Wild Passion
4 Wild.
Notas iniciais
Pov Pedro
A velha realmente queria uma coisa selvagem, MEU DEUS! Eu já estava acostumado com o fogo das mulheres, a maioria só fazia aquilo uma vez no ano, se pelo menos me excitasse tudo ficaria mais fácil...
A executiva louca me jogou por debaixo e beijava minha boca sedentamente esfregando sua intimidade já molhada sobre o meu membro. Será que ela estava achando que iria me dar tesão dessa forma? Com tantos anos trabalhando eu tinha aprendido uma coisa, existem aquelas que querem o prazer ( as mais fáceis de trabalhar, afinal descobri técnicas incríveis durante o tempo de emprego) , existem aquelas que vem pra descontar a raiva ( acham que estão traindo os maridos que traíram elas, e qualquer sexo já está ótimo, bem facinhas também) , e o pior tipo, essa que eu estava agora, as que querem dar prazer. Elas não se saciam em sentir, precisam me ver sentir e isso era quase impossível! Eu não tinha mais tesão com sexo, não tinha mais vontade de fazer sexo porque eu já fazia isso todas as horas, todos os dias por necessidade e não por diversão.
Tudo ficava mais difícil ainda com ela passando os peitos perto da minha cara, pareciam dois limões chupados AAAARG! Mas eu precisava que a cliente voltasse, precisava daquele dinheiro.
– Ai gostosa... hmmm... assim ta ótimo – segurei a mulher pelos cabelos e mordi os lábios fingindo uma expressão de desejo. Além de dar o meu corpo ainda tinha que ser ator.
Ela enlouqueceu com o que fiz, pegou no meu membro e enfiou na vagina mole achando que estava me destruindo, e assim estava bom, era isso que ela devia achar. Eu não estava conseguindo subir meu pau de jeito nenhum, e ela logo perceberia. O que fazer?
Karina...
Não conseguia parar de pensar nela por um instante, ela estava destruindo minha vida. Porque então não usa-la ?
Enquanto a velha metia me pedindo pra gemer, voltei no tempo conseguindo deixar tudo suportável.
Flashback on
Peguei na bainha do seu vestido enquanto ela respirava e o levantei até a barriga, revelando suas pernas e bunda. MEU DEUS, QUE COXAS ERAM AQUELAS! QUE BUNDA ERA AQUELA! QUE CALCINHA ERA AQUELA! Agora quem respirava pesado era eu, ela percebeu que eu havia gostado do que tinha visto e estava transtornado e agora tomava a iniciativa do beijo. Seus lábios brincavam, e sua língua me provocava entrando e saindo, suas mãos apertavam os cachos do meu cabelo, eu queria come-la naquele instante, que cachorra, se fazendo de tímida. Eu sabia como as mulheres adoravam jogos depois de tantos anos de experiência.
Me desvencilhei do beijo e Karina fez uma carinha de triste e frustrada. Puxei um pouco mais o seu vestido até o peito e ela deixou. Olhei a sua barriga seca e branca e não resisti, dei uma chupada e Karina soltou um grito gostoso que fez meu membro latejar, comecei a imaginar como seriam os gritos quando eu socasse nela...
Flashback off
Eu apertava a bunda da velha e gemia alto de verdadeira prazer. Era a Karina ali, era ela, era sua bunda gostosa, grande e durinha.
– Oooo, acho que eu vou gozar... – a mulher soltou uma risadinha.
Investi forte, já estava suando de tanto que metia nela.
– Isso Ka... isso –
A mulher só sorria, achando que eu estava falando coisa com coisa por sentir prazer por ela.
– Vai Karina... vai... –
A mulher para os movimentos e eu abro os olhos assustado, tinham aberto a porta, a luz entrava do corredor e... MEU DEUS!
– KARINA?! –
Eu estava absolutamente perdido, o que a Karina estava fazendo ali naquele quarto agora? ESPERA, A KARINA ESTAVA ALI!! EU NÃO PODIA ACREDITAR NISSO! FINALMENTE DEPOIS DE TRES DIAS! ! Sorrio abertamente pra ela e não a vejo retribuir. Sua expressão estava fixa no meu rosto e era de... puro ódio. OH MEU DEUS, EU ESTAVA DENTRO DE OUTRA MULHER! E ELA ME VIU CHAMAR SEU NOME! QUE HUMILHANTE!
– Não é nada diss... –
– O QUE VOCE TA FAZENDO AQUI SUA PIRANHA? – a bruaca velha me interrompe.
Karina vira lentamente seu rosto para encara-la e eu começo a sentir medo daquela garota. Seu olhar estava mortal, passou do nível puro ódio, para puro máster ódio.
