Who Is The Killer?
14 Capítulo 14
Notas iniciais
(Foto)
– O que houve? — Flint fala estava sentado com Heather na escadaria.
– O Chris. — Maya chorava. — Ta morto.
– O QUÊ?! — Flint tinha uma noção do que poderia ter acontecido, já que tem sorte de estar ali — Mas como? Como foi?!
– Shane... O antigo assassino. Ele está vivo e atacou a gente! Christian pra me defender se arriscou e morreu. — Maya chorava em choque.
– Hey, Maya. Acalme-se.
– Como assim, Shane... O antigo... Shane Kingston, não pode ser a história diz que ele se queimou junto com o pai da Alie. — Flint olha para ela e depois Heather.
– Mas não queimou. — Maya entrega os papeis para Flint. — Daniel e eu pensávamos que Hunter era o assassino, mas não. Shane que é. Ele está vivo e parece com um monstro!
– Calma vamos entrar... Tente ficar calma. — Flint pega ela e tenta levá-la para dentro.
– Não, precisamos voltar, pegar o corpo do Chris! — Maya tenta resistir e não ir com Flint.
– Maya, não podemos fazer nada, infelizmente. — uma lágrima escorreu pelo rosto de Flint — Temos que ficar aqui e esperar os demais.
– Não! O Chris morreu por minha causa!
Flint agarra Maya e a leva para dentro.
– Não se culpe... Por favor, precisamos nos unir e sair deste lugar, o quanto antes.
– Não Flint... — Maya abraça ele.
– Calma... — Flint abraça ela — Calma... — Flint chora.
Heather abraça eles.
– Acalmem-se por favor.
– O que aconteceu, galera? Estão assustando Sheyla e Dorothy. — Gordon fala da porta da pousada.
– Christian morreu e Shane está vivo. — Maya olha para eles com os olhos vermelhos pelo choro.
– Como é que é? — Sheyla e Dorothy falam ao mesmo tempo e levantam do sofá.
– Isso, ele matou o Chris, agora, na minha frente e quer me matar e ele que está matando todo mundo!
– Shane não morreu num incêndio, Dorothy? — Gordon questionou a mulher já que ela vivia na ilha e deveria saber da história.
– O que eu sei sim. O que todos da ilha sabem é que ele morreu junto com o pai da Alice e do Hunter. — Dorothy olha para eles.
– Mas, como? Como... Como você descobriu que ele estava vivo May? — Gordon olha ela.
– Aqui. — Maya entrega o papel para Gordon.
– Caramba! — ele fala ao ler — Aqui está dizendo que só foi encontrado o corpo de Morgan. Mas como ninguém soube disso?
– O único que sabia era o Hunter, encontrei isso na gaveta dele.
– O Hunter sabia de quê? — Aimê questiona ao entrar na pousada seguida de Phill e Ive.
– Ai meu Deus... O Hunter junto com o legista escondeu de todos os habitantes que Shane estava vivo. — Gordon colocou a mão na boca surpreso.
– Ele deve ter tido os motivos dele... — Flint tenta defender Hunter já que também escondia o que ele e Liv tinham passado.
– Ele não tinha o direito de fazer isso. — Aimê pega o papel da mão de Gordon. — Licença. — Ela lê as coisas e se senta na escada. — Ele não podia ter feito isso, não podia.
– Caramba... Agora eu não sei nem em quem confiar. Christian morto, Terry desaparecido. — Gordon deixa uma lágrima teimosa escorrer.
– Infelizmente não encontramos Charlotte, precisamos achá-la e irmos embora daqui. Agora sabemos que há um assassino e ele está nos caçando. — Phill suspira e olha para todos ali.
– O bilhete... — Aimê levanta em um salto. — Cadê o bilhete?
– Que bilhete?
– O que o Guilhermo rasgou.
– Está aqui. — Sheyla entrega para a filha. — Eu juntei as partes.
– Mãe você é tudo! — Aimê dá um beijo no rosto da mãe e sobe correndo para o quarto de Emma.
– Hey calma aê... — Gordon corre atrás dela e é seguido por Flint.
– Preciso ser rápida. — Aimê entra no quarto de Emma e procura pelo bilhete que ela recebeu.
– O que foi Aimê, quer ajuda? — Flint pergunta vendo a correria dela.
– O bilhete que a Emma recebeu do Ryan. Preciso dele. — Aimê continua procurando o papel.
