Who Is The Killer?
5 Capítulo 5
Notas iniciais
– Aimê! Ive! — Alice berra.
– Alice? — Aimê para de andar. — Alice! — Ela se vira e vê a amiga correndo até ela.
– Como vocês estão? — Alice abraça Aimê. — Acharam o Daniel, ele está na pousada.
– Ainda bem. — Ive sorri.
– Ufa! — Karen suspira.
Guilhermo se vira.
– Acharam meu filho! — ele suspira aliviado.
– Sim, Guilhermo... — Jason comenta e abraço o cunhado que exalava felicidade e alívio.
– Vem vou guia-los. — Hunter nota que já se passavam das 3 horas da tarde pelo andamento do sol.
– Vamos. — Karen e Ive seguem Hunter e Aimê abraça o noivo.
– Tudo acaba bem.
– Eu fiquei assustado, achando que você tinha caído em alguma armadilha. — Jason comenta a Aimê.
Estavam atrás de Karen e Hunter que puxavam a fila.
– Karen quase foi empalada por um tronco, se não fosse o Guilhermo ela estaria morta. — Aimê suspira.
– O quê?! — Hunter e Jason falam ao mesmo tempo.
– Definitivamente quero que todos neste casamento fiquem longe das florestas. — Hunter comenta um tanto irritado.
– É. — Karen olha para o chão sem graça.
– Tudo bem caçador. — Aimê olha para ele.
Alice e Ive caminhavam com Guilhermo em silêncio. Guilhermo só pensava em abraçar o filho senti-lo dizer que o ama.
– Estamos logo chegando. — Ive coloca a mão no ombro de Guilhermo e sorri.
– Eu agradeço a vocês pelo esforço e dedicação em achar Daniel. — Guilhermo diz.
– Não precisa agradecer Guilhermo. — Aimê sorri.
– Não mesmo. — Ive e Alice falam ao mesmo tempo e sorriem.
– Se arriscaram pelo meu filho. Vou ser muito grato.
– Realmente foram corajosas meninas. — Jason concorda — Minha heroína. – Ele cochicha a Aimê.
– Faríamos de novo se preciso. — Karen sorri.
– Não sou não. Não fomos nós que encontramos ele. — Aimê sussurra.
– Chegamos. — Alice sai de dentro da mata e vai para a pousada seguida por Karen e Ive.
– Mas foi corajosa, como uma. — Jason beija Aimê retribui abraçando o noivo.
Hunter e Guilhermo seguem as garotas. O sol já estava se pondo, tiveram sorte. Karen subiu para seu quarto precisava de um banho. Ive foi para a sala a procura de Phill. Todos já estavam em lugares aleatórios da pousada.
– Que fome! — Alice sorri e esbarra em um rapaz. — Ah desculpe.
– Alie? — Luke diz surpreso ao reencontrá-la — Alie! — ele abraça ela fervorosamente.
– Luke? — Alice olha para ele. — Luke! — Ela ri.
– Nossa como está? Ficou diferente, há um brilho em você. — Ele fala animadamente.
– Eu estou bem. E você? Você está diferente também. — Ela sorri.
– Estou ótimo. Sou pescador como meu pai, mas caço nas horas vagas. — ele sorri, era bom revê-la.
– Hunt me disse que você seguiu os passos do seu pai. — Ela sorri. — Você é está... É mais bonito.
– Você está linda, mas ainda é...
– Tampinha. — Hunt completa e gargalha.
– Aimê! — Luke olha para ela entrando na pousada ainda com um grande sorriso.
– Palhaço! — Alice revira os olhos.
– Luke! — Aimê solta a mão de Jason e corre até o amigo.
– Como você ficou linda. — Luke abraça ela, sempre foram muito ligados os 3 e Liv.
Jason sorriu, gostava de ver que a ilha estava fazendo bem a esposa.
– Você também. Está com cara de homem. — Aimê ri e abraça ele.
– Certamente. — Ele mantém o abraço por alguns segundos.
– Vê se agora você beija a Alie, ok?! — Aimê sussurra antes de se afastar de Luke. — Estava pensando, que tal irmos para o bar hoje?
– Beijar a... — Ele cora e pigarreia — Gostei da ideia.
– Somos 2! — Jason sorri.
– Então vamos nos arrumar. — Aimê sorri animada e sobe a escada.
– Ouviram a general. — Alice sobe atrás dela.
– O que tá pegando? — Flint fala entrando na sala?