– Sai. De. Cima. Dele. Agora. – falou pausadamente e deu um sorrisinho mortífero.
Tratei de empurrar a velha do outro do lado da cama e vestir a minha cueca envergonhado. Certo que a Karina era totalmente ciente do que eu fazia, mas me ver naquela situação... era constrangedor para um homem.
– EU GOSTARIA MUITISSIMO DE SABER, PORQUE ESSA PIRANHA LOIRA ENTROU NO QUARTO BEM NA HORA QUE VOCE ESTAVA GOZANDO! – ela virou pra mim perguntando indignada.
A ultima coisa que eu lembro ter visto foi um tufo de mulheres brigando. Karina partiu louca pra cima da velha ainda nua, certo que eu devia parar tudo aquilo e tira-la de cima da executiva que apanhava. Karina dava socos certeiros, chutes e tapas enquanto a outra me pedia socorro, mas... eu estava absolutamente sem reação por um único motivo. ELA ESTAVA SEM CALCINHA! Enquanto socava a cara da velha e gritava: “ EU VOU TE MATAAAAAAAAAAAAAAR SUA CADELAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA” seu vestido vermelho subia e eu conseguia ver totalmente a sua bunda... por que meu Jesus? Por que?
Fiquei babando em meio a gritos de “SOCORRO “ e “ VAI FICAR SEM A DENTADURA” até Wallace entrar correndo e ver a mesma cena que eu. Então estava na hora de agir, obvio que não ia deixar ele ficar olhando para a bunda da MINHA Karina.
– ME SOLTA PEDRO! EU VOU TE MATAR TAMBéM SEU IDIOTA– eu a puxava contra mim a tirando de cima da cliente, e Karina se debatia. Como era forte!
Wallace segurava a louca que se levantava querendo revidar os tapas que levou.
– Se acalma – falo baixo no seu ouvido e percebo Karina relaxar um pouco, mas só um pouco mesmo.
Ainda a segurando pelos braços ajeito seu vestido puxando para baixo. Wallace não podia ver nem as pernas dela. A esperta aproveita para sair do meu aperto e volta apontando para a cara da mulher que estava deitada:
– SE VOCE, ENCOSTAR UM DEDO NELE, EU ARRANCO O SEU GRELO! –
Pensei que ela fosse dar mais tapa mesmo com Wallace ali pra apartar, mas faz totalmente o contrario. Karina sai correndo do quarto com as mãos no rosto.
ELA NÃO PODIA IR EMBORA ASSIM! NÃO AGORA! ELA NUNCA MAIS VOLTARIA PRA MIM SE EU A DEIXASSE IR!
– Wallace! Cadê a chave do teu quarto? – pergunto em desespero total.
– Iiiiii cara, toma aqui, mas vai rápido que eu preciso de grana hoje – pego as chaves dele correndo e saio desesperado pelo corredor. Onde ela estava?! Onde ela estava!!!!??????????
– SOCORROOOOOOOOOOO, ME SOLTAAAAAAAAAA! -
Congelo dos pés a cabeça. A Karina estava gritando por ajuda.
Pov Karina
O que eu esperava que fosse ver naquele quarto?
O Pedro jogando vídeo-game? O Pedro mexendo no facebook? O Pedro estudando para uma prova difícil? UM UNICORNIO ROSA COM ROXO? Assim que abri a porta tive o maior arrependimento da minha vida.
Aquela mulher nojenta que o havia disputado comigo no outro dia estava em cima dele. Mas isso não era o pior não... o pior era a cara dele de satisfação, o jeito como ele transava com ela, e A CHAMANDO DE KARINA! A VADIA AINDA TINHA O MESMO NOME QUE EU! Senti tanta fúria tanto ódio, eu não conseguia parar de ter raiva do Pedro e do que ele estava fazendo. E O PIOR! Se é que algo poderia ser pior do que a cena inteira, mas ele sorria pra mim, sorria lindo... como se visse um anjo, ele era louco? Mas a gota d’agua foi aquela ariranha dizendo que ele estava prestes a gozar... eu não me segurei, tive que dar uns bons tapas até ver escorrer sangue pela sua fuça. Se o idiota do Pedro não tivesse me segurado eu a teria MATADO! CRETINA, PUTA, VELHA!!!!!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
– Se acalma – Pedro disse no meu ouvido e senti minha fúria e ódio se desvairem. Resolvi sair dali o mais rápido possível mas não sem antes deixar claro o que eu faria se ela encostasse nele de novo.
