WolfHill

16 Capítulo 15 - She Will Be Fine


Notas iniciais
Oi Betas, sentiram a minha falta? Claro que não. Tem um tempinho que o capítulo estava pronto, mas primeiro eu fiquei com preguiça de postar (desculpa mas é a verdade), segundo eu tentei reescrevê-lo, terceiro eu fiquei sem a bendita internet. Mas vamos ao que interessa... COMO ASSIM SÓ UM PESSOA ACERTOU A MINHA IDADE?! Estou magoada. Mas beleza, eu perdoo vocês. E para os curiosos de plantão, a Tia Amanda aqui, de Tia não tem nada. Eu faço 16 anos em dois meses, e sim quero presentes. Emily S2 eu prefiro Scira, nunca curti muito Scallison, e desculpe o SPOILER (ou talvez não), mas achei a morte dela muito.... Sei lá. Então Scira. E sobre Stidya e Stalia, eu sempre curti Stalia, mas nos últimos capítulos eu tenho shippado Stydia, mas eu gosto muito dela com o Jackson (sim, ainda) e também com o Parrish. Então, digamos que eu fico em uma eterna dúvida, mas shippo mais Stalia, ou não...Sei lá. Sinto muito em estar acabando com a vida social de algumas, e/ou obcecada pela fic. Eu realmente sinto muito. Eu não tenho prazo para postar, mas o único problema é a escola. Mal acabou o primeiro mês de aula e eu tenho 6 trabalhos para fazer. Então, fica difícil achar um tempo para escrever, mas eu não vou abandonar vocês, eu prometo. Ah, e eu fiquei muito feliz por vocês terem gostado do capítulo anterior, e aquele foi um capítulo que eu gostei muito de escrever. MARYDIÂNGELO EU TE AMO! NÓS VAMOS CASAR E IR MORAR NA VILA DOS UNICÓRNIOS. AMEI A RECOMENDAÇÃO Bom capítulo Ah... Semideusadorock RR Chase Emily S2 Roxy Hale MaryDiÂngelo Eu amo vocês. ♥

P.O.V Nico

—ANNABETH! -Gritei-a assim que coloquei a Thalia sobre a mesa. Saí correndo da enfermaria e corri até a casa dela. Abri a porta e subi as escadas,depois de quase arrombar a porta do quarto dela, a encontrei de pijamas.

—Nico… Oh, meu Deus! Isso é sangue? O que…

—É a Thalia. -Ela arregalou os olhos e passou correndo por mim. Assim que ela chegou na enfermaria ela arregalou os olhos.

—Oh, meu Deus! -Ela exclamou. -O que…

—Eu não sei. Senti algo, não sei explicar, mas eu fui para a floresta. Tinha alguém com ela, eu não tenho ideia de quem era, mas ela estava sangrando, então, não tinha como eu segui-lo e…

—NICO! -Ela me cortou. -Eu preciso de ajuda. -Eu assenti. -Tira a roupa dela. -Eu a olhei. -Agora, Nico! -Ela correu até a estante com ervas. Retirei o seu casaco, e rasguei a sua camisa, desamarrei rapidamente os seus coturnos e retirei com cuidado a sua calça. O corte em sua perna estava pior do que parecia. Eu nunca havia despido uma mulher tão rápido em toda a minha vida.

—O que eu faço?

—Sai. -Eu a olhei. -Não vou me concentrar com você dessa maneira. -Eu suspirei e saí de lá.

...

Meia hora depois a Annie saiu da enfermaria, seu pijama estava sujo de sangue, assim como as minhas roupas. Eu a olhei e ela assentiu. Eu suspirei aliviado, ela sentou-se ao meu lado e apoiou a cabeça em meu ombro. Fechei os olhos por alguns segundos e me concentrei em ouvir os batimentos cardíacos da Thalia, estavam estáveis, um pouco fracos, mas estáveis.

—Ela vai ficar bem. -Eu assenti. -O que aconteceu?

—Não sei. Acho que alguém a atacou, mas tenho certeza que não foi qualquer um.

