Who Is The Killer?
15 Capítulo 15
Notas iniciais
(Foto)
– Dani! Em! — Guilhermo insistiu.
– Aqui pai! — Daniel segurou no pai, ouvindo a voz dele.
– Graças a Deus. — Guilhermo o abraçou.
– O que aconteceu!? — Flint questionou.
Hunter tentava andar pela sala a procura de Alie, acabou trombando em Liv.
– Ai. — Liv resmunga.
– Liv. — Hunter segura nela.
– Ive, estou na escada com Sheyla... — Phill orienta a namorada — Siga minha voz.
Ive segue a voz de Phill e vai balançando as mãos.
– Phill?
– Aqui amor. — Phill estende a mão e encosta nela — Sheyla está tudo bem?
– O gerador fica lá fora, vou tentar ir lá. — Hunter fala a Liv.
– Sim. — Sheyla sussurra.
– Phill! — Ive abraça ele.
– Não Hunter. — Liv segura ele. — Fica.
– Liv alguém tem que dar um jeito nisso. — Hunter fala a ela.
– Vou com ele... — Flint fala tocando nos 2.
– Mas é perigoso.
– Aqui! — Alice entrega a lanterna para Hunter.
Hunter aciona a lanterna e aponta para as pessoas ali.
– Se aproximem, por favor. Jason, Guilhermo cuidem do pessoal. Vamos Flint.
Quando Hunter ameaçou sair da pousada com Flint a energia foi reacesa.
– Achei que precisavam de uma luz. — Luke diz na porta sorrindo de lado.
– Luke! — Alice corre até ele e o abraça, estava bem por ele ainda estar vivo.
– O que é aquilo? — Emma aponta para a poça de sangue.
Luke estava abraçado a Alie e olhou na direção sugerida por Emma.
– Ai meu Deus... — Phill fala e vê que há uma trilha depois dele, como se alguém fosse arrastado.
– Cadê a Dorotty!? — Gordon olha ao redor.
Hunter entende o grito havia sido feminino.
– Sem tumulto... — ele começou a seguir a trilha.
Aimê segue a trilha com Jason.
Maya e Heather vão logo atrás.
Emma segura no braço do irmão e o acompanha.
Alice permanece abraçada com Luke, não queria nem imaginar em mais uma morte.
Sheyla e Ive permanecem abraçadas com Phill sem saírem do lugar.
Gordon ficou com eles ali, mas foi até a porta de entrada e a fechou, dava para se notar seu medo.
Flint segue eles de mãos dadas a Liv. Guilhermo logo atrás preocupado com os filhos.
– Acho que conheço aonde isso vai dar. — Flint disse.
Hunter olhou para trás e olhou para Aimê, queria ver como ela olhava para ele, possivelmente com raiva.
– Fornalha. — Emma sussurra.
Aimê abraça Jason e evita olhar para Hunter, não sentia raiva, mas estava magoada com ele.
– Sim, Emma, tem razão... — Jason fala para a sobrinha.
Hunter vê que Aimê o evitou e depois olhou Jason, recebeu um olhar negativo do noivo.
Ele se entristeceu e focou no sangue.
– Porque parece ter medo desse lugar, Em? — Daniel disse olhando a irmã.
– Essa ilha me dá medo Dany. — Emma cochicha para ele.
– Ainda mais agora... Depois dessas mortes... — Flint disse logo atrás com Liv.
Hunter abriu a porta da fornalha e acendeu o interruptor a trilha parecia sumir abaixo da mesa com as ferramentas.
– Você vai la Hunt? — Emma segura o braço dele.
– Preciso ir... — ele segurou na mesa — Jason me ajude aqui... — Hunter disse.
Jason segurou no outro lado e ambos empurraram a mesa para próxima a parede.
Dava prá se ver uma alavanca giratória no que parecia ser comporta.
– Sempre ouvi boatos que a família de Dorothy haviam construído tuneis pela ilha... — Hunter pausa para rodar a alavanca — Mas não achei que fosse verdade — Ele abre a comporta.
– Minha mãe! Será que ela está aí? — Emma tenta entrar bna comporta mas é impedida por Aimê.
– Emma calma, vai se machucar aí.
– Calma aí pessoal... — Guilhermo diz e sai correndo dali, Dorotty havia mostrado onde havia algumas espingardas e lanternas, a família dela mantinha elas ali para proteção de seu bem mais precioso, a pousada.
Heather vai com Guilhermo.
– Vai que precisa de ajuda.