Flint começa a abrir as gavetas e a procurar pelo bilhete.
– O que pretende fazer? — ele questiona a ela.
Gordon aparece na porta e olha para eles sem entender.
– Comparar as letras. Phill disse isso. Se as letras forem iguais, Ryan não foi embora, ele foi morto. — Aimê abre as gavetas e tira as roupas de dentro delas.
– Caramba! — Gordon se assusta com o que ela diz — Mais um morto.
– Achei! — Flint berra, estava debaixo de algumas roupas de Emma.
Aimê pega o bilhete e compara as letras.
– Não pode ser... — Ela senta na cama.
Gordon se aproxima. Eram idênticas.
– Ryan...
– Está morto. — Flint termina.
– Emma não vai ser forte depois disso, ainda mais agora com isso do Chris. — Aimê suspira. — Que pesadelo!
– E o desaparecimento da mãe. Se ela não estiver...
– Quieto Gordon! — Flint interrompe — Chega de falar de mortes... Os corpos só se acumulam. — Flint passa a mão pelo cabelo e senta na cama entristecido.
– E o Jason? Será que ele está bem? Meu Deus! — Aimê respira fundo.
Jason, Alice e Gale andavam pela mata a tarde já estava indo, logo logo anoiteceria.
– Char! Char! — Jason berra incansável.
– Jason, temos que voltar. Está quase anoitecendo. — Gale olha para ele.
– Gale tem razão, não é seguro ficar na mata a noite. — Alice complementa.
– Tudo bem... Acho que nossa busca foi bastante longa. — ele ameaça voltar, mas acaba escorregando no barranco e rolando diversas vezes por fim para próxima ao que parecer ser uma cabana abandonada e bem camuflada pelas árvores.
– Argh! — Jason berra ao ver um ralado no cotovelo e perna.
– Jason! — Alice berra e desce atrás dele. — Você está bem?
– Estou... — Jason colocou a mão no joelho e sentiu arder — Au...
Um cachorro começou a latir, ele estava amarrado próximo a entrada da cabana.
– Se apoia em mim. — Alice olha para o cachorro. — Ele vai se soltar.
– Não vai... — Jason aponta a corda amarrada — Ele tá manco também.
– Ainda sim. Vamos embora. — Alice olha para ele.
– Vamos logo gente! — Gale olha para eles.
– Calma... Vamos entrar ali... Talvez... Talvez Char. — Jason se apoia em Alice e fica em pé.
– Gale fica com o Jason, eu entro. — Alice olha para ela.
– Tem certeza? — Gale desce e ajuda Jason a se apoiar nela.
– Absoluta. — Alice se afasta deles indo até a cabana.
– Alie, cuidado, qualquer coisa nos chame... — Jason disse.
Enquanto o cachorro não cessava os latidos.
Alice faz um sinal de ok com a mão e entra na cabana. "Quem será que mora aqui?" Ela pensa e caminha pela sala.
A sala era pequena, mas organizada, portava um sofá velho e um aparelho de rádio antigo que parecia nem funcionar direito. A casa estava silenciosa, o único som presente era dos latidos incessantes do cão.
Gale pega uma pedra de tamanho médio e arremessa no cão.
– Coisa chata!
Alice continua caminhando pela cabana.
– Charlotte?
Depois da sala havia um cômodo onde havia uma cama, não havia cozinha, certamente quem vivia ali sobrevivia da caça de animais na floresta e os assava num fogueira fora da cabana. Mas havia mais um cômodo em que a porta estava fechada apenas.
Alice vai até o cômodo e abre a porta.
– Charlotte?!
O cômodo estava escuro, porém silencioso, ainda só se ouvia o cachorro impertinente.
– Calado! — Jason tentou dar um chute nele, mas quase foi abocanhado.
– Jason! — Gale o puxa para perto dela.
– Charlotte? — Alice ilumina o cômodo com uma lanterna.
O cômodo era cheio de lâminas, armas, bestas, um arsenal. Havia na parede fronte a Alie fotos coladas na parede.
Alice sente um arrepio percorrer seu corpo. Ela aponta para as fotos e sente vontade de gritar, mas era como se estivesse muda.
Todos estavam ali: Aimê, Jason, Sheyla, Maya, Emma, Charlotte. Mas, havia algo especial, um sinal de "x" no rosto de algumas pessoas da foto, como Ryan, Karen, Dorian, Padre Adriel, Terry e Didi.
