Wild Passion

12 Prováveis amigos.


Notas iniciais
LACRANDOOOOOOOOOOOO, LACRANDOOOOOOOOO, LACRANDOOOOOOOOO. LALALALALALA CRANDOOOOOOOOOOOOO, ME DESCULPA RECALQUE, ME DESCULPA INVEJOSA, ME DESCULPA MANDADA. MAS OS RUMOS DESTA FANFIC ESTAO TOTALMENTEEEEEEEEEE INESPERADOS. VOU CONTAR UM BAITA SEGREDINHO PRA VCS SO PQ SAO MINHAS AMIGAS E LEITORAS FIEIS: O ULTIMO CAP TA PRONTINHOOOOOOOOOOO NA MINHA HEAD, E GENTE, EU TO TAO EMOCIONADA ESCREVENDO TUDO ISSO, TO TAO FELIZ POR ESCREVER ESTA FANFIC, POR TER VCS, POR SER EU A ESCREVE-LA, ME SINTO TAO AGRACIADA, TAO ABENçOADA POR TER ESSAS IDEIAS E MILHARES DE OUTRAS COISAS!!! SO TENHO A AGRADECER TOOOOOOOODAS VCS POR ME ACOMPANHAREM, TODO O AMOR, E JA AVISAR A TODAS PRA N IREM TENDO PERSONAGENS FAVORITOS, PQ TODOS ESTAO COM OS DESTINOS DEFINIDOS NAS MINHAS MAOS, E ALGUNS DESTINOS NAO SERAO TAO BONS QUANTO OS OUTROS!!! ADOROOOOOOOOOOOO OS COMENTARIOS DE VCS TODAS XINGANDO E JURANDO MORTE AO HEIDEGUER! CHEGO CHORO DE RIR, VCS SAO DEMAIS! VCS VIVEM A FANFIC E ISTO é LINDOOOOOOOO, é POR ISSO Q VALE A PENA ESTUDAR O DIA INTEIRO SOBRE COMO CRIAR AVIOES, SOBRE CONSTELAçOES, ETC, ETC, PQ EU SEI Q VCS ME RETRIBUEM TODO ESTE ESFORçO SEMPREEEEEEEEEEE, AMOOOOOOOOOOO VCS MENINAS! AMO, AMO COMO JA AMAMOS MOGNOS, E COMO JA AMAMOS BICICLETAS E COMO JA AMAMOS TULIPAS VERMELHAS. PS: JESSI ESTE CAP é DEDICADO A TI, Q FEZ UMA RECOMENDAçAO MARAVILHOOOOOOOOOOOOSA NO NYAH, Q ME DEIXOU CHORANDO POR NOITES E DIAS, COMO HOMENAGEAR ALGUEM Q DISSE TODAS AQUELAS COISAS ABSURDAMENTE LINDAAAAAAAAS PRA MIM? N TEM COMO! A NAO SER ESCREVER, ESCREVER ESTE CAPITULO Q é TODO TEU, ENTAO SE DELICIE E SE LAMBUZE MINHA AMIGA!!

Pov Heideguer

– IMPOSSÍVEL! COMPLETAMENTE IMPOSSÍVEL! –

Encarei as mais de 50 caras que aparentavam medo no meu escritório. Ali jaziam todas as secretarias, administradores, e porteiros do prédio da Wild Passion.

– FAZ DUAS SEMANAS QUE PROCURAMOS ESTA GAROTA, E NENHUMA NOTICIA, NINGUÉM VIU COMO ELA DESAPARECEU! –

Sentei-me nervoso, tentando esconder as mãos que tremiam de ódio.

– Incompetentes... é IMPOSSÍVEL que ninguém tenha visto essa mulher sair! –

Ninguém se pronunciou, eu tinha que tomar um atitude rápido, quanto mais o tempo passava mais Karina podia estar longe no mapa, correndo dos meus braços que ansiavam por agarra-la e mantê-la perto, dá-la uns bons tapas e chutes até aprender a lição. Não havia como enganar Heideguer e sair sem no mínimo uma boa surra.

– SECRETARIAS AQUI NA FRENTE AGORA! – eu conhecia o nome e historia de uma por uma, já tinha mandado buscar as fichas.

