WolfHill

11 Capítulo 10 - We are more than you think


Notas iniciais
Oi Betas! Olha só quem voltou? Euzinha. Desculpem a demora, eu tava em uma bad essa semana, e também tava na casa da minha avó... então por isso eu demorei mais para postar. Invisible Girl, RR Chase, Emily S2, Lare vocês são divas e moram no meu coração. Então é isso meu povo. Bom Capítulo

–Festa a fantasia? -Eu a perguntei. -Isso ainda existe?

–Por favor, vamos Thalia. -Seus olhinhos cinzas brilhavam em expectativa.

–Okay. -Ela sorriu. -Onde será a festa?

–Na casa da Drew. -Ótimo, aquilo seria perfeito. -E é na sexta.

–Quer ir comprar as fantasias quando?

–Agora. -Ela se levantou da minha cama. -Vamos.

Levantei-me da cama a contra gosto, prendi o meu cabelo em um coque mal feito e coloquei o meu Ray Ban preto. Pedi para a Annabeth me esperar no andar de baixo e segui até o quarto de Ares. Bati na porta e o esperei abrir. Eu sabia que ele estava lá, podia sentir o frio o ar condicionado por baixo da porta. Bati novamente e nada. Forcei a maçaneta e a porta abriu. Me arrependi no mesmo instante de ter aberto aquela porta. Ares estava deitado sobre uma mulher, dava para ver os seus cabelos loiros espalhados pelo travesseiro, e ele basicamente a devorava. O único problema era ele estar nu.

–Droga. -Disse e ele me olhou. Não era a primeira vez que eu o pegava naquela situação, mas não deixava de ser constrangedor. -Foi sem querer. -Ele puxou um lençol e os cobriu.

–O que você quer, Thalia? -Eu olhei para a mulher ao seu lado e arregalei os olhos, ele percebeu isso e estreitou os olhos. Eu tentei dizer algo, mas nada saia da minha boca. Aquela mulher era Afrodite, a loba do vídeo. O que Ares fazia com ela? Ela era uma loba!

–O que… -Fui empurrada para fora do quarto antes de terminar a frase. -Ares! O que faz com ela?

–Você sabe. -Ele deu de ombros.

–Eu sei quem ela é. -Eu olhei em seus olhos. -Eu sei o que ela é! E sei que ela pode nos ouvir.

–Toma. -Ele me entregou a chave do carro. -Depois nós conversamos. -Eu o olhei por mais alguns segundos e bufando segui até a escada.

Quando cheguei na sala vi que a Annabeth estava perto da enorme estante de livros próxima a cozinha. Ela passou a mão pelos livros antigos e vi que ela abriu um sorriso. Caminhei até lá e me escorei na estante.

–Você gosta mesmo de livros, não é? -Ela assentiu. -Qualquer dia te levo até a biblioteca.

–Você tem uma biblioteca na sua casa? -Eu assenti.

–Vamos.

O caminho até a cidade não foi nada silencioso, a Annabeth cantava todas as músicas que tocava na rádio, todas mesmo. E dançava no banco, fazia uma dancinha muito louca com as mãos e a cintura. O que me fazia rir.

–Já tem ideia da fantasia que querer usar? -Ela negou. -Então, somos duas. -Parei o carro e soltei o cinto. -Onde podemos comprar fantasias?

–Ártemis me deu o nome de uma loja. -Eu a olhei. -Coloquei em algum lugar da bolsa.

–Ártemis? -Perguntei antes que pudesse me controlar. -É um nome diferente.

–É sim. -Ela pegou um papel dentro da pequena bolsa. -Vamos. -Ela saltou do carro. A Annabeth conhecia Ártemis? Será que a Annabeth também era uma loba? Se a Annabeth era uma loba, quem era humano naquela cidade?

Depois de duas horas escolhendo uma fantasia, nós finalmente estávamos sentadas em uma lanchonete. Mesmo com todo o estresse de achar uma fantasia, duas coisas ainda me intrigavam, Ares estar com Afrodite e a minha dúvida sobre a Annabeth. Eu precisava ter certeza que a loira não era uma loba.

Retirei o meu cordão e o coloquei sobre a mesa. Os meus cabelos, que a Annabeth me obrigou a soltar, estavam agarrando no mesmo por conta do calor. Antes que eu pudesse impedir a Annabeth o pegou. Eu não gostava que ninguém mexesse no meu cordão, mas a corrente era de prata, se ela fosse uma loba iria queimar.

–É lindo. -Ela disse e me olhou. -É a lua de sangue.

–Lua de sangue?

–É. -Ela me devolveu o cordão, sua mão estava intacta. Respirei aliviada depois daquilo.

–Era da minha mãe.

–Ela tinha um ótimo gosto. -Um garoto moreno de cabelos cacheados nos entregou os lanches. -Obrigada, Grover. -O menino sorriu e voltou para trás do balcão. -A corrente é de prata, não é?

–É sim.

–Dizem que os cordões com correntes de prata protegem que os usa.

–Protege de que? -Ela deu de ombros.

–Não sei.

As batidas insistentes na minha porta já estavam me irritando. Levantei a contra gosto e abri porta. Revirei os olhos quando o vi. Dei espaço e ele passou, fechei a porta e voltei para a minha cama. Dava para ver que Ares estava nervoso.

–Como descobriu sobre ela?

–Essa é a sua primeira pergunta?

–Afrodite é cuidadosa.

–Mas o seu computador não. -Ele riu.

–Achei que havia sido o Jason. -Ele me olhou. -Pode pensar o que quiser, Thalia. Mas não vai mudar nada.

–Só quero entender uma coisa. -Ele continuou em silencio, então eu prossegui. -Você engravidou uma loba. Como? -Ele engoliu em seco. -Lobos podem engravidar humanos, mas humanos não podem engravidar lobos.

