Without You... I Lose My Sanity.
4 This is not jealous! - parte 1
Notas iniciais
Olha só, eu pretendia postar somente amanhã, mas eu pensei melhor e resolvi postar hj. Tem mais uma coisa desagradável =(
Tive uma reunião com o pessoal de elenco e eles fizeram-me dividir o cap, é isso mesmo. De acordo com eles, estou sendo boazinha demais cm vcs, então me obrigaram a dividir o cap na melhor parte. Ok vou parar de interromper, pois tenho algumas atividades para resolver e parei aqui só para postar o cap hihi.
Boa leitura ♥
Ace’s POV
Apesar de ter aceitado vir comigo, sinto que Luffy não confia totalmente em mim. Eu entendo muito bem isso, quem confiaria em alguém que abandona o irmão menor? Mas eu não suportaria a ideia de tê-lo longe de mim outra vez. Então mesmo que leve muito tempo, farei com que ele confie em mim como antes.
Daqui a algumas horas chegaremos em Water Seven, assim que desembarcarmos ligarei para o papai, para avisar que chegamos bem. Apesar do barulho irritante, Luffy esta dormindo feito uma pedra, não sei como ele consegue. Eu deveria tentar dormir um pouco também, mas o barulho me irrita tanto que não consigo, o jeito é esperar até chegarmos.
Dói pensar que tem uma grande possibilidade do Marco ficar me azucrinando enquanto estivermos na casa do papai, não sei como ele irá se comportar em relação ao Luffy, ”estou ansioso para conhecer o pequeno Luffy”, do jeito que ele é galinha me deixa preocupado, conheço-o muito bem para saber do que aquele cabeça de abacaxi é capaz. Mas isso é o de menor importância no momento, o único com quem me importo é o Luffy, se ele estiver bem, nada mais importa.
~~~~~~
– Sras. e Srs., solicitamos que afivelem cintos de segurança. A partir deste momento é proibida a utilização de qualquer equipamento eletrônico. – pede a comissária de bordo – Dentro de instantes pousaremos no aeroporto Nanimonai em Bogga. Mantenham o encosto de suas poltronas na posição vertical, sua mesa fechada e trav...
– Luffy, já estamos chegando – passo as costas dos dedos em seu rosto, ele esta meio inclinado, com a cabeça virada em minha direção. Algumas madeixas estão caídas sobre seu rosto, dando uma visão fofa. – Ei belo adormecido, acorde. – ele não se movimentou um único centímetro, então comecei a cutucá-lo.
– Eu sei, eu a escutei falando. – falou esfregando os olhos, se ajeitando na poltrona.
– Então por que não respondeu da primeira vez que te chamei? – coloquei o cotovelo no braço da poltrona, apoiando minha cabeça na mão, fitando seu rosto.
– E-eu estava com preguiça. E também porque você me chamou quando eu finalmente tinha encontrado uma posição que não me incomodasse. – ele virou para mim, com certa raiva no olhar. – Eu não consegui dormir direito.
– É mesmo? Saiba que eu fui chamado atenção pela comissária de bordo, porque você roncava feito um porquinho e estava incomodando o passageiro de trás haha. – ele fica mais furioso do que antes e aperta meu braço com força. – Ai ai, eu estava brincando, mas todas as vezes que eu olhava para você, estava dormindo e nem se mexia. – ele solta meu braço, e faz uma expressão séria.
– Não foi bem assim, eu realmente não consegui dormir muito bem. – ele levantou a mão direita, colocando-a em meu rosto, acariciando minha bochecha com o polegar. – Eu sei que você não pregou os olhos à viagem toda. – coloco minha mão sobre a sua e ele prossegue. – Esta com olheiras, você esta bem?
– Estou sim. Nunca consegui dormir no avião, então já estou acostumado, não se preocupe. – dou um sorriso, mas ele ainda aparenta estar preocupado. Ele desce a mão com cuidado até chegar em meu pescoço, fazendo-me ter um leve arrepio. – L-Luffy, o que você...
– Shhhh – ele me puxa para mais perto, fazendo com que nossas testas se encostem. – Desculpa, é só uma preocupação boba. – ele da um sorriso sem dentes. Luffy, se continuar perto de mim assim, eu não vou agüentar... – Ace eu...
– Bem vindos a Bogga. São 15:30 da tarde. Permaneçam sentados até que os sinais de afivelar cintos sejam apagados. Verifiquem se estão de posse de seus pertences...
– O que você iria falar? – pego sua mão, e tiro-a do meu pescoço e fico segurando-a.
– Err deixe para lá! – ele solta minha mão, e vira para frente.
