Notas iniciais
Hello meus potinhos de nutella ♥ Tudo bem?? Pessoas criei um site para vocês verem as aparências dos nossos personagens ^^ Espero que gostem ;) http://jazz9girl7.wix.com/wizards---interativa Quero agradecer as pessoas que comentaram. :) — Lilith Kiraly — Lady winchester — Kiraly Sempai — shindou0 — Alexandria Rogers Wayne — Joyce — LouPie Pergunta da semana no final do capitulo ^^ Boa Leitura ;)

"Em alguns minutos encontraram a clareira com as caravanas prontas a partir. Eles apenas estavam à espera deles. Entraram dentro da caravana o mais depressa que puderam. Quando sentiram a porta fechar, saíram dali em alta velocidade. Lyra explicou, que lhes tinham dito que encontraram uma matilha de lobos raivosos que vieram atrás de si. Eles primeiro negaram dizendo que conseguiriam dar conta deles, porém Lucy os impediu dizendo que o choque que as crianças tiveram já tinha sido o suficiente, então partiriam imediatamente para Vleutriver assim que o restante grupo chegasse. E é por isso que já tinham tudo preparado quando chegaram.

Devido ao cansaço e ao susto, todos acabaram adormecendo na posição em ficaram no momento em chegaram na caravana. Aquela iria ser uma longa missão."

POV Heather Sugwith

A viagem até à cidade foi calma. Estava calor e a brisa que entrava pelas janelas das caravanas era agradável. Ao longe dava para ver os edifícios que constituíam a cidade. Como estavam no topo de uma colina conseguiam ver a sua estrutura arredondada. O centro tinha casas grandes e cheias de cor, à medida que se afastavam estas perdiam tamanho e os materiais com que eram feitos, mais inadequados para a sua construção. Em poucos minutos estavam no limite da floresta com Vleutriver.

As casas eram feitas de palha, e as pessoas que estavam no nas pequenas hortas no jardim vestiam roupas frágeis e cheias de remendos. Elas olhavam a o veículo no qual andavam como se fosse algo de outro mundo ou até uma coisa extremamente luxuosa, que apenas veriam apenas uma vez na vida. As ruas estavam cheias de sem abrigo e animais abandonados que lutavam para sobreviver.

Conforme iam entrando na cidade, as casas iam melhorando. Depois de terem observado as de palha, a seguir vieram as de metal, as de madeira e as de pedra. Todas tinham um aspeto normal. As pessoas que andavam na rua vestiam-se melhor e já não havia tantos sem abrigo ou animais nas ruas. Mais à frente dava para ver as mansões e os altos prédios luxosos. A caravana parou antes de lá chegar.

Saíram todos e Adam explicou que fariam ali a sua atuação. Como iriam começar a montar a tenda e tratar dos animais, o grupo decidiu ir explorar os arredores. Ali tudo parecia normal. Se não tivessem visto com os seus próprios olhos, a parte de fora da cidade, não acreditariam que havia algo de errado com ela. Como queriam começar desde o início, dirigiram-se até à parte mais pobre onde estavam as casas de palha. Quando estavam quase lá a chegar foram interrompidos por um homem.

— Vocês não querem ir para ali! — Exclamou o homem de olhos negros.— Olhem não me interpretem mal. Eu apenas estou a dizer isto para o vosso bem. Vocês não parecem ser daqui, então estou a ser generoso para com vocês. Naquele lado moram apenas as pessoas fracassadas que não têm dinheiro para viver num sítio melhor. Entram lá e preparem-se e para que tudo o que tenham de valioso seja roubado. — A sua voz tinha um tom de arrogância e desprezo.

— Hum! Você fala como se uma daquelas pessoas tivesse pedido para nascer pobre. — Respondeu Harry incomodado com o tipo de mentalidade daquela pessoa.— E se um deles tentasse vir para esta zona? Vai-me dizer que o correriam ao pontapé? — Ao ouvir isto o homem riu.

— Correr ao pontapé? Não é preciso. É para isso que queremos os policiais! — Desta vez era Heather que iria começar a luta, porem Alice segurou-a a tempo. — Humpf. Isto é o que recebo por querer avisar forasteiros. Depois não digam que vos avisaram. — Quando terminou de falar virou-lhes as costas e seguiu o seu caminho, muito ofendido.

