Wherever I Go
25 Cap. 21 - Nem tudo vai bem
Notas iniciais
babes mudei de nome, mas podem continuar a me chamar de mary.
amores, desculpem por demorar, sério, eu demorei muito pra escrever esse cap por certos motivos:
-provas
-deveres de casa
e o último é que eu estou em depressão porque gosto de um garoto que (eu acho) não gosta de mim.
então babes, esse cap é meio que importante, digamos que é o início do apocalipse, MWAHAHAHAHAHAHAHA. espero que gostem!
Cap 21 — Nem tudo vai bem
-Oi pessoal. Desculpem o atraso, estava na biblioteca. — Sarah começou dizendo ao sentar-se na mesa da Sonserina, na hora do almoço.
-Que nada, amiga. Nem Dumbledore chegou. — Millena disse. Sarah estranhou; Dumbledore não era de se atrasar — pelo menos nunca se atrasara para qualquer ocasião desde que ela entrara em Hogwarts.
-Aconteceu algo? — ela perguntou.
-Não que a gente saiba. — Draco respondeu. — Não se preocupe, ás vezes ele atrasa mesmo.
Foi quando as portas do Salão Principal se abriram e Dumbledore entrou.
-Senhores Thompson, visita. — ele disse, e uma pessoa saiu de trás dele.
-Algo está errado. — Sarah sussurrou para si mesma antes de se levantar.
Começou a caminhar em direção a seu pai.
-Oi pai. — ela disse, e o abraçou.
-Eai, pai? — Logan disse, o abraçando logo depois.
-Olá meninos. — Poseidon disse. E depois acrescentou em voz baixa: — Não acham melhor conversamos em um lugar em que tenhamos mais privacidade?
-Venham. — Sarah disse, puxando seu pai e Logan para fora do salão.
~^~
-O que estamos fazendo no sétimo andar? — perguntou Logan, confuso, enquanto Sarah passava três vezes em frente a uma tapeçaria esquisita. — Di immortales! — ele disse, quando no lugar da tapeçaria esquisita aparecera uma porta dupla de madeira envelhecida.
-Sala Precisa, Logan. — Sarah murmurou. — Essa sala só aparece quando é realmente necessário. Ela se adapta ao que a pessoa precisa, formando o ambiente perfeito para situação. Para abri-la é nessário se concentrar em algo e passar por ela três vezes. Mas agora entre logo.
Eles entraram na Sala, que tinha vários sofás, poltronas e mesas com comidas e bebidas.
-Gostei. — Logan disse, se aconchegando numa poltrona reclinável.
-Então, pai, o que houve? — Sarah perguntou, sentando-se num sofá.
-Como assim o que houve? Um pai não pode visitar seus filhos na escola? — Poseidon perguntou, sentando-se ao lado de Sarah.
-Não quando é uma escola de magia e quando esse pai é um deus olimpiano. — Sarah respondeu. Poseidon suspirou.
-Ok. As notícias não são boas. — ele disse. Sarah levantou-se impaciente, dirigindo-se a uma das mesas e enchendo um copo com suco de amora.
-Pare de enrolar papai, diga logo! — exigiu a garota, depois de beber um gole do delicioso suco.
-O Olimpo está em guerra. — disse Poseidon. Sarah deixou o copo que segurava cair; o vidro se quebrou em milhares de pedaços, mas a garota estava ocupada, encarando incrédula o pai.
-Como assim, pai? — Logan perguntou.
-É pai, como assim "o Olimpo está em guerra"? — Sarah disse.
-Literalmente, filhos, o Olimpo está em guerra. — Poseidon disse. — Os deuses menores estão se rebelando. As nossas áreas de comando estão saindo do controle. Já saíram quase quatro mil monstros do mundo inferior, sem nenhum dedo de Hades, e este não conseguiu impedi-los. As forças de antigos titãs do mar estão se agitando. O tempo perto do monte Tam, na Califórnia, está muito sombrio. Há algo acontecendo, e posso garantir que não é algo bom.
