Notas iniciais
É, eu sei. Estou atrasada novamente __ __". Foi por esquecimento. Peço desculpas novamente. Bom, volto com WAN em setembro. Até lá!

C h a p t e r 57

A tarde passou tranquila e rapidamente. Algumas horas depois do almoço, quando Yuuko estava bem melhor, ela e Levi começaram a arrumar as coisas para a viagem. Pouco tempo depois Tatsuki e Hiroshi também apareceram para ajudar. Eles podiam levitar alguns objetos, mas isso dependia do peso. Logo a noite se alastrou e Yuuko foi ficando com sono, mas antes de dormir despediu-se dos amigos e permitiu que Levi andasse por aí desde que voltasse de manhã e não aprontasse nada.

C h a p t e r 58

Levi adorava sair à noite, principalmente quando não era lua cheia. Para completar, o clima estava particularmente bom. A neve foi derretendo ao longo do dia de modo que agora só restavam us três centímetros. Respirou fundo e sentiu o ar frio entrar em seus pulmões. Soltou o ar. Sabia que era inútil continuar respirando; sabia que independentemente de fazê-lo ou não ainda continuaria... morto. Mas achava que se deixasse de realizar esse ato, agora voluntário, perderia o pouco de humanidade que ainda lhe restava.

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- Bela noite para um vôo – disse com um sorriso.

Tirou o sobretudo e a camisa. Fechou os olhos. No mesmo instante, belas asas negras surgiram de suas omoplatas e apesar da dor e da quantidade considerável de sangue, ele não se importou. Já havia se acostumado. Era um preço pequeno a ser pago pelo prazer de voar nessa forma e não precisar virar morcegos. Abriu os olhos junto com as asas desprovidas de penas, parecida com as de morcego só que bem mais belas e trabalhadas.

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Estava voando tranquilo acima da copa das árvores e pouco tempo depois Edgar, sua coruja, veio se juntar a ele. Ela trazia em seu bico um pequeno roedor e se não fosse a fraca luz da lua, seus olhos amarelados e sua única pena alaranjada, a coruja se confundiria com a noite. Pararam em uma árvore qualquer. Enquanto Edgar degustava feliz o seu lanchinho, Levi sentiu uma presença familiar se aproximando. Esperou, pois não conseguia se mover. Não acreditava que sentiria essa presença novamente...

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Parou diante da árvore onde ele se encontrava. Estava ansiosa. Não sabia como ele era, mas sabia que era ele. Sentia isso. Então tomou coragem e olhou para cima, onde Levi estava. Seus olhos azuis logo encontraram os carmins dele. Ficaram se olhando por algum tempo e antes que ele pudesse dizer algo ela já estava no mesmo galho que ele dizendo: — Papai! – abraçou-o com força. Estava muito feliz por encontrar seu salvador depois de uma longa espera por uma notícia. Qualquer que fosse.

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Levi fez uma careta. Desde que soube quem era sabia que não poderia livrar-se facilmente. Arrependeu-se amargamente de não ter controlado seu instinto e de não ter esperado mais para mordê-la, pois daria uma bela amante. Arrependeu-se mais da segunda. Agora, além de seguir uma pirralha teria outra o seguindo. Suspirou e disse: — Em primeiro lugar me solta – falou desgrudando a menina de si – e em segundo lugar não me chame de “papai”, porque não tenho filhos. Chame-me de mestre, mestre Fall.

Notas finais
***************************Muuuito obrigada a todos pelo apoio e espero que continuem acompanhando WAN! PS: Aceito comentários (tanto os positivos como os negativos e sugestões.