– Acharam Dorothy? — Gordon diz quando Guilhermo e Heather chegam a sala.
– Dorothy foi levada para dentro de um túnel na sala da fornalha. — Guilhermo explica e manda Gordon sair de cima do sofá.
– Os Túneis dos Shaw. Achei que fossem apenas boatos do pessoal da ilha. — Luke vê que Guilhermo quer empurrar o sofá e o ajuda.
– Pelo que parece não é. — Alice olha para eles. — Querem ajuda?
– Alie, Hunter não pode entrar naquele túnel sozinho. — Guilhermo diz.
Era visível a porta falsa no chão. Guilhermo puxou a argola que havia no centro da porta falsa e abriu um compartimento onde havia cinco espingardas, munição, facas, lanternas. Um arsenal bem caseiro.
– Não vou deixar ele fazer essa loucura. — Alice olha para Guilhermo. — O que tem aí? — Ela se aproxima dele.
– Armas. — Guilhermo dá uma a Luke. E pega as outras 4. Ele entrega as facas a Heather para que ela dê a outras pessoas — Precisamos nos armar. Se o assassino quer brincar, ele não sabe com quem está lidando.
– Com certeza, Guilhermo. — Luke concorda.
– Shane quer que a gente jogue, então vamos jogar. — Alice pega umas lanternas.
– Vamos descer. — Heather pegas as facas e volta para a fornalha.
– Bom boa sorte prá vocês. Eu estou indo. — Gordon levanta do sofá e indo até o porta-chaves pega a de um dos carros da pousada — Eu vou embora dessa ilha. Alguém quer ir comigo?
– Gordon não. Vamos todos juntos. — Ive olha para ele.
– Sinto muito, Ive... Pessoal... Mas, eu vou indo. Não tenho psicológico suficiente para ficar. — Gordon suspira e levanta os ombros.
– Gordon, sei que é difícil, mas fique conosco. Vamos embora assim que encontrarmos a Charlotte. — Sheyla olha para ele. — Fique, por favor.
– Não, Sheyla... Desculpe-me você quem deveria vir comigo. — ele olha ela.
– Gordon amigo... Por favor. — Phill olha ele.
– Sei que sou a que mais tenho motivos para ir, mas não posso deixar minha filha e nem os amigos dela. E se você sair, temo que não consiga nem chegar ao porto. — Sheyla olha para ele. — Por favor.
– Desculpe pessoal, mas é um risco que correrei. — Gordon sorri e acena para eles saindo dali.
– Droga! — Phill exclama.
– Tomara que ele consiga, mas agora vamos, o pessoal precisa de nossa ajuda. — Luke vai indo em direção da fornalha.
– Gordon! — Sheyla exclama vendo ele sair. — Teimoso!
– Vamos. — Alice segue Luke.
– A gente fica. — Ive olha para Phill e Sheyla.
– Sim... — Phill olha as 2.
– Hey, Phill! — Guilhermo joga uma espingarda a ele — Vai precisar.
– Obrigado. — Phill apanha a arma e sorri a eles.
Guilhermo segue Luke, Heather e Alice.
– Vamos descer? — Aimê olha para Hunter.
– Calma, vamos juntos. — Alice encontra eles e entrega lanternas para todos.
– Não, não a necessidade de todos irem. Aimê, Emma, Daniel, Heather, Maya fiquem aqui com a Liv. — Hunter pede.
– Tudo bem. — Aimê se afasta deles e beija Jason. — Toma cuidado.
– Jason fica. Ele está machucado. Eu desço. — Heather se prontifica.
Maya e Emma se afastam.
– Toma cuidado pai.
– Tudo bem Heather. — Hunter olha ela — Hey, Liv... Me falaram que é boa com a espingarda, proteja os outros. — Guilhermo lança uma a ela e entrega a última a Flint — Use-a bem.
– Anos de GTA vão me ajudar nesse momento. — Flint comenta e ri.
Luke olha para Flint e gargalha, depois olha para Aimê.
– Fica bem. — ele diz a amiga.
– Vão com cuidado. — Aimê olha para eles e abraça Jason. — Desculpa pelas minhas atitudes com você.
– Pode deixar. — Liv segura a espingarda e pisca para Guilhermo. — Cuidado Flint.
– Mas é um bobão mesmo. — Heather ri olhando para Flint.
– Vou tomar. — Flint assente a Liv e sorri vendo o comentário de Heather.
– Tudo bem meu amor... — Jason beija o rosto dela — Você acabou de perder 2 pessoas importantes na sua vida. Eu compreendo.
