Notas iniciais
Capitulo bem grandinho e bem interessante pra começar a semana.

Emma acordou com cheiro doce de Regina a sua volta, um sorriso logo se formou em seus lábios, mas só ate ela se dar conta de que a morena não estava ali. – Droga... – Murmurou enfiando a cara mais fundo no travesseiro. Aquela situação ainda a deixaria louca.

– Mas você já acorda resmungando, Swan.

– Ruby! – Emma levantou a cabeça animada. – Você voltou!

– Você que voltou sua maluca, eu só não dormi aqui ontem.

– Ah é. – Emma disse sentando na cama em posição de lótus.

– Então como foi a viagem? Quero saber tudo.

– Foi maravilhosa! – Emma disse empolgada.

– Nossa. – Ruby sorriu. – O que aconteceu de tão bom pra ser tão maravilhoso assim?

A loira mordeu o lábio se repreendendo mentalmente. – Bom, nada foi normal, um monte de palestras. Mas o lugar é lindo.

– Sei e essa empolgação toda não tem nada a ver com o fato de você ter passado o final de semana inteiro com a gostosa da professora Mills.

O queixo de Emma quase caiu. – Não sabia que você achava ela gostosa. – Tentou brincar.

– Bom, você sabe que ela não faz o meu tipo. Mas os meninos da nossa sala ficaram malucos quando souberam da viagem. Aposto que todos quiseram ser assistente dela naquela hora.

– Idiotas, como se eles tivessem alguma chance.

Ruby ergueu a sobrancelha. – Porque acha que não?

– Porque... bom, ela já é comprometida com alguém.

– Serio? Com quem?

– Eu não conheço.

– Hum... e isso te impediu de tentar qualquer coisa? Porque a Emma que eu conheço não se intimida por um namorado.

– Eu não... hum... eu não vejo ela assim sabe.

– Claro que não. – Ruby disse com claro sarcasmo. – Você acha que eu não vejo você babando por ela?

– Eu não faço isso.

– Ah por favor Emma, você falta comer a mulher com os olhos.

– Droga... – Emma murmurou de novo. – Alguem mais nota isso.

–Acho que não.

– Não comente com ninguém ok?

– Ah qual o problema de ter uma queda pela professora gata? Você acha que metade da sala não está caidinha por ela?

– Está é?

– Claro que está. – Ruby sorriu. – Não que algum de vocês tenha chance, claro.

– Claro. – Emma deitou na cama de novo sorrindo.

***

– Já está tarde Emma, se quiser já pode ir. – Regina disse enquanto checava seus e-mails.

– Sabe que eu não quero ir, por mim ficaria a noite inteira aqui com você.

– Eu sei, amor, mas você não pode. Vá pro seu quarto.

– Você sabia que metade da turma está apaixonada por você? – Emma puxou o assunto, qualquer coisa pra ficar mais tempo ao lado de Regina.

– Estão é? Interessante.

– Interessante por que? – Emma franziu a testa.

Regina sorriu. – Você está com ciúmes?

– Um pouco, não gosto que eles fiquem desejando você.

– Eles não tem nenhuma chance.

– Eu sei.

– Olha como ela está segura de si.

– Você é minha e nenhum idiota vai te tomar de mim. Por mais que você ache que seja interessante eles tentarem.

Regina levantou da mesa e andou ate Emma. – Sabia que você fica irresistível toda possessiva assim?

– Só não gosto de te dividir com ninguém, de modo algum.

– Você não precisa, eu sou sua.

– Isso quer dizer que eu vou ganhar um beijo de boa noite?

– Você está ficando muito mal acostumada, senhorita Swan.

– Pode ter certeza que estou. – Emma sorriu e se aproximou de Regina, seus lábios tão próximos que conseguia sentir a respiração da morena. – Eu quero muito te beijar agora.

– Ninguém está te impedindo. – Regina sabia que era imprudente beijar Emma ali em sua sala, mas ainda assim a ideia de não beijar a garota pelo menos uma vez naquele dia parecia ser mais aterrorizante.

Emma alcançou o lábio inferior da morena, mordendo o levemente, seu olhar era fixo no dia Regina. O desejo era quase palpável. – Isso foi fácil... – A loira murmurou com os lábios se arrastando pelos de Regina.

