Wizards - Interativa

2 Introdução nada a ver !!!


Notas iniciais
Olá pessoas lindas e cheirosas ♥ Então este capitulo não tem nada a ver com a historia original. Na verdade essa só vai começar no próximo capitulo, mas como hoje estava inspirada para escrever baboseira, acabei com esta mini introdução, aqui XP Espero que gostem ^^ Quero agradecer às pessoas que já enviaram as suas fichas. Vocês merecem o céu. E claro os que enviarem as próximas fichas também XP Ah, uma coisa que não mencionei. Se alguém quiser ser me ajudar e quiser ser minha co-autora, é só me enviarem um mensagem por mp. :) Missão nas notas finais.

Algures no Brasil – Milénios depois da historia ter acontecido.

POV Desconhecido

Estava escuro, o único ponto de luz naquele sítio provinha da pequena lanterna que possuía no seu capacete e este já começava a apresentar sinais que a sua bateria estava quase no fim. À medida que avançava o ar ficava cada vez mais escasso, e mais difícil de respirar. Mas ele não podia voltar atrás. A caverna estava repleta de monstros e voltar nestas condições significaria a sua morte. Então a única hipótese era continuar e confiar na sua sorte. Metros depois, a falta de oxigénio já estava a lhe causar alucinações. Ele estava vendo um poste e atrás de si uma aranha gigante.

— Isto é um sinal? — Perguntou para o nada. — O que eu faço? — Não esperando uma resposta, viu-se lentamente fechando os olhos. Segundos depois uma voz bagaceira que parecia vir de um bêbado fez-se ouvir por toda aquela área.

— “É o seguinte tú bate no poste, daí tú vai ver uma luz, não vá para luz... Daí tú vira pra direita e vê uma placa escrito HELL, já que tú é a coisa mais burra do mundo eu vou traduzir, HELL significa inferno, então é pra lá que tú vai... TÚ ENTENDEU??”* – A voz perguntou a última parte.

O rapaz levantou-se rapidamente, com uma vontade inigualável de esgoelar a miséria que lhe tinha dito aquilo. Mas acabou tropeçando numa pedra, esse pequeno tempo o fez perceber que novamente conseguia respirar sem dificuldade, e que aquele espaço estava bem iluminado. Dirigiu o seu olhar para cima e viu um velho livro enrugado com um chapéu bicudo rindo da sua figura.

— Posso saber do que está rindo seu pombo cagado?

— Da sua figura de trouxa, raparigo.

Levanta uma sobrancelha para o livro e tira um isqueiro de um dos seus bolsos.

­— Opa, opa, muita calma nessa hora, meu parça. Como você me fez rir eu vou lhe recompensar contando uma história proibida para os humanos. Por isso pousa esse objeto do mal aí, ok?

— Certo, mas eu não sou…

Ignorando-o, o livro fechou os olhos e se abriu ao meio. Seguidamente várias palavras começaram a aparecer nas suas páginas brancas por meio de uma sequência.

Esta é uma história que poucos humanos sabem. E que sinceramente não deveriam saber. Mas se você é curioso e corajoso o suficiente, e então continue. Há várias décadas atrás apareceu o primeiro humano a sofrer uma mutação que lhe permitia controlar a magia. Os humanos á sua volta com medo dos seus novos poderes permitiram que ele ficasse entre eles com a condição que ele os protege-se – o chamaram de pioneer.

Apesar de ele se dar bem com todos e as pessoas terem-se habituado à sua presença única, o medo não os abandonara, e com o tempo foi-se agravando quando descobriram que outros humanos iam apresentando os mesmos poderes. Com o medo liderando as suas ações eles começaram a descriminar os pioneers — os primeiros humanos a apresentara a capacidade de controlar a magia. Anos depois a descendência destes — Usualmente chamados de Magos/ Feiticeiros/ Bruxas — já não tolerando a arrogância dos humanos decidiram formar um grupo.

Eles decidiram dar uma chance aos humanos. Usando magia eles forçariam que a mutação ocorre-se os transformando em magos. Porem a ideia não correu como o planeado. Os corpos destes rejeitava as transformações e muitos acabaram por morrer. Ao ver a consequência dos seus atos, as opiniões divergiram e o grupo dividiu-se em dois. Os que apoiavam que o plano continua-se. Os humanos que se tornassem em magos seriam bem-vindos para se tornarem criados dos magos de linhagem pura, os que morressem seriam considerados como impuros e não mereciam viver. A outra parte apoiava a ideia de selar os novos possíveis Pioneers e viverem num mundo totalmente desconhecido para eles. Houve muitas discussões mas a maioria optou pela segunda opção pois ninguém sairia ferido. E para selar os novos possíveis pioneers usaram os mais poderosos magos. Para que os novos recém nascidos magos pudessem aprender a usar os seus poderes criaram uma escola— Hogwarts.

Claro que houve os que se discordaram mas como minoria decidiram continuar os seus planos nas sombras.

Fim.

— Cuméquié? Mas que raio de historia é essa que além de estar mal escrita não faz sentido nenhum.

— Fio, não fui eu que escrevi saporra, não! Eram altas horas da madrugada quando a autora escreveu isso em mim. Ela estava a cair para o lado de tanto sono que tinha! Cá entre nós eu acho que ela estava era bêbada, mas é melhor não falar muito, que se a miséria descobrir vira bicho-do-mato. Poderia até queimar as minhas páginas pouquinho por pouquinho para ser mais doloroso………

— Mas pondo isso de lado. Agora vou lhe contar a história que aconteceu aqui às uns anos atrás. E essa, seu cabra safado, vai estar bem escrita.

— Eu acho é que a escritora devia era largar as dorgas, isso sim……mas vamos lá ler isso. Parece interessante.

— Pois bem, tudo começou à muitos, muitos anos atrás quando um grupo de dez crianças………

A história real começa apenas no próximo capítulo.

Notas finais
* Excerto de fic "In Brazil" Escrita por Babalu e Paçoca no Nyah Fanfiction Missão: Qual vosso patrono?? Gostaram?? Não gostaram?? Ideias? Coisas que preciso corrigir??? Digam tudo nos comentários, e façam esta escritora feliz ^^