—Isso é verdade. -Ela prendeu os cabelos em um coque. -Duas costelas quebradas, um ferimento na perna, e alguns hematomas no rosto. -Ela fez uma careta. -Ela vai ficar bem, o feitiço já está agindo, as costelas deveram doer pelos próximos dias, mas nada que ela não possa aguentar. Os hematomas ficarão avermelhados até amanhã, e o ferimento demorará um pouco mais. Mas irá fechar. -Eu assenti. -Ela vai ficar bem.

—Eu sei que vai. -Ela sorriu. -O que foi?

—Nunca vi você tão preocupado com alguém. -Eu acabei rindo. -Quero dizer, com alguém fora da matilha.

—Agi por instinto. -Ela arqueou uma das sobrancelhas. -O que você quer que eu diga?

—Você gosta dela.

—Não vou negar que de as vezes eu tenho vontade de matá-la. -Ela riu.

—Mas…

—Gosto de tê-la por perto. -Dei de ombros.

—Essa é a sua forma de dizer que gosta dela?

—Talvez. -Ela riu.

Acordei quando senti algo sobre o meu rosto, abri os olhos assustados e olhei em volta, me tranquilizei quando vi aqueles malditos olhos azuis. Ela estava um tanto quanto assustada, mas não tanto quanto a noite anterior. Não pude deixar de notar a alça do seu sutiã azul manchado de sangue. Assim como o seu busto.

—Você está bem? -Eu perguntei, ela assentiu. -Tem certeza? A Annie disse que você poderia sentir dor.

—Só um pouco. Nada que eu não possa aguentar. -Eu assenti, ela olhou em meus olhos por alguns segundos. -Como me encontrou?

—Depois que você saiu, eu resolvi ir atrás de você.

—Por que?

—Pode só agradecer por estar viva? -Ela revirou os olhos. -Eu esqueci… Você é Thalia Grace, se nunca pede, por favor, provavelmente, não vai…

—Obrigada. -Ela me cortou. -Você, provavelmente, salvou a minha vida. -Eu fiquei boquiaberto, aquilo nunca aconteceria novamente. -E eu estou te devendo uma.

—A Annie também. -Ela fechou os olhos por alguns segundos. -Sei que você não gosta de bruxas…

—Eu gosto. -Ela me cortou novamente. -Só não posso ter contato. Sou uma caçadora. Sabe quantas bruxas eu já matei? -Eu engoli em seco. -Não vou machucar a Annabeth.

—Fico feliz em saber disso. -Olhei para a porta e vi a loira parada ali. -Bom dia. -Ela sorriu e se aproximou. -Só vim trocar o curativo. -A Thalia assentiu.

—Nico, pode nos dar cinco minutos? -A Thalia perguntou. -Por favor.

—Um obrigada e um por favor em um único dia, tem certeza que não bateu com a cabeça?

—Cai fora daqui, Di Ângelo.

—Estava demorando.

P.O.V Thalia

Ela se aproximou de mim com certa cautela. Dava para ver em seus olhos que ela estava com medo, mas também estava magoada. Não gostava de magoar as pessoas. Por mais que fizesse isso com frequência, não gostava de magoá-las.

A Annbeth começou a retirar os meus curativos com cuidado,depois que eu me sentei, mas dava para ver a hesitação, suas mãos tremiam um pouco, sua respiração estava irregular, e ela nem me olhava. Hesitei um pouco, mas por fim acabei cedendo. Coloquei a minha mão sobre as suas e ela me olhou. Poderiam ter passado horas e nós ainda estaríamos nos encarando. Até que ela fez algo que me surpreendeu. A Annabeth me abraçou. Primeiramente eu fiquei estática e surpresa, mas acabei retribuindo o abraço.

—Eu não queria ter mentido para você. -Ela disse cabisbaixa quando me soltou. -Mas não era um segredo só meu.

—Eu entendo. Não que você já não soubesse, mas também menti para você. Ou achei que tinha.

—Sobre ser uma caçadora. -Eu assenti, mesmo que não tivesse sido uma pergunta. -É mal de caçador ter raiva de bruxas?-Eu acabei rindo.

—Não. E eu não tenho raiva de você. Acho que só fiquei surpresa.