– Tenho que admitir. – Regina a pegou pela cintura, colando seus corpos. – Que passei o dia inteiro esperando para estarmos aqui sozinhas. Está cada vez mais difícil resistir a você.

– Então não resista. – Emma a puxou contra si e a beijou. As duas deram vários passos em direção ao sofá, sem que seus lábios nunca desgrudassem.

Um segundo depois o corpo de Regina estava sobre o de Emma. O beijo era interminável. Logo a morena sentiu a perna da loira contra o seu centro, pedindo passagem. Ela gemeu em meio ao beijo, seu quadril fazia pressão contra a coxa da loira. As mãos de Emma a puxavam cada vez mais juntas.

– Regina? Você está ai? – A voz desconhecida para Emma e tão conhecida para Regina soou do outro lado da porta. As duas congelaram onde estavam.

Regina levou só um segundo para se levantar e se recompor, Emma fez o mesmo. – Volte para sua mesa. – Sussurrou para a loira. – Sim mãe, eu estou aqui.

Emma quase tropeçou antes de se sentar. Mãe? A mãe de Regina estava ali?

A mulher com um ar sofisticado entrou na sala. Regina andou ate ela e as duas se cumprimentaram formalmente. Emma achou aquilo estranho já que se tratavam de mãe e filha.

– O que faz aqui, mãe? – Regina perguntou com genuína curiosidade.

– Vim tratar de negócios com o reitor. Sabe que somos amigos de longa data.

– Claro, ele nunca me deixou esquecer isso. “Mills, estou de olho em você pra sua mãe”. – Regina imitou o reitor, o que fez Cora sorrir. Talvez ela não fosse tão ruim assim Emma pensou.

– E ele fez um bom trabalho, manteve você na linha.

Regina franziu o cenho. – Então, por quanto tempo vai ficar?

– Uma semana talvez. Passei aqui porque pensei em ficar com você.

– Hum...

– O que? Se não me quiser tudo bem, vou pra um hotel.

– Não é isso. É que... eu não estou mais morando no meu apartamento. Estou morando aqui.

– O que? Por que? Está com problemas financeiros? Deveria ter me avisado.

– Não é isso. – A mania de Cora pensar que tudo era sobre dinheiro sempre irritou Regina. – Estou morando aqui porque é mais cômodo e também porque eu gosto daqui.

– Hum... você sempre teve gostos estranhos. Mas suponho que tenha um lugar pra mim não é?

– Claro.

– Então eu vou ficar. – Cora parou e desviou seu olhar para o fim da sala. – E quem é essa?

– Hum... essa é Emma, minha assistente.

Emma levantou nervosa. – Prazer em conhecê-la senhora Mills.

Cora a avaliou de cima a baixo, Emma logo desejou estar mais bem vestida. Por fim a mulher estendeu a mão e cumprimentou a garota. – O prazer é meu.

Então... – A mulher se voltou novamente para Regina. – Vocês ainda tem muito o que fazer aqui hoje?

– Não já estávamos terminando. – Regina disse nervosa, a imagem do que estava fazendo segundos antes de sua mãe chegar não saia de sua cabeça.

– Então vamos, deixe que a garota tranque a sala pra você.

Regina trocou um olhar de “conversamos depois” com Emma e então seguiu a mãe.

***

– A velha é super esquisita, Ruby, você nem faz ideia. Por um momento achei ate que Regina estava com medo dela.

Ruby não conseguiu se impedir de sorrir. – Ei, espere, desde quando chama a professora Mills de Regina?

– Hum... eu não chamo. Foi só por acaso.

A garota de mechas vermelhas deu de ombros. – Então, o que você acha que a mãe dela veio realmente fazer aqui?

– Não sei, ela disse que veio a negócios.

– Bom, faz sentindo. Acho que a família Mills é dona de quase metade dessa faculdade.

– O que?!

– Você não sabia disso? Por deus Emma, você é assistente dela, ela nunca te contou?

– Não. – Emma sentou em sua cama. – Por que ela nunca me contou? – Disse mais pra ela mesma do que pra Ruby.