Agora andava pelos corredores desolada, mas também o que eu estava pensando?! Ficar louca por um garoto de programa Karina? Vir até aqui essa hora da noite, invadir o quarto e o trabalho do rapaz... aquela não era eu... não podia ser, o que diabos estava acontecendo comigo?
– Aiii! Desculpa moço! – nem tinha reparado que um homem vinha em minha direção, acabei esbarrando sem querer e... uau!
Ele era alto, forte, boa pinta e muito bem vestido. De cara achei estranho um rapaz daquele porte usando terno fino estar rondando os corredores de uma boate, estava obvio que ele não era um dos garotos, estava muito mais parecido com alguns colegas meus do curso de engenharia aeronáutica.
Ele me puxou e grudou seu corpo contra mim na parede, nem consegui me assustar com tão rápido que tudo aconteceu.
– Ei piranha, perdidinha na ala dos homens? – falou sínico no meu ouvido e todas as boas impressões que tinha sobre ele logo sumiram.
– Com licença moço mas eu não trabalho aqui! – tento afasta-lo mas ele continua a me prender e se aproximar com a respiração pesada.
– Não minta pra mim sua cachorra, deve ser novata pra não conhecer o herdeiro da Wild Passion, ou melhor... O SEU CHEFINHO – Que nojo daquele homem! Eu estava prestes a chuta-lo mas ele me dava tanto medo que minha primeira reação foi gritar.
– SOCORROOOOOOOOOOO, ME SOLTAAAAAAAAAA! – ele pareceu se espantar com minha reação e pra minha salvação logo vi um rosto conhecido adentrar o corredor alvoraçado.
Pedro corria até mim já fazendo cara de alivio ao me ver com aquele rapaz, será que ele não percebia que estava sendo quase estuprada? Porque aquela cara de alivio ?
– ALAN! Graças a Deus é você! – ele sorriu para o rapaz que me soltou e sorriu de volta.
– Quanto tempo Pedro... Eu estava cuidando aqui dessa piranha perdida –
Olho furiosa para o rapaz e pela primeira vez Pedro também, agora ele parecia entender tudo o que se passava. Achei que ele o fosse bater pela cara de raiva e a forma que estava vermelho, mas ele me surpreendeu de verdade pela primeira vez na noite. Pedro suspirou fundo, aliviou a expressão e disse:
– Chefinho, você está tomando uma atitude bastante precipitada – disse calmo.
Observei as diferenças. Pedro estava só de cueca com o cabelo desgrenhado pra todo lado, era tão simples e tão lindo que doía, Alan ao seu lado o sinônimo da riqueza, queixo e narizes pra cima num ar de superioridade mas bonito também. Os dois eram muito diferentes, mas tinham olhares de quem já se conheciam e eram amigos o suficiente pra confiar um no outro.
– Será que da pra explicar Pedro? –
– Essa moça é minha cliente. Pode olhar nos registros, ela tem uma conta de 2.000 reais aberta comigo – sorrio sapeca em vitória assim que o Pê explicação a situação e vejo todo o sangue de Alan sumir do seu rosto, ele estava extremamente constrangido.
Logo toma minhas mãos e começa a beija-las sem parar.
– Me perdoe! Me perdoe! Minha cara, eu sei que fui muito bruto com você... mas como adivinhar que uma moça tão linda e perfeita seria uma cliente? – sorrio lisonjeira com o seu pedido de desculpas.
Pedro estava parado com as mãos na cintura nos encarando, aquela posição o deixava muito engraçado.
– Então... Mereço o seu perdão ? Diga que sim! – Alan fazia uma cara de cachorro sem dono e eu não resisti.
– Ok! Eu aceito! –
Ele vibrou e me puxou num abraço. Menos de 10 segundos depois Pedro já estava me puxando corredor abaixo.
– TCHAU CHEFE! PRECISO TRABALHAR!!! –
Vou na direção dos quartos com Pedro praticamente sendo puxada por ele e dando tchau para o Alan que saia sacudindo a cabeça e sorrindo bobo.
– Pedro, você tá louco? –
– KARINA, VOCE TA LOUCA? Me deixa esperando por três dias! Podia ter sido mais especifica dizendo o dia que voltaria, não acha? – grita comigo enfiando a chave na porta todo estabanado.
– QUEM DISSE QUE EU QUERO SEUS SERVIçOS ? – ele se vira devagar e olha extremamente magoado para mim, meu coração se parte, não devia ter dito aquilo nem mesmo estando triste com tudo o que tinha visto.
– Você não quer mais? – seus olhos enchiam de lagrimas.
– Na verdade... –
– Então porque veio aqui Karina? Atrapalhar meu trabalho? – diz acido, mas eu merecia.
