Who Is The Killer?
6 Capítulo 6
Notas iniciais

– Bem há 3 carros na garagem da pousada, vocês podem ir neles. — Dorian comunica vendo todos sem saber ao certo como chegar ao Lennery.
– Eu dirijo um. — Flint se prontifica e recebe uma vaia de Christian.
Gordon, Jason e Phill gargalham.
Alice terminava de se arrumar, ela vestia uma saia preta de paetes e uma blusa de seda na cor salmão. Seu sapato combinava com a blusa. Ela se olhava no espelho e ia se maquiando. "Quem sabe hoje não rola algo?" Ela sorri com o pensamento e se olha pela ultima vez no espelho.
– Perfeita. — Ela pega sua bolsa e sai do quarto descendo para a sala.
– Nossa até que enfim noiva. — Maya brinca com a amiga.
– Ah shiu.
– Ta linda Alie.
– Obrigada Karen. Que bom que mudou de idéia e virá conosco.
– É, Maya sabe insistir.
– Ah eu também amo vocês. — Maya sorri.
– Arrasou Ive!
– Obrigada Aimê, você também está um arraso! — As duas desciam logo atrás de Alice.
– Estão lindas meninas. — Ive sorri.
– Obrigada. — Karen e Maya falam ao mesmo tempo e dão risada.
– Valeu. — Alice sorri amarelo.
– Bom, vamos? — Aimê se aproxima dos rapazes sendo seguida pelas amigas.
– Esperem a gente! — Emma desce a escada com Daniel.
– Em não precisa correr. — Daniel desce as escadas com dificuldade quase caindo.
– O pirralho é maior de idade? — Gordon questiona e gargalha com os rapazes.
– Tem uma mentalidade melhor que a sua. Ele precisa se divertir depois do que passou. — Jason comenta e balança a cabeça negativamente — Cadê a Heather?
– Você que é lerdo. — Emma ri e chega na sala.
– Aposto que está fumando lá fora amor. — Aimê para ao lado de Jason e segura na mão dele.
– Vamos logo. — Alice sai da pousada seguida de Karen e Maya.
Ive vai até Phill e segura na mão dele.
– Está maravilhosamente perfeita. — Phill admira a namorada.
– Tudo pra você. — Ive sorri e sai com Phill dali.
Flint segue Alice, Maya e Karen e os 4 veem os carros estacionados em frente a pousada.
– Tenham uma boa noite. — Dorian deseja vendo Christian e Daniel saírem.
– Boa noite papai. — Aimê dá um beijo no rosto do pai e sai dali com Jason.
– Boa noite, filha. — ele sente o beijo dela e sorri, estava extremamente grato por ela não ter se perdido na busca por Daniel e Ryan.
– Gale! — Gordon berra já que ela ainda não havia descido.
– To aqui. — Gale olha para Gordon parada na porta de entrada. Ela passa a mão no cabelo e tira uma folha dele.
– Caramba, você se teletranporta? — Gordon olha ela surpreso.
– Não, eu estava aqui e você que não viu. — Gale sorri.
– Invisível? — Gordon agarra ela e a beija.
– Talvez. — Gale sorri e retribui ao beijo dele.
– Quem vem comigo? — Flint balança sua chave em frente a um dos carros.
– Eu! — Heather sorri para ele.
– Alguém mais? — Flint olha eles.
– Vamos Gale? — Gordon olha ela.
– Vamos. — Gale segura na mão dele e vai para o carro.
– E comigo? — Aimê balança outra chave.
– Eu! — Daniel se manifesta e puxa Emma consigo.
– Comigo? — Phill segura a chave com Ive.
– Eu vou com Flint. — Karen vai até eles.
– Eu com a Aimê. — Maya para ao lado do carro.
– Eu vou com o casal. – Alice aponta para Phill e Ive. — Para guiar vocês. — Ela sorri.
– Eu e Terry completamos o carro do Phil. — Christian sorri, mas ao olhar para o lado — Terry? Bem, deve estar passando mal o tanto que comeu no almoço... — Christian dá de ombros e entra no carro
– Com certeza. — Alice ri e entra no carro.
– Sigam-me os bons. — Aimê ri e entra no carro.
– Ai amor, só você mesmo. — Jason entra no banco do passageiro e vê Maya, Emma e Daniel entrar nos bancos traseiros.
– Partiu bebedeira! Kar tenta se controlar sei que ainda é fraca prá bebidas. — Flint comenta quando ela entra no carro ao lado de Gordon e Gale que já trocavam amassos.
Pode deixar pai. — Karen sorri. — Na boa, vão para um quarto. — Ela cutuca Gordon.
– Deixa de inveja. — Gale fala entre o beijo.
– Inveja? Posso com isso? — Karen revira os olhos.
Heather, sentada ao lado de Flint ri.
– Rala sua mandada. — Gordon brinca e gargalha, Flint também.
O loiro acelera o carro e puxa a fila em direção ao Lennery.
Aimê liga o carro e segue eles.
– Vai Phill segue eles. — Alice brinca com o rapaz.
– Yes, sir. — Phill brinca de volta e acelera atrás de Aimê e Flint.
– O Flint sabe o caminho amor? — Aimê olha para o noivo e depois para frente.
– Duvido muito. — Jason assente para que ela o ultrapasse.
Aimê sorri para o noivo e ultrapassa Flint.
– Me segue. — Ela buzina para ele e toma a dianteira da fila.
– O que? Ela quer um racha, é? — Flint sorri e olha para Heather.
– Ou quer te guiar já que você não conhece essa ilha. — Heather sorri.
– Eu pensei que não ia deixar eu dirigir amor. — Aimê comenta com o namorado.
: — Por que não? É sua casa nada melhor do que você dirigir por ela. — Jason sorri lindamente a ela e olha para a paisagem.