– Quero que perguntem cada prostituta, cada prostituto dessa boate se viram a Karina, qualquer informação, qualquer detalhe é bem vindo. –

Observei uma loirinha meio estranha com os cabelos pintados nas pontas suar frio, era a que mais tinha medo de todas. Me lembrei da sua ficha, Priscilla, ala dos homens.

– Algum problema Priscilla? Gostaria de dizer alguma coisa?

– Na-nada senhor. – gaguejou, e eu sabia que boa coisa não tinha ali.

– Não tenha medo... qualquer informação que você tiver... – tentei soar doce e a garota respirou fundo dizendo:

– Não é nada mesmo senhor. –

– Ok, então eu quero um bom trabalho na sua ala entrevistando os prostitutos que poderiam estar naquele dia na ala das mulheres! QUERO DETALHES O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL! ME ENTENDERAM BEM? TODOS VOCÊS, TRABALHEM DURO OU PODEM DEIXAR DE TRABALHAR...– olhei profundamente para cada rosto enquanto dizia.

– E se eu sonhar, que há alguém me escondendo fatos, pode ir mandando fazer o óbito, comprar caixão e se declarar um homem morto. –

Virei-me para Priscilla que parecia bem culpada, e terminei a frase.

– Ou mulher morta, é claro. – sorri.

Pov Pedro

– O senhor foi aceito para o trabalho! –

Meu coração se encheu com uma alegria extrema, depois de finalmente ter recebido um sim duas semanas após bater porta em porta atrás de emprego. As opções e procura tinham sido varias. Adestrador de cães, diarista, coveiro, até mesmo merendeiro de uma escola; mas todos me dispensavam por não ter ou escolaridade ou experiência suficientes.

Eu era a pessoa mais necessitada de emprego que esse mundo poderia ter. Estava me sentindo sem utilidade naquela casa depois que Karina e Alan começaram a trabalhar no protótipo. Eles se trancavam em uma das salas e começavam a falar sem parar sobre cálculos, aerodinâmica e coisas totalmente sem sentido pra mim. Então, o que me restava era ficar andando pela casa, ou assistindo tv, ou dormindo até chegar a noite,quando eu acreditava que meu único trabalho acontecia de verdade, o trabalho de cuidar de Karina.

Todas as noites a partir de 1 da manha ela aparecia da mesma forma, baby-doll, calcinha e um travesseiro, as vezes com cara de sono ( e nessas vezes eu pegava leve), e as vezes com a cara de quem gostaria de me devorar, mas, de qualquer forma, passávamos horas transando e fazendo amor. Talvez aquilo não fosse muito diferente do meu antigo trabalho, afinal velhos hábitos são difíceis de mudar, só que era muito melhor, porque Karina me dava prazer, e era por amor que eu lhe dava também, não por dinheiro ou qualquer coisa. Mas eu queria ser mais que um gogoboy pra ela, eu queria ser o homem da relação, não suportava a ideia de termos que depender de Alan até pra comprar a comida que Karina engoliria.

– Muito obrigada! — apartei a mão do meu mais novo chefe sorridente.

Depois de tanto lutar procurando, a coisa ideal veio até mim. Passando em frente a um bar li um letreiro e resolvi me inscrever. Estavam precisando de um pianista pra tocar todos os dias da semana a noite, e o bom é que não seria no horário do meu outro trabalho com Karina, ali eram das 20:00 as 24:00 e o salario era razoável. Tentei a sorte, fiz o teste e... PASSEI!

Corri para a condução não vendo a hora de contar tudo pra Karina, já entrei batendo a porta sem ligar pra qualquer barulho quando Beth apareceu:

– Pedro, que afobação é essa? -

Puxei Beth pela cintura e comecei a rodopia-la pela casa.

– BEEEEEEEEETH EU CONSEGUI EMPREGOOOOO!!! — gritava a rodando enquanto ela sorria.

– AI PEDRO! QUE ÓTIMO! DO QUE?-

– PIANISTA BETH!! EU TOCO POR GOSTAR E AINDA VOU GANHAR DINHEIRO COM ISSO!!! — a rodava sem parar.

–A DONA KARINA FINALMENTE VAI DESFAZER A CARRANCA!!! — parei o movimento olhando pra Beth, Karina não fazia carranca.

– Carranca? — consegui dizer meio ofegante.