– O covil... É ele! — Alice sussurra. — Sha...ne! — Ela chora com medo e se lembra de quando seu pai dizia que Shane marcava as fotos de suas vítimas com um X.
– Alie! Achou a Char?! — Jason disse, enquanto tentava uma nova abordagem amigável com o cão que diminuía sua fúria pela presença deles ali.
Alice pega o celular e tira uma foto da parede. Assim que ela guarda o aparelho ela pega uma caneta e escreve em um papel que havia sobre a mesa. "Tic tac Shane. Agora você é a peça do tabuleiro. Bem vindo ao meu jogo. Alice." Ela cola o bilhete sobre a foto dela e sai dali carregando uma das armas dele em sua cintura.
– Vamos embora, agora! — Alice ajuda Gale e Jason.
– Vamos... E Char? — Jason se soltou de Gale — Acho que consigo sozinho.
– Está vazio o lugar. Fique calmo. Encontraremos ela. — Alice diz confiante, afinal o rosto de Charlotte ainda não estava com o X, pelo menos por enquanto.
– É o que espero... — Jason suspira e seu olho fica molhado, não podia perder a irmã, a única pessoa que lhe restava da sua família.
Estranhamente o cão que antes desdenhava toda sua ira, agora aquietou-se e abanava o rabo de maneira amigável olhando as árvores.
Alice vê a reação do cachorro e sente seu coração palpitar.
– Vão indo na frente. Esqueci meu celular lá dentro. Vão que eu encontro vocês.
– Ok. Vamos Jason. — Gale o acompanha.
Quando Jason deu um passo a caminho da direção em que Gale ia ouvi o gemido dela.
– Gale? — Ele olhou para trás e viu, uma flecha havia atravessado o peito da loira.
– Gale! — Alice berra. — Não!
Gale leva as mãos até a flecha e cai no chão desacordada.
A flecha foi certeira, atravessou o lado esquerdo do peitou de Gale.
– Não... Não... Não! — Jason berrou e correu em direção a ela. No entanto, quase foi atingido por uma flecha.
– Jason. Vem comigo. — Alice puxa o braço dele para que eles possam correr. Ela saca a arma da sua cintura e atira na direção das flechas.
– Alie, mas e a Gale... — Jason olha para trás, mas a esperança que ele tinha se esvai, Gale estava morta.
As flechas cessam, Alie afugentou o assassino.
– Infelizmente não dá pra levar ela. — Alice continua correndo com ele. — Que pesadelo!
Jason olha novamente para trás e vê Gale cada vez mais longe.
– Não... Precisamos achar Charlotte e sair daqui. — Jason corre com ela e remove as folhagens do caminho.
– Faremos isso o mais breve possível. — Alice ajuda ele com as folhagens. — Preciso falar com o Hunter. Charlotte precisa aparecer logo para irmos embora de vez.
– Ela vai aparecer, ela precisa... — Jason se segura para não chorar.
Dorian e agora Gale, Aimê iria se quebrar emocionalmente e ele não queria isso.
– Mantenha a calma. Sei que é difícil e você não imagina o quanto estou me segurando para não desabar, mas agora a Aimê precisa de nós.
– E seremos fortes prá ela, não é? — Jason olha Alie e segura na mão dela.
– Seremos. — Alice sorri e aperta a mão dele.
Daniel caminhava com Emma ao lado dos escombros do centro médico abandonado, o lugar era vago, dava para se notar que Charlotte não estava ali, mas Daniel agora estava atrás do pai que sumira junto a Hunter.
– Cadê o nosso pai? Eu disse que Hunter não era confiável. — Daniel aponta a lanterna para várias direções.
– Para de desconfiar do Hunt. — Emma olha em volta. — Pai! Mãe! Hunter! — Ela grita esperando um sinal deles mas só obtém ecos do seu chamado como resposta.
– Ele sumiu com nosso pai... — Daniel continuou andando e apontando a lanterna para as salas abertas.
– Daniel para! — Emma segura ele. — Para de falar isso. Vamos sair daqui, eles devem estar no carro procurando por nós.
– Tudo bem... — Daniel respira e olha para ela — Vamos voltar. Mas se o Hunter fez...
– Eu fiz o que? — Hunter fala por trás deles com Guilhermo a seu lado.