– Pelo menos não batemos em nenhum árvore. — Daniel sorri olhando Aimê pelo espelinho.
– Sobrinho não me provoque. — Aimê ri e volta a prestar atenção no transito.
– E então Maya gostando da ilha? — Jason olha a loirinha. Nunca pensou que Maya a mocinha da cidade iria se adaptar tão bem ao clima e condições da ilha.
– Sim. Muito. — Ela sorri. — Ar puro, sem barulho, uma calma que só no meio do mato tem.
– É a Maya Chambler mesmo? — Jason olha para Aimê, talvez Jason havia pré julgado ela da forma errada.
– É, ela falou meio do mato. — Aimê ri.
– Claro que também tem os mosquitos, mas tudo bem né.
– Eu não disse? — Aimê gargalha.
– Nem falem nessas mini máquinas de tortura. — Daniel sorri.
Jason gargalha e olha para a namorada.
– Mais um. — Aimê ri e logo chega no Lennery. – Chegamos!
Phil estava um pouco atrás e viu que havia um carro atrás do dele buzinando.
– Quem será o babaca? — Christian se vira para trás.
O carro fica ao lado de Phill e os amigos veem Scott, Luke e mais uma garota de pele morena bastante bonita.
– Hey pessoal. — Scott cumprimenta.
Luke acena e depois foca seu olhar em Alice.
– Oi gente! — Alice sorri para eles.
Phill cumprimenta eles, assim como Christian que sorri amarelo por te chamado Scott de babaca.
– Falei de mais, né? — Christian olha eles.
O carro termina a ultrapassagem e já se vê o porto e rente a arvoredos vemos uma grande placa sobre um estabelecimento "Lennery". Posteriormente Scott estaciona.
– Como sempre Chris. — Ive ri.
– Achei que me apoiaria Ive. — Christian fuzila ela pelo espelinho, brincando.
– Bem, chegamos. — Phill vê o carro de Aimê e Flint estacionados.
– Sorry baby. — Ive ri e desce do carro assim que Phill estaciona ele.
Alice revira os olhos e desce do carro.
Parece que grande parte dos moradores do outro lado da ilha vinham ao Lennery, várias carros, mas principalmente motos estavam estacionados na frente do bar que era bastante grande.
– Nossa Phill, se eu viesse andando chegava primeiro. — Gordon gargalha.
– Quanto amor pela minha pessoa, Gordon. — Phill sorri ao amigo.
– Nossa, se amem menos. — Aimê gargalha. — Vem, vamos entrar. — Ela vai para dentro do bar e é seguida pelas garotas.
Jason, Scott e a garota morena, com certeza sua namorada foram os próximos. Flint foi logo atrás.
– Ai meu Deus! — Liv salta pelo balcão e corre até Aimê e Alice. — Vocês voltaram!
– Liv! — Aimê e Alice abraçam a amiga.
– Liv... — Flint olha ela arrebatado, ele não esperava que a ilha tivesse uma garota assim.
Jason sorri, era tão bom ver Alie reencontrando suas amizades da infância.
– Amigas de infância certo? — Ive cochicha para Phill.
– Bingo. — Phill dá um selinho em Ive.
– Tio Jason, posso.conversar com você? — Emma olha para ele.
– Claro. — Jason vai com Emma para um lugar mais reservado.
Ive retribui ao selinho enquanto Emma acompanha Jason.
– É sobre o Ryan. — Ela suspira ao se encostar na parede e olhar para o tio.
– O que houve? Ele ainda não apareceu, podemos procurá-lo pela manhã. — Jason olha ela.
– Ele foi embora tio. — Emma cruza os braços e olha para Jason. — Embora.
– Como? Por que? Ele parecia estar tão bem. — Jason passa a mão pelo cabelo estranhando.
– Eu e ele discutimos, ele pensou que o Daniel tivesse pregado uma peça em nós dois e eu briguei com ele. Quando nos reencontramos ele disse que queria ir embora. — Emma explica para Jason se controlando para não chorar novamente.
– Calma Em. Eu sinto muito mesmo, mas ele agiu de uma maneira imatura, não se foge das coisas assim. — Jason passa a mão pelo cabelo dela — E ele foi muito imbecil de ter deixado uma garota linda como você.
– É, ele foi. — Ela olha para ele. — Só queria entender porque? Eu amo tanto ele tio Jason, chega a doer.
– Me dá um abraço. — Jason abre os braços e sorri.
Emma não pensa duas vezes e abraça o tio, era o que ela precisava, um pouco de carinho. Jason faz um cafuné na cabeça da sobrinha, intensificando a emoção do abraço. Desde o início da conversa parecia ter se esquecido que estava num bar e mal havia reparado no conteúdo do mesmo.
– Obrigada tio Jason. — Emma sorri sentindo o carinho.
– Está tudo bem, agora vamos aproveitar isso aqui e esquecer um pouco dos problemas. Ainda tenho medo de me borrar na frente de toda a igreja. — ele comenta aumentando a voz para que ela ouvisse.
– Seria o mico do ano! — Emma ri e se afasta dele.
– Ah rá! Achei! — Aimê sorri. — Tudo bem por aqui?
– Sim, só estava sendo tio e não o noivo nervoso. — ele sorri lindamente.
– Você não consegue deixar de ser o noivo nervoso por nenhum momento até o dia do casamento. — Aimê sorri. — Vem, vamos entrar, Liv quer conhecer vocês.
– Vamos sim. — Emma sorri e entra no bar, não sem antes sussurrar um "obrigada" ao tio.
Jason olhou ao redor o bar era bastante aconchegante apesar de ser bastante rubro. O balcão era de uma madeira bastante negra, havia uma mesa de sinuca no lado esquerdo, próximo a uma porta que iria ao banheiro único do local. Do lado direito havia um karaokê onde via-se 2 garotas com terríveis problemas de afinação cantando Crazy — Aerosmith.