Não demorou muito tempo até que percebessem que aquela cidade estava dividida por um muro invisível. Uma parede criada pela mentalidade dos seus habitantes. Eles não permitiriam se misturar com alguém diferente ou de uma classe inferior à sua. Não conseguiram evitar pensar que aquele lugar era podre. O pior é que para isto ter chegado a aquele estado, este tipo de raciocínio dá deveria circular há anos, entre eles, e muito provavelmente o passariam para a próxima geração.

Continuaram com a sua viagem até às casas de palha. Tal como tinham visto quando estavam na caravana, aquele lugar era extremamente pobre. Não só pelas pobres casas que qualquer tempestade destruiria e as roupas remendadas tantas vezes que não se conseguiria contar pelos dedos, mas também pelo ar dos habitantes, principalmente os mais velhos. Tinham um ar cansado e costas curvadas, que mostrava que tinham passado toda a sua vida a fazer árduos trabalhos a levantar pesos.

Estavam a passar perto de uma casa quando ouviram os gritos de uma criança. Ela gritava por socorro. Aproximaram-se de onde provinha o som e acabaram numa estreita rua. Nela havia um homem com a farda de um polícia apontando uma pistola à cara de uma pequena garota de curtos cabelos cor de caramelo.

— Para onde levaram o meu irmão? — A pequena perguntava desesperada e o rosto lavado em lágrimas. — Onde é que ele está?

O homem suspirou. Por uns segundos, os olhos que antes estavam frios suavizaram para um tom de pena e compaixão. Esse pequeno gesto pareceu acalmar a garota, mas assim que sentiu a aura do homem à sua frente se tornar ameaçadora, voltou a chorar. Não podia se mover. Ao mínimo movimento uma bala atravessaria a sua cabeça.

— Ela está morta garota! Morta! — Ele enfatizou a última palavra para que ela percebesse que não estava a brincar. Ao ver que a criança á sua frente perdera as forças devido ao choque, preparou a arma para dar o golpe final. Estava tão absorvido na sua tarefa que não se apercebeu que um albino andou sorrateiramente até ficar atrás si. Com um movimento simples mas preciso, o homem caiu no chão inconsciente. A garota mandou um pequeno pulo quando se viu rodeada pelas dez pessoas.

Heather estendeu-lhe a mão, a qual ela aceitou de um pouco relutante. Não sabia o que lhe dizer, e era óbvio que ela não estava bem, então perguntar como ela estava era alto estupido e inútil. Como não sabia o que fazer apenas lhe deu umas leves pancadinhas na cabeça. Era a sua maneira de a acalmar.

— Eu vou vingar! — Dizia entre o choro. — Eu definitivamente vou vingar a morte do meu irmão. — Os seus olhar era frio e determinado. Notava-se que ela falava a sério. Ela estava pronta para fugir dali quando Joy a segurou pelo braço.

­— Calma aí! Onde é que você pensa que vai? — A loira estava preocupada com o que ela poderia fazer.

— Já disse. Eu vou vingar a morte da minha irmã! Se você não me vai ajudar, então não me atrapalhe. — Ela tentava inutilmente se soltar.

— Nina! Onde você está! Nina! — Uma voz rouca porém alta ouvia-se pelas ruas. Ela parecia desesperada. Depois de um tempo ela apareceu na pequena rua.

— Mamãe? — A garota fez um movimento brusco e assim conseguiu e libertar, para correr em direção à mulher que a recebeu com braços abertos. Quando se apercebeu que a sua filha não estava sozinha, automaticamente uma posição de defesa, mas esta ao ver o polícia inconsciente no chão logo percebeu que não era a situação que imaginara em primeiro lugar.

Gabrielle foi a que se aproximou da mulher e a ajudou a levantar. Ela estava pálida e pelo toque dava para perceber que estava a arder em febre. Mas a prova definitiva foi quando tossiu um pouco de sangue para a palma da mão. Com a ajuda de todos, e as direções de Nina conseguiram levá-la para casa e deitá-la na cama. Depois Luna pediu discretamente que distraíssem a garota e Cecilia. Ela usaria um pouco de magia para curar a mulher. Também pediu a Harry uma flor que tinha apanhado na floresta. Segundo ela cada pétala permitia um feitiço dentro da barreira.

