Notas iniciais
POR FAVOR COMENTEM E DIVULGUEM A FIC PARA SEUS AMIGOS E SE FICOU BOM COMENTEM MAS SE FICOU RUIM COMENTEM POR QUE O IMPORTANTE E A OPINIAO DE VOCÊS!! Beijos e aproveitem!!!

– Não! Me solte! Quem o senhor pensa que e para... – De repente foi como se seus lábios se colassem um no outro, a impedindo de falar. Por mais que tentasse.

– Obrigado pela compreensão senhorita. Por aqui. – Ele a conduziu até o jardim. Estranho. Lá parecia mais iluminado, agora que ela estava com ele. Ela pode sentir o calor que ele emanava, mesmo através da armadura de ferro, ela se sentia tonta com seu toque. E aconteceu de novo. Suas pupilas dilataram, suas bochechas queimaram e seu coração palpitou igual a um passarinho. Pode-se perceber que com ele acontecera o mesmo. A lua estava mais prateada e cintilante com ele ali. As rosas e as violetas pareciam vivas e iluminadas, mesmo sendo de noite. Ela queria ignorar aquele novo sentimento, e quando se tratava se assuntos do coração, sua ignorância era a maior. Ela se orgulhava de não sentir. Para ela aquilo era sinal de força e bravura, quanto na verdade era só falta de amor próprio.

– Esta tentando me enfeitiçar? – Ela se soltou.

– Não. Voltei aqui por outro motivo. As ervas que coloquei no seu braço. Era um feitiço. – Ele abaixou a cabeça envergonhado pela sua falta de atenção.

– Sabia que eu iria me tornar noiva de um Lord a alguns minutos atrás? – Disse tentando fingir que se importava, quanto na verdade agradecia mentalmente pela intervenção do mago.

– Não parecia gostar dele. – Ele fingiu indiferença, mas a verdade e que desde de quando a vira na floresta, sentiu algo estranho, algo mais forte do que já sentira. Algo que nem mesmo a magia poderia explicar.

– Mas eu gostava! – A moça insistiu em mentir, mas seus olhos a entregavam. Ele riu.

– Os olhos são a janela da alma, que algo puro e indecifrável e alem de tudo verdadeiro. E seus olhos estão contradizendo sua boca. Isso pode ser um problema, não e mesmo? – Ele ergueu delicadamente o queixo dela, fazendo com que a lua a iluminasse e o fizesse mergulhar no mar que era os olhos dela. Ele podia ver. Pensamentos em cima de lembranças. Memórias que ela gostaria de esquecer. Lagrimas perdidas em sua mente a confundiam do que era certo e do que era errado. Do que era necessário e do que era inútil. Ele também pode ver, que nem todas as palavras dela saiam com o significado intencionado e que nem todas eram verdadeiras, e que as atitudes que ela tomava eram sempre de alma, eram sempre puras. Tirou a mão dela. Ele tinha que se controlar. Ele tinha um dom. Podia ver a vida inteira da pessoa apenas se olhasse nos olhos ou a tocasse, e era por isso que ele nunca se olhava no espelho. Tinha medo de descobrir seu passado. A verdade e que: Freddie nunca conhecera sua família.Quando estava ainda pequeno, em seus 5 anos de idade, sua memória fora apagada pela mãe e ele fora abandonado sem saber que era ou quem foi. Não sabia seu nome, só sabia sua idade.Madeleine Benson, umas das magas de Flythburg, um dia teve a sorte de encontrar o garotinho e o criou. Deu-lhe um nome, uma casa e o mais importante: Uma família. Freddie conheceu Shayne Benson, seu irmão de criação. Depois de crescidos, Madeleine fora assassinada por causa da caça as bruxas, mas antes os forçou a se instalar em Hugart, longe de Flythburg. Desde então, moram aqui. Não moram na mesma casa, mas moram perto um do outro. Era só isso. Era tudo o que sabia. Essa era toda sua história. Pelo menos uma parte dela.

– E quem e você para filosofar sobre almas e olhos? – Ela disse um pouco abalada.

– Alguém que conhece muito bem ambas as coisas. – Murmurou com o olhar longe. Tentava por horas se lembrar de algo, nem que seja a cor dos olhos, se sua verdadeira mãe. Mas sempre falhava. Tinha somente uma solução. A solução era um feitiço que ele finalmente conseguira achar, mas sem querer colocara de curativo para a bela moça dos olhos azuis.

– De qualquer jeito, eu não sei onde esta o curativo. Deve estar jogado nas minhas coisas. – Falou despreocupada.

– Então vá buscar oras! Não vim aqui para nada. – Estava ficando nervoso.

– Não. Você não manda em mim. – Teimou Sam. Aquela foi gota d’água. Ele a agarrou pelos braços, e seus olhos se transformaram e um vermelho escuro e selvagem. Magos podem mudar a cor dos olhos? Pensava Sam assustada. A expressão que ele tinha não era humana. Era feroz.

– Onde você colocou o maldito feitiço? – Ralhou ele. Seu rosto estava pálido e ela não conseguia nem ao menos reagir.

– Me solta esta me machucando! – Ela tentara se livrar, mas ele apertou mais, a fazendo soltar um ganido de dor. Seus olhos lacrimejaram. Estava doendo muito. Ele ainda estava irritado.

– Onde e que esta? – Ele perguntou dessa vez mais alto e mais rudemente. Ela virou a face para o lado e mordeu o lábio inferior o mais forte que pode para amenizar a dor, mas foi como se algo puxasse seu rosto na direção do dele, e a fizesse ficar assim. Magia.

– Eu não sei! – Falou já desesperada.

– SAM! – Gritou Carly ao ver a amiga. O mago a soltou imediatamente e simplesmente desapareceu. Ela caira de joelhos no chão. As pernas bambas e os braços doendo. Os olhos azuis inundados.

– Me tira daqui. Avise a minha mãe que vou me embora. Fale que passei mau ou algo do tipo, por favor! – Soluçava ela no chão. Carly a abraçou.

– Tudo bem. Vá. – Ajudou a amiga a se levantar. Sam descera as escadas que davam lá embaixo e sem que ninguém visse ela saiu. Seus pés doendo e os olhos inchados. E de repente, uma memória lhe veio a cabeça.

“ – Vamos na casa do lago Sam! Lá e muito agradável! – Melaine sorriu para a irmã, sabendo que aceitaria de cara por que adorava o lago.

– Onde? Não tem casa alguma! – A outra gêmea falou com os pés nos cascalhos da margem do lago.

– E do outro lado sua boba! Vem! – A irmã riu.”

– O lago. – Sussurrou para si mesma. Dando a volta e se embrenhando na floresta.

Notas finais
Os caps sao curtinhos mas e pq eu to tentando fazer mais por dia!!! Entao desculpem e comentem! kkk