– Noite no Lennery. — Jason sorri.
– GALERA! Noite no Lennery. — Flint berra.
– Que bom que temos alguém para divulgar. — Jason sobe.
– Não quero ser chata, mas eu não vou não. — Karen desce a escada e vai para a sala.
– Por quê?! — Gordon questiona.
– É por quê?! — Christian se aproxima.
– Ah porque não. To desanimada.
– Ah Karen deixa de frescura. — Heather revira os olhos.
Os meninos dão risada pelo comentário.
– Pessoal se me dão licença, preciso ir. — Hunter sorri a eles e vai saindo dali.
– Tchau, xerife. — Os rapazes despedem-se juntos.
– Eu também vou indo, vamos Scott. — Luke chama pelo amigo que estava conversando com Dorian.
– Vamos Karen, você tem que ir, se divertir, dar uns beijos nos rapazes.
– Ai May, tudo bem. Vamos vai. — Karen levanta do sofá e sobe com Maya para seu quarto.
– Eu disse que era frescura. — Heather revira os olhos e vai para fora. Ela se senta na escadaria da entrada e acende um cigarro.
– Sua insistência em ficar sozinha me dá pena. — Flint sorri a ela e senta ao seu lado.
– Você que tem me evitado. — Ela traga o cigarro e solta a fumaça olhando para frente.
– Fiquei chateado, malz. — Flint coça o cabelo sem graça.
– Desculpa mesmo. Não quis te deixar assim. — Ela olha para ele e depois para frente novamente.
– Relaxa. Eu sou um pouco medroso mesmo, mas já passou. — ele sorri.
– Tudo bem então. — Heather sorri.
Flint pega um dos cigarros de Heather acende e fuma com ela enquanto eles conversam sobre as buscas de hoje atrás de Daniel e Ryan.
– Foi assustador Phill. Nunca senti tanto medo. A Karen quase morreu, se não fosse pelo Guilhermo. — Ive comenta com o namorado enquanto se arruma.
– Mas ela está bem. E que bom que não foi você. Não sei o que faria se fosse algo contigo. — Ele senta na cama e fica observando-a.
– Ah meu amor. — Ive termina de colocar os brincos e vai até Phill. — Eu estava preocupada com você também.
– Queria te levar no farol. É o lugar mais lindo da ilha. — Phill pega na mão dela.
– É? Se bem que qualquer lugar com você é lindo. — Ive sorri olhando para ele.
– Tenho que agradecer por ter você em minha vida. — Phill vai até ela e a beija apaixonadamente. Ive retribui ao beijo de Phill e deita na cama com ele aos beijos.
Daniel já estava bem e decidiu ir no quarto da irmã, certamente ela estaria um tanto abatida o irmão fora encontrado, mas não havia nenhum sinal de Ryan. Ele bateu na porta e aguardou uma resposta.
– Pode entrar. — Emma estava deitada na cama e ao ouvir as batidas ela se sentou e abraçou um travesseiro.
– Oi mana... Imaginei que estaria assim. — Ele se aproxima e senta na cama ao lado dela.
– Oi Dany. — Emma suspira e deita a cabeça no colo do irmão.
– Ele deve ter saído me procurar para acabar com o sofrimento da mamãe. — Daniel mexe no cabelo dela.
– Ou foi embora. Ele disse ontem que queria ir.
– Sério? Caramba o que eu perdi nesse dia dentro do buraco? — Ele olha ela com os arregalados.
– Eu e ele estávamos na estufa, ai ele viu uma sombra olhando pra nós e pensou que era você. Ele queria te bater, mas eu e ele acabamos discutindo feio. Me perdi na floresta, uma pessoa correu atrás de mim, o xerife me salvou e ai voltei pra casa e eu e ele transamos pela primeira vez e depois disso ele sumiu.
– Wow! — Daniel pensa um pouco — Hey! Não fui eu. — Ele resmunga.
– Eu sei que não e por eu defender você nós brigamos.
– Entendi, mas pela linha da história, vocês ficaram bem, não foi?
– Ficamos, e é por isso que não entendo esse sumiço dele. Dany, por quê? Caramba, eu amo tanto ele e ele foi embora.
– Relaxa ele não pode ter ido embora. — Estranhamente eles notam uma folha de papel passar por debaixo da porta.
– Ele conseguiu o que queria. — Emma vê o papel, levanta e vai até a porta. — Mas o que? — Ela pega o papel e lê.