– Ta tudo bem mesmo? — Aimê olha para o noivo.
– Ryan foi embora. Mas Emma ficará bem. — Jason explica a ela, enquanto vê Emma ir.
– Embora? Como assim embora? — Ela olha para ele sem entender.
– Bem, eles tiveram uma discussão e Ryan avisou de sua ida. Então dito e feito. — Jason suspira e parecia estranhar o fato também.
– Mas gente, ele pisou feio na bola. — Aimê olha para o noivo. — Vamos estar do lado dela, ela precisa disso. Vamos?
– Sim, claro. Mas Emma é como Guilhermo forte no que diz respeito ao emocional. Não é a toa que será uma enfermeira excelente. — Jason fala com os brilhando, tinha tanto orgulho da família.
– Com toda certeza meu amor. — Aimê sorri e beija o noivo.
Jason retribui ao beijo e abraça a noiva. Os amigos começam a assobiar e aplaudir pegando os dois de surpresa.
– Aimê está tão feliz. Concorda. — Luke pergunta a Liv no balcão.
– Nunca vi ela tão feliz como agora. — Liv sorri. — Alie também está, não acha?
– Sim, e está tão... Linda. — Ele admira ela — Ambas estão. — Luke muda seu olhar para Aimê.
– Tem razão, esse tempo fora fez bem a elas.
– Oi... — Flint se aproxima e escora no balcão olhando-a de maneira sugestiva.
Luke riu e deu de ombros.
– Oi bonitão. — Liv sorri. — Posso te ajudar?
Heather, Karen e Maya estavam dançando em um canto do bar.
– Pode e você não sabe como... — Flint morde os lábios e levanta as sobrancelhas.
– Sobrei aqui... — Luke sai dali.
– É? Como? — Liv sorri, estava acostumada com as cantadas dos clientes.
Flint sorri e quando iria começar a falar algo para Liv, Heather o puxa para a pista de dança. Liv ri e volta a preparar as bebidas dos clientes.
Alice tinha pegado uma bebida no bar e foi para fora tomar um pouco de ar.
– Hey... A diversão fica do lado de dentro. — Luke fala para ela.
– Oi. — Alice sorri. — É eu sei, só vim tomar um pouco de ar.
– Aconteceu alguma coisa? — Luke se aproxima dela.
– Não, nada. — Ela se senta na cerca da entrada do bar e sorri para ele.
– Nem tivemos a oportunidade de conversa direito. Como é sua vida na cidade? — Ele também senta na cerca.
– Agitada, totalmente diferente daqui.
– Liv me disse que virou psicóloga, assim como Aimê. — Luke sorri.
– Sim, fizemos a faculdade juntas e moramos juntas. Como aqui na ilha. — Ela olha para ele. — Mas agora to querendo voltar pra cá.
– Seria perfeito! — Ele não contém a empolgação,
– É? — Ela olha para ele surpresa pela empolgação dele.
– De certa forma sim. — ele se corrige vendo que ela percebeu algo a mais de sua parte.
– É bom pra voltar a ficar com o Hunt, que deveria estar aqui e não está.
– Ele vai aparecer, seu irmão nunca mais foi o mesmo sabia. — Luke olha ela um tanto sério.
– É? O que aconteceu enquanto eu estive fora Luke? E não mente pra mim.
– Ele se tornou um tanto frio. E bem, houve uma época em que se acreditava que havia um assassino na ilha. Seu irmão uniu todas as forças para encontrá-lo. Disse que ia matá-lo. E conseguiu, mesmo que ele diga que foi legítima defesa. — Luke suspira — Eu acredito nele e bem o pessoal da ilha também, mas ele vem sido muito gélido desde então.
– Ou..outro assassino? — Alice olha para Luke sem reação, era como um choque ouvir aquilo. — Porque ele não me contou? Luke ele passou por isso de novo e sozinho.
– Bem ele não era como Shane, ele havia simplesmente matado alguém, mas Hunter ficou obcecado. E bem... Ele deve ter seus motivos, mas acho que eu também não contaria. — Luke olha para o porto.
– Devia ter me ligado, você ou a Liv. — Alice coloca a mão na cabeça. — Meu Deus, ele passou por isso sozinho, Hunt se faz de forte, mas ele não é.
– Calma... Já se fazem uns 3 anos. Já passou. Me desculpe por não ter falado, mas ele pediu. — Luke abraça ela.
Alice retribui ao abraço de Luke, ela fecha os olhos e pensa no irmão, sabia como era delicado para ele cuidar novamente de assassinos, principalmente pelo que tinha acontecido com o pai.
– Tudo bem. — Ela sussurra e deita a cabeça no ombro dele.
Luke faz carinhos no cabelo de Alie e vê a viatura chegando, como ela está de costas para a estrada ele vira ela. Hunter estaciona o veículo e sai do carro ajeitando o cabelo no retrovisor.
Ele veio. — Alice sorri ao ver o irmão e segura na mão de Luke.
– Por que não corre e dá um abraço nele. — Luke gosta da mão dela na sua.
– Boa idéia. — Alice sorri para Luke e corre até o irmão. — Hunt! — Ela pula nele e o abraça.
– Boa noite. — Hunt gargalha e agarra a irmã. Cada segundo com ela fazia tudo valer a pena.
– Boa noite! — Ela sorri animada. — Ainda bem que veio.
– Bem, agora estou aqui. E ai como foi o reencontro com a Liv? — Hunt fala com ela ainda abraçado.
– Perfeito! Ela está linda e diferente. Todos mudaram.
– Realmente alguns até mais do que outros. — Hunter olha em direção ao Lennery.
– Você principalmente. — Alice olha para o irmão. — Vamos nos divertir. — Ela sorri e vai até Luke junto com Hunter.
– Gamou na minha barba, né? — Hunter comenta — Hey, Luke. — Hunter estende a mão e cumprimenta o pescador.