– Sim, ela fica me olhando como se fosse me morder a qualquer momento. -

Aaaaaaaaaaa então era isso! Karina ainda estava com aquela besteira de ciumes. Sorri alto e Beth ficou me encarando.

– Cade ela Beth?- perguntei com os olhos brilhando, estava louco pra contar a novidade.

– Aonde mais? -

Praticamente deslizei pelos corredores que a empregada tinha acabado de passar pano, e sem bater entrei na sala " Protótipo de avião de guerra"

– BOOOOOOOOOOOA TARDE! — acordei Karina que já estava sonolenta babando em cima das pecinhas e Alan que estava concentrado nas milhares de folhas com cálculos espalhadas pela mesa.

– Que alegria ein. — disse Karina limpando a baba da boca.

Fui até ela feliz, puxei seu rosto e dei um beijo rápido.

– Amor já conversamos sobre isso, você precisa descansar. — seu rostinho estava tao cansado que eu só tinha vontade de pegar aquelas peças e colar tudo até ficar pronto.

– Tudo bem... é só que. — Karina parou olhando pras peças do nada e abriu um sorriso de ponta a ponta, parecendo uma doida.

– ALAN! -

Alan desviou a atenção das folhas olhando tao assustado quanto eu pra ela.

– A BASE, EU JÁ ENTENDI COMO FAZER A BASE! OLHE! — Karina pegou um aviãozinho de brinquedo e começou a falar um monte de coisas sem sentido:

– Se o estreitamento for dessa forma e a asa dessa, imagine a mobilidade do avião! A superfície aerodinâmica vai produzir boas reações uteis ao voo, como sustentação e elevação e... -

Me joguei no sofá de couro no canto da sala bocejando e morrendo de tédio, observando aqueles dois. Nos primeiros dias, Karina tinha me obrigado a vir com ela pra essa sala, gritava que não confiava no Alan e que eu também não deveria confiar mas não dizia porque e até tivemos uma discussão séria. So que agora os dois estavam tao próximos por conta daquele avião, fazendo as coisas juntos como se entendessem e se conhecessem ha anos. Era lindo ver meu melhor amigo prestar atenção no que minha namorada dizia e entende-la quando eu não podia, e ver como ela já tinha deixado as desconfianças de lado e tagarelava sem parar, gesticulando e mostrando suas ideias.

– Karina não podemos esquecer dos misseis, os cálculos dizem que a base não pode ser tao grande se quisermos que cai... -

– GENTE, FOCO AQUI POR FAVOR! — não queria atrapalhar, mas tinha que contar a novidade. Alan tirou a mão rapidamente que tinha tocado na de Karina quando foi mostrar os papeis, corando e me olhando.

– Pedro a gente estava no meio de uma definição sobre a base, sera que tem como... — Ka dizia meio brava.

– CONSEGUI EMPREGO!! -

A expressão da minha namorada primeiro mudou pra incredulidade e depois pra uma felicidade que poderia se comparar a minha. Karina correu saltitante com os cabelos voando e pulou no sofá, em cima do meu colo, me enchendo de selinhos na boca e pelo rosto inteiro. Ela tentava ajeitar meu cabelo sorrindo, sem sucesso, ele estava enorme.

– O que você conseguiu meu amor? Eu aposto que uma coisa ótima! — estávamos tao conectados, que ela já deveria até saber o que era.

Coloquei minhas mãos nas suas pernas expostas, K estava com um shortinho minusculo e um moletom que a fazia parecer uma universitária, e bem, ela era. Fui até seu ouvido e disse:

– Você não quis escutar meus dotes de pianista, então tem quem queira mocinha... — Ka arfou com o meu tom de voz e passou mais forte ainda seus braços pelo meu pescoço.

Alan tossiu e perguntou:

– Qual o emprego mesmo? -

– PIANISTA! — disse meio desconcentrado enquanto Karina enchia meu pescoço de beijos.

– UAAAAAU CARA! QUE DEMAIS! — Alan comemorava.

Karina não tinha escrúpulos algum, já sabia a reação que estava acontecendo nas minhas partes baixas mas não parava com seus beijos molhados. Tentei empurra-la quando vi que meu amigo já estava bastante incomodado com a cena, e quem não estaria?