Afasto ele da porta e enfio a chave direito, rodando. Pedro fica atrás de mim sem entender o que estou fazendo e nem eu entendia. Consigo abrir a porta e entro dizendo:
– Entra, que eu te explico o que vim fazer aqui. –
Pov Pedro
Entro no quarto escuro atrás de Karina e acendo as lâmpadas. Ela se senta na cama prendendo os cabelos loiros numa poupa um pouco nervosa... eu adorava ve-la com o cabelo preso, dava pra enxergar toda a concavidade do pescoço, eu já sabia exatamente onde queria chupar quando ela começou a tagarelar:
– Olha Pedro, eu vou ser sincera com você, EU NÃO SEI O QUE VIM FAZER AQUI! – ela me olhava desesperada, mas o que eu poderia falar para acalma-la?
Sentei ao seu lado na cama e segurei sua mão.
– Também não sabe porque entrou no meu quarto? –
Ela abaixou a cabeça constrangida e eu ergui seu rosto com meu dedo, queria que ela dissesse olhando nos meus olhos.
– Eu precisava de você. –
Meu corpo tremeu com aquela frase. ELA PRECISAVA DE MIM!
Depois de três dias eu ainda não conseguia absorver a forma como aquela mulher tinha entrado na minha vida. Os meninos tinham varias teorias de conspiração sobre ela ser uma agente da CIA ou qualquer coisa, mas dentro de mim eu rezava para que Karina só fosse uma garota meio perturbada com os sentimentos que precisava de um colo, e esse colo estava destinado a ser o meu.
Peguei Karina pela cintura e a coloquei entre minhas pernas, ela respirava ofegante com os meus movimentos mas não se mexeu. Era uma criatura tão inofensiva, já tinha idade pra saber de tantas coisas mas continuava inocente, era tão linda e perfeita que a minha real vontade era a manter pura e afastada do mundo pra sempre. Mas eu sabia que se não fosse por mim seria por outro, quando vi o Alan a prendendo na parede meu corpo tremeu, se eu não chegasse a tempo sabia muito bem o que ele seria capaz de fazer com ela... Se eu não iria conseguir manter Karina pura do jeito que era, então que fosse eu mesmo a ensina-la as coisas.
– Porque você está tão quieto? – falou muito próxima de mim, me arrepio.
– Estou pensando no estrago que você fez na minha cliente – vejo sua boca torcer um pouquinho de raiva e me arrependo de ter mentido.
– Devia ter feito estrago em você também- cruza os braços e eu acho uma graça.
– Karina olha pra mim! –
Viro seu rosto em minha direção, mas seus olhos estão fixos na parede, ela estava fazendo birra igual criança não querendo me olhar.
– Olha. – apertei suas bochechas a forçando a olhar e sorri internamente com o seu obvio desespero.
Seu olhar agora estava fixo, se tivesse de escolher o que mais amava nela os olhos estariam no páreo da lista de 1.000.000 de coisas.
– Você sabe o que eu sou, sabe aonde está se metendo e com quem está se envolvendo. Eu não sou de ninguém, mas agora eu sou só seu. -
– Eu sei quem é você Pedro, e sim eu vim aqui simplesmente porque estava excitada, eu não estou me envolvendo com você, eu estou te usando. – não sei de onde surge toda aquela coragem de Karina.
Eu estava me sentindo um lixo, não queria acreditar que o que ela disse era verdade mas ela não tinha vacilado enquanto dizia. O QUE EU ESTAVA PENSANDO? QUE UMA GAROTA QUE DA 2.000 REAIS SEM PESTANEJAR, METIDA A RICA, BONITA, GOSTOSA IRIA TER UMA QUEDA POR MIM?
Jogo Karina na cama furioso e subo nela, ela sorri e não era a sensação que eu queria causar, queria vê-la com medo.
Vou até seu ouvido e digo pausadamente:
– Eu sei que está sem calcinha -
Sua expressão de divertimento some , e agora sou eu que passo a rir.
– Como... –
– Seu vestido subiu... –
Começo a dar beijos seguidos de chupadas e lambidas pelo seu pescoço e Karina não resiste, arranha forte as minhas costas. Subo os beijos até seu queixo e quando chego na sua boca começo a roçar nossos lábios. Seus lábios eram desenhados e pequenos nos meus, ninguém nunca acreditaria se eu contasse como se encaixavam.