– É. — Alice sorri. "Só nas mentiras que não."
– Vamos entrar. — Luke abre a porta do bar.
– Vira! Vira! Vira! — Flint, Gordon e Christian berravam e esperavam Karen virar a bebida.
– Vamos. — Alice entra no bar com eles.
Karen pega a dose da bebida e vira.
– Mais uma! — Ela gargalha.
– Kar não é a fraca prá bebidas. — Phill pergunta a Aimê.
– Duvido encarar mais uma. — Gordon desafia.
– É e vai passar bem mal. — Aimê olha para Phill e depois para Karen.
– Pode mandar! — Karen olha para Liv.
– Já bebeu demais não acha? — Liv olha para Karen.
– Sem querer ser grossa, mas eu estou pagando, faça seu serviço. — Karen olha para ela já alterada.
– Tudo bem, quem vai passar mal é você patricinha. — Liv completa o copo de Karen e vai atender os outros clientes.
– Caramba! — Flint diz e vê ela virar mais um.
– Garotas da cidade grande... — Scott comenta vendo a euforia de Karen, posteriormente volta a jogar sinuca.
– Amor, precisa conversar com sua prima. — Jason beija ela.
– Com toda certeza. — Aimê retribui o beijo de Jason e vai até Karen. — Já deu né?
– A eu estou ótima! — Karen olha para a prima e sente o estômago embrulhar. — Ou não.
– Vem. — Aimê leva Karen até o banheiro.
– Poxa, eu deveria me sentir culpado por isso? — Flint olha Liv.
– Você que incentivou e ela não é tão forte para as bebidas. — Liv sorri para ele.
– Caramba, vejo que sensatez faz parte de seus maravilhoso conteúdo. — Flint implanta toda sua malícia no olhar que manda a ela.
– Também. -Liv sorri sem graça para ele.
– Poderia me mostrar a ilha e seus lados positivos qualquer dia desses. — Flint sugere,
– Se quiser posso te levar na cachoeira amanhã. Estarei de folga.
– Um convite bastante tentador. — Flint sorri de lado.
– Hey que tal uma disputa no karaokê, comigo?! — Christian berra e pega um dos microfones.
– Eu quero! — Emma sobe no palco com ele.
– Beleza... Deixa eu ver a lista. — ele observa a pasta de músicas — Essa aqui! Espero que conheça. — Christian aciona a música e olha Emma, todos se aproximam.
– KOL é perfeito! — Emma sorri e começa a dançar no ritmo da música.
– Não sabe com quem se meteu, ela não é uma simples garota da cidade grande. — Hunter fala observando a disputa que começaria.
– Ta interessado nela xerife? — Gale para ao lado dele.
– Não... Mas ela tira o fôlego. — ele sorri olhando Gale.
– Lay where you're laying, don't make a sound, I know they're watching, they're watching... — Christian começa e pede as palmas do pessoal, ele sabia como agitar.
Flint assobia e aguarda por Emma.
– Sei. — Gale bate palma e começa a dançar.
– All the comotion, the kiddie-like play, has people talking, talking. — Emm olha para Christian e aponta para ele. — You! Your sex is on fire!
– Dark of the alley, the breaking of day... — Christian canta animadamente vendo que sua oponente era boa. Ele vai até Jason e Gordon e coloca o microfone para eles continuarem — The head while I'm driving, I'm driving...
Jason sorri e beija a noiva dançando que o acompanha.
– Soft lips are open, nuckles are pale. Feels like you're dying, you're dying! — Emma canta com Alice e Maya.
Liv dança no bar junto com as outras bartenders enquanto elas atendem os pedidos.
Hunter balança a cabeça no ritmo da música. Daniel estava sentado timidamente, mas curtia tudo de sua maneira.
Christian se virou e apontou para Emma e a garota fez o mesmo, ambos apontaram um para o outro.
– You...
Emma se aproxima de Christian e segura na mão dele que estava com o microfone para que eles cantassem juntos.
– Your sex is on fire.
Ele canta com ela e começa a pular indicando que era hora de eles apontarem os microfones para o pessoal cantar.
– Consumed with what's to transpire — O pessoal canta e Hunter se anima.
– Hot as a fever, rattling bones. I could just taste it, taste it. — Emma dança e olha para Hunter, ela desce do palco e vai até ele.
– Wow essa eu quero ver... — Luke fala ao lado de Alie.
– Eu também. — Alice olha para Hunter e Emma.
– If it's not forever, if it's just tonight, oh it's still the greatest, the greatest... — Christian assume o palco e dança de maneira espontânea.
O bar estava pura energia.
– You. — Emma passa a mão pelo tórax de Hunter. — Your sex is on fire...
Aimê, Maya e Karen olham para a cena e se surpreendem com a ousadia de Emma.
Hunter estranha totalmente e apenas encara ela. Ele não sabia o que fazer.
Emma sorri para ele.
– Canta comigo. — Ela sussurra. — You...
– Your sex is on fire... — Hunter canta sua voz grave invade o bar, era tão gostosa de se ouvir.
Christian vai para o meio do palco.
– Consumed!! — Christian canta.
– With what's to transpire! — Emma canta e volta para o palco. — You!
Christian segura na mão de Emma e volta com ela no palco.
– And you... — Ele berra mostrando ter talento na música.
Phill gira Ive e agarra a namorada por trás, estava sendo maravilhoso a apresentação dos 2.
– Your sex is on fire. — Ive sussurra para Phill.
– Consumed! — Emma sorri.
Christian encerra e faz referência ao pessoal. O pessoal, aplaude, assobia, grita. Os 2 tinham arrebentado. Emma faz o mesmo que Christian e abraça ele.
– Arrasou Chris.
– Surpreendeu Em. — Ele sorri ao abraçá-la.
– Você também. — Emma sorri.