– Ka, volta pro protótipo que eu preciso ir visitar a Jade, já fazem duas semanas e estou preocupado com minha princesa. — Karina fez bico, mas saiu obediente do meu colo voltando a se sentar na cadeira fofa de frente pros objetos.

Fui até a porta e antes de sair, disse como um acalento, já que ela ficou toda bravinha:

– Quando eu voltar, a gente pode dar aquele passeio pela casa que nem sexta passada. So começo a trabalhar amanha. — dei uma piscadela e consegui ver um lampejo de Karina vermelha como tomate antes de fechar a porta.

Pov Karina

FlashBack On

Apos um dia nada produtivo com Alan eu estava mortalmente cansada e com tédio. Era sexta e Pedro havia voltado outra vez triste pra casa, nada de emprego. Sinceramente, eu não importava com ele ter um ou não, me importava com a forma que voltava triste toda vez que recebia um grande " não precisamos de você", no fundo sabia como era seu gene e como ele devia estar se sentindo inútil. Pedro estava jogado na sala de TV assistindo um documentário sobre focas quando eu sai da sala de protótipo.

Aproveitei que ele estava concentrado no programa e passei minhas mãos pelos seus olhos os tampando.

– Adivinha quem é... — falei com os lábios próximos ao seu ouvido e Pedro fez carinho na minha pulseira.

– Beth??? — ele sorriu sapeca, adorava me provocar.

Dei um tapão na sua cara e ele continuou sorrindo gostoso.

– Louca! -

– E você é idiota. — inconscientemente fiz bico e cruzei os braços.

Pedro me puxou pela ponta da saia jeans e me obrigou a sentar no seu colo me abraçando.

– Como ta com o Alan? Ja parou de desconfiar dele? -

– Nunca. -

Eu não iria dedurar Alan, não por enquanto que morávamos na casa dele e dependíamos de tudo. Mas também não iria ficar amiguinha como Pedro tanto queria.

– Você precisa relaxar. — Pedro disse passando a mão grande e delicada pela minha barriga, e senti uma pontada de tesão.

– Que tal um tour pela casa? — ele sugeriu e eu fiquei de pé quase pulando, aquilo parecia demais!

– SÓ SE FOR AGORA!! — puxei Pedro que ficou em pé sorrindo, minha felicidade estava evidente, eu era louca pra conhecer quais segredos aquela mansão escondia. Tinha alma de aventureira, fazer o que!

Pedro me arrastava para a área externa da casa. Primeiro ele me mostrou a grande piscina dos fundos que na verdade parecia mais um parque aquático de tantos tobogans, depois ele me levou até a parte da churrascaria com varias mesas, foi quando implorei para que fossemos ver as flores. Andamos abraçadinhos até o ponto alto do meu dia, o canteiro de tulipas vermelhas. Me agaixei e fiquei olhando bem de pertinho pra elas já que estava bastante escuro e a iluminação do jardim não chegava até essa parte.

– Sao tao lindas... -

– Desculpa mas tem uma coisa bem mais linda aqui esperando ser notada. — Pedro inflou os braços tentando me seduzir.

– Bobo! — mordi sua perna e ele fingiu dor se jogando no chão puro.

– AAAAAAAAAAAI, AAAAAAAI MINHA PERNA! -

Subi no seu peito me deitando sobre ele e sorrindo da sua bobagem.

– Ai Pedro, para com isso. — mas Pedro não prestava atenção no meu rosto próximo, ele olhava sereno pro céu.

– O que foi? — perguntei.

– A constelação Carina.- Pedro disse sonhador.

– Existe uma constelação com meu nome? — perguntei chocada, nunca fui ligada com essas coisas.

– Veja. — Pedro me ajeitou no chão do seu lado e apontou para o céu, mas eu so conseguia ver um monte de estrelas sem forma.

– Quando eu era pequeno minha mãe me contava todas as historias das constelações. A historia da constelação Carina é grega como a maioria das outras. Carina foi parte da constelação Argo Navis, o navio de Jasão e os Argonautas que procuravam o Velocino de Ouro, mas hoje em dia ela é separada, uma constelação sozinha. — fiquei quieta somente fascinada pelo jeito que Pedro falava, eu nunca o tinha visto sendo tao, tao culto?

