Notas iniciais
Bom dia para quem é de bom dia o/ Hahahhaha como devem ter reparado sem querer postei o capitulo na hora errada, então eu deletei XP Peço desculpa, mas a culpa é do meu computador besta. Não mentira, a culpa foi minha porque sou distraída e destrambelhada. Sorry, eu sou assim. Primeiro queria agradecer à Kiraly Sempai por favoritar a historia. És uma linda ^^ Também quero agradecer aos lindos que comentaram ♥ — Alexandria Rogers Wayne — shindou0 — Lady Winchester — Robin chan — Joyce — LouPie — Kiraly Sempai Pergunta da semana no final do capitulo ^^ Bem, eu acho que o capitulo de hoje ficou meio chatinho, mas mesmo assim espero que gostem. :) Boa leitura.

"— Calma aí, ciumenta! Ela é que me agarrou, e eu a afastei propriamente depois disso. Você não confia em mim? — Voltou a fazer um ar um falso ar de desilusão, mas ao ver que a rosada o fuzilava com o olhar, a abraçou por detrás apoiando o queixo na cabeça dela. — Ah, você sabe que eu só tenho olhos para si! — Isso pareceu deixá-la mais tranquila. — Por certo! Nós já concluímos a nossa parte da missão! E vocês? — O grupo nada disse. Em alguma parte de toda aquela confusão tinham-se esquecido disso.

— Quanto a isso, acho que eu posso ser de ajuda! — A voz vinha de uma mulher que apareceu segundos depois perto da porta das traseiras da tenda onde o grupo se encontrava reunido."

POV Alice Black

Uma leve brisa soprou os longos cabelos castanhos da mulher que bailavam à medida que seguiam a leves correntes de ar enquanto o sol dava um ar perolado a cada fio. Levou uma mão à cabeça, colocando uma mecha atrás da orelha. Quando o vento cessou, estes caíram pela sua bela face a emoldurando e um sorriso não tardou a aparecer ao notar a cara de confusão do grupo à sua frente.

— Como assim, acha que pode ajudar? Quem é você? — Alice tinha cautela no olhar. Um humano normal não teria entendido nada da conversa que eles estavam ali a ter. E mesmo que a mal interpretasse, como é que poderia ajudar com a missão?

Depois do que se passava pelas suas cabeças, ter sido dito por Alice voltaram a sua atenção, para a mulher que ainda sorria. Um sorriso doce e delicado que Luna lembrou ter visto no rosto da sua temporária companheira de acrobacias.

— A esposa do dono deste circo! E também sei que andam à procura de uma pessoa em especial! — Disse com um sorriso misterioso. Ninguém se atrevia a dizer uma palavra. Estava claro que ela sabia de alguma coisa, apenas não sabiam se podiam confiar.

Uma expressão de espanto apareceu na cara da moça. Mesmo sabendo de tudo aquilo ela parecia surpresa e por uns instantes ficou branca como a farinha. Quando voltou a si, tinha um ar pensativo. Pediu para que eles esperassem um pouco e desapareceu dentro da tenda, voltando minutos depois com uma carta na mão. Retirou o papel do seu interior e leu um excerto que estava escrito.

“ … dentro de um mês, nove adolescentes irão aparecer no vosso circo. Quatro deles irão ter possuir uma flor em mãos enquanto os outros cinco estarão à procura de uma pessoa em especial. Você os reconhecerá rapidamente pelas suas peculiares características, não se preocupe. Acredito que os vá ajudar a chegar à vossa próxima estadia, na cidade de Vleutriver. Lá encontraram mais pistas sobre o que procuram…”

— Pensei que se tratasse de uma brincadeira de mau gosto! — Esclareceu passando nervosamente os elegantes dedos pelos cabelos, os puxando para trás. Respirou fundo tentando processar toda aquela informação. — Por isso decidi brincar um pouco com vocês. Não pensei que fosse verdade.

— E como é que soube que éramos nós? — Perguntou Heather cuidadosamente. Era muito óbvio que havia ali algo muito errado. Será que a diretora tinha enviado aquela carta? Mas isso não fazia sentido nenhum, como ela saberia todos aqueles pormenores tão detalhadamente.

— Estão a brincar? Identificar-vos foi a parte mais fácil! — Sentiu olhares tanto de surpresa como desconfiança, o que a fez rir um pouco. — Ouçam, vocês estão numa pequena aldeia, onde aparecem e vivem poucas pessoas. Os poucos habitantes que há, não tem nada que os faça destacar, então ao fim de um mês, como disse a carta aparecem nove pessoas no nosso circo. Três delas loiras, duas morenas, uma ruiva e por fim um casal constituído por uma garota de cabelos rosa e um albino — Dizia enquanto contava pelos dedos. — Resumindo só, podiam ser vocês. Chamam tanto a atenção como o nosso humilde estabelecimento.