"Emma apesar de termos tido dias perfeitos, percebi que você e nem esse lugar são o queria prá mim no momento, então pegarei um barco e irei..."
– O que está escrito Emma. — Daniel interroga.
– É um bilhete do Ryan. – Emma relê com os olhos cheios de lágrimas.
– O que houve? — o irmão se aproxima vendo a um pouco abatida.
– Ele foi embora. — Emma solta o papel e se joga na cama.
– Oh, não. Eu sinto muito. — Ele abraça ela buscando acalmá-la.
– Eu sabia que ele faria isso Dany. Sabia!
– Calma irmã... Foi uma decisão dele, você não tem culpa. — Daniel mantém o abraço.
– Eu me entreguei a ele Dany. — Emma continua chorando e olha para o irmão. — Não conta pra mãe nem pro pai, por favor.
– Não contarei mana. Pode confiar em mim, desculpe por ter deixado você preocupada, por causa dessa porcaria. — Ele tira o celular do bolso e coloca sobre a cama, sua bateria havia acabado com total certeza.
– Eu ficaria preocupada por qualquer outra coisa Dany. — Emma sorri. — Vamos nos arrumar, pelo que parece terá baladinha no bar hoje, acho que vai ser bom pra gente se distrair.
– Nem sei se quero ir, sabe que não me encaixo nesses ambientes. — Ele suspira.
– Disso eu sei, mas vamos. Por mim e você precisa de algo pra se animar.
– Tudo bem, deve ser melhor que uma buraco no meio do nada. — Daniel sorri amarelo.
– Com certeza é. — Emma olha para o irmão e o abraça. — De agora em diante é cabeça erguida e sempre vou estar aqui pirralho.
– Uau! Parece determinada. — Daniel sorri, mas sente que há algo de muito errado, Ryan não podia ser desses que depois de adquirir o que queria, simplesmente some.
– Tenho que estar, pelo menos na frente de todo mundo.
– Emma não fala dessa forma, vai superar isso. E tem a mim ara ajudar, apesar de nossas pequenas intrigas é a irmã das irmãs. — Daniel sorri.
– Você é o irmão dos irmãos pirralho. — Emma sorri e dá um beijo na bochecha dele.
– Bem, eu vou ao meu quarto. Te vejo lá em baixo. — Daniel pisca e sai dali. — A propósito tente ser organizada que quarto horrível. — Ele fala pela bagunça, mal notando que havia deixado o celular na cama dela.
– Rá rá. — Ela joga uma almofada nele e levanta da cama.
– Ah e mana, faça o que quiser com o celular. — Daniel fala e depois sai dali.
– Meu Deus! Abduziram o Daniel e mandaram outro! — Emma ri e guarda o celular nas suas coisas.
– Acho que a lição foi aprendida. — ele sorri e sai dali, gostando de sua atitude.
– É. — Emma sorri e começa a se arrumar.
Era quase noite e Terry resolve dar um mergulho na piscina, ele já havia sido nadador na infância e sentia uma forte ligação com a água, era essencial para ele dar um mergulho. Ele fica de sunga e se joga na piscina, buscando ir até o fundo da mesma. Ele prende a respiração e fecha os olhos, relaxando e testando suas capacidades debaixo d'água. "1, 2, 3, 4, 5, 6...", o rapaz começa a contar o tempo mentalmente.
Apesar de ser noite a água estava relativamente quente e Terry se sentiu em casa. "59, 60, 61, 62, 63..." Ele pensou na felicidade que Jason teria após essa festa, o primeiro dos seis que havia se prendido ao casamento, Terry nunca pensou em casar, mas algo nessa cerimônia parecia estar mudando seu modo de pensar. "82, 83, 84."
A contagem encerrou e ele havia se esgotado, então ele subiu, porém algo havia barrado sua subida. A proteção havia sido ativada e cobriu toda a piscina. Terry sabia que não podia se desesperar, mas não lhe restou outra alternativa, ele dava socos no plástico, mas de nada adiantava, ele havia sido projetado para ser uma forma de proteção, era resistente.
Uma nova contagem se reiniciou, os segundos finais de Terry. “8, 7, 6...” A força antes exercida no plástico foi se perdendo e Terry foi ficando mais entregue ao que aconteceria a seguir. “2, 1, 0.” Terry se foi.
O indivíduo encapuzado remove Terry da água e o arrasta para as vegetações próximas, sumindo dali sem vestígios.
Fale com o autor