– Pai! — Emma abraça Guilhermo. — Vamos embora daqui, por favor.
– Vamos... — Guilhermo abraça a filha — Char não está neste lugar, percebi ao entrar aqui.
– Nada, Hunter, fiquei preocupado com a demora e entrei com a Emma, só isso. — Daniel desconversa.
– Tudo bem, mas agora vamos sair daqui, que o sol já se pôs.
– Vamos logo. Amanhã continuamos atrás da mamãe. — Emma caminha para fora com Guilhermo.
Ao saírem eles vem algo traumatizante sobre a viatura. Havia um corpo estirado sobre o capô e algo escrito no para brisa com sangue.
"Não precisavam procurar tão longe, o perigo e quem procuram estavam perto".
– Aaaaaa! — Emma grita ao ver o corpo.
– Padre A. Padre! — Hunter corre até o corpo — Não!
Guilhermo lê o bilhete e de início fica sem entender, mas depois compreende.
– A pousada! Charlotte está em algum lugar da pousada.
– Isso mesmo pai. — Daniel diz.
Hunter se debruça sobre o corpo e posteriormente soca o capô.
Emma vai até Hunter e abraça ele.
– Calma Hunt.
– Não... Esse homem deu a vida dele para me educar, assim como Luke e Liv. — Hunter abraça o corpo — Não! -ele soca o capô de novo.
– Hunter! — Emma grita. — Acalme-se!
Hunter respira e apenas pensa: "Vai me pagar, Shane..."
– Hunter precisamos voltar a pousada, se o aviso for verdadeiro Charlotte está, mas as pessoas estão correndo perigo.
– Vamos embora. — Emma olha para o pai e o irmão.
– Vamos. — Daniel sorri.
– Guilhermo me ajude a tirá-lo daqui, por favor. — Hunter diz num tom de luto.
– Claro.
Os 2 removem o corpo de Guilhermo e o deixam num canto próximo as árvores.
– Descanse em paz. — Hunter diz e um lágrima cai sobre o padre.
– Não é melhor levar ele no porta malas para enterrá-lo depois? — Emma cochicha para Guilhermo.
– Não quero assustar, aquelas pessoas mais do que estão. — Hunter olha para os 2 e depois pegando seu walk-talk informa Alexia sobre o ocorrido e a localização do corpo de Adriel.
– Estou chegando com a equipe Hunter. — Alexia responde pelo walk-talk.
– Então vamos? — Emma olha para eles.
– Vamos! — Hunter entra na viatura e Guilhermo em seguida.
Daniel abre a porta e entra, deixando-a aberta para Emma entrar. Emma olha uma última vez para o corpo e entra no carro.
– Cadê o pessoal que não chega logo... — Gordon andava impaciente pela sala.
Grande parte do pessoal tava na sala sentado no sofá.
Liv chega na pousada e vai até eles.
– Boa noite. — Ela acena para todos.
– Liv! — Flint corre até ela e a abraça forte — Que alívio te ver aqui.
– Meus sentimentos. — Liv retribui ao abraço dele. Ela ja sabia da morte de Christian.
Flint beija ela, era ótimo saber que ela estava bem e nada de mal, como aconteceu com Christian, havia ocorrido. Liv retribui ao beijo dele e o abraça.
Maya descia com Heather a escada, ela ainda estava em choque pela morte de Christian.
Aimê voltava da cozinha com a mãe enquanto Dorothy preparava o jantar com o resto dos funcionários da pousada.
Phill, Ive e Gordon estavam sentados nos sofá e não saiam de lá, esperando a chegada dos outros.
Flint mantém o beijo apaixonado em Liv, era bom ver uma clima de romance no meio de tantas tragédias.
– Hey! — Alice grita ao entrar na pousada com Jason. — Me ajudem. — Ela carrega ele.
– Jason! — Aimê vai até o noivo e o abraça.
– Amor! — Jason corre até a noiva mancando e a beija intensamente.
Flint sorri ao ver o amigo e cessa o beijo em Liv. Phill levanta do sofá, assim como Gordon.
Aimê retribui ao beijo de Jason.
– Cadê a Gale? — Sheyla olha para Alice.
– Ela está lá fora.
Jason olha Alice e desfaz do beijo de Aimê, ele faz um sinal negativo. Phill entende na hora e vai se aproximando de Sheyla.