–Afrodite nem sempre foi uma loba. Ela foi mordida depois de engravidar. -Aquilo era mentira pura.

–Sai. -Ele me olhou. -Volte aqui quando quiser contar a verdade.

–Você não iria acreditar se eu te contasse a verdade. -Ele riu.

–O que quer dizer com isso?

–Nós somos mais do que você pensa.

P.O.V Nico

–Ni...-Cobri a sua boca com a minha mão rapidamente, a impedindo de gritar, o seu corpo logo parou de estremecer, retirei os meus dedos e ela gemeu manhosa. A Drew não era o tipo de garota que aguentava muito tempo, mas com certeza fazia o tipo escandalosa.

–Shiiii… -Sussurrei. -Você não quer que o seu pai apareça, quer? -Ela riu e balançou a cabeça em negação.

–O que deu em você hoje? -Eu ri. Se ela soubesse que eu só estava ali para tentar aliviar o tesão que eu sentia pela Thalia, eu sairia dali castrado.

–Não posso sentir saudades?

–Pode, claro que pode. Só que não as… -Ela olhou para o criado mudo. -03h17min da manhã.

–Se você quiser eu vou embora.

–Não. Primeiro termina o que começou. -Ela me puxou pela gola da camisa e colou os lábios nos meus.

Não era o beijo que eu queria, e não era a garota que eu queria, mas eu também não estava reclamando. Eu não gostava de usar as meninas daquele jeito, se bem que a Drew não sentia-se usada.

Ajoelhei-me na cama e a puxei para que ela fizesse o mesmo, minha camisa foi rapidamente retirada e jogada em algum lugar do quarto. Os lábios dela logo começaram a trilha o meu abdômen, até chegar a barra da minha calça. Ela abriu o batão e me lançou um olhar divertido. Sentei-me novamente na cama e retirei a minha calça. Ainda ajoelhada, a Drew se aproximou de mim e apertou o meu membro sobre a box azul.

A minha última peça foi rapidamente retirada, deixando o meu membro livre e feliz. Sem cerimonias ela abocanhou o meu membro. O ritmo lento e intenso me fazia gemer baixo, até porque eu não podia fazer barulho.

Segurei os seus cabelos em um rabo de cavalo e passei a ditar a velocidade dos movimentos. Suas mãos espalmaram-se em minha coxa, e seus olhos encontraram os meus, as íris castanhas brilhava de desejo.

Abri a gaveta do criado mudo ao meu lado e peguei uma camisinha, entreguei o pacotinho a ela, que rapidamente o abriu e colocou a camisinha em meu membro. A puxei para o meu colo e colei os nossos lábios. Gemi contra os seus lábios quando senti o meu membro ser engolido pelo seu sexo. A Drew começou a quicar sobre mim e gemer contra os meus lábios.

Ouvi uma cama ranger longe e soltei os seus lábios, segurei a sua cintura e fiz sinal para ela ficar quieta. Depois de alguns segundos nós ouvimos batidas na porta.

–Drew? -O pai dela chamou. -Está tudo bem?

–Está sim, pai. -Ela respondeu fingindo uma voz sonolenta. -Eu caí da cama. -Mentiu. Balancei a cabeça em negação e movi o meu quadril contra o dela, fazendo a morena morder o lábio.

–Está tudo bem? Você se machucou?

–Não! Eu estou ótima.

–Tudo bem, então. -Ouvi ele se afastar e a cama ranger novamente.

–Ele já foi? -Ela perguntou.

–Já. -Joguei-a na cama e beijei o seu pescoço. -Acho que temos que fazer mais silêncio. -Ela assentiu sorrindo.

Cobri a boca dela com a minha mão novamente e voltei a estocar, só que dessa vez com mais força. Eu sentia os seus gemidos abafados contra a minha mão, e eu abafava os meus contra o seu pescoço. Não demorou muito para ela estremecer e arquear as costas. Parei de me mover e ela me fuzilou com os olhos. Retirei a mão de sua boca e a cobri com meus lábios. Descia a minha mão livre pelo seu corpo até o seu clitóris, acariciei o local e voltei a estocar rapidamente. Não demorou muito para ela me apertar ainda mais, senti todo o seu corpo estremecer. Continuei a estocar até que eu também atingi o clímax e gozei.

Esperei que a respiração dela voltasse ao normal e caí ao seu lado. Mesmo que tivesse acabado de gozar eu ainda estava excitado. Aquela era a parte ruim (ou não tão ruim assim) de ser um lobisomem adolescente. Eu era insaciável.

–Lua cheia? -Ela perguntou. Eu ri e retirei a camisinha.

–Amanhã. -É a Drew sabia sobre nós, e aquilo não era tão ruim assim, ela sabia manter o segredo.

–Hum… -Ela se ajoelhou ao meu lado. -Acho que posso te ajudar com isso.

–Você vai ficar aí por dois dias, então. -Ela riu.

–Eu não estou reclamando.

Notas finais
É eu to sabendo, o capítulo não ficou tão bom. Mas eu acredito que isso faz parte, todo livro, ou toda fanfic, tem uma parte mais chatinha de ler e no momento a de WolfHill está sendo essa. Okay? Ah! Sobre esse "hot", provavelmente uma das coisas mais frias que já escrevi, mas queria colocar o nosso querido Nico Gostoso Di Ângelo em ação, mesmo que tenha sido com a Drew. Então, para as pessoas que curtiram o HOT, preparem-se, planejo coisas bem mais legais... Se é que me entendem. No próximo capítulo teremos porrada entre a Thalia e o Nico.... CALMA! Vocês vão entender no próximo capítulo, okay? Beijinhos Tia Amanda