O grupo entreolhou-se. Não podiam negar que aquela reunião de características ali presentes não eram fáceis de encontrar. Aurélia observou o pulso da mulher. Por debaixo da longa manga que cobria a pele da mulher ela conseguiu observar aquilo que aparentava ser o início ou o fim de uma profunda cicatriz. Ainda pensou em perguntar do que se tratava, porém desistiu da ideia quando ela voltou a falar.

— Eu sei que isto é estranho, mas se quiserem nós podemos mesmo vos levar até à cidade. — A proposta pareceu surgir efeito no grupo que estava perdido nos seus próprios pensamentos. Alan foi quem tomou a palavra aceitando a proposta. A mulher pareceu sorrir. — Por certo. O meu nome é Lucy! — Um pequeno homem aproxima-se dela dizendo o que seu marido a chamava. A morena desculpou-se com o grupo e seguiu o seu colega para dentro da tenda.

— Posso saber porque aceitou o convite dela, sem mesmo nos consultar? — Indagou a rosada para Alan. Não era a única que queria saber essa resposta. Tudo aquilo era muito suspeito para que aceitassem algo sem pensar nas consequências. Luna sabia que ele era impulsivo, e não se importava, pois já estava acostumada, mas isso não significava que podia por o resto da sua equipe como a dela em perigo. Tinham que ponderar as consequências, afina eles estavam a seus cuidados.

— Olhem, peço desculpa! Mas sem quem for que escreveu aquela carta sabe que vamos para lá. Então já que temos de ir, aproveitamos e descobrimos quem é que nos quer lá. Apanhamos dois coelhos de uma paulada só! — De alguma forma Harry entendeu o seu raciocínio. Não era por pura coincidência que se caso Alan estudasse em Hogwarts acabaria na Griffinoria. Pessoas da mesma casa pensam de maneira igual. As garotas mesmo não gostando muito da ideia acabaram por ceder, mesmo achando a ideia um pouco precipitada, a verdade é que não tinham nada a perder.

A conversa foi interrompida quando dois ou três homens se aproximaram dizendo que agora iriam desmontar a tenda, para que ao fim da tarde partirem rumo a Vleutriver, a não tão encantadora cidade cinzenta. O grupo abriu caminho para que eles pudessem trabalhar e foram ao encontro de Lucy que explicava o sucedido para o apresentador. Pelos vistos aqueles dois eram um casal. Quando a morena os viu acenou, para que eles se aproximassem.

Adam, o seu marido olhava desconfiado para a mulher. Ele notava que ela lhe escondia algo. No fundo ele desconfiava do motivo, mas decidiu adiantar todas as perguntas que insistiam em assombrar a sua mente. Lyra foi a que decidiu cortar o o silêncio constrangedor que se instalou.

— Como é que é a cidade para a qual vamos? — Os olhos do homem, passou por cada um dos jovens os analisando. Vendo que o marido não estava a ser nada discreto decidiu dar-lhe uma fraca cotovelada para o fazer despertar de seu transe.

— Hã! A cidade? — Ele mostrou um sorriso amarelo. — É um dos piores sítios para se viver. Vleutriver é uma cidade, dominada pela corrupção e a miséria. Mesmo que para chegar lá seja necessário percorrer uma grande, espessa e assustadora floresta, lá dentro prevalece a cor cinzenta que combina com o ar poluído das ruas. Os sem abrigo, não duram mais que um ano, e as pessoas em si também não se preocupam muito com isso. Na verdade apenas o centro onde vivem as pessoas ricas, é um lugar bonito de se ver. Resumindo é o lugar onde tudo o que há de ruim se concentra. — Gabrielle e Aurélia estavam chocadas como um lugar como esse podia existir. Em suas mentes começam a construir a cidade com uma imagem de desespero e destruição, quase podiam ver a cara de sofrimento das pessoas com baixo estatuto, que moravam em casas que nem as condições básicas para que um ser humano vivesse continham.

Lucy queria repreender o esposo por passar tão má imagem da sua próxima estadia nas próximas semanas, porém não conseguiu. Era melhor que eles soubessem quanto antes como era sítio que iriam explorar. Eles tinham esse direito. Quando deu por si, o mesmo homem pequenino que antes interrompeu a conversa do grupo, aproximou-se dizendo que a tenda já estava arrumada e que eles poderiam partir a qualquer momento. Lucy entrou dentro do carro enquanto Adam os levou à caravana na qual as garotas viajariam e depois a dos rapazes.

Foi uma viagem tranquila na qual todos adormeceram rapidamente. Na caravana das garotas, duas dormiam tranquilamente, enquanto as outras ouviam a sua animada conversa enquanto dormiam.

— Mas porque é que o meu Banana Split, não tem banana? — Luna perguntava enquanto se virava para o outro lado.

— Porque o estúpido do professor história tem uma verruga na testa. — Respondeu Heather movendo um braço.

— EU QUERO A BANANA!