– Jason não... — Alice olha para ele.
– Não o que? Cadê a minha irmã Alice?!
Ive e Maya se aproximam de Sheyla.
– Cadê minha tia amor? — Aimê olha para ele e seus olhos se enchem de lágrimas.
Jason já não continha as lágrimas. Mas, não havia como negar, essa mentira seria terrível neste momento. Jason abraçou Aimê.
– Gale se foi! Não! — Gordon chorou, tudo bem que estava tendo um lance, mas Gale era uma boa pessoa, não merecia a morte.
Phill abraçou Sheyla.
– Não... — Aimê sussurra ao abraçar Jason.
– Não! Minha irmã não! — Sheyla senta na escada abraçada com Phill.
Heather abraça Gordon.
– Uma flecha atravessou o coração delas. Não deu pra trazer o corpo, o assassino continuou atacando... Me desculpem. — Alice olha para eles e não contem as lágrimas.
– Calma Alie. — Liv abraça a amiga.
Flint ajuda Liv a consolar Alie, enquanto os noivos mantém um abraço longo e forte.
Phill ajuda Sheyla a se sentar e faz carinhos em seu cabelo, em sua mente vem a conversa com Ive, sobre ir embora, mesmo sem andar Charlotte.
Gordon abraça Heather e respira devagar para se acalmar.
– Vamos embora. — ele conclui.
– Não podemos ir sem a Charlotte. — Aimê olha para eles.
– Isso é demais, Dorian, Ryan, Christian e agora a Gale! — Maya chora e abraça seu corpo.
– Ryan? Chris? O que está acontecendo? — Emma questiona ao entrar na pousada com Daniel.
– Todos mortos! — Gordon fala — Eu quero embora, eu preciso ir embora. Não veem... Seremos os próximos! — Gordon berra desesperado.
– Hey, acalmem-se, o desespero não ajuda nesse momento. — Hunter diz entrando na pousada.
Jason agradece por todos ali estarem bem.
– O Ryan e o Chris? — Emma olha para eles. — Não, não pode ser. — Ela se afasta deles e caminha para fora da pousada.
– Maninha... — Daniel segue ela.
– Alguém achou Charlotte? — Guilhermo questiona.
– Guilhermo acho melhor todos os outros irem, apenas você fica aqui. — Hunter fala com convicção.
– Não irei embora, sem minha irmã também! — Jason olha ele.
– Eu muito menos. — Aimê olha para Hunter. — Você não tem o que mandar Hunter. Mentiroso!
– Ham?! — Hunter olha ela, mas algo nele sabia que ela poderia ter descoberto — O que quer dizer?
– Você sabe muito bem o que quero dizer! — Aimê esbraveja.
– Você escondeu de todos que Shane estava vivo. — Maya olha para ele.
– Shane vivo?! — Liv olha para Hunter. — Como assim?!
– É verdade, estive no covil dele e o desafiei. — Alice suspira. — Ele que matou a Gale.
– Como pôde?! — Gordon fala — Agora é que eu quero ir embora mesmo, nem podemos confiar em nossa autoridade.
– É verdade, o corpo de Shane nunca foi encontrado depois do incêndio, 13 anos atrás. — Hunter comenta e abaixa a cabeça.
– E porque nunca nos contou Hunter? — Alice olha para ele.
– Como pôde esconder isso de mim?! — Liv olha para ele decepcionada.
– Eu... Eu... — Hunter não sabia como explicar seus motivos.
Daniel trouxe a irmã de novo para dentro, abraçado a ela. Flint entendia Hunter, mas a mentira dele havia matado todas essas pessoas. Desde Ryan, até Gale.
– O jantar está servido. — Dorothy entra sorrindo na sala e percebe o clima. — O que aconteceu?
De repente para o espanto de todos as luzes se apagam, alguém desligou o gerador do lado de fora da pousada.
– Aimê! — Jason berra procurando a noiva.
– Emma! Dani! — Guilhermo grita.
– Mas, que porra é essa! — Gordon exclama assustado.
Phill mantém o abraço em Sheyla afim de protegê-la.
– Jason! — Aimê abraça ele.
– Flint?! — Liv procura por ele.
– Hunt? — Alice sussurra.
– ALIE! — Hunter berra o nome da irmã.
Um grito ecoa pela sala, um grito de pânico, algo havia ocorrido enquanto as luzes estavam apagadas.
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