cadê a minha faca? CADÊ. A. MINHA. FUCKING. FACA. HOJE EU COMETO UM HOMICÍDIO EM MASSA!

— EI, EI! QUEM PREPAROU A FESTA TODA FUI EU! EU QUE DEVERIA MATAR O SEU IRMÃO PRIMEIRO.

— NÃO! EU QUE DEVERIA! ESSE WANKER ESPALHOU PARA TODO MUNDO QUE EU E A IRMÃ DELE SOMOS AMANTES!

— ... Mas vocês não são?

— É CLARO QUE NÃO!

— Mas vocês são tão bonitinhos juntos. Até falam ao mesmo tempo juntos.

— Querida, eu falo ao mesmo tempo que o Alfred o tempo todo e nem por isso sou obrigada a fazer incesto com esse motherfucker.

— ALFRED, VOCÊ NUNCA APRENDE! EU TE DISSE QUE NÃO SE DEVE ESPALHAR MENTIRAS POR AÍ!

— DOITSUUU! NÃO BRIGUE COM ELES! VOCÊ NÃO TEM NADA A VER— Oi, qual é o seu nome? Você é tão bonita~~

— Sou a Charlotte~

— QUE INDECÊNCIA É ESSA COM A MINHA IRMÃ?

— Olívia-san, precisamos conversar.

— KIKU, EU JURO QUE AQUELA DECLARAÇÃO DE AMOR FOI UM ENGANO, EH! A GYLLA ME OBRIGOU, EH! EU NÃO ACHO VOCÊ "O JAPA MAIS GATO QUE ESSE MUNDO JÁ VIU", EH!

— IRMÃO IDIOTA! VOCÊ QUER MORRER? O FRANCIS VAI TE MATAR!

— LOVINO, SE ACALME! NÃO ADIANTA BRIGAR!

— Liz, podemos ir para um lugar mais reservado? Quero conversar com você sobre aquele outro livro, o de terror.

— Ah, claro, Cevin. Eu adoraria, já que aqui tem muito barulho.

— Vocês podem ficar calados? Eu quero terminar de encher esses balões aqui. — Ivan diz, bem baixinho. Imediatamente, todo mundo cala a boca e o observa com medo. Cyzarine é a única garota ali que está calada o tempo todo, apenas observando a grande muvuca que a festa tinha se tornado. Os “Irmãos Sorriso” estão como sempre sorrindo, mas há uma aura psicótica em ambos e o olhar de Natalia Arlovskaya apenas deixa claro que é para todo mundo “calar a boca ou morrer”.

Francis para de esganar Feliciano enquanto Lovino, Charlotte e eu, que estávamos tentando impedir a briga, nos calamos; Arthur, Daisy e Gylla saem de cima de um Alfred quase morto; Cevin imediatamente larga a mão de Liz, que cora um pouco ao perceber a ação; Olívia para de se desculpar, Ludwig para de gritar. E Kiseki simplesmente observa tudo aquilo como se estivesse pensando se ria ou se chorava diante daquela situação estranha.

— Ah, desculpa, Ivan! — Gylla diz, com a voz cheia de admiração e sorrindo para o russo. — É que... É que nós não percebemos que...

— Nós queríamos espancar o Alfred e não pensamos nas consequências. — Arthur diz e Daisy dá um tapa na cabeça dele, e os dois começam uma pequena discussão.

— Essa festa é para você, Lottie. — Cyzarine diz diante do silêncio entre as outras pessoas e da confusão de Charlotte. — Nós a preparamos com muito carinho para que você comemore os seus dezesset—

— Senpai nunca vai te notar. — Daisy diz para Arthur, com os braços cruzados e fazendo bico. Quando esses dois vão calar a boca, meu Deus...

— Que tipo de xingamento é esse?!

— Me deixem continuar, hm? — A russa diz, sorrindo e fazendo-os pararem de brigar boca imediatamente, chocados com o tom de voz que ela usou. — Como eu ia dizendo, nós a preparamos para que você comemore os seus dezessete anos. Então fizemos de tudo para que você se sentisse em casa, até trouxemos comidas típicas do seu país e convidamos o seu irmão. — Cyzarine diz a última parte como se aquilo tivesse sido uma missão impossível, e o irmão de Lottie revira os olhos discretamente. — Enfim, fizemos tudo de coração e esperamos que você goste do nosso pequeno presente. — Cyzarine sorri verdadeiramente para a loira, que parece emocionada e tal. Quase pensei que ela fosse abraçar Lottie, mas elas apenas ficaram se olhando e se olhando... Penso que talvez eu tenha parado num dos romances gays que vi Lottie lendo durante o almoço dias atrás.

— Waa~ Obrigada, oppai~! — Então Charlotte pula em cima dela. Finalmente, pensei que ela tinha bebido alguma coisa e esquecido de quem era. — VAMOS CONTINUAR A FESTA! COLOCA OS TUTS TUTS AÍ!

— ... Oi? — Daisy diz, com a sobrancelha arqueada. — Não temos DJ aqui.

— É, somos muito pobres pra contratar um. — Gylla diz, cabisbaixa.

— É, e mesmo se não fossemos, não tem DJs aqui na escola. — Olívia diz, também cabisbaixa.