Eu não entendi muito bem, ele iria me dizer algo, caso contrário não começaria a falar. Por culpa da comissária, quer dizer é o trabalho dela, mas mesmo assim, sinto que deixei de saber de algo importante.
~~~x~~~
– Luffy, quando nossas malas aparecerem na esteira, coloque-as no carrinho. Eu vou ligar para o papai, assim ele irá mandar alguém vir nos buscar. – pego o celular no meu bolso e ligo-o, pois tive que desligá-lo durante o pouso.
– Ok eu espero você aqui.
– Eu já volto.
Uma das coisas que chamam atenção no aeroporto, são os bancos coloridos e seus enfeites esquisitos, em toda parte os encontramos. Sento em um vermelho com coqueiros artificiais ao lado de cada braço de apoio, que fica em frente a uma loja de souvenirs.
– Alô? Ace?
– Pai, liguei para avisar que chegamos em Bogga.
– Que bom. Quer que eu peça para o Marco ir buscá-los?
– Não! – exclamo, seria uma péssima ideia ele vir aqui. – Não precisa, eu posso chamar um táxi, se for necessário.
– De jeito algum. Então eu peço para o Jozu ir no lugar dele, estou ansioso para conhecer o garoto.
– Claro, tenho certeza que Luffy também esta.
– A família esta aumentando. Quem diria, um velho como eu ganhando outro filho haha. – fala rindo do outro lado. O velho sempre foi um homem bondoso, e desde que eu falei do Luffy, já o trata como filho.
– Não exagere. Estarei aguardando o Jozu, até mais.
– Ace, tome cuidado. – pede, com certa preocupação.
– Tudo bem, não se preocupe. – falo e desligo em seguida.
É melhor eu voltar, Luffy já deve ter pegado as malas. Volto para o saguão e vejo Luffy sentado em um dos bancos coloridos, conversando com uma garota, ao lado esta o carrinho com as malas.
– Oe Luffy. – chamo e vejo a garota levantando-se e se despedindo em seguida.
– Ace, conseguiu falar com o seu pai?
– Consegui. Temos que esperar lá fora, pois o motorista virá nos buscar. – falo e pego o carrinho ao lado do banco. – Vamos?
– Claro. – sorri e se levanta em seguida.
Saímos do aeroporto e fomos para o estacionamento, ficamos uns vinte minutos esperando Jozu chegar. Quando entramos no carro, Luffy ficou quieto, apenas cumprimentou Jozu e depois não falou uma única palavra. Ele parecia distante, ficava olhando pelo vidro do carro as pessoas e as lojas as quais íamos passando. Como a viagem foi cansativa, deixei-o quieto para não incomodar, pois eu sei que esta sendo tudo novo para ele.
Ao chegarmos, antes de descermos do carro, pedi para Luffy que ficasse perto de mim quando eu fosse apresentá-lo aos outros, principalmente para o Marco. Ele assentiu e quando entramos em casa não encontramos ninguém na sala, para mim foi um alívio, até ver uma figura nada agradável descer as escadas.
– Ace! Que bom que chegaram. – Marco desce as escadas, vindo em minha direção. – Por que não me ligou? Eu poderia ter ido buscá-los.
– Não era preciso, pedi para que Jozu fosse nos buscar. – falo cruzando os braços.
– E você deve ser Luffy, não é? – indaga o loiro.
– Sim. E você, é o Marco? – pergunta o menor, dando um pequeno sorriso.
– Sou eu mesmo. – ele estica o braço direito, colocando a mão sobre a cabeça de Luffy, e o mesmo fica sem reação. – Então é com ele, que você fica tendo aqueles sonhos perv... – o interrompo dando uma cotovelada em suas costelas esquerdas, e vejo-o gemer de dor. Eu não poderia deixá-lo terminar aquela frase, além do mais, não era verdade.
– Haha deixe de brincadeira Marco. – dou uma gargalhada forçada e ele se recompõe, assentindo o que eu acabara de dizer. – Luffy, era sobre ele, que eu falei para você. – Luffy o olha e estende a mão a fim de cumprimentá-lo.
– Deixe disso. Já que faremos parte da mesma família, venha cá e me dê um abraço. – Marco levanta os braços e chega mais perto de Luffy, passando os braços pelo menor. Luffy sem entender, faz o mesmo, para não ser mal-educado.
– Ok, ta bom, já se abraçaram. – pego no braço de Luffy, tirando-o dos braços do loiro e puxando-o para perto de mim. Marco ri, pois percebera que não gostei dele ter abraçado o menor. – Onde esta o papai?