***

Regina tinha dispensado Emma do trabalho pela semana inteira, o queria dizer que ela só via Regina na hora da aula.

– Posso falar com você? – Emma parou diante da mesa de Regina no final de uma das aulas.

– O que quer Emma?

– Sua mãe ainda está aqui? Eu quase não te vi a semana inteira.

– Ela ainda está aqui e acho que vai ficar mais do que o planejado.

– É por isso que não falou comigo a semana inteira?

– Eu estava ocupada, Emma.

– Tão ocupada que não tinha nem dois minutos pra responder uma mensagem.

– Me desculpe... minha cabeça só está cheia demais.

– O que está acontecendo?

– Nada que você precise saber.

– Se o que está acontecendo está te deixando assim, então eu com certeza tenho que saber.

– É complicado.

– Tenho certeza que posso entender.

Regina estava aflita, era evidente. – Tudo bem, eu vou te contar, mas não aqui. – Abriu a pasta sobre a mesa tirando uma chave e entregando para Emma. – Vá para o meu quarto e me espere lá. Acho que você consegue entrar sem ser vista.

Se fosse em outra situação Emma ficaria feliz por ir ao quarto de Regina, mas naquele momento estava tão nervosa quanto ela.

***

– Por que tem que ser você? – Emma disse inconformada.

– Minha mãe nunca aceitou que eu fosse uma simples professora, por mais que seja um cargo bem respeitado, ela sempre me quis no comando da empresa da família.

– Ela não pode te obrigar a aceitar isso. Se você não quer comandar a empresa.

– Ai é que está. Se eu não assumir, minha mãe passará o comando de tudo pra minha irmã.

– E isso é ruim?

– Minha irmã é um socialite que não faz nada da vida a não ser compras, Emma. Ela vai acabar vendendo tudo e... uma empresa como a nossa é cara demais, ela acabará sendo vendida em partes. Pessoas vão perder seus empregos. Muitas pessoas vão perder o emprego.

– E por que sua mãe não continua no comando? Ela poderia, não poderia?

– Claro que poderia, mas você não vê? Toda essa ideia de passar o comando para a próxima geração é só pra me tirar daqui. Para que eu faça o que ela quer.

– Ela arriscaria mesmo o dinheiro da sua família só pra que você satisfaça as vontades dela?

– Você não conhece minha mãe. E bom, mesmo que a minha irmã arruíne a empresa, ainda seremos ricos, mas as pessoas que trabalham pra nós, bom, vão perder tudo.

– O que exatamente essa empresa faz?

– Trabalhamos com tecnologia. Por isso temos vários centros de estudo. E criamos vários programas de bolsas para faculdade. Como o seu. Se a empresa acabar, tudo isso acaba.

Emma se deixou afundar no sofá. – Você não conseguiria conciliar a faculdade e a empresa?

– A cede da empresa é do outro lado do país Emma.

– Droga.

– É, droga. – Regina disse sentando ao lado da loira que a envolveu em seus braços, puxando-a mais pra perto.

– Vamos acha um jeito de convencer sua mãe de que isso é uma loucura.

– Boa sorte com isso, eu venho tentando a semana inteira. Eu só... estou tão cansada de toda essa maluquice.

As duas ficaram abraçadas por um longo tempo em silencio. – Nunca me disse que sua família era dona da metade da faculdade e que pagava minha bolsa de estudos.

– Você não precisava saber disso.

– Você estava com medo de que eu me assustasse porque você é incrivelmente rica?

– Um pouco. Você não é o tipo que gosta de gente rica.

– É, tem razão. Gente rica é um saco. Se você fosse pobre que nem eu não estaríamos nessa confusão.

Regina sorriu. – Bom, pelo menos se nada der certo, então eu não serei mais sua professora. Poderia ser sua namorada a distancia.

– Nunca pediria que deixasse a faculdade, o que você ama fazer, por mim.

– Eu sei que não. – Regina se aconchegou mais nos braços de Emma. Se sentia segura ali, o que as vezes parecia bobagem, porque Emma era só uma garota, não podia fazer nada pra ajudá-la, por mais que quisesse.

– Sua mãe vai vir pra cá hoje?