Ela estava de olhos fechados e boca aberta esperando, não resisti aquela cena e comecei a engoli-la, segurando forte no seu cabelo e enfiando mais ainda sua boca dentro da minha. Nossas línguas brigavam num misto de desejo e saudade, Karina gemia em agonia enquanto eu chupava devagar a sua língua e mexia suas pernas em baixo de mim. Ela parou para respirar e eu fui diretamente para a barra do seu vestido.
Senti seu coração bater acelerado em baixo de mim mas não parei. Ela não queria me usar? Pois bem.
Puxei o vestido até em cima e o arranquei. Ela não só estava sem calcinha como estava sem sutiã... Era a primeira vez que me chocava com um corpo de uma mulher, eu já tinha visto tantos corpos, MAS NADA, NENHUM COMO AQUELE! Karina estava deitada com os dedos na boca ainda em choque pelo o que eu tinha feito, seus cabelos bagunçados e o rosto corado lhe davam um ar de menina, mas seu corpo... Os peitos dela eram perfeitamente redondos e deliciosos, os mamilos chegavam ser rosados, a barriga era seca e perfeita... fiquei imaginando um piercing ali. Suas coxas eram torneadas e suas pernas abertas revelevam a intimidade mais gostosa e pequena que eu tive a oportunidade de ver. Acho que ficamos nos olhando por alguns minutos, EU NÃO SABIA AONDE PEGAR PRIMEIRO! O que chuparia primeiro, o que lamberia primeiro! Não sabia se a virava de costas para ficar encarando sua bunda igual encarava ela de frente por completo agora, não sabia aonde enfiar...
– Pedro... – Karina me puxou com as pernas, envolvendo meu abdômen e me tirando do transe.
– Eu acho... que nunca... senti isso – conseguiu dizer e mordeu o lábio inferior.
Eu sentia seu sexo na minha barriga, ela estava totalmente molhada por mim.
Voltei a chupar seu pescoço mas agora a segurando forte pela bunda. Que tara eu tinha por aquela bunda? Eu amassava, apertava, dava tapas enquanto Karina gemia cada vez mais alto, eu estava ficando louco. Quando consegui parar de mexer na bunda dela parti para os seus peitos. Agarrei um com uma mao e fui diretamente com a boca no outro. Eu mamava em Karina e meu membro so subia com aquilo. Estava prestes a tirar o Pedrao de dentro da cueca e fazer ela virar mulher. Karina gemia rouca e gostosa, e aquilo me matava de tesao.
– Aaaai Pedro, chupaaa, isso... – ela enfiava mais ainda meu rosto contra o seu peito, e eu massageava o outro sem parar.
– PEDROOOOOOOOOOO RAMOS ABRA ESSA PORTA AGORA! – parei estático com a boca no peito de Karina, e ela parou de se esfregar em mim e gemer imediatamente.
– ESTOU FALANDO SERIO! SE NÃO ABRIR A PORTA, VOU CONTAR PRO CHEFE QUE DEIXOU UMA CLIENTE SER ESPANCADA E TA TRANSANDO COM OUTRA QUE NÃO MARCOU HORARIO! –
Karina afasta seu corpo de mim e começa a sair da cama, eu não sabia se respondia Priscila que batia louca na porta, se puxava a Karina de volta pra cama e terminava aquilo de uma vez ou se ficava observando seu quadril se remexer enquanto andava para pegar o vestido que foi arremessado do outro lado do quarto. Eu sempre fui um homem tão seguro, agora não conseguia fazer uma escolha simples. Karina vestia o vestido com agilidade olhando para o chão. Arrumou o cabelo e veio até mim.
– Desculpa, eu vou acabar fazendo você ser demitido – diz tristinha.
– Ka, você é uma delicia – consigo dizer a primeira coisa que vem na mente, e ela da um sorriso gostoso que me faz arrepiar.
– Tchau Pedro... – ela estava prestes a abrir a porta.
COMO ASSIM IA ME LARGAR DE NOVO? DE NOVO NÃO!
– VOCE VAI VOLTAR? – eu não digo, grito em total desespero.
– Que tal se a gente saísse ? – ela diz manhosa, parecia ter medo de ganhar um não...
– Sair? –
– Sim, te vejo em frente o shopping amanha as 14:00 – Karina da um sorrisinho que puxa o canto da boca e sai balançando os cabelos longos sem esperar nem uma resposta.
Ela tinha acabado de sentir sensações que nunca tinha se permitido antes mas parecia tao madura e auto-suficiente... aquela mulher me assustava, ela estava sendo minha perdição.
Fiquei ali pensando em tudo, deitado, imaginando milhares de formas de como mataria a Priscila.
Amanha seria a primeira vez que encontraria uma cliente fora da Wild Passion, a minha cliente favorita.
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