– Eu desço primeiro, quando eu der o sinal vocês descem atrás de mim. Maya, pode iluminar a comporta para nós? — Hunter diz nos primeiros degraus da escada e começando a descer.
– Sim. — Ela liga a lanterna e ilumina para que Hunter consiga ver.
Aimê beija Jason.
– Vamos subir, fazer um curativo nos seus machucados.
– Tudo bem. — Jason diz — Emma, Daniel, vamos...
Hunter começa a descer e ao chegar lá embaixo vê que o túnel é bastante amplo e bem feito, ao iluminá-lo não consiguia ver seu fim, mas a trilha de sangue continuava no chão.
– Flint sua vez. — Hunter disse.
Flint começou a descer segurando a espingarda firme.
Ele chegou no fim e olhou aonde Hunter iluminava o lugar tinha um cheiro de ferro, mas não era um lugar grotesco.
– Vamos Heather. — Hunter disse.
Heather desce logo atrás dele e olha a trilha de sangue.
– Será que a Dorothy está morta?!
Emma e Aimê sobem com Jason.
– Vou ficar aqui, com a Maya e a Liv esperando os outros. — Dani diz a irmã.
– Pela quantidade de sangue que estamos seguindo acredito que sim. — Hunter suspira.
Guilhermo desce logo atrás de Heather.
– Sua vez, Alie. — Luke olha ela.
– Acho que vou ficar com eles tambem. — Alice olha para Luke. — Fica?
– Está com medo? — Luke olha ela.
– Você não imagina o quanto. — Alice olha para ele. — Desafiei o Shane.
– Vamos ficar então... — Luke sai da comporta — Boa sorte pessoal, eu e Alie ficaremos.
– Certo! — Hunter fala lá debaixo.
Heather ilumina o caminho com sua lanterna.
Hunter ajuda Heather a iluminar o caminho, puxando a fila.
Guilhermo e Flint seguravam suas espingardas.
– Pobre Dorothy, não contou nem com a visão para poder se defender. — Guilhermo diz.
– A visão dela não ajudava pra nada né... — Heather resmunga.
– Sincera... — Flint comenta baixinho.
– Falem baixo. Se houver alguém aqui, logo saberá de nossa presença.
– Desculpe. — Heather sussurra.
– Tudo bem... — Hunter fala.
A trilha continuava pelo túnel que estava silencioso de mais, era bastante aterrorizante.
– Eu deveria ter ficado. — Heather resmunga.
– Volte Heather se achar melhor. — Hunter olha ela.
– Não, vou com vocês.
– Segure na minha mão. — Flint estendeu a mão a ela.
Heather sorri e segura na mão dele.
Flint apesar de estar com Liv e que os 2 tinham uma forte ligação pelo que passaram, não podia negar o clima que sentia ao estar com Heather.
Heather entrelaça seus dedos com os de Flint e sorri de lado.
– Preciso te achar Char... — Guilhermo susurrou a si mesmo.
Luke estava sentado na escada abraçado a Alie que parecia um tanto assustada com os acontecimentos.
– Perdi a cabeça, como pude desafiar o Shane? — Alice suspira. — Ele vai se vingar e todos sofrerão de tabela.
– Fazer todos sofrer é o plano principal desse louco, como ele fez a 13 anos com meu pai e todos os outros. — Luke suspira — E eu te protegerei dele, de tudo... Lembra do nosso lema: nós e nada mais? — Luke cita algo que ele, Liv, Aimê e Alie sempre diziam um ao outro na infância.
– Nós e nada mais. — Alice repete o lema deles e mostra seu pulso para Luke, onde a frase estava tatuada.
– Você tatuou isso? Alie, é... Isso é lindo. — Luke segurou o braço dela e sorriu ao ver a tatuagem.
– Era um jeito de me manter conectada a vocês. — Alice sorri.
– Você sempre foi o nosso ponto de ligação, mesmo com as briguinhas bobas de Liv e Aimê. — Luke ri e lembrando.
– Nem me fale, elas pareciam cão e gato, mas depois de segundos elas se acertavam.
– Sim, se amavam... Você sempre achou que eu era louco pela Liv, a Liv sempre acho que eu gostasse da Aimê. Aimê sempre falou que eu era apaixonado por você. Acho que não se lembra disso.
– Dessa eu não sabia. — Alice olha para ele.
– Eram o que cada uma me dizia. — Luke riu. O passado bom que tiveram estava tirando a mente de Alice das mortes e ameaças e isso o deixou melhor.
