Wherever I Go

24 Cap. 20 - Pedido


Notas iniciais
woooohoooo!
1 - não me matem pela demora hehehehe
2 - lol minha mãe já tá no décimo sono, eu ainda não tomei banho, uma hora dessas era pra mim estar na cama, porque amanha eu estudo de manha, e eu to aqui postando pra vcs
3 - não corrigi a ortografia, estou com muita pressa, porque eu to demorando demais pra postar e eu não quero deixar vcs na curiosidade
4 - não sei se esse cap ficou bom, agora há pouco eu me empaturrei de chocolate (estou comendo um baton agora) e to bebendo uma mistureba de coca cola e guarana, então se ficou ruim, culpem o chocolate e o refrigerante
5 - não sou boa com romantismo, oq ue o harry falou ficou muito tosco, eu sei.
6 - WEEE CAP 20!
7 - espero que gostem!
8 - até as notas finaaaaaaais!
PS.: desisti de ficar fazendo capas, achar foto do harry no site que eu faço as capas é muito difícil!

Cap 20 — Pedido...


Quinta feira chegara, e Harry estava nervoso. Não pudera chamar Sarah para sair no dia anterior, pois tinha a detenção com Snape. E nem queria se lembrar desta (da detenção).

–Bom dia. — murmurou ao sentar-se entre Rony e Hermione na mesa da Grifinória.

–Eai cara? — Rony disse.

–Bom dia Harry. — Hermione disse sorrindo. — Sua encomenda chegou.

Estendeu um pequeno embrulho branco em forma de quadrado para Harry. Este o pegou, ficando ainda mais nervoso.

–Obrigada, Hermione. — Harry disse. — Obrigada mesmo.

–O que é? — Rony perguntou.

–Bem, ér, hm... — Harry disse, nervoso.

–Posso contar? — Harry assentiu, chegando mais pra frente. Hermione chegou o mais perto que pôde de Rony e sussurrou: — Harry pretende pedir Sarah em namoro.

Harry enfiou uma colher cheia de cereal na boca de Rony para este não gritar.

–Huuum, delicioso esse cereal. — Rony disse, mastigando o cereal. Depois lembrou-se do que Hermione dissera e cuspiu todo o cereal em cima das panquecas de Harry (que fez uma cara de nojo). — O Q...?

Langlock! — ordenou Harry com a varinha em punho, e em vez de gritar "O QUE?", Rony apenas fez sons estranhos com a boca.

–Harry! — Hermione o repreendeu, rindo.

–Então, tenho que ir agora. — disse Harry, depois de rir junto com Hermione, ao ver Sarah entrando no Salão Principal junto de Millena.

–Peraí, qual é o contrafeitiço? — Hermione perguntou, encarando Rony que ainda tinha a língua colada no céu da boca.

Harry encarou Rony com pena. — Não tem contrafeitiço. — Rony fez um som indignado com a boca e uma cara de indignação. — O efeito logo vai passar. Agora tchau.

Levantou-se apressado da mesa da Grifinória e ao passar perto de Sarah, piscou para ela, e notou que ela percebeu.

Ao ver Harry sair do Salão Principal depois de piscar para ela, Sarah virou-se para Millena.

–Ai, esqueci meu celular! — ela disse. — Já volto, Mille!

Millena deu um risinho, provavelmente entendeu, e Sarah saiu do Salão Principal.

O garoto dos olhos verdes estava encostado em uma das pilastras do corredor, sorrindo, com as mãos nos bolsos.

–Oi. — Sarah disse.

–Oi. — Harry disse. — Então, nos encontramos nos jardins ás duas em ponto. E não vá com o uniforme.

–Ta bem. — Sarah disse. Harry sorriu para ela mais uma vez, e depois virou as costas, saindo de vista de Sarah. Esta entrou novamente no Salão Principal e sentou-se ao lado de Millena, alegando ter achado o celular na mochila.


–Mille? Tem alguém na sala comunal? — Sarah cochichou da porta de seu quarto.

–Todos estão na sala comunal. — Millena cochicou de volta.

–E no corredor? — disse Sarah tendo uma ideia.

–Ninguém. — Mille respondeu.

Sarah saiu do quarto, sem o uniforme, ela vestia uma blusa preta, calça jeans branca e sapatilha, levava uma bolsa com algumas coisas, seu cabelo estava num penteado simples, mas bonito, e ela tinha feito uma maquiagem normal.

–Tá louca? Eles vão ir direto contar pro Snape se virem você sem o uniforme! — Millena exclamou sussurrando. Sarah revirou os olhos.

–Hello?! Eu vou invisível, Mi. — ela disse.