-Mas como assim, pai? Vocês são os deuses, tem que dar algum jeito nisso! — Sarah disse, dando um passo para frente. Recuou ao pisar no vidro, e tirou a varinha vidente das vestes, murmurando um "Reparo" e logo voltando a olhar o pai.
-Não é assim, filha. Não podemos controlar tudo. Até Tífon está se agitando. — Poseidon disse.
-Mas nós já derrotamos Cronos e Gaia, qual será o próximo vilão? — perguntou Logan.
-Não sei meu filho, eu realmente não faço ideia. — Poseidon disse.
-E o que você sabe, hein, "senhor das águas"? Fazer ondinhas? — Sarah disse, irônica.
-Sarah, isso é sério, ok? Dá pra deixar esse seu lado sonserino de lado e levar a sério? — Logan disse.
-Não, Logan, não dá. — Sarah retrucou.
-Meninos, meninos, parem. — Poseidon disse, percebendo o inicio de uma briga. — Parem com isso. Acabou a discussão.
-Pai. — Sarah disse, suspirando. — Nós vamos precisar sair de Hogwarts? Quer dizer, nós vamos lutar?
-Não. — Poseidon respondeu. — Ninguém precisa sair de Hogwarts, ninguém precisa lutar, ainda. Primeiro precisamos descobrir a causa disso tudo. Eu e os outros olimpianos estamos trabalhando em possibilidades.
-Ok. — Logan disse. — Mas então por que se deu ao trabalho de vir aqui nos avisar? Poderia ter simplesmente mandado uma carta.
-Isso é muito sério para ser contado por uma carta. — Poseidon disse. — Filhos, quero que fiquem atentos a qualquer coisa estranha acontecendo em Hogwarts. Talvez algo aqui tenha a vez com o caos no Olimpo.
-Ok pai. — Sarah disse. — Ah, mais uma coisa. Nós podemos contar isso para nossos amigos?
-Só para os mais íntimos. — respondeu Poseidon. — E estou muito orgulhoso de vocês. Logan, corajoso como sempre, na Grifinoria. E Sarah... bem, não sei o que dizer, bipolar como sempre, foi escolhida para duas casas, mas preferiu a Sonserina.
-Pois é, papito. — Sarah disse. — Ah, pai, por que eu tenho dezessete anos e to no sexto ano, sendo que a maioria dos alunos do sexto ano tem quatorze anos?
-Ih filha, nem me pergunte, isso é coisa de Dumbledore. — Poseidon disse.
-Ah, ok. — Sarah disse.
-Então, meninos, fiquem bem atentos. E tomem cuidado. — Poseidon disse. Algo vibrou no bolso da bermuda havaiana que usava habitualmente e ele se levantou do sofá. — Tenho que ir. Fiquem bem, boa sorte.
E desapareceu numa explosão de fumaça. Sarah encarou Logan, que também tinha se levantado, e os dois se abraçaram fortemente.
-Será que será como as outras vezes, Loggie? — Sarah perguntou, ainda abraçada ao irmão.
-Não sei, Sah, não sei. — Logan disse. — Mas se for, pode ter certeza q ue eu vou lutar.
-Eu também lutarei. — Sarah disse, partindo o abraço e encarando o irmão.
-Então vamos lutar juntos. — Logan disse, pegando na mão da irmã.
-Até o fim. — disse Sarah.
~^~
A conversa dos irmãos com o pai durara cerca de vinte minutos, e quando os dois Thompson voltaram a entrar no Salão Principal, todos os alunos continuavam ali e Dumbledore já ocupara seu lugar na mesa dos professores. Ao chegarem no meio do Salão, os dois irmãos separaram as mãos e cada um seguiu para a mesa de sua determinada casa. O salão era puro silêncio. Quando seus amigos encararam Sarah curiosos, ela dirigiu-se apenas a Draco:
-Se prepare. — disse, encarando o loiro sombriamente. — Nem tudo vai bem.
Notas finais
até o próximo cap!
Fale com o autor