– Ele saiu um pouco antes de vocês chegarem. Foi resolver um problema que aconteceu na empresa. – Marco cruza os braços e prossegue. – Mas ele disse que não demoraria, pois está ansioso para conhecer Luffy.
– Tudo bem, acho que não preciso me preocupar.
– Então, faltou você, não vai me dar um abraço também? – ergue os braços, chamando-me com as mãos e eu suspiro.
– Ah, como você é sentimental. – ando em sua direção e o abraço normalmente. Apesar de ser idiota às vezes, Marco também é uma pessoa importante para mim.
– Vocês devem estar casados, principalmente você Ace. – o solto e fito seu rosto. – Eu sei muito bem, que você não consegue dormir no avião. Então vão tomar banho e desçam para comer algo, vou pedir a Tifa para preparar um lanche.
– Ok, Luffy vamos para meu quarto. – falo e ele assente. Pego a mala de Luffy, para ele poder se trocar quando terminar o banho. – Falo com você depois, Marco.
Luffy’s POV
Subimos as escadas e seguimos pelo corredor, que por sinal é grande, como a casa toda. Quando Ace abre a porta de seu quarto, me encanto com o que vejo. Seu quarto é enorme e todo mobiliado.
O quarto é todo branco. Sua cama é de casal e esta posicionada ao lado de uma porta de vidro, que dá acesso a uma mini varanda. A TV de 50 polegadas é embutida na parede e embaixo fica o rack com o DVD e seu PS4, seus jogos arrumados em fileira no centro e mais embaixo os filmes. Do outro lado esta uma mesa com o seu Notebook, ao lado da mesa esta uma Guitarra Guitar Hero. Posso até continuar falando, mas quando eu terminasse, já teria amanhecido.
– Luffy, você quer tomar banho primeiro? – Ace coloca minha mala no chão, perto do criado mudo e continua. – Eu posso esperar você terminar o seu banho primeiro.
– Não precisa, é melhor você ir primeiro, está mais cansado que eu. – Ace realmente parece cansado, ainda esta com olheiras.
– Tudo bem. Sinta-se à vontade. – Ace segue para o banheiro, e depois de alguns minutos o escuto tomar banho.
Eu ando um pouco pelo seu quarto e decido me sentar no chão, do pequeno espaço entre a parede e a ponta de sua cama. Tiro os tênis e coloco os pés na parede gelada e acabo apoiando a cabeça na cama.
Agora fico imaginando, como seria a relação do Ace e do Marco, antes de encontrá-los. Pelo o que vi lá embaixo, deveria ser uma maravilha. Também vi que Marco conhece Ace muito bem, mas também eles convivem juntos há oito anos, aposto que ele o conhece melhor que eu. Não me lembro muito bem, das coisas que ele gosta e desgosta, que o deixa irritado, suas manias. Haha na verdade, eu me lembro de uma muito bem. Dormir do nada quando esta comendo, não tem como esquecer daquilo. Mas é claro, Marco deve saber bem mais sobre ele. O que é isso? Inveja? Ah, tenha dó...
TOC TOC TOC*
– Com licença. – vejo uma garota uniformizada entrando. – Desculpe-me, n-não queria interrompe-lo, mas vim avisar que o lanche está pronto. – fala gentilmente.
– Ah, tudo bem. Eu falarei com o Ace, obrigado. – dou um sorriso sem dentes, ela se curva e sai em seguida.
Ela aparenta ter uns 17 anos, realmente parece ser bem nova e muito bonita. Ah cara, vou ter me acostumar com isso também? Depois de uns dois minutos, Ace sai do banheiro.
– Eu escutei a Tifa, ela veio avisar que o lanche está pronto, não é? – Ace esta com uma toalha na cintura e outra no pescoço, seu corpo ainda esta molhado. Fico levemente vermelho ao vê-lo assim e também por escutar que aquela garota que acabara de sair, era Tifa.
– Heeeinn, ela é a Tifa? – pergunto meio surpreso e ele assente. Err ela veio avisar sim. – viro meu rosto para o lado direito, tentando não encará-lo.
– Ãnn, eu só vim pegar uma muda de roupas, depois você poderá tomar banho. – ele arrasta a porta do guarda-roupa, pega uma muda de roupas e entra no banheiro novamente. Depois de alguns minutos o vejo sair, esta trajando uma bermuda aparentemente cinza e um moletom da mesma cor. – Prontinho, já me troquei.
– Estou vendo. – falo e ele faz aquela cara do tipo, “ah, entendi”.