– Carina contém a estrela Canopus. A segunda estrela que mais brilha no universo. -

– Uau Pedro! Que demais você saber de tudo isso. Mas... qual a primeira estrela que mais brilha? — perguntei enlaçando meus dedos nos dele. Olhávamos para o céu.

– A primeira é a Sirius, mas quer saber de uma coisa? — Pedro virou o pescoço, seu rosto a centímetros do meu.

– O que? -

– Pra mim sempre vai ser a Canopus, a Carina, a Karina. — seus olhos castanhos e grandes estavam dilatados dizendo aquilo no fundo dos meus, e eu quase chorei com sua declaração. Desviei meu olhar pro céu novamente, não queria que ele percebesse o estado que tinha me deixado.

– Pedro... -

– Oi Ka. -

– Que tal se a gente fosse deitar agora... — ele sorriu e senti sua respiração começar a ficar pesada, tinha entendido.

– Pra que se a gente já ta deitado aqui? — Pedro não estava facilitando.

– Ok então. -

Tive o prazer de ver a cara de confusão do meu namorado quando me levantei e comecei a desabotoar a blusa mordendo a boca.

– Karina... você não vai fazer isso aqui no meio do jardim... — na verdade, ele torcia para que eu fizesse, podia sentir no jeito que me olhava.

– Porque não? Ta tudo escuro. — falei baixinho terminando de tirar a blusa e revelando meus seios sem sutiã. Pedro quase foi a loucura mas não se levantou.

Me abaixei até ele, segurando firme no chão entre sua cabeça. Nao ousei encostar em Pedro, e ele ficou olhando para os meus seios expostos desejoso, eu sabia o que queria fazer, queria lambe-los. Como eu estava olhando pra baixo, meus cabelos começaram a cair tampando-os e Pe não resistiu, prendeu os fios entre os dedos e começou a chupar o biquinho do seio direito.

– Aoowwn... Você não disse que aqui não podia. — consegui dizer enquanto sua boca movia-se agilmente entre chupadas e lambidas.

Pedro não respondeu, estava muito ocupado abaixando as calças e cueca até os joelhos enquanto lambuzava meu peito com saliva e massageava o outro sem pena.

Sentei sobre o seu membro latejante e ele arfou, me soltando e parando de me lamber. Nao consegui nem tirar a saia, só puxei a calcinha e a joguei no canteiro de tulipas.

– Meu Deus. — Pedro disse ofegando quando sentiu minha intimidade já molhada com todo o tesão de transar num ambiente aberto e o contato com o seu pênis.

Subi a saia até a barriga e Pe não pensou duas vezes até começar a enfiar em mim. Começou a meter devagar e eu não estava aguentando aquilo, fui cavalgando em cima do seu membro enquanto ele apertava minha cintura forte.

– Ai Karina... monta assim. — e eu montava, sentava no seu pênis até o fim quase chegando aos testículos e depois subia novamente num ritmo delicioso.

Meus peitos sacudiam com a velocidade e Pedro não sabia se olhava, se fechava os olhos gemendo e sentindo seu membro enorme e grosso entrar sem parar em mim ou se tirava as mãos da minha cintura pra pegar em outra coisa. Então ele decidiu tirar a mão da minha cintura.

Suas mãos foram certeiras no meu bumbum, ele agarrava as duas bandas e me dava tapas fortes de incentivo quando eu pensava em diminuir o ritmo da cavalgada. Eu gemia sem parar quando seu membro entrava inteiro quase chegando ao meu útero, aquilo era delicioso mas sabia que ia ficar ardido depois. Ja estava totalmente suada quando cheguei ao clímax. Agarrei os cabelos de Pedro que não tinha mais nenhuma noção de espaço e tempo, só de gemidos roucos e comecei a ter um orgasmo montada nele. So consegui ficar sentada em cima do membro de Pedro, sem rebolar, sem subir e descer, só parada enquanto ele se remexia agonizado sentindo meu liquido escorrer.

– Ai que delicia. — disse arfando, e saindo de cima dele, jogando-me do outro lado da grama.

– QUE INJUSTIçA! — como ele tinha forças pra gritar?

Eu sorria satisfeita com a mão na barriga.

– A gente pode ir terminar no quarto... — Pedro conseguiu engatinhar até onde eu estava e cheirar meu pescoço, ele merecia o que eu iria prometer.

