Wolf Liars

1 A Spell Can Turn Against The Sorcerer


Notas iniciais
Olá anjinhos, sejam bem vindos a minha "humilde" história, aqui vocês entrarão um pouco num mundo pulsantemente energético para fics que se chama minha cabeça. Para aqueles que estão aqui por causa do aviso da outra fanfic "A Seleção do Semideus" não estranhem eu estar sendo mais doce, é porque eu percebi que eu meio que tava "Foda-se, está ai o capítulo e espero que gostem, tchau!" ao invés ter mais interesse por vocês (já que todos que estão lendo isso, são os que trazem mais vida a minha história e mais felicidade a mim) e por isso em ambas as fics vou acrescentar um QOTD. QOTD: Sua cor favorita? AOTD: Verde-água. Respondam para mim e espero que curtam o capítulo.

"You can't run away of this anymore"

Era o último dia de aula em Beacon Hills High School, Malia, Kira, Lydia, Allison, Scott, Isaac, Derek, Stiles, os típicos amigos inseparáveis andavam juntos como de costume. A “líder” do grupo Lydia, seguia na frente enquanto partiam em direção a aula de história. Todos procuravam seus lugares que se encontravam um perto do outro. No meio da aula, quando o professor finalmente parou de encarar Stiles e Scott – os conversadores de plantão – todos os amigos foram chamados pela garota que queria dar um aviso.

— Galera! – dizia Lydia – Quem topa um noite de curtição hoje?

Inicialmente, Kira e Allison não gostaram da ideia, já que segundo a amiga, todos teriam de sair de casa escondidos, de madrugada e deixariam em casa tudo que os tornassem comunicáveis. Mas Lydia sabe muito bem persuadir quando quer. Então depois de muito papo, quase serem mandadas para o diretor, elas acabaram gostando e concordando com a ideia. Articularam para que fossem acampar na floresta Wychwood – o que os tornava mais incomunicáveis ainda — uma mata pouco frequentada e que é conhecida em lendas por ser sobrenatural. Lydia tinha muito em mente para fazer aquela noite ser a mais divertida o possível (para ela, é claro).

As horas passavam e os amigos mal conseguiam parar quietos em seus lugares esperando a noite de hoje, seja por medo, agonia, mas principalmente a vontade de sentir a adrenalina pelas veias – afinal, sair escondido numa das noites mais perigosas, deveria causar exatamente essa reação — Já Lydia, continuava tranquilamente tramando para tudo ocorrer do jeito que ela queria.

Todos (de certo) processaram tanto as informações, que a tarde deles se tornou meio monótona já que a empolgação foi toda gasta de manhã. Mas quando a hora chegou, animação prevaleceu, fazendo com que todos logo se encontrassem no centro da cidade seguindo juntos o rumo da floresta. Cada um levava consigo uma bebida mais alcoólica do que a outra, afinal o lema era diversão.

— Malia e Derek, me deem a suas bebidas – Pedia Lydia, que misturava as duas.

— O que você está fazendo Lydia? – Perguntou Derek alarmado.

— A sua bebida é a mais fraca e nós queremos nos embebedar, baby. Então tenho que misturar com a mais forte que é a da Malia.

— Talvez eu a tenha trago, porque tenha um mínimo de senso. Já pensou no como vamos voltar para casa totalmente chapados? – Enquanto Derek falava, Lydia revirava os olhos e ria.

— Não sei. Eu só sei que você fica delicioso quando fica bravo – Lydia lambia o lábio superior provocando.

Derek gargalhou divertido.

— Já que vai nos deixar bêbados, o faça direito – Ele falou.

— Pode deixar, eu sei fazer direitinho. Entenda como queira entender – Sorriu maliciosamente.

— Acho que a Lya já bebeu bastante em casa – Allison sussurrou para Malia.

— Ahh o que importa? A gente está aqui para se divertir mesmo.

Assim, todos só sossegaram quando todas as garrafas haviam acabado. Menos Lydia, que todo esse tempo fingiu beber e o que ela colocava na boca, cuspia disfarçadamente. Agora ela daria continuidade a seu plano.

— Gente, o que vocês acham de nós fazermos um pequeno ritual para possuir poderes? – Começou ela.

Girl, eu já estou poderoso o suficiente. “Entenda como queira entender” – Stiles repetiu as palavras de Lydia, totalmente bêbado e agarrado com Malia que estava em seu colo rindo abobalhada.

— Dai-me paciência – a garota revirou os olhos.

Durante o que é considerado muito tempo, Lydia teve que observar os amigos se pegando e outros quase se comendo. Depois de um tempo a bebida os deu sonolência, a garota não podia deixar isso acontecer e por isso iniciou logo o ritual.

Depois de conseguir juntar todos em uma roda, na quantidade perfeita para completar o processo (7 pessoas passando o poder para a 8ª) disse para todos que tinham de repetir tudo o que ela falasse.

— Cihitrame Lostram – dizia Lydia, como se já sentisse o poder.

Mesmo chapados, todos conseguiram acompanha-la repetindo suas palavras. Mas lá pra 20ª repetição, Scott – que foi o que mais bebeu – começou a falar errado.

— Cihitranúu Lustrumiii – Disse ele grogue.

Mal ele sabia que estava jogando uma maldição a ele e os amigos. Assim que todos abriram os seus olhos rindo não se sabe do quê, atrás de cada um havia uma fera pronta para transformar a vida deles de uma vez por todas.

Enquanto todo esse pesadelo apenas começava na vida desses jovens, a cidade parecia deserta, já que de uns tempos para cá o maldito toque de recolher foi imposto. Só que na verdade, isso não barrava quase ninguém, ainda havia as festas, os eventos... Sobre essa noite era completamente diferente, porque era considerada a noite azarenta no lugar e todos tinham medo de sair sendo que normalmente os que tentam, acabam voltando meio que delirando. Muitos deles ficam o resto da vida em um hospício, dizendo palavras sem sentido e dando gargalhadas monstruosas enquanto tentam se soltar dos cintos de couro que os amarram, isso pode parecer muito clichê, no estilo filme de terror, mas não dá para se fazer nada se é puramente verdade.

Na floresta, Kira era atacada por uma raposa, Scott, Derek, Isaac e Malia atacados por lobos, Allison recebia a dolorosa maldição da caçadora – que a fazia ter a sede do sangue dos próprios amigos, agora transformados — mas nenhum deles se quer percebia, continuavam rindo. Porém Lydia estava mais do que sóbria e sendo levada por uma banshee que não tinha a mínima piedade dela, enfiava suas garras nos braços da garota, que gritava por socorro, mas os amigos pareciam anestesiados.

Ela foi levada a certo pondo da floresta, caminhando por horas a fio até o dia amanhecer. A banshee a havia soltado parando na frente da garota, deu um sorrisinho de lado e começou a puxar a própria pele com as garras estirando sangue no chão, o que a fazia abrir um sorriso mais largo a cada vez. Lydia correu e ficou escondida atrás de um tronco, mas não conseguia evitar de olhar para aquilo até o ponto onde ela deu o maior grito de toda sua vida. Ela fora transformada em banshee e o grito dessas criaturas só significava uma coisa... Morte!

Notas finais
Comentem, favoritem e acompanhem.Vejo vocês no próximo capítulo. P.S: Essa morte aí pode não ser de quem vocês pensam ser...