Luke segura Karen quando ela fica meio tonta, esta bebeu além do limite.
– Tudo bem? — Ele olha ela.
– Yeeeey! Estou muito bem, melhor agora estando em seus braços. — Karen sorri.
– Caramba... — Luke sorri tímido — Você tá bastante alterada. — Ele tenta colocar ela de pé.
– To nada gatinho. — Ela sorri.
– Ah está sim! Karen, hora de ir pra casa não acha? — Alice olha séria para ela.
– Eu levo ela. — Hunter se aproxima.
Luke segura ela novamente quando ela tropeça e quase cai em cima da namorada de Scott.
– Desculpa, Didi. — Luke fala a ela.
– Tudo bem. — Didi se afasta deles.
– Mas já Hunt? — Alice olha para ele.
– Ops! — Karen coloca a mão na boca e ri. — Mas eu não quero ir embora. — Ela para de rir e faz um bico.
– Eu levo ela e volto. — Hunter ajuda ela a ficar em pé. — Vem aqui princesa.
– Quero ir embora também. — Daniel se oferece ouvindo a conversa.
– Eu também vou. — Emma se aproxima deles.
– Não. — Karen se segura em Hunter.
– Vai sim e sem discussões. — Hunter pega ela no colo, quando ela ameaça cair novamente.
– O que está acontecendo aqui? — Aimê se aproxima deles.
– Uh, você é forte... — Karen ri. — Querem me levar embora. Hey, A, acho que ele quer me beijar, mas shiiiu, — Ela coloca o indicador na boca. — É segredo.
– Ele vai levar ela embora. Ela está caindo em todos. — Luke explica a Aimê.
Hunter olha para Karen de maneira séria e faz ela dar um saltito em seu colo, para que ela pare de frescura.
– Entendi, eu posso levá-la Hunt. — Aimê olha para ele.
– Me coloca no chão. — Karen olha para Hunter. — Agora!
– Karen, para de cena. — Alice olha para ela.
– Shiu! — Karen olha para Alice depois para Hunter. — Vai demorar?
– Pode vir Aimê. — Hunter sai do Lennery — Daniel abra a porta da viatura. — Hunter fala segurando Karen mais firme.
Daniel abre a porta e Hunter a coloca lá de maneira rude.
– Ai! Estúpido! — Karen olha brava para Hunter.
– Amor eu volto logo. — Aimê dá um selinho em Jason e vai atrás de Hunter.
Emma vai com ela e olha para Hunter.
– Incomodo se for junto?
Jason estranha ela ir, não tinha necessidade, se bem que alguém precisava cuidar de Karen.
– Claro que não, Emma. — Hunter sorri ao ouvir Karen.
Daniel entra ao lado de Karen e fecha a porta. Aimê dá a volta e entra do outro lado do carro. Karen deita a cabeça no colo de Aimê e coloca os pés nas pernas de Daniel.
– É. Dessa vez eu vou na frente. — Emma sorri e entra no lado do passageiro.
Daniel revira os olhos quando vê ela jogada em cima dele.
Hunter entra o no carro e ajusta o espelinho passando pelo rosto do Daniel, da Karen e parando no rosto de Aimê ele olha ela por alguns segundos e depois pega a chave ligando a viatura.
Emma olha para Hunter e abre a porta.
– Pensando bem, vou ficar. — Ela sai do carro e fecha a porta. — Tchau. — Ela volta para o Lennery e vai até Liv. — Tequila! Dupla.
– Boa garota. — Liv serve ela e sorri ao ver ela virar a dose. — Só não saia carregada que nem a outra.
– Que bicho mordeu ela? — Hunter dá de ombros e liga a viatura indo em direção a pousada.
– Ela quer ficar com você bobão. — Karen resmunga.
– Shiu Kar.
– Mas é verdade A.
– Shiu!
– Hey! Vamos parar com a discussão na minha viatura. — Hunter olha elas pelo espelinho.
– Vamos deixar de ser estúpido? — Karen se levanta e olha para ele.
Se Hunter não estivesse no banco da frente ele daria um beijo nela prá que parasse de ser tão histérica, mas ele relevou e ficou em silêncio.
Karen sorri para ele.
– Palhaçada. — Aimê resmunga para si mesma e cruza os braços.
– Preciso de Whats App! — Daniel desabafa.
Hunter olha para ele sem entender ao certo.
– Eu também. — Karen suspira e se encosta no banco.
– O que seria esse tal de Whats App? — a ilha não inserida nas tecnologias atuais, por conta da instabilidade da comunicação nela.
– É um aplicativo de celular, através dele podemos mandar mensagens, fotos, musicas, videos e mensagens de voz para outras pessoas. — Aimê sorri.
– Super didática. — Daniel faz um sinal de OK a Aimê e sorri. Hunter também ri.
– Faço o possivel. — Aimê sorri e olha para Karen. — Mas? — Ela cutuca ela e vê que a prima tinha dormido. — É, apagou.
– Trabalho facilitado. — olha ela pelo espelinho e vira o carro na entrada pousada.
– Ela é fraca pra bebidas. — Aimê olha para Hunter. — Eu também era.
– Não é fácil saber que perdi a oportunidade ver essas coisas que aconteceram na vida de você e da Alie. Como talvez a primeira bebedeira. — Hunter ri.
– Deveria ter ido pra cidade com a gente caçador.
– Preferi ficar, de início fiquei aos cuidados do padre Adriel, mas logo depois decidi ficar sozinho. — Hunter suspira e estaciona o carro.
– Meus sentimentos. — Daniel disse, vendo que Hunter se abateu.
– Desculpa Hunt. — Aimê suspira e sai do carro.
– Tá tudo bem. — Hunter sai e indo ao banco de trás pega Karen em seu braços.
Daniel sai do carro e caminha em direção a mansão primeiro.
– Gostei de te ver cantando.