– Sabe o que eu disse sobre domingos e feriados? — seus cheiros começaram a descer até meus seios e eu mordi a boca.

– Sim... — Pedro depositou um beijo muito próximo do meu mamilo.

– Que tal se abrirmos uma exceção para sextas? — Pe parou a provocação e me olhou chocado.

E nem sei explicar como, mas fui arrastada na velocidade da luz para dentro do seu quarto, ou melhor, nosso quarto.

FlashBack Off

– KARINAAAAAAAAAAAAAAA VOCÊ ESCUTOU O QUE EU DISSE? — Alan gritou completamente nervoso e transtornado, nunca o tinha visto daquela forma, mas ele devia ter repetido a mesma coisa muitas vezes enquanto eu viajava na semana passada.

– DESCULPA OK! — gritei de volta.

– Tudo bem. — Alan suspirou fundo umas duas vezes e voltou a explicar:

– Como eu estava dizendo antes do Pedro sair, a base precisa ser de um tamanho que os misseis vão caber, afinal, é um avião de guerra e precisa estar equipado. -

– Ok, mas qual a formula pra conseguirmos encaixar eles sem pegar nas turbinas? -

– Este é o problema... — Alan já estava suando de tanto pensar, dava pra ver o seu esforço.

E era exatamente o que eu não entendia. Porque ele mentia para Pedro sobre o assunto do atropelamento mas nos ajudava de todas as formas? Aquilo havia me deixado confusa todas essas semanas, Alan era uma cara legal, eu ja poderia dizer que o conhecia bastante, e legal, pelo menos, ele era. Estava na hora de abrir o jogo.

– Alan preciso ter uma conversa séria contigo. — ele subiu seu olhar para o meu e eu desviei meus olhos para o chao. Por que sentia medo do seu jeito de me olhar? Por que me incomodava tanto?

– Pode dizer. -

– Sobre meu atropelamento. — ele ficou calado e eu voltei a olha-lo, estava branco, sua cor tinha sumido.

– Seja sincero comigo. Quero confiar em você mas não consigo, porque mentiu pro Pedro? Aposto que tem um motivo... -

– Quer que eu seja sincero? — ele agora sorria sádico se levantando e aproximando-se de mim.

Alan ficou muito perto do meu corpo e tirou minha franja pro lado, como um carinho. Senti medo do gesto e me retesei.

– Pedro te ama mais do que algum dia poderia gostar de mim, e se soubesse que por "azar do destino" eu acabei te atropelando... é capaz dele nunca mais me olhar na cara. — Alan disse acido, tirando a mão do meu cabelo e voltando-se a sentar mais controlado.

– Então é só isso? Posso confiar em você? — Eu queria a amizade dele agora depois destes dias de convivência, era inteligente o que acarretava em boas conversas, extrovertido em certos momentos, e afinal, passávamos mais de 12 horas por dia juntos trabalhando, não dava pra criar inimizade, queria mais do que tudo acreditar nele e na sua boa intençao, POXA! ELE SÓ PROVAVA BOAS INTENçOES DESDE CHEGUEI NESSA CASA!.

– Pode confiar cegamente em mim. — disse sério.

E eu acreditei.

– Vamos ao trabalho então!!! — sorri animada e voltamos a calcular de onde paramos, só que dessa vez, mais próximos e com melhor facilidade de comunicação, amigos.

Pov Cobra

– Chega mais pro lado. — a garota falou com a voz doce e eu me posicionei.

Minha mente estava um turbilhão enquanto tinha que manter meu corpo parado para a irma de Pedro se divertir desenhando. E quem diria eu, um lutador, sendo desenhado por uma garota autista.

– Assim ficou perfeito. Nao é Ester? Nao ficou? — Jade perguntou pra baba que assentia sorrindo.

Ha duas semanas desde a confusão, eu fui obrigado a vir pra essa casa. Minha intenção era chegar botando ordem ou simplesmente ficar na frente da TV sem dar atenção alguma para a garota problemática, só estava aqui afinal por conta da Karina, minha Karina. Mas... no primeiro dia já estava brincando de joguinhos com as duas garotas e sorrindo das piadas que a mais nova contava. Como o mundo podia ter virado dessa forma? O que era aquilo que eu estava sentindo? Porque eu me incomodava tanto quando Jade surtava depois de um dia de brincadeiras e diversão? Ela era só alguém que eu devia observar pra Karina.