Deduziu essa teoria assim que viu Harry usar magia na floresta, quando ela não conseguia. Mais cedo quando ainda estavam na caravana voltou a tentar usar magia sem usar a flor, mas o resultado foi o mesmo. Nada aconteceu. Ao falar com as garotas enquanto as humanas dormiam, várias teorias apareceram, no entanto acabaram escolhendo a mais plausível. Esta era que a barreia era um feitiço de longo alcance e tinha algumas camadas. No lago era onde ela era mais forte, já nos seus arredores esta tornava-se mais fraca. Mesmo tendo chegado a essa conclusão ainda havia o ponto em um feitiço assim não podia ter sido lançado por apenas uma única pessoa, não um feitiço com este alcance. O que mais a preocupava era o porque de terem colocado aquela barreira. Seria devido ao monstro que viram? O que seria aquele monstro?

Assim que saíram da sala a rosada usou o feitiço “Vulnera Sanentur” para curar a mulher que estava praticamente inconsciente, mas num profundo sofrimento. Mesmo aquele sendo um feitiço para curar, o seu processo era bastante doloroso. Assim que ela melhorou, deu-lhe uma poção alegando ser um xarope que ela tomava. Quando terminou chamou os seus colegas para verem que a senhora já estava bem melhor. Nina abraçou a mãe, com algumas lagrimas nos olhos.

Em seguida, ela explicou o que estava acontecendo com a sua família. Explicou que começou a ficar doente já há algum tempo, mas como eram uma família pobre para comprar medicamentos, tentou esconder isso dos seus filhos. A tentativa foi um fracasso e o seu filho mais velho acabou descobrindo e para ajudar foi à parte um pouco mais rica da cidade para pedir remédios. Como ninguém o ajudou, acabou roubando. Mais tarde o dono da loja apresentou queixa contra ele e assim foi preso. Disseram que ele sairia duas semanas depois mas já se tinham passado um mês e ele ainda não tinha voltado.

Todos ficaram tensos com a história, já sabiam que aquela cidade não era normal, mas não pensavam que fosse assim tão mau.

— Nós vamos vos ajudar! — Afirmou Harry. — Se houver uma única chance que ele ainda esteja vivo, iremos o trazer de volta. — Com isto ele olhou para Alan e Luna que estavam pensativos. Afinal eles ainda eram o que estavam a cargo deles nesta missão.

— Muito bem! Mas vocês têm de seguir as nossas ordens. Se dissermos para fugirem, vocês irão fugir entenderam? — Alan olhava sério para todos. Não desviou o olhar até que cada um deles afirma-se.

— Alan…— O albino negou com a cabeça

— Não se preocupe. Ele deve se ter lembrado de algo. Além disso a menina-prodígio de Straw connosco! — Ela não estava de acordo com tudo aquilo, mas a ultima parte pareceu lhe inflar o ego. — Agora o problema é como é que vamos entrar na prisão.

— Quanto a isso acho que tenho uma ideia! — Exclamou Cecília com um sorriso travesso no rosto.

O plano consistia em “pegar emprestado” o fato do polícia de antes e assim entrar na prisão sem que ninguém desconfie de nada. Era simples, pratico e dava milhões. Apressaram-se a ir despir o uniforme do homem antes que acordasse e colocaram umas algemas para dar mais realismo e assim foram para a prisão que ficava na parte mais rica da cidade. Nina ao fim de uma enorme birra terminou juntando-se ao grupo.

Ao contrário do que esperavam não demorou muito para que lá chegassem. Os polícias naquela cidade eram um tipo de pessoas que podia andar por todo lado que não seriam discriminados. A prisão era um edifício enorme e muito mal tratado. As celas estavam imundas e havia todo o tipo de vermes no chão.

— Hey rosinha! — Um prisioneiro chamou e Luna virou na sua direção! Quando percebeu quem era não conseguiu conter a sua cara de espanto.

— Justin? — O rapaz de olhos castanhos e nariz arrebitado, deu um mostrou-lhe um aceno militar com um sorriso que só ele sabia fazer. — O que está a fazer aqui?