– Eu? — Hunter sorri.
– Não, a Gale. — Daniel revira os olhos e apressa o passo.
Hunter dá risada e continua a caminhar com a bêbada em seus braços.
– Precisa mesmo do whats hein. — Aimê ri.
Karen abraça Hunter enquanto é carregada por ele.
– Abre a porta prá mim, por favor. — Hunter diz com Karen agarrada a ele.
– Ta bom. — Aimê abre a porta e entra logo depois de Daniel. — Boa noite Dany.
– Boa noite, pessoal. — Daniel acena e sobe as escadarias.
– Boa noite. — Hunter diz e vai andando com Karen.
– Vem. — Aimê sobe esperando ser seguida por Hunter.
Hunter sobe as escadas, Karen não era pesada, ele não encontrava dificuldade em carregá-la.
– Sabe, fico imaginando você em seu vestido de noiva. — Hunter comenta.
– Se quiser posso experimentar pra você ver. — Aimê para na frente de um quarto e abre a porta. — Cama da janela.
Hunter leva ela até a cama e deixa ela lá. Posteriormente ele dá um beijo em sua testa.
– Boa noite, sua bebum antipática. — ele sorri para Kar e ao olhar Aimê — Mas isso não dá azar.
Karen rola na cama ficando de barriga para baixo.
– Você não é o noivo caçador. — Aimê sorri e segura na mão dele. — Vem. — Ela o leva pra seu quarto.
"Quem me dera..."Hunter pensa sendo guiado por ela.
Ele segue ela e sobe as escadas para o 3 andar onde fica a suíte dos noivos.
– Essa pousada é um labirinto. — ao entrarem no quarto ele sente uma forte excitação. A garota que amava, havia crescido se tornado uma linda mulher e estava levando ele até seu quarto, mas ela se casaria em 3 dias.
– Né. Uma loucura. — Aimê sorri e vai até o closet. — Perai. — Ela encosta a porta e pega seu vestido, rapidamente ela tira sua roupa e coloca o vestido.
Hunter senta na cama e observa a porta do closet que por sinal ficou mal fechada havia uma brecha, esta ele visualizou Aimê tirando sua roupa. Ela tinha se tornado uma mulher maravilhosa, ele se encantou.
Aimê termina de se vestir e sai do closet.
– Que tal? — O vestido era tomara que caia, colado ao corpo e com uma cauda longa. Ela tinha colocado o véu que era de renda com uns cristais bordados, combinando com os cristais do vestido.
Hunter sente seu coração acelerar, como se ela fosse sua noiva. Ele fica pasmo com a perfeição que o vestido estava nela e olha que ela nem havia produzido seu cabelo. Ficou sem palavras por um segundo, um minuto. Sua respiração fica em descontrole.
– Você está maravilhosa. — ele fala arrebatado.
– Ah para caçador. É simples. — Aimê sorri sem graça.
– Simples é como eu estou me sentindo, perto de tamanha beleza. — ele fica de boca aberta sobre a cama.
Aimê olha para ele e sente o rosto esquentar, sinal de que ela estaria corada.
– Eu vou, é, me trocar para voltarmos pro Lennery. — Ela sorri e volta para o closet.
– Quer ajuda com o zíper? — ele desconversa, mas de uma maneira tão boba.
– Por favor. — Ela tira o véu e olha para Hunter.
Hunter se aproxima dela e indo atrás dela começa a puxar o zíper vagarosamente. O pescoço dela nu de alguma forma causa um efeito estimulante em Hunter, ele gostaria de poder beijá-la naquela região agora. Ele gostaria de tê-la agora, a respiração ofega.
Aimê sente a respiração de Hunter contra sua pele e seu corpo se arrepia. Ela olha para ele pelo espelho e morde seu lábio.
Hunter finaliza e se afasta, não podia agir dessa forma, ela iria se casar.
– Pronto.
Antes dele se afastar, Aimê se vira e olha nos olhos dele.
– Porque você está ofegante? — Ela pergunta para ele ofegante também.
– O clima esquentou de alguma forma... — ele sorri sem graça. "Por que eu não resisto a nós dois".
– É, tem razão. — Ela olha nos olhos dele.
– Vou te dar privacidade... — ele diz e vai saindo dali.
– Caçador?
– Oi? — ele se vira e volta a olhar para ela.
– Obrigada.
– Pelo quê? — e ele sorri.
– Por ser esse homem incrível que você é, por amar a Alie e por estar aqui.
– Obrigado a você também Aimê. Por ser essa mulher incrível, por amar Alie e por estar aqui. — Hunter fofamente e vai saindo dali.
Aimê sorri e tira seu vestido voltando a guardar ele e a colocar a roupa de antes.
Christian havia notado vários olhares sugestivos da namorada de Scott. O rapaz ficou na dele, mas estava um pouco alterado, por isso não se importava com o que viesse a seguir.
Alice dançava junto com Luke, estava gostando da aproximação dos dois. Ela olha para ele e sorri, mas ao perceber Didi olhando para Christian ela faz uma careta.
– O que foi? — Luke olha para ela, enquanto se agitava, essa proximidade com Alie estava lhe fazendo bem.
– Quem é essa Didi? — Ela olha fixamente para a garota.
– Ela morava do lado leste da ilha, mas começou a namorar Scott e bem, agora ela mora com ele. Ela é sem dúvidas a coisa que Scott mais preza.
– E uma verdadeira periguete né... — Alice comenta e depois olha para Luke. — Desculpa.
– Tudo bem, ela já deu em cima de mim. Christian é só mais um. — Luke revira os olhos e segura na cintura dela.
– Mais um que vai acabar com o olho roxo. — Alice suspira e olha para Luke. — Como foi viver sem mim? — Ela sorri lembrando que Aimê fez a mesma pergunta para Hunter.