—Eu entendo você ter ficado surpresa, mas as bruxas ajudaram os caçadores antes.

—E ainda ajudam, mas já confiei em um bruxa antes e digamos que não foi uma experiência muito boa.

—Vou querer saber disso?

—Talvez um dia eu te conte. -Ela assentiu. -Olha, eu não sou boa com essas coisas.

—Com o que?

—Desculpas. Arrependimentos. -Ela acabou rindo.

—Digamos que está perdoada. -Eu acabei suspirando aliviada, agradeci-a mentalmente por não estender mais aquilo, eu realmente não sabia o que dizer. -Mas, somente se pedir desculpas para a Bianca. -Eu a encarei.

—Não está falando sério, está?

—Pior que estou. -Bufei. -Vou chamá-la quando terminar.

—Ela é capaz de colocar os dedos dentro do meu machucado por pura raiva. -Ela riu e começou a desenrolar a minha perna, quando terminou ela arregalou os olhos e franziu o cenho. -O que foi?

—Já está fechado. -Ela olhou para mim. -Mas… -Ela me observou por alguns segundos. -É estranho.

—Por que?

—Só era para começar a fechar amanhã. -Eu franzi o cenho.

—Talvez, você seja uma bruxa mais poderosa do que pensa. -Ela acabou sorrindo.

—É, talvez. -Ela olhou novamente para a minha perna pálida. -Vou chamar a Bianca. -Eu revirei os olhos.

Ela saiu e eu suspirei. Saltei da cama e comecei a caçar as minhas roupas, o único problema era elas não estarem ali, quando já estava desistindo de procurar e aceitar que teria que pedir uma roupa emprestada a Annabeth esbarrei em um cesto que foi ao chão, minhas roupas caíram dali, ou melhor, o que havia sobrado delas. Minha camisa estava rasgada, assim como a minha calça, minha jaqueta igualmente. Acabei bufando e coloquei tudo dentro do cesto novamente. Ouvi a porta ser aberta e acabei falando o que não devia.

—Não sabia que era tão agressiva, Annie. -Quando me virei senti o meu rosto esquentar. -Ah, eu achei que…

—A Annie não é nada agressiva, mas o meu irmão pode ser.

—Levesque. -Ela acabou sorrindo.

—Primeiro, pode me chamar de Hazel, e segundo, só vim trazer roupas. -Ela colocou as peças sobre a mesa.

—Foi o Nico quem…

—Sim.

—Ah…-Ela acabou rindo. -O que foi?

—Coisas de irmãos. -Eu assenti. -Não se preocupe.

—Claro. -Disse enquanto caminhava até as roupas -Obrigada pelas roupas.

—Não há de quê. -Ela abriu um sorriso. — O banheiro é a porta da direita. -Eu assenti. -Até mais Thalia.

—Até. -Ela saiu e eu voltei a ficar sozinha. Então, resolvi ir logo tomar banho.

Fechei a porta e a tranquei. Coloquei as roupas sobre a bancada e soltei um longo suspiro. Retirei o resto das minhas roupas e entrei no box. Dei graças a Deus por a água estar gelada. Lavei os meus cabelos que estavam um pouco sujos de sangue, assim com algumas partes do meu corpo ainda estavam. Demorei um pouco mais para tentar organizar os meus pensamentos. Eu era amiga de um bruxa, quase havia matado a Di Ângelo, estava tendo pensamentos nada puros com o Nico, e havia sido atacada por um maluco psicótico.

Peguei a toalha que a toalha junto as roupas. Me vesti lentamente, escovei os dentes com a escova que a Lev… Hazel também havia trago. Desconfiava que aquelas roupas eram dela, já que aquela camisa estava um pouco justa, o que deixava os meus seios em evidência, e o short estava um tanto quanto curto demais. Sequei os meus cabelos como consegui e saí do banheiro,coloquei a minha lingerie em meio as outras roupas no cesto, estavam manchadas mesmo.