— Bom, eu estava numa missão e ouvi dizer que aqui dão uma refeição grátis três vezes ao dia! — Como resposta recebeu um olhar fulminante da rosada. — Certo! A verdade é que estava a investigar o diretor deste lugar! Pelos vistos ele vende os seus prisioneiros como escravos para os nobres. Bom e também os executa como entretenimento publico. — Aquela podia ser uma luz no fundo do poço. Mesmo o policia de antes tendo dito que ele estava morto, ele poderia ter confundido com os que foram vendidos como escravos.

— Justin! Nice job! (Bom trabalho) — Alan respondeu aproximando-se da cela dele ao mesmo tempo que lhe mostrava o polegar.

— Você também está aqui? — Ele vira-se para a rosada. — Ele colocou você numa encrenca de novo, não foi? Sinceramente, tudo bem que vocês são o casal sensação de Straw, mas bem que podiam ter chamado os vossos amigos para participar né? Por falar nisso preparem-se para ouvir o Tyler quando voltarem para a escola. O rapaz ficou de mau humor depois de saber que aceitaram uma missão proposta pela diretora de Hogwarts e não o chamaram para vir junto. — O garoto de curtos cabelos castanhos explicava à medida que Alan abria a porta da cela dele.

— Ok, ok! Não se preocupe que com ele lido eu! Agora o que realmente me importa é encontrar essa tal diretor e fazer umas simples perguntas! — Justin parecia descontente com a indiferença da rosada, mas decidiu ajudar o grupo. O albino apresentou todos no grupo para o moreno e de seguida o mesmo mostrou o caminho cheio de armadilhas que levava a uma enorme sala.

O lugar era enorme e apresentava apenas uma pequena faixa de luz. Havia um cheiro repugnante no ar. Ficaram um tempo parados tentando adaptar os seus olhos á escuridão. Assim que se sentiram mais seguros começaram a explorar o lugar. Mesmo tendo doze pessoas, apenas a sala era um lugar grande o suficiente para que não encontrassem nada. Quando ouviram passos a entrar no lugar pararam no mesmo lugar. Aquilo só podia ser um mau sinal.

De repente todas as luzes se ligaram iluminando o local. Todos ficaram enojados com a cena à sua frente. Havia uma cela gigante, e no seu interior, uma parede de corpos humanos sem vida. Muitos deles tinham os olhos abertos e uma expressão de desespero no rosto. Só esses sinais mostravam que as suas mortes tinham sido lentas e dolorosas.

Perante aquela cena ninguém conseguia dizer nada. Apenas conseguiram desviar a sua atenção quando o som de passos ecoou por todo o lugar. O dono daquele som era um homem baixinho e rechonchudo que tinha um sorriso asqueroso no rosto.

— Os meus parabéns! Conseguiram chegar até aqui! Pena que não vão sir vivos para contar a história. — Nesse momento um grupo de vinte polícias entrou pela porta adentro cercando nove pessoas do grupo. Apenas Nina, Luna e Harry conseguiram escapar.

— Onde está o meu irmão? — Pergunta Nina com uma incrível expressão de raiva no rosto. — Onde é que ele está?

— Seu irmão? — O homem mostra um sorriso de lado. — Você realmente acha que eu me lembro de todos os prisioneiros que cá entram? Ele provavelmente deve estar ali dentro, aponta para o muro de cadáveres. — A garota tenta se lançar contra ele, mas este foi mais rápido e aponta uma arma que tinha escondido no bolso do casaco, à cara dela.

Num ato involuntário a criança olha para dentro da cela. Lá dentro um objeto tinha-lhe chamado a atenção. Era uma pulseira que ela mesma tinha feito para o seu irmão. Não conseguiu conter as lagrimas. O homem cada vez mais parecia apreciar o show à sua frente. Isso deu uma oportunidade para que Harry conseguisse fazer o fazer tropeçar e assim soltar a sua arma que escorregou para longe. Nina correu para a apanhar.

Um dos policiais que guardava o grupo correu para ajudar o seu patrão, porem Luna foi mais rápida e o nocauteou roubando assim a sua arma. Nina cega de vingança inverteu os papéis e apontou a arma ao homem que estava agora indefeso ajoelhado no chão. O seu corpo tremia

— Eu vou vingar o meu irmão!