– Depressivo... — ele abaixa a cabeça — Aimê, mas principalmente você traziam vida a esse lugar. — Luke sorri lindamente a ela. Suas palavras foram um pouco parecidas com as que Hunter disse ao responder essa pergunta.
– Principalmente eu? — Alice olha para ele e sorri.
– Bem, sim... Minha opinião. — Luke agora dançava um pouco mais próximo a ela.
– É? — Alice se aproxima de Luke e olha nos olhos dele sorrindo.
– É... — ele vê que o clima havia sido erguido ao redor deles, então coloca uma das mãos no pescoço dela e vai os aproximando.
Ela coloca as mãos no rosto dele e sente a respiração dele em seu rosto, o que ela tanto queria estava para acontecer.
Didi se aproxima de Christian assim que Scott vai até o banheiro.
– Boa noite, gatinho.
– Boa noite. — Christian dá enfâse no que diz e sorri de lado a Didi.
– Não minta pra mim, também quer me beijar como eu quero? — Ela olha nos olhos dele sorrindo.
– É sempre direta assim... — Christian fica surpreso.
– Quando não tenho muito tempo, sim. — Ela sorri.
– Mas, e o seu namorado... — ele olha para o banheiro — Quer saber... — e a beija sem muitas delongas.
Didi sorri e retribui ao beijo dele.
– Uou! — Emma olha para Christian e a garota.
– Vai dar problema. — Maya comenta com Emma.
– Eu pensava que ele era gay. — Heather olha confusa para o beijo.
– Se superou Heather! — Emma gargalha junto com Maya.
– Mas é. — A loira olha para eles.
– Virou bagunça, Scott não merece essa daí. — Liv dá a volta saindo de trás do balcão. — E agora vai dar briga. — Ela pensa consigo vendo Scott sair do banheiro.
– Mas que porra é essa?! — Scott berra vendo eles no maior beijo de língua.
– Calma cara... Não é o que você tá pensando. — Christian dá a velha desculpa que nunca funciona.
– Eita porra, Flint acho melhor a gente dar uma de guarda-costas. Até o Phill briga melhor que Chris. — Gordon fala e segura no ombro do loiro assentindo para a cena.
– Ele que me beijou a força Scott, tentei me soltar, mas não consegui. — Didi sussurra para o namorado.
– Droga. — Alice se afasta de Luke e vai até eles. — Scott se acalma.
– Alie, não dá... Esse babaca! — ele ameaça ir prá cima de Christian, mas Luke entra em ação e o segura.
– Hey! Você quis me beijar, eu só fiz sua vontade... — Christian fica embasbacado — Vadia... — ele comenta sobre ela.
– Caramba, Ive quer ir prá fora? — Phill olha para a namorada.
– Você que sabe amor. — Ive olha para ele e para a briga.
– Christian é melhor sair daqui. — Alice olha para ele. — Ela ficou flertando com ele Scott.
– É verdade, eu vi lá do bar. — Liv olha para o amigo.
– Mas o que está acontecendo? — Aimê questiona ao chegar no bar com Hunter.
– Eu vou acabar com esse cara! — Scott fica cego de raiva e dando uma cotovelada em Luke se livra dele e posteriormente parte prá cima de Christian investindo vários socos no rapaz. Christian procura se defender, mas acaba levando alguns dos socos e cai ao chão.
– Hey! — Flint segura na mão de Scott quando esse iria tentar mais um soco e vai levando ele para longe de Chris. Gordon vai até o amigo.
– Maldito! — Christian berra.
– Scott! — Alice tenta segurar ele com a ajuda de Liv. — Vem Flint. — Elas empurram o rapaz para fora do bar.
– Você está bem Chris? — Emma ajuda ele a se levantar.
Scott se solta de Flint e acaba acertando uma bofetada em Liv, não foi sua intenção, claro, mas isso o fez parar.
– Ai! — Liv olha para ele e coloca a mão no rosto.
– Vai embora Scott. — Alice olha para ele. — E leva a vadia da sua mulher daqui.
– Vadia é você. — Didi fuzila Alice com o olhar.
– Cala a sua boca! Você me dá nojo! — Alice olha para ela.
– Vamos Scott. — Didi segura no braço dele e o puxa para eles saírem de lá.
– Não, Dianne. Dessa vez, você vai sozinha. — Scott se afasta dela — Liv me perdoe. — Ele fala a ela.
Flint como um defensor de Liv entra na frente da garota e mostrando o dedo do meio.
– Vai se ferrar, cara.
Dianne revira os olhos e sai dali indo para a casa
– Tudo bem, só vai embora. Se acalma e amanhã conversamos. — Ela sorri ao amigo e coloca a mão no ombro de Flint. — Tudo bem, obrigada.
Alice olha para Scott e entra no bar.
– Eu vou acabar com aquele otário. — Christian reclama vendo que estava com um corte em cima da sobrancelha. Ele se levanta e vendo uma garrafa vazia a segura e quebra ela no balcão, depois vai seguindo para a saída do bar.
– Christian! — Phill berra vendo ele ir para fora.
Hunter apanha o braço dele e o torce.
– Christian larga isso agora! — Hunter fala com a voz firme.
– Christian! — Emma vai atrás dele seguida por Aimê.
– Christian larga isso, você bebeu demais. – Aimê olha para ele.
– Chris... — Jason se aproxima — Larga isso, por mim, pelo meu casamento... — Jason fala calmamente.
– Mas Jay, ele merece uma...
– Christian. — Jason olha ele.
Christian solta a garrafa quebrada que poderia fazer um estrago em Scott. Hunter lentamente vai liberando o braço de Christian vendo que ele estava um pouco mais calmo.
– Acho melhor irmos embora. — Aimê olha para eles.
– Concordo tia. — Emma olha para ela e depois para Hunter.
– Sim, Aimê. Vem comigo grandão. — Gordon vai levando Christian dali.