–Ah bem, então bom encon... quer dizer, boa tarde junto com Harry Potter pra você. — Millena disse. Sarah revirou os olhos novamente e ficou invisível.

Sarah só voltou a ficar visível quando estava no deserto Hall de Entrada. Olhou um dos relógios dali, eram uma e cinquenta e nove. Sorriu e saiu para os jardins. Não avistou Harry e seu sorriso murchou.

–Buuuh! — ela abafou um grito virando-se rapidamente e revirando os olhos ao ver Harry rindo e segurando sua Capa da Invisibilidade. Ele usava um All Star preto, calça jeans e camiseta cinza e levava uma mochila nas costas.

–Harry! — reclamou Sarah com o garoto. — Ser quer me matar me avise que eu me afogo no vaso sanitário, ok?

–Não, não, que isso, eu não quero te matar. — Harry disse rapidamente e Sarah riu.

–Então, o que planejou para hoje? Quer dizer, você planejou algo, certo? — perguntou Sarah. Harry riu.

–Claro que planejei, bobinha. Vamos, temos que usar a Capa da Invisibilidade. — Harry disse. Sarah chegou perto dele e ele jogou a Capa sobre ambos, e começaram a andar. Sarah estava atrás de Harry, então o seguia.

Não entendeu absolutamente nada quando eles pararam em frente ao Salgueiro Lutador.

–Faça silêncio. — murmurou Harry.

Foram se proximando lentamente, e quando estavam muito perto da árvore, Harry abaixou-se rapidamente e pegou um graveto. A capa deslizou para a grama fofa por causa da movimentação. A árvore os viu. Estava prestes a lançá-los pelos ares, quando parou de repente, imóvel. Harry tinha fincado o graveto em um determinado lugar da árvore, perto de um buraco escuro entre as raízes e a grama. Jogou a capa para Sarah e indicou o buraco. A garota entrou pelo mesmo.

Era um túnel escuro, estreito e pequeno. Fez que a varinha vidente aparecesse.

–Lumus. — murmurou, e aponta da varinha acendeu-se. Sarah engatinhou para frente, e e no segundo seguinte Harry caiu no lugar onde Sarah estava.

–Siga em frente. — ele disse e Sarah começou a engatinhar. E os dois foram seguindo pelo túnel.

Depois de alguns minutos, Sarah avistou uma luz fraca. Parecia até um ditado trouxa: sempre há uma luz no fim do túnel.

Riu internamente com esse pensamento. Parou de engatinhar.

–É pra subir? — a pergunta era muito óbvia, mas Sarah perguntou mesmo assim.

–Sim. — Harry disse. Sarah, de algum jeito, subiu para a luz.

Era uma cabana, com piso e paredes descascados. Parecia que ninguém dava uma faxina ali há séculos. Tinha muita poeira e os móveis estavam caindo aos pedaços. As janelas eram fechadas, pregadas com tábuas, e o ambiente era iluminado apenas por uma fraca luz que vinha de algumas frestas nas janelas.

–Ei, chamando Sarah para o planeta Terra! — Harry disse, estalando os dedos em frente ao rosto de Sarah. Esta riu e se levantou, ajeitando a roupa. Harry já estava de pé.

–Precisaremos da Capa de novo. — ele disse. Sarah se aproximou dele e jogou a Capa de Invisibilidade sobre os dois. — Na na ni na não! — Harry se depsiu da capa e tirou algo da mochila. Uma venda preta.

–Ah não! Harry, não. — Sarah disse, se afastando dois passos.

–Ah, vai! Por favorzinho, Sah... — Harry disse, fazendo sua melhor carinha fofa. Sarah encarou aqueles olhos verdes e suspirou.

–Tá! — ela disse, voltando os dois passos que recuara. Harry colocou a venda em Sarah, que via tudo preto. — Ai, não consigo ver nada.

–Ótimo. — Harry disse, sorrindo. Se aproximou de Sarah, passando um braço por seus ombros, e jogou a Capa sobre eles. — Agora a senhorita faz silâncio absoluto, ok?

–Uhum. — Sarah murmurou.

Harry foi guiando Sarah pelos lugares, tentando fazer o máximo de silêncio possível.

Depois de cerca de vinte minutos, Harry parou de andar.

–Chegamos? — perguntou Sarah em voz baixa.

–Yep. — Harry respondeu, despindo-se da Capa.

–Sério? Já posso tirar a venda? — Sarah perguntou.

–Aham. — Harry disse. Sarah tirou a venda e se surpreendeu.

Estavam num tipo de campo, numa clareira no meio da mata fechada. A clareira tinha várias flores e perto dali dava para se escutar um riozinho. A grama era macia e fofa, e o lugar era lindo.