– E na verdade, de quem você gostava?
– Prá eu responder essa pergunta sua boca não pode estar tão longe assim da minha. — Luke sempre quis beijar Alice, mesmo que a situação desfavorece o romance, não custava tentar.
– Não precisa esperar mais. — Alice se aproxima de Luke e o beija. Finalmente! Mesmo em meio a tantas mortes ela finalmente estava sentindo os lábios do único homem que ela amou.
Luke passa a mão pelo pescoço dela e sorri em meio ao beijo, Alie era sua naquele breve momento, ele tinha que aproveitá-la.
Alice sorri entre o beijo e colocas as mãos no rosto dele.
Luke acaricia a nuca dela e a trás mais prá perto ele trabalha bem sua língua na dela, gerando os estalos.
Alice beija ele intensamente, não acreditava naquele momento. Ela amava Luke e sempre amou e finalmente estava nos braços dele.
– Era você Alie e sempre foi. — Luke olha ela com um sorriso brilhante.
– Eu sempre te amei Luke. — Alice sorri. — Sempre.
O sorriso de Luke fica ainda mais bonito ao ouvir isso.
– Opa. — Jason fala quando se aproximou da escada com Aimê e os viu.
– Finalmente! — Aimê bate palma e ri.
– Quieta A. — Alice fala sem graça.
Jason abraça Aimê e ri.
– Apesar da situação é bom ver algo assim, obrigado. — Jason agradece.
– De nada? — Luke ri.
– Bobo. — Alice ri.
Aimê senta ao lado deles junto com Jason.
– Assim que Charlotte aparecer vamos embora ok? E Luke, você vai conosco.
– Não sei se devo... Posso passar uma temporada com vocês lá, mas meu lugar é aqui. Sinto muito... — Luke suspira.
– Mas essa temporada vai ser repleta de alegria, festas e muita cerveja! — Jason gargalha — Vou beber muito quando sair daqui.
– Quando você voltar, eu volto contigo. — Alice sorri.
– Precisamos de um bom porre mesmo. -Aimê deita sua cabeça no ombro de Jason.
– Com certeza Aimê. Hey lembra do seu primeiro porre no Lennery, você tinha 14 anos... Mas a Liv conseguiu te embebedar. — Luke ri, Aimê sempre foi o motivo dos risos do grupo, já que era da família mais rica da ilha, mas certamente não parecia ser.
– Cara, a Liv acabou comigo! — Aimê ri. — Lembra como meu pai ficou bravo com ela?
– Dorian queria matar a Liv Jason, foi uma piada aquele dia. — Alice explica.
– Pelo pouco que conheci da Liv, dá prá se notar que ela é a garota problemas... — Jason nota que Aimê faz uma triste expressão ao lembrar do pai. — Calma amor...
– Tudo bem Jason, mas ele faz falta. — Ela suspira.
– Vamos mudar de assunto então? — Alice sugere.
– Vamos falar do que faremos quando sair daqui, por que vamos sair. — Luke diz confiante.
– Sexo! — Jason abre o assunto.
– Jason! — Aimê ri sem graça.
– Safadinhos... — Luke riu.
– Esses dois? Nem te conto Luke. — Alice ri.
– É bom ver que conseguimos rir. — Jason suspira e olha para os 3 com esperança.
– Temos que conseguir amor. — Aimê suspira.
– Sim. — Luke sorri e passa o braço no pescoço de Alice.
– Parece que mais a frente há um bifurcação. — Flint aponta.
– Vamos nos separar? — Heather pergunta
Eles chegam na bifurcação e dá para se ver que a trilha de sangue segue pela esquerda.
– Bem, a trilha segue por ali. — Guilhermo verifica.
– Eu vou pela bifurcação e vocês sigam a trilha. — Heather ilumina a bifurcação.
– Vou com a Heather, por precaução. — Guilhermo diz acompanhando-a.
– Então vamos. — Heather vai com Guilhermo pelo desvio.
Guilhermo aponta sua espingarda para a direção em que Heather ilumina, sentia que havia algo a mais nessa bifurcação.
– Será que ele está aí? — Heather sussurra para Guilhermo enquanto ilumina o caminho.
– Não sei... Espero que esteja, por que irei acabar com ele e recuperar minha esposa. — Guilhermo fala confiante.
– É tão lindo o amor de vocês. — Heather sorri.
– Obrigado. E esse amor continuará para sempre.
– Tenho certeza que sim.