Jade mordeu a boca tentando capturar minha expressão pro desenho, ela estava bastante concentrada. Era difícil analisa-la, nunca sabia o que estava sentindo. Talvez aquele fosse o grande desafio, o grande tesão que sentia por aquilo tudo. A garota tinha um corpo perfeito, um rosto perfeito, poderia ser confundida com qualquer mulher normal, mas a verdade, a verdade era que pensava como alguém de 8 anos. Talvez fosse isso o rebuliço que sentia dentro de mim.

– Jade? — alguém entrou pela porta me tirando dos devaneios enquanto olhava para a desenhista.

– PEDRO? — ela reconheceu a voz e começou a chorar descontroladamente, assim como chorava as vezes porque viu alguma formiga morta, e eu tinha que acalenta-la e acalma-la em todas elas.

– Jaaaaaaade minha princesa!! — o irmão veio abraça-la e limpar suas lagrimas, ele sorria tentando sem sucesso a levantar para gira-la.

– Hmm... Esther, acho que volto aqui depois. — a garotinha assentiu e eu já estava saindo pela porta quando Pedro veio rápido e me puxou para um abraço.

– Obrigado cara, sei do esforço que ta fazendo e sério, muito obrigada por cuidar da minha irma. — disse agradecido e eu me soltei do seu abraço sincero.

– E você? Por acaso ta cuidando da minha Karina? — sorri enquanto analisava seu rosto se contorcendo, tentando esconder a raiva pelo jeito que havia dito da loirinha.

– Pode ter certeza que sim. -

Assenti, entendendo que aquilo fosse um tchau e já estava saindo pelos corredores quando Jade me gritou:

– COOOOOOOOBRA!! VOCÊ VAI VOLTAR AMANHA? — as lagrimas já estavam secas, ela tinha parado de chorar.

– Todos os dias. — sorri abertamente com a sua preocupação sobre mim e ela retribuiu sorrindo tímida de volta.

Pov Narradora

O clima na casa nunca tinha sido tao tenso. Nem mesmo quando a mãe de Bianca e Karina havia morrido. Talvez se houvesse um caixão no meio da sala, o local parecesse menos um velório do que parecia agora.

Gael estava sentado no mesmo lugar que sempre sentava no sofá. Cada um tinha um lugar naquele sofá antigo, Gael na ponta, Karina no meio, e Bianca na outra ponta. Nenhum deles ousava sentar no lugar que não lhe pertencia. A casa inteira era cheia de lembranças dos três, lembranças que ninguém poderia lhes tirar, lembranças de uma vida inteira construída a três.

Bianca andava sem parar quase fazendo buracos no chão da sala. Enquanto Gael fingia cara de tédio assistindo lutas.

– Pai, não podemos deixar que a policia pare a busca, eu tenho certeza que aquele cara raptou a Karina e... -

– Fica quieta que eu estou assistindo a luta do cinturão. — Gael disse, mas não vibrava. Como poderia ele ser feliz novamente sem o seu segundo bem precioso?

– So fazem duas semanas e... — Bianca implorava pela atenção do pai, ela nunca desistiria da irmã.

– BIANCA, CALA A BOCA! — Gael olhou com os olhos tomados pela furria para a filha mais velha, ou como chamava no subconsciente " sua unica filha".

– Pai... — ela não esperava aquela reação tao bruta.

– Esqueça que já teve uma irmã algum dia, esqueça que Karina existiu, faça igual a mim. Esqueça desta traidora. -

O mestre de lutas voltou sua atenção para TV enquanto a atriz corria para o quarto da irmã chorar como havia feito todas as noites desde seu desaparecimento. Mas a verdade, era que , mesmo sem caixão no meio da sala, o pai velava o corpo da filha que havia morrido para ele.

Notas finais
ESSE CAP DEU TANTOOOOOOOOOOOOOOO TRABALHO! MAS TO MTOOOOOOOO ORGULHOSA E FOI DELICIOSO ESCREVER!! E PRA VCS MEU AMORES? FOI BOM LER??? JA QUERO OS COMENTARIOS Q EU NUNCA CONSIGO RESPONDER A ALTURA EIN! BEIJOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO NOS CUS