– Luffy, você se incomodaria de dormir aqui comigo hoje? – Ace começa a coçar a nuca. – Apesar de eu ter falado quando chegaríamos, não houve tempo para arrumar um quarto para você. – ele parece sem jeito com a situação, não agüentando solto um sorriso.
– Eu não me importo, você deveria saber disso. – falo e ele assente, sorrindo em seguida.
– Ok sendo assim, desta vez poderemos dividir a cama, já que...
TOC TOC*
– Foi mal, mas preciso conversar com você Ace. Você termina de falar com o Luffy depois. – Marco esta com a metade do corpo inclinado para dentro quarto, pedido para falar com Ace.
– Ah tudo bem. – Não, não esta nada bem. Ace vai para a porta e quando esta para sair, se vira para mim. – Vou conversar com o Marco, se eu demorar, você pode começar a comer sem mim. – ele sorri e fecha a porta.
– Mas é claro. – falo para mim mesmo, me levanto e pego uma muda de roupas para mim dentro da mala. Vou para o banheiro abro, e fecho a porta em seguida.
Assim como o quarto, o banheiro é bem legal. Tem um espelho enorme que cobre a parede inteira, confesso que faço palhaçadas em frente ao espelho e começo a rir de mim mesmo. Abro o Box e encontro uma banheira, mas prefiro tomar banho no chuveiro, pois já estou acostumado. Termino o banho volto para o quarto, pego as roupas que deixei em cima da cama e me troco. Visto um moletom vermelho, e uma bermuda preta, pego um par de chinelos e desço.
No final da escadaria encontro Tifa me esperando e a mesma me acompanha até a cozinha. Ela me serve dois sanduíches e um Milk-shake de chocolate, fico impressionado, pois eu não esperava. Ela nota me reação e sem jeito.
– Desculpe-me Luffy-sama, se quiser alguma outra coisa é só pe...
– Pode parar. – a interrompo e ela fica assustada. – Primeiro, nada de “sama”, me chame apenas de Luffy, só de Lu-ffy, entendeu? – pergunto e ela assente. – Segundo, não preciso pedir mais nada. Estou surpreso porque era exatamente o que eu queria. Então não se preocupe. – dou um sorriso e ela me retribui sorrindo também.
– Que bom que eu acertei. – ela faz uma expressão de alivio. – Marco-sama e Ace-sama sempre me pedem para fazer sanduíches com Milk-shake. Então como eu não sabia do que o senhor gostava, preparei o mesmo que faço para eles.
– Haha, eles devem te dar trabalho. – ela cora com o que digo. – Bom se não se importar, eu pretendo comer. – antes que ela pudesse falar algo, começo a comer feito um maluco. Mas eu realmente estava com fome, não sei como minha barriga não havia roncado antes.
Eu repito mais duas vezes e Tifa parece fazer os sanduíches com o maior prazer.
– Ahh, acho que comi o suficiente. – me estico na cadeira, passando a mão na minha barriga aparentemente cheia e Tifa começa a rir. Levanto-me, vou para mais perto dela e toco em seu ombro. – Tifa, muito obrigado. Estava muito gostoso.
– Que isso, Luffy-san. Eu é que fico agradecida por ter gostado. – ela se curva, como de costume.
Antes era “sama” e agora é “san”, arr é melhor deixar isso para lá. Despeço-me de Tifa e volto para o quarto de Ace e fico deitado em sua cama, pensando no que havia acontecido mais cedo.
Notas finais
Perguntinha, alguém lembra o q é Nanimonai? kkk
Bem eu também coloquei o nome da Cidade de Bogga...
Luffy: O que vc esta fazendo aqui, autora-san? ~encara~
Anko: Luu, eu estava explicando ^^
Luffy: Ta certo =D, vai lá terminar o seu "trabalho", eu termino de falar cm as leitoras. ~da um sorriso gentil~
Anko: Ok, aproveita e explica pq não me deixaram postar o cap inteiro.
Luffy: Ta bom, ta bom. ~acena~
Olá, quem fala é o Luffy o/
Tivemos uma reunião e chegamos a conclusão q a autora é muito boazinha, isso não pode :P. Então tivemos uma votação e a deixamos postar uma parte limitada do cap. E mais, a autora não esta fazendo trabalho algum, esta assistindo FMA. Não era para eu ter falado isso =X, mas cmo ela não me deu a minha carne... Devido a isso, os outros personagens e eu é q responderemos aos reviews, se houver algum.
Aquela autora traidora, assistindo FMA, ninguém merece ¬¬
Se tiveram paciencia para ler isso,(eu não teria) então vão lá e comentem ;D
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