– Charlotte! Charlotte! — Guilhermo berrou.
– Charlotte? — Heather ilumina o corredor. — Charlotte!
Os berros alcançaram os ouvidos de Charlotte que estava amarrada na cadeira.
– Heeey! — Charlotte tenta gritar ao reconhecer a voz de Guilhermo, a mordaça atrapalhava um pouco o som da voz dela e a venda só a prejudicava. — Guilhermo!
– Ouviu isso? — Guilhermo disse a Heather, sentindo algo invadir seu coração, a esperança.
– Ouvi um resmungo. — Heather anda mais rápido. — Vem.
– Char! — Guilhermo quase urra feliz.
– Guilhermo?! — Charlotte grita.
– Guilhermo! — Heather aponta para a cadeira onde Charlotte estava.
– Charlotte! — Guilhermo vai até ela e começa a desamarrar as cordas que prendiam o braço da mulher.
– Guilhermo! — Charlotte se meche na cadeira tentando ajudar ele.
Heather solta os pés de Charlotte ajudando Guilhermo.
– Amor... -Guilhermo diz ao abraçá-la.
Acima deles havia uma nova comporta que eles não faziam ideia onde daria, mas o túnel continuava mais a frente.
– Guilhermo! — Charlotte tira a venda e a mordaça. — Você!
– Amor! — Guilhermo chorou — Que bom que acordou... Eu precisava de você... Eu não saberia continuar sem você. — Guilhermo abraça ela forte.
– Eu te amo Guilhermo! — Charlotte abraça ele forte.
– Não quero ser corta clima, mas vamos sair daqui? — Heather ilumina eles.
– Heather! — Guilhermo berra ao ver algo atrás dela.
O assassino desfere um golpe na nuca de Heather, tirando sua consciência.
Heather desmaia instantaneamente e cai aos pés do assassino.
– Você! — Charlotte pega a espingarda da mão de Guilhermo e dispara contra o assassino.
O assassino desvia e pegando nela a faz bater no nariz de Charlotte.
– Desgraçado! — Guilhermo diz e vai prá cima dele ambos seguram a arma nas mãos.
– Ai! — Charlotte coloca as mãos no nariz e sente ele sangrar.
– Char! Sobe pela comporta. Vai! — Guilhermo luta pela posse da arma, mas acaba dando outro tiro no teto.
– Não vou te deixar! — Ela abre a comporta com um pouco de dificuldade.
– Vai Charlotte. Por favor. — Guilhermo urra e prensa o inimigo na parede a arma pressionando seu pescoço.
– Droga. — Ela sobe pela comporta esperando que ele a siga.
– Maldito! Corre Charlotte e não olhe prá trás! — Guilhermo ordena pressionando a arma mais forte.
A touca que o assassino usava foi se abaixando e acabou mostrando o rosto queimado de Shane. Guilhermo se assustou e quase deixou Shane escapar.
– Vem Guilhermo! — Charlotte grita subindo a escada.
– Ouviu isso? Foram tiros não, foram? — Hunter questiona a Flint, enquanto ambos olhavam o corpo de Dorotty que tinha um corte no pescoço.
– Heather... — Flint diz e começa a correr em direção de onde eles se separaram.
– Gui... — Jason diz e corre deixando o corpo de Dorotty para trás.
Shane estava quase sem ar, a espingarda sobre seu pescoço estava o vencendo. No entanto ele viu em seu punho a solução, então socou o estômago de Guilhermo, que se afastou dolorido.
Shane apontou a arma para Guilhermo, porém usando do braço Guilhermo elevou a arma e o tiro não o atingiu. Posteriorme Guilhermo socou a cara de Shane e foi dando mais socos, a arma caiu no chão.
Shane se recupera e começa a bloquear os socos desesperados de Guilhermo, este só queria segurar o assassino tempo o suficiente para a mulher conseguir fugir, não importava se morresse para isso.
Shane segurou um braço de Guilhermo e torceu fortemente, o braço quebrou.
– AH! — Guilhermo urrou de dor.
Shane empurrou ele com o pé. Guilhermo caiu ao chão, sentia uma imensa dor, mas sua mente só focava em Charlotte, em como foi feliz com a mulher. Como foi amado e a amou.
– Ah! — ele derrubou algumas lágrimas — Eu sempre te amarei Char... — Guilhermo disse e com esforço ficou de joelhos.
– Adeus Guilhermo. — Shane disse e segurando na cabeça de Guilhermo quebrou seu pescoço.
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