– Não, ela foi pra um hotel. Aparente meu simples quanto não é o suficiente para Cora Mills.

– Ótimo. Então já que eu estou aqui, posso ficar?

– Estou cansada demais pra te manda embora.

Emma sorriu puxou Regina pro colo dela, de modo que a morena sentou de frente pra ela, seus abdomens colados. – Queria poder fugir disso tudo com você. Esquecer todos esses problemas. – A morena sussurrou cansada.

– Você pode esquecer por agora. Eu estou aqui.

Regina colou sua testa a de Emma, encarando-a de cima pra baixo. – Eu quero tanto você.

– Ninguém está te impedindo de me ter.

Regina sentiu os lábios da loira em seu pescoço, ela poderia ter impedido, mas ela estava cansada disso também. Pelo menos naquele momento ela não queria ser mais nada, queria ser apenas a mulher de Emma.

A morena se afastou um pouco, encarando Emma. Trocaram um olhar de entendimento, ambas não queriam mais se segurar. Emma não levou um segundo para livrar Regina de sua blusa. Seu olhar correu pelas curvas delicadas do corpo da mulher que tanto amava. – Você é perfeita. – Ela arfou. Seus lábios foram aos seios da morena, a medida que suas mãos tiravam o sutiã vermelho do caminho.

– Em... ma... – Regina gemeu ao sentir a língua da loira se apossar de seus seios. Ela jogou o corpo para trás, ao tempo que Emma a chupava com cada vez mais desejo. As mãos possessivas da loira estavam eu seu quadril, logo deslizando por suas pernas. A saia que Regina usava já havia subido ate sua cintura. Emma puxava o corpo da morena contra o seu, nunca tinha o suficiente, queria tocar tudo ao mesmo tempo, queria tudo de sua mulher.

Regina se afastou. Emma ergueu a sobrancelha, o medo de que Regina a mandasse embora foi a primeira coisa que veio a sua mente. Mas a morena estava sorrindo. Ela ficou de pé diante da loira, seu olhar carregado de desejo, lentamente ela se desfez de sua saia. Ela começou a se desfazer da calcinha também, mas Emma a deteve, não queria desperdiçar esse prazer.

A loira alcançou as bordas da peça e foi a deslizando para baixo, passando por todo aquele belo corpo moreno. – Você é muito gostosa sabia?

– Que romântico, senhorita Swan. – Regina sorriu.

Emma abriu a boca pra dizer algo, mas Regina a impediu e a empurrou de encontro ao encosto do sofá. A morena se ajoelhou diante da garota, suas mãos desabotoaram os jeans dela e os puxaram pra fora. — Eu vou ter você primeiro. – anunciou sem deixar margem para questionamentos.

Emma gemeu ao sentir as umas de Regina gravadas em sua coxa. A mulher a puxou mais pra frente, de modo que agora estava ajoelhada entre suas pernas, o rosto apenas um pouco abaixo do rosto da loira.

– Você é quem manda. – Emma sussurrou. Estava completamente entregue. As mãos da morena começaram a deslizar por seu abdômen, erguendo sua camiseta. Não demorou muito e a loira estava completamente nua, assim como sua parceira.

Regina puxou Emma pela nuca, para um beijo tórrido. Seus lábios consumiam os da garota como se fosse a única coisa que poderia matar sua sede. Emma gemeu em meio ao beijo ao sentir a mão da morena massageando o seu sexo.

Elas se separaram ofegantes, Regina ficou de pé, tomando a mão de Emma com a sua e a guiando ate a cama. Os olhos castanhos consumiam o corpo da garota. A mulher mais velha deitou seu corpo sobre o da loira, suas pernas se encaixando, seus corpos fazendo pressão um contra o outro.

Mais beijos. As duas percorriam o corpo uma da outra com as mãos, sem nenhum limite. – Você é minha... – Regina disse ofegante, seus lábios estavam no pescoço de Emma, aquilo com certeza deixaria marcas.

O calor dos corpos aumentava, a morena sentia claramente o sexo da loira contra o seu e movimentava o quadril, aumentando a pressão entre ela. – Regina... – Emma gemia descontrolada.