— É, e mesmo que tenhamos uma TV gigante pra jogar aquele jogo de dança, não vai ser tão legal quanto ter um DJ. — Kiseki diz, revirando os olhos. Tanto Olívia quanto Gylla se animam ao lembrar de que há uma TV e o Y-Box ali, e rio um pouco. Olho para Cyzarine, que sorri como sempre. No mesmo momento que faço isso, Daisy praticamente pula em cima dela e começa a chacolhar seus ombros.

— ADMITA QUE VOCÊ ESTÁ NAMORANDO ESCONDIDA! — A americana grita e Ivan parece tão interessado com a parte do "namorando" que ameaçadoramente olha para todos os homens da festa. Fico chocada com o grito de Daisy, assim como todo mundo da festa. Quer dizer que a Cyzarine está namorando? A Cyzarine? A CYZARINE?!

— O que é isso... Daisy, é claro que eu não estou namorando com ninguém. — Cyzarine dá um sorriso envergonhado acompanhado de um olhar psicótico para a americana que continua sacudindo os ombros dela. Ivan se aproxima e percebo que vai acontecer outro ataque de ciúme fraternal...

— Eu sei que você está! — Daisy diz, corajosamente sem se importar com o olhar de "Cyz". Ouço Gylla rir num canto com Alfred, comentando sobre algo como "eu sempre soube que a Cyza e o fulano estavam juntos, blah blah blah". — Admita agora ou eu vou te perseguir até a morte! Você passa quase todas as noites fora e só volta bem tarde! Fica corando por aí sem motivo e sorrindo que nem uma boba pro vento! Admita!

— Lise, eu não estou—

— Ela não está namorando com ninguém. — Ludwig diz, se intrometendo na conversa com um olhar sério. PERA AÍ. SE ELE DISSE ISSO, SIGNIFICA QUE ELE É O CARA? — Cyzarine está fazendo um trabalho comigo nessas últimas noites, de Química. Me perdoe por não ter dito nada, mas o trabalho é muitíssimo importante e a professora nos pediu para não compartilhá-lo com ninguém.

— Então... Por que a sestra estaria corando e sorrindo por aí? — Ivan pergunta, colocando a mão no ombro de Ludwig ameaçadoramente. Eles tinham quase a mesma altura, mas o modo que Ivan fez aquilo deu a impressão que o russo fosse ainda maior do que já era.

— É verdade. Por que, Cyzarine? — Ludwig pergunta, curioso. Cyzarine dá um sorriso um pouco envergonhado e suas bochechas são tingidas de rosa, mas ela não parece perceber. Daisy parece ter notado alguma coisa ali, porque ela deu um sorriso de orelha a orelha.

— Eu não sei. Só estava agindo como eu sempre ajo. — Ela responde, coçando a mão esquerda lentamente. Cyzarine olha para Ludwig sorrindo, que quase retribui o sorriso, mas seu rosto fica avermelhado e ele se vira indo embora, deixando a russa observando-o de longe. Daisy olha melancolicamente para Cyzarine, que tem uma expressão de raiva e tristeza.

Então um grito é ouvido, chamando a atenção de todos.

Cyzarine começa a correr para o banheiro junto com Daisy, e percebo que elas reconheceram o grito. Charlotte! Todas as pessoas próximas começam a ir na direção do banheiro, e de repente uma risada aguda é ouvida.

Encontramos uma Cyzarine com cara de paisagem e uma Daisy filmando algo. Francis está esganando Feliciano, mas por um bom motivo; Lottie está com a camisa toda desarrumada, com uma parte do sutiã vermelho aparecendo, chorando e gritando. O que significa...

... Que Lottie arrumou um novo amigo.

Notas finais
Okay. Vou explicar umas coisinhas aqui. u v u Então, anteriormente, eu disse que ia demorar para postar e acabei postando no outro dia (?). Bem, eu pensei que a segunda fase da Liga dos Betas começava dia 26, mas iria começar hoje. Por algum motivo, eu não recebi a mensagem (e acabei me jogando do penhasco -q) e consegui arrumar tempo para postar a segunda e última parte (é, última). Depois do dia 1, provavelmente não vou postar nada porque tenho que estudar para a Recuperação (sim, eu fiquei. #problem?) senão eu não passo e não saio do inferno que a minha escola tá (tem até venda de drogas lá, procês terem uma ideia e.e). Enfim, além disso, decidi começar uma coisinha nova! Decisões de Capítulo~~! Então, é assim. A cada capítulo, eu coloco AQUI uma parte interativa para vocês e vocês respondeu ou por MP ou por review ou por Facebook (isso é, se vocês me tiverem lá e tal). As decisões desse capítulo são para três pessoas (Erulissaë, Slendon6336 e Miss Oppai). Slendon-san, o que o Kiseki faria se o ex-colega de quarto dele fosse substituído de repente por um ucraniano mal-humorado? Senpai, o que a Cyz faria se o Ludwig começasse a evitá-la e se desinteressasse pelo trabalho de Química? E como o Marko agiria sendo transferido para a WSG e para um quarto com o Ivan (e o Kiseki e o Cevin)? Kouhai, qual é o "ponto da pegação" do Feliciano e da Charlotte? Bem, é só isso~~ Ah, e obrigada por acompanharem a fic! Amo vocês