–Gostou? — Harry perguntou;

–Onde estamos? — Sarah perguntou admirada.

–Bom, ao norte de Hogsmeade tem uma cadeia de montanhas, estamos no topo da mais baixa. — Harry disse.

Agora Sarah reparou que olhando para o alto, podia se ver as formas verdes de montanhas (verdes por causa da mata).

–Ai que lindo. — ela disse, suspirando.

–É, você gostou. — Harry afirmou, indo para baixo de uma das árvores. Tirou uma toalha xadrez vermelha da mochila, e a esparramou pela grama na sombra da árvore, e depois foi tirando comidas e colocando sob a toalha. Quando tirou todas as comidas da mochila (pedira a Hermione para afzer um feiticço indetectável de extensão), olhou para Sarah, que o encarava.

–Awn, que fofo! Um picnic (n/a: Não sei como se escreveee)! — ela disse sorrindo, sentando no espaço da toalha que Harry deixara para eles se sentarem. O garoto sentou ao seu lado, e ambos começaram a comer e a conversar.

–Sério Harry, eu to me sentindo o Rony agora. — disse Sarah rindo levemente pelo nariz, enquanto mastigava uma coxinha de frango.

Harry riu, e eles continuaram a convesar enquanto comiam.

...

–Sarah? — Harry chamou a garota, em voz baixa.

–Hm? — Sarah disse, sem desviar os olhos da linda paisagem a sua frente. Haviam acabado com toda a comida, arrumado tudo de volta na bolsa, e agora estavam deitados na toalha, admirando o céu.

–Eu... eu... — Harry não sabia o que dizer. Respirou fundo e se ajoelhou na grama. Sarah se levantou meio surpresa. — Bem, eu não sou muito bom com as palavras, mas... lá vai. — Harry respirou fundo de novo, e prosseguiu. — Olha, desde a primeira vez que eu te vi, meu coração bateu mais forte. Ah cara, qualé, eu não sei o que dizer! Ok, vamos de novo. Eu realmente não sei, mas foi como amor a primeira vista. E quando nos tornamos amigos, ficou maior. Eu me sentia estranho quando estava com você, eu não era Harry Potter, o menino que sobreviveu, ao seu lado eu era apenas Harry, um garoto normal. Quando eu estava com você, eu não tinha que tomar cuidado com o que dizia pois algo podia escapar e estar circulando por toda a Hogwarts, quando eu estava com você eu só liberava o verdadeiro Harry, sabe? E eu nunca me senti assim com ninguém antes. E quando você foi comigo para Hogsmeade, foi o melhor passeio para o povoado da minha vida! E quando nós dançamos juntos no seu aniversário, foi um dos melhores dias da minha vida! E eu me senti tão bobo quando fiquei com ciúmes de você. Mas naquele dia na biblioteca, quando eu ouvi você falando que eu tinha roubado seu coração, eu me explodi em felicidade. E eu simplesmente não posso e nem consigo mais esconder esse sentimento, Sarah. Eu quero que você saiba que eu te amo. É, eu te amo. E eu quero saber se você aceita ser... — agora Harry dera uma pausa, pois procurava incansavelmente algo na mochila. — Ai droga, onde tá? — Sarah ria. — Achei! — Harry tirou da mochila uma caixinha de veludo azul marinho. — Pronto. Onde eu estava? Ah sim. Eu quero saber se você, Sarah Thompson, aceita ser minha namorada? — Harry abriu a caixinha, revelando um belo anel (http://embed.polyvoreimg.com/cgi/img-thing/size/y/tid/37405782.jpg).

–Mas é claro que eu aceito, Harry! — Sarah exclamou, sorrindo. Harry sorriu de volta e colocou o anel no dedo anelar esquerdo de Sarah, que sorriu para o anel antes de virar o rosto para Harry.

–Eu te amo. — Harry disse.

–Eu também te amo. — Sarah disse, e os dois se beijaram.


PS.: Vejam as notas finais, please!


Notas finais
eai, gostaram? não? ok. sim? então deixe um review, hehehehe!
obrigada por leeeeeeereeeeeeeem (cantarolando)!
até o próximo cap! bjs mrs styes (hahahaha)
PS.: talvez eu fiquei mais algum tempo sumida por aqui, sorry... é o seguinte, eu acho (e quase sempre tenho razão) que eu tirei nota baixa em geografia, e minha mãe (que coincidentemente é ex professora de geografia) disse que se eu tirar nota baixa, vou ficar um m~es sem computar, nintendo ds, x box 360, celular e notebook. é, tenham pena de mim *buáááá*
mas talvez quem sabe eu dou uma fugidinha escondida do castigo e venho dar um "hai" por aqui, hehehehehe...
bjs!