Notas iniciais
se ficou ruim, eu entendo! Mas e porque eu tava meio sem imaginação e tals mas eu prometo que o proximo vai ser cheio de aventuras kkkkkkkk Aproveitem!

A floresta estava assustadoramente escura. As folhas pareciam densas e pesadas para os galhos. A lua espreitava alguns galhos, fazendo visíveis alguns ninhos de corujas e outras aves. Sentiu os pés descalços tocarem a lama fria. O ar mudou. Era bom. Os troncos retorcidos das arvores estavam arrepiantes e agora ela parecia tão pequena sem seu canivete. Soltou o cabelos e tirou as flores dele. Ela soltou um suspiro de alivio e ergueu o vestido. Estava dando a volta no lago. Já via nitidamente a casinha. Era de madeira e de dois andares, tinhas duas camas, uma de solteiro a e outra de casal, também tinha um baú cheio de roupas, e calçados, e quando Sam e Melaine iam brincar lá, falavam que quando crescessem iam morar lá. Só que o destino fora cruel com Melaine, e acabou a levando quando ela tinha apena 14 anos. Uma lagrima escapou de Sam, fazendo seus olhos arderem. Limpou os pés sujos de lama antes de entrar na casa. Se afundou no colchão e respirou fundo relaxando os músculos. Seu braço doía e ela estava suada. Limpou a fina camada de sujeira que se encontrava na casa. Aquele seria seu esconderijo a partir de agora. Retirou o vestido e foi para o lago, sentindo-o abraçá-la , tal como fazia quando era dia de verão e estava quente. Ele não só refrescava seu corpo, mas também sua memória, a fazendo pensar , melhor. Nadou e nadou, até que as pontas de seus dedos começaram a enrugar e ela fora obrigada a sair. Se secou e colocou um dos vestidos do baú, que estavam limpos e conservados para algo que estava ali a tanto tempo. Lhe serviu perfeitamente, além de ser confortável. Se afundou na cama, debaixo dos lençóis, sem se dar ao trabalho de apagar as velas, pois nem havia as acendido. Havia feito curativos de aloe vera nos braços. Ela nunca havia visto alguém tão furioso em toda sua vida. Aquela imagem. Era assustadora. Seus olhos encaravam o teto e em sua mente passavam-se mares e mais mares de coisas a processar. Sentimentos, descobertas, perdas. Eram obstáculos. Pensava ela. Tanta coisa havia aprendido com somente dois, no máximo três encontros com o mago. Ela odiava ele por estar certo, e se odiava por perceber que fora burra por acreditar em tudo o que falavam. Quando era pequena sua mãe falava que o mais importante era se casar e ser muito rica, mas quando Sam perguntava por que, ela não respondia. Talvez não soubesse a resposta, ou talvez apenas não quisesse dizer. O coração era algo tão engraçado para ela. Ele tinha o poder de enganá-la sem ela nem perceber, por isso ela tinha medo. Medo de sentir e ele a enganar. Mas curiosidade ela tinha. Uma enorme vontade de saber como era o sentimento até vê-lo. Será que era daquele jeito? Se sentia tão confusa. Adorava o jeito que as estrelas a encarava de noite, ou a maneira que os pássaros cantavam apaixonadamente para ela todas as manhãs, mas...isso que ela sentira quando vira aqueles olhos...fora muito mais forte. Não sabia o que era. E se odiava por isso. Odiava também o tanto que as pessoas eram cegas. Falam de felicidade e amor, mas nem sabem o que e isso ou como procurar. E é algo tão simples que as vezes a fazia rir! Amor, e quando seus olhos se cruzam com outros e seu coração palpita. Por mais que a pessoa seja a mais defeituosa do mundo, seu coração bate forte por ela, e suas pernas ficam bambas. E quando a pessoa fala e você ouvi mil pássaros cantando, ou quando ela te olha e você vê no mesmo instante mil rosas desabrochar. Quando ela te toca e você se sente a pessoas mais sortuda e segura do mundo. Quando você ouve mentiras a seu respeito, mas não acredita e tampouco se importa, pois o amor e mais forte que qualquer boato. Amor... era algo incrível e perigoso, e é isso o que o torna bonito e desejável. Sam queria sentir aquilo, mas não com ele. Tinha que ser outra pessoa. Seu orgulho não permitia isso. Seus olhos se pesaram e sua respiração desacelerou. Vagarosamente o sono veio e tomou conta de seu corpo, fazendo com que sua mente sonhasse os mais lindos sonhos.

Ele chegara em casa de olhos baixos e aparência deplorável. Havia se descontrolado novamente. A anos não ficava assim, desde de a morte de sua mãe. Sua casa estava escura e sombria. Ascendeu algumas velas e tomou um banho, se jogando na cama em seguida. Seus pensamentos o levavam para longe de onde estava. Não queria machucar ninguém, sua intenção nunca fora essa. Levantou-se em um pulo e se pois a achar outro feitiço.

– Não, não, não... – Murmurava abrindo livros enormes e lendo palavras desconhecidas. Mexeu em seus ingredientes até achar um papelzinho verde. Não pode ser...

– Ah não.... – Ele encarava o feitiço a sua frente. Ele não havia se confundido. Uma decepção invadiu, ao constatar que havia quase arrancado os braços dela, por algo que ela nem mesmo sabia ou era culpada.

Dormia tranquilamente, a moça dos olhos azuis, quando um ruído lhe chama a atenção. Levanta-se e espia lá embaixo. Uma sombra. Era fraca por ter somente a luz do luar, mas pode ver que era de um animal. Grande. De repente e surpreendida por um urro feroz e alto. Era um urso. Pegou o punhal que havia achado mais cedo no baú da cozinha e desceu. Ergueu o vestido,mas ele fez barulho ao tocar as escadas. Maldição! O urso se virou e a encarou, partindo para cima logo depois. Ela gritou e recuou ao perceber que ele havia arranhado o machucado que Freddie havia feito. Uma dor absurdamente aguda a invadiu. Pegou o resto das forças que tinha e passou o punhal no urso, saindo dali depois disso. Ele não havia morrido. Começou a correr atrás dela, e ela sabia que só tinha uma coisa a fazer. Ir para a casa dele.

Notas finais
Gente desculpa os caps serem curtinhos, eu vou fazer maiores, mas ai vai demorar mais pra posta, vcs que sabem! Comentem!!!!!!!!!!!!!!!!