Por mais que a minha cabeça estivesse com milhões de perguntas, a que mais me incomodava era: Como o Nico havia me encontrado. Tudo bem que, segundo ele, ele havia me seguido, mas eu não havia escutado nada. Só se ele fosse muito cuidadoso, e se ele estivesse mesmo me seguindo, ele teria aparecido antes. E também quando ele apareceu, como ele jogou aquele cara longe? Com que força? Convenhamos, que o Nico não era a pessoa mais forte do mundo.

—Thalia. -Meus pensamentos foram cortados pela Annie. -Você tem algo para dizer a Bianca?

—Annie, eu não ser boa com desculpas, não significa você ter que me tratar como criança.

—E o mau-humor voltou. -Ela suspirou. -E então…-Eu bufei e olhei para a Di Ângelo.

—Desculpa por ter te enforcado. -Ela cruzou os braços e estreitou os olhos. -O que?

—Eu vou aceitar suas desculpas, mesmo que elas não sejam nada sinceras. -Eu revirei os olhos. Ela virou e saiu do local.

—O Nico vai levar você em casa. -Eu assenti.

—Tem certeza que ele não vai se perder? -Ela riu.

—O Nico conhece essa floresta como a palma da mão. -Eu franzi o cenho. -Você vai ver.

Nota do dia: Nunca duvide da Annie no quesito Nico.

Eu nunca chegaria em casa sozinha, mas graças o meu guia, em pouco mais de vinte minutos eu estava parada na frente da minha casa. Eu até tentei entender como ele sabia onde ele estava indo, mas parecia impossível. E o mais incrível era que ele mal prestava atenção no caminho. Passava a maior parte do tempo vendo se eu estava bem, ou então rindo de algo que eu dizia.

—Está entregue. -Ele disse assim que paramos na varanda.

—Obrigada. -Ele abriu um pequeno sorriso. -O que foi?

—Achei que demoraria menos. -Eu franzi o cenho. -Não deu falta de nada? -Inconscientemente levei as minhas mãos até o local onde o meu cordão deveria estar. Arregalei os olhos quando não o senti. -Antes que você se desespere. Eu vou voltar até o lugar que você foi atacada e procurar pelo cordão.

—Eu vou com você.

—Não. -Eu o olhei. -Volto aqui mais tarde, talvez muito tarde, se eu achá-lo. Tenho um compromisso agora. -Eu assenti.

—Consegue subir em árvores? -Ele assentiu. -Atrás da casa tem um árvore que dá para o terceiro andar.

—Não vai fazer barulho de qualquer maneira?

—Ninguém escuta o que acontece no terceiro andar. -Ele arqueou uma das sobrancelhas. -É vazio, apenas eco. -Ele assentiu. -Me liga quando vier.

—Não tenho o seu número. -Me aproximei dele e comecei a tatear os seus bolsos, até achar o aparelho. Digitei o o meu número e coloquei o celular de volta no bolso da frente. Só parei para pensar em onde a minha mão estava e como estávamos perigosamente próximos, quando ergui a cabeça.

—Agora tem. -Ele olhou em meus olhos. Sem consegui me contar uni os nossos lábios em um beijo rápido. -Um motivo a mais para você voltar. -Ele riu e me deu um selinho.

—Te vejo mais tarde, Lia.

Notas finais
Eu não curti muito o capítulo, não sei o motivo, mas eu não gostei. E não consegui escrever nada melhor, então me desculpa se alguém mais achou o capítulo ruim. Sobre a Annie e a Thalia. Eu sei que ficou uma bosta, mas.... Eu não sou nada sentimental e, eu sei que isso vai parecer muito dramático, mas é verdade, eu nunca tive uma amiga assim, então, acredito que vocês entendam isso. E minhas desculpas com a minha mãe se resumem em ela dizer que sente muito e eu assentir, mas nunca dá muito certo. Sobre a Thalia se cortar nos próximos capítulos vocês irão entender melhor. Okay? Então eu acho que é isso... Beijinhos Tia Amanda Ah, agora eu quero saber a idade de vocês. Kissus E, eu quero saber se vocês curtem Clace, sim de TMI, pois eu estou escrevendo um, não sei quando irei postar, mas eu estou escrevendo. Então, eu queria saber. Acho que agora acabou. Kissus