– Acabou a noite aqui por hoje! Sugiro que todos vão prá suas casas! — Hunter ordena, querendo ou não ele era a autoridade máxima na ilha.
Os clientes olham para o xerife, pagam suas contas e vão deixando o bar.
Maya e Heather acompanham eles e param ao lado de um dos carros que elas vieram.
– Vamos amor. — Ive segura na mão de Phill e vai com ele pra fora.
– Quando chegar em casa fazemos um curativo nesse corte aí parceiro. — Emma sorri para Christian e olha para Hunter. — Tchau xerife. — Ela acena para ele e sai do bar acompanhando Gordon e Christian.
– Tchau caçador. — Aimê sorri para ele e sai do bar com Jason.
– Me esperem! — Gale sai do balcão e vai atrás da sobrinha e dos outros.
Alice volta a entrar no bar a procura da sua bolsa, ela olha em volta e a vê no balcão. A loira caminha até lá e a pega.
– Tchau garotas. — Ela sorri e vai até Hunter. — Tchau xerife.
– Tchau, pessoal. — Hunter cumprimenta o pessoal — Xerife? Sério? — Hunter sorri a irmã.
– Sério. — Ela sorri.
– Boa noite, mana. — Hunter abraça ela.
Alice retribui ao abraço e olha para ele.
– Amanhã vou lá na delegacia falar com você.
– Tudo bem... — Hunter sorri ao vê-la saindo.
– Ainda está doendo. — Flint passa a mão no rosto de Liv enquanto vê os amigos indo até os carros.
– O tapa ou a decepção? — Liv olha para ele.
– Bem, eu falei do tapa, mas... Decepção? — Ele olha ela.
Acho que o tapa deu algum problema aqui. — Ela aponta para a cabeça e ri.
– Mas você vai ficar bem, não é? — Flint olha ela.
– Claro, não se preocupe. — Ela sorri e passa a mão no rosto dele. — Amanhã eu te busco na pousada, ok?
– Não deveria ser o contrário? — Flint sorri de lado.
– Seria se você morasse aqui. — Liv sorri.
– Todos usam isso contra mim. E se eu arranjasse um motivo para morar aqui. — ele pisca a ela.
– Seria muito bem vindo e eu iria adorar. — Ela sorri de lado e retribui a piscada dele.
– Hey, Flint, bora! — Heather chama por ele.
– Ok. — Flint cochicha a Liv — Namorada ciumenta. Bem tenho que ir, nos vemos amanhã?
– Não sei, agora mudou um pouco as coisas. Você namora e não quero levar outra bofetada.
– Eu estou brincando. — ele sorri e é buzinado para ir ao carro — Te espero na Pousada, ás 14. — Ele acena e vai indo até o carro.
– Até amanhã. — Ela sorri e pensa em se despedir com um selinho, mas talvez ele pensaria que ela era atirada, assim como Didi.
Os amigos saem do bar e vão para a pousada, a noite tinha sido intensa e tudo que todos queriam eram dormir e esquecer dos acontecimentos.
Alguém observava Karen enquanto ela dormia a porta do quarto havia sido aberta de maneira silenciosa para que a garota não acordasse. Karen dormia profundamente. Ela tinha exagerado mesmo na bebida e seu corpo cobrava uma boa noite de sono para que ela se recuperasse.
O indivíduo se aproximou dela e começou a passear uma lamina em seus cabelos. Ela se vira ficando de lado e se cobre até os ombros. Seus longos cabelos ficam livres no travesseiro, o que facilita a ação do indivíduo.
Karen ouve seu nome ser sussurrado pelo indivíduo.
– Hum... Mais alguns minutos... — Ela resmunga ainda dormindo.
O indivíduo volta a chamá-la, o quarto estava escuro não se podia vê-lo de maneira minuciosa.
Que droga! — Ela abre os olhos e vê uma sombra parada na frente dela. — Que foi? — Ela se senta na cama e tateia a cômoda para acender o abajur.
O indivíduo se afasta e vai indo em direção a porta sabendo que seria seguido.
Karen se levanta e vai atrás dele.
– Espera. — Ela pega uma blusa de frio e veste.
O indivíduo sai pelo corredor, estava todo de preto e encapuzado também. Parece ter um uniforme específico.
– Ta precisando de cor nessa roupa aí. — Karen segue ele. — Espera! Pra que a fantasia?
Ele se virou e subiu as escadas para o segundo andar, Karen perdeu ele de vista quando a escada se encurvou para dar segmento até o andar de cima.
Karen acaba indo na direção contrária do indivíduo.
– Droga. — Ela caminha pelo corredor olhando para os lados a procura do indivíduo.
Ela acaba ouvindo um barulho de janela se abrindo que vinha das sacadas, estas ficavam em frente a escadaria que vinha do andar de baixo.
– Ta me fazendo de palhaça. — Karen desce as escadas e vai até onde o barulho vinha.
A janela estava aberta e o vento balançava a cortina. O indivíduo parecia estar lá.
Karen caminha até a janela, ela cruza os braços e passa as mãos pelos braços para se aquecer.
– Ta, pode parar de pique esconde. Cadê você?
O indivíduo agarrou ela por trás e tampou sua boca. Ao passar pela janela, ele a colocou a beira da sacada, inclinando ela contra o batente.
Karen tenta falar, mas não consegue. Ela abre a boca e morde a mão dele.
– Me solta!
A pessoa com raiva a empurra, rumo ao chão lá em baixo. Karen tenta segurar no indivíduo mais não consegue. Ela despenca da sacada e ao cair no chão, a ultima coisa que ela escuta é o barulho da sua cabeça contra as pedras. Ela está morta.
O indivíduo desce correndo e ao ver Karen morta ele sorri. “Menos uma.” Ele pensa e passa mão pelos olhos da garota para fecha-los. Ele a pega no colo e vai para mata levando o corpo consigo.
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