— Nina… — As mãos da criança tremiam. — Assim você não vai conseguir acertar no alvo! — A rosada aproxima-se dela e a empurra levemente em direção ao homem de forma em que a arma desta entrasse na boca dele. — Pronto. Assim não há maneira que erre! No momento em que puxar o gatilho a bala irá perfurar o cérebro e os seus miolos pintaram esta sala de vermelho! Está preparada para ver essa imagem e lidar com a culpa de ter tirado uma vida?

— Sim, eu estou!

— Muito bem! — Nesse momento Luna aponta a arma que tinha roubado ao polícia à cabeça da garota! — No momento em que você atirar, eu vou matar você! Assim que esse homem morrer por sua culpa, os policias ali atrás vão matar os meus companheiros. Então para os vingar, eu vou a matar!

— Mas isso é injusto! — As lagrimas escorriam pelo seu rosto.

— Até pode ser! Mas aquelas pessoas são mais importantes para mim do que a sua vingança! Depois, a sua mãe para a vingar viria me matar e assim criar um clico de odio e mortes sem fim. — Nesse momento ela percebeu o que estava a fazer. Ela não estava preparada para carregar o fardo que era a morte de outro ser humano. Ela largou a arma e foi abraçar a rosada que retribuiu com carinho.

O homem aproveitando a deixa tentou apanhar a pistola que caiu no chão, no entanto Harry com a sua agilidade conseguiu a chutar para bem longe, fora do alcance de qualquer um! Ainda tentou chamar os camaradas para o ajudar, no entanto o grupo de adolescentes já tinha tratado do assunto.

— Justin vou deixar o Godzilla aqui, com você tudo bem? — O garoto afirmou com a cabeça. Quando ia atar o homem reparou que a pequena garota estava chorando perto da pulseira. Aproximou-se dela e perguntou se podia ver o abjeto. Ela disse que sim.

— Tal como pensava! Esta erva é…! Se a pessoa que procuram é o dono desta pulseira, então ele não está morto! — Aquela afirmação fez que todos virassem a sua atenção para Justin. — Bom, a verdade é que ele trocou a pulseira por uma caixa de comida, já que o polícia que lhe deveria entregar decidiu despejar tudo no chão à frente dele. Ele dizia que estava muito perto se voltar para a sua família então não podia acabar ali. Como resultado um dos seus companheiros de cela propôs uma troca. A pulseira dele que tinha umas ervas muito parecidas com droga pela caixa do almoço dele.

— Então ele não morreu? — A garota agora chorava de felicidade.

— Não! Mas infelizmente colocaram-no no grupo que iria ser vendido como escravos. Se não me engano o leilão vai ser amanhã á tarde perto do restaurante……hum… La Gutier. — Agora o homem já estava amarrado e o moreno já estava pronto para ir embora. — Bom, vemo-nos na escola! — Acena para Luna e Alan e depois para o resto do grupo.

Depois que descobriram a noticia, levaram Nina para casa. A sua mãe já estava preocupada pelo desaparecimento da filha e deu-lhe um enorme sermão assim que pôs os pés dentro de casa. De seguida falaram sobre o que tinha ocorrido e como descobriram que o filho da mulher ainda estava vivo enquanto comiam uma pequena mas agradável refeição.

— Como assim, vocês vão trazer o meu filho de volta? — Ela não podia acreditar no que os jovens à sua frente tinham colocado na cabeça. — Vocês não sabem com quem vão lidar. Qualquer pessoa que oponha aos nobres desta cidade vai viver o resto da sua vida na miséria. Ouçam eu estou muito agradecida por quererem ajudar, mas…

— Não se preocupe senhora! — Aurélia tinha um olhar doce mas firme. — Somos fortes o suficiente, para lidar como tudo isto. Apenas pedimos que cuide bem da sua filha. Desta vez não a podemos levar connosco.

Notas finais
Justin - http://celebrityinside.com/wp-content/uploads/2014/10/Dylan-OBrien-Favorite-Music-Movies-Sports-Biography.jpg Pergunta da semana: O que a faz perder a paciência? O que gosta de fazer no seu tempo livre? Gostaram?? Odiaram?? Sugestões?? Se encontrarem erros me digam ^^ Digam tudo nos comentários ^^ Até à próxima ^w^