— Mas é disso que estou a falar….

— O quê?

— O seu plano.

— Plano das bananas? — Pergunta surpresa.— Que plano? — A rosada puxa a manta que cobria Alice.

— O plano sobre o que fazer com todas aqueles gatos! — Responde como se estivesse a falar o óbvio.

— Miau! — Começa a miar e a ronronar puxando com mais força a manta que Alice se esforçava para continuar em posse do mesmo.

As espetadoras já não conseguiam conter o riso. Aquela conversa era de malucos, e a única coisa que lhes passava pela cabeça era que raio de sonho estavam aquelas duas a ter. Na caravana dos garotos, o seu sono era interrompido pelo alto dos homens que dormiam em seus beliches. Como não conseguiam dormir e também não queriam arriscar acordar os indivíduos, que eram assustadores mesmo dormindo, então decidiram observar a paisagem.

Apenas conseguiam ver escuridão e vultos que deduziam ser árvores. Apenas algo lhes chamou a atenção quando passaram por um certo ponto da estrada. Não tinham notado nada de espécie, mas sem sombra de dúvida algo tinha acontecido. Era uma sensação esquisita como se algo tivesse sido selado. Não algo superficial como um movimento mas sim, algo pertencente ao seu interior. De repente sentiram os solavancos que a caravana fazia, divido à estrada em más condições, pararem.

Tanto as garotas como os rapazes saíram para ver o tinha acontecido. Lá fora estava o céu estrelado. Estavam numa clareira pobremente iluminada pela luz da lua, o que lhe dava um aspeto tenebroso e muito assustador. A única coisa constante era o som dos grilos e de vez em quando o uivar de um lobo.

— Adam disse que passaríamos aqui a noite. — Ela tinha um sorriso divertido no rosto. O seu marido apareceu por detrás e com o mesmo sorriso divertido continuou.

— O que acham de fazermos uma roda perto da fogueira? — Perguntou com um sorriso matreiro. — E claro como não podia faltar num dia de verão como este. Uma prova de coragem. — Aurélia logo deduziu que aquele era o objetivo do homem. Ele apenas queria ter um pouco e diversão às suas custas. Mas também pode observar que não era o único pois os seus colegas de trabalho que também se levantaram algum tempo depois tinham um certo brilho no olhar.

Atrás dele estava uma garota loira que mais tarde Lucy explicou para aqueles que ainda não a tinham conhecido que se tratava de Cecília, a sua filha. Pouco tempo depois a pequena fogueira já estava acesa e estavam todos sentados nos vários troncos espalhados e volta da mesma. A maior parte conversava sobre assuntos banais enquanto outros assavam os seus marshmallows, ou faziam outro tipo de atividade. Mesmo algumas pessoas sendo assustadoras dava para perceber que eram boas pessoas e que gostavam mesmo do local e dos companheiros com quem trabalhavam.

— Muito bem! — Adam levantou-se chamando a atenção de todos. — Acho que já está na hora do tão esperando evento desta noite. — Ele falava com a sua voz das apresentações. Segundos depois já estava a receber palmas e assobios em resposta. Os seus camaradas também estavam bastante entusiasmados com toda esta história de prova de coragem. Adam já não conseguia conter o sorriso travesso no rosto, tinha definitivamente algo planeado. — Então que o sorteio comece!

Lucy apareceu com dez papelinhos dobrados, dentro de um pote. Não demorou muito para que o grupo deduzisse que naqueles papelinhos estava escrito cada um de seus nomes. A morena abanou o frasco como se estivesse preparando um cocktail e depois abriu a tampa. Chamou um homem de físico forte para que tirasse os papelinhos. Segundo ela, assim todos poderiam comprovar que tinha tudo sido sorte do acaso. Ou como alguns preferiam acreditar, obra do destino.

O homem tirou dois papelinhos e o primeiro grupo estava feito. Harry e Aurélia. Depois foi a vez de dicarem a saber que os constituintes do segundo grupo seriam Alan e Heather. O terceiro Joy e Cecília. O quarto Alice e Lyra e por último Gabrielle e Luna.

Cada um ficou a olhar para o seu parceiro. Aquela iria ser uma prova bem interessante, e eles não se enganavam, tanto Adam como Lucy tinham algo preparado. Apenas tinham que descobrir o que era.

— As regras são estas. Cada grupo tem uma hora para ir à floresta e encontrar a flor “Floco da noite” aqueles que não a encontrarem vão receber uma punição. Ah, apenas tentem não se assustar ao ponto de não conseguirem sair do caminho. Caso se aleijarem apenas têm que acender os fogos-de-artifício que vamos dar a cada um de vocês. Boa sorte.

Notas finais
Pergunta da semana: Até agora, de quem o seu personagem se aproximaria mais? Gostaram?? Odiaram?? Sugestões?? Se encontrarem erros me digam ^^ Digam tudo nos comentários ^^ Até à próxima ^w^