Regina se afastou um pouco erguendo a perna da loira ate a altura do ombro e então sentou sobre ela encaixando seus sexos perfeitamente. A morena rebolava, consumida pela deliciosa sensação dos sexos se tocando, se esfregando um contra o outro.

A morena forçava mais e mais seu quadril e ainda assim Emma clamava por mais. A cama já balançava acompanhado os movimentos, as duas gemiam e chamavam o nome uma da outra. Tudo era desejo. Emma sentiu seu corpo inteiro vibrar, Regina gemeu seu nome mais uma vez e então as duas foram arrebatadas pelo orgasmo.

O corpo da morena desabou sobre o da loira, mas ela continuou movendo levemente seu quadril, prolongando aquela sensação deliciosa. As duas respiravam ofegantes, Regina virou de lado deitada com as costas na cama.

– Por que mesmo demoramos tanto pra fazer isso de novo? – Emma conseguiu brincar em meio a respiração cortada.

Regina virou seu rosto para ela e também sorriu. – Eu quero mais de você...

– Eu sou toda sua. – Não hesitou em dizer.

Logo o rosto de Regina estava entre as pernas da loira, sua língua fazendo pressão no sexo completamente molhado. Emma bem que tentou segurar por mais tempo, mas logo ela gozou nos lábios da morena, que a sugou ate a ultima gota.

As duas deitaram abraçadas. Emma tinha os seios colados nas costas de Regina e seus lábios em sua nuca. – Não quero perder você... não posso perder você.

– Você não vai.

– Você é tudo que eu tenho.

– E eu deixaria tudo que tenho por você.

– Eu não pedi isso, já te disse.

– Mas eu não sei mais o que fazer. Eu estou com medo, Emma. – Uma lagrima silenciosa correu o rosto de Regina. Sabia que aquele momento não duraria para sempre e ali estava a realidade para confirmar isso. Seu medo estava de volta.

– Não hoje. Hoje você não tem medo. Hoje você foi minha. Hoje é o nosso dia, amanhã nós preocupamos com o que vamos encarar. Mas essa noite só existem você e eu, meu amor.

– E se for a ultima?

Emma fechou os olhos, soltando uma respiração que nem sabia estar segurando. — Foi por isso que fez amor comigo? Porque acha que era nossa ultima chance?

– Não quero que seja.

– Não vai ser. Mas se for... eu não quero desperdiçar nenhum segundo.

Emma colocou seu corpo sobre o de Regina, seus lábios estavam contra a nuca da morena, sua perna deslizou entre as dela, afastando-as. Sua mão entrou embaixo do corpo de Regina e alcançou seu sexo, seus dedos a invadiram sem reservas. A morena gemeu e arqueou o corpo contra o da loira, que por sua vez forçou o quadril contra a bunda da morena.

– Em... – Regina gemia de modo sussurrado, Emma a estocava com mais intensidade, seu quadril seguindo o ritmo das estocadas e se forçando contra o corpo da morena. – Mais forte... – Regina pediu e Emma obedeceu.

O corpo de Emma se chocava contra o de Regina, seus dedos entravam e saiam facilmente do sexo da morena. Regina segurava na cabeceira da cama para se manter firme. O barulho dos corpos e os gemidos tomavam conta do quarto.

Regina não conteve seu grito, seu corpo inteiro se contorceu em prazer, o mundo a sua volta pareceu não mais existir. Ela não queria que mais nada existisse, apenas ela e sua Emma. Seu orgasmo foi mais intenso que o primeiro, seu corpo relaxou sobre a cama e ela se deixou ser invadida pelo prazer. Emma a abraçou por trás. — Eu te amo... – Sua voz era abafada. Regina sabia que ela estava chorando.

– Eu também te amo, minha menina.

Notas finais
Não sei quem foi que prometeu uma recomendação se eu fizesse um hot. Então foi hot o suficiente? kkkk quero minha recomendação em? :D Cora chegando na historia só pra causar a discórdia kkkk gene boa ela. Então gostaram do novo arco da historia? Tem que ter um frama ná gente, nem só de amor e hot vive uma fic. Espero que tenham gostado